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Nova estrela conservadora nos EUA diz ter participado de bruxaria

18 set 2010 20h19
| atualizado às 21h07
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Christine O''Donnell, a nova estrela do movimento ultraconservador americano, Tea Party, teve sua reputação abalada após a divulgação de um vídeo no qual admite já ter participado de cerimônias de bruxaria.

Vencedora das primárias republicanas para o senado, O''Donnel admite experiência com bruxaria
Vencedora das primárias republicanas para o senado, O''Donnel admite experiência com bruxaria
Foto: Reuters

O''Donnell, que na terça-feira passada venceu de surpresa as primárias republicanas para uma cadeira no Senado por Delaware, cancelou neste sábado duas entrevistas que tinha marcadas para amanhã na televisão americana.

Segundo seu porta-voz, a política cancelou sua presença para poder participar de uma reunião em Delaware. O cancelamento de última hora ocorre depois que na sexta-feira, no programa Real Time, o humorista Bill Maher divulgou um vídeo de 12 anos atrás no qual O''Donnell, então analista política republicana, admitia ter se envolvido com bruxaria.

No vídeo, vê-se uma jovem O''Donnell declarar, entre risos, que havia tido uma experiência com a questão. "Nunca estive com um sabá, mas tive uma experiência com bruxaria. Me juntei com pessoas que faziam essas coisas. Não estou inventando".

"Uma das minhas primeiras saídas com uma bruxa foi sobre um altar satânico e eu não sabia. Quero dizer, havia um pouco de sangue e coisas assim... Fomos ao cinema e depois fizemos um piquenique em um altar satânico", acrescenta.

O''Donnell, praticamente uma desconhecida fora dos círculos políticos especializados, ganhou fama na terça-feira ao vencer as primárias republicanas de Delaware sobre o candidato oficial do partido, Mike Castle.

A candidata enfrentará nas eleições legislativas de novembro o democrata Cris Coons pela cadeira que já foi ocupada pelo atual vice-presidente dos Estados Unidos, Joseph Biden.

Republicanos tinham advertido que, se O''Donnell vencesse a primária, não contaria com o apoio do partido.

EFE   
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