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Número de brasileiros que estudam no exterior aumenta 500% em uma década

9 mar 2015 22h47
| atualizado às 22h47
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O número de brasileiros que realizaram estudos no exterior aumentou 500% na última década e, apenas em 2014, cerca de 230 mil jovens estudaram fora do Brasil, informou nesta segunda-feira a Associação Brasileira de Organizações de Viagens Educacionais e Culturais (Belta).

A maioria dos brasileiros buscam aprender ou aperfeiçoar uma segunda língua, mas, nos últimos anos, aumentou de maneira notável o número de jovens que fazem um curso universitário fora do país.

De acordo com a Belta, isto foi possível, em parte, graças ao programa Ciências Sem Fronteiras, que desde 2011 ofereceu bolsas de estudos em universidades estrangeiras para mais de 83 mil estudantes do Brasil, em centros universitários de países como Canadá, Estados Unidos e Austrália.

Um dos destinos que está tentando atrair os estudantes brasileiros é a Nova Zelândia, que permite que os jovens trabalhem no país até um ano após a conclusão de seus estudos.

"Queremos que os estudantes tenham a oportunidade de ganhar algum dinheiro para que possam também se divertir com a experiência que estão vivendo", disse à Agência Efe Sam Heeney, representante da organização Universities of New Zealand, na feira educativa EduExpo, que aconteceu neste fim de semana em São Paulo e ainda passará por Rio de Janeiro e Campinas.

A Espanha, por sua vez, é o principal destino para aqueles que querem aprender castelhano, já que, segundo o diretor da Belta, Marcelo Albuquerque, os preços são equivalentes aos das escolas da América Latina e "a Espanha é um país muito bem estruturado para os estudantes".

Segundo o cônsul e gerente do programa comercial de estudos do Canadá, Anouk Bergeron-Laliberté, o programa Ciências Sem Fronteiras está ampliando as oportunidades para que os brasileiros possam se formar em outros países, como o norte-americano.

EFE   
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