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Movimento Brasil Sem Parasitose começa sua segunda jornada pelo Brasil e amplia sua atuação

25 mar 2017
09h50
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No próximo dia 28 de março, na cidade de Campinas, São Paulo, o Movimento Brasil Sem Parasitose iniciará a sua segunda expedição social pelo país. O objetivo da Federação Brasileira de Gastroenterologia (FBG) é reduzir a ocorrência das doenças parasitológicas, evitando consequências severas e o óbito. Para isso, conta com o apoio da FQM Farmoquímica.

Foto: DINO

O interesse da população pelo tema, demonstrado pelo acesso às redes sociais do projeto e intensa procura por atendimento na Unidade Móvel Itinerante, não surpreendeu a Federação Brasileira de Gastroenterologia. Afinal, segundo a OMS, as parasitoses são as doenças mais comuns do mundo: atingem cerca de 50% da população mundial e são responsáveis por relevantes consequências negativas na saúde dos indivíduos adultos e crianças. No Brasil, de cada 3 pessoas, uma sofre com alguma parasitose, e considerando somente as crianças, a prevalência aumenta: de cada duas, uma está infectada.

COLETA DE DADOS
No ano passado, os 173 médicos gastroenterologistas e pediatras que participaram do projeto atenderam cerca de 10 mil pacientes nas 11 cidades percorridas, e as principais queixas relatadas pelos pacientes foram:
• 48% dores abdominais e cólicas;
• 43% azia; • 38% barriga constantemente inchada;
• 31% diarreia, entre outros sintomas.
Em função dos altos índices de queixas e da conhecida falta de dados públicos sobre saúde brasileira de modo geral, em especial sobre Parasitose, será aplicado à todos os pacientes um questionário denominado Avaliação Nacional nos Índices de Parasitoses (ANNIPA).

O ANNIPA tem como objetivo conhecer os padrões de saneamento básico, higiene pessoal e familiar, hábitos de vida e o histórico clínico da população. "Avaliar os riscos de parasitose da população brasileira, tanto individuais quanto coletivos, é essencial para orientar as ações de prevenção, o tratamento antiparasitário e, principalmente, para promover a melhoria da saúde e da qualidade de vida dos cidadãos", ressalta Dr. Flávio Quilici, novo presidente da Federação Brasileira de Gastroenterologia. De acordo com a soma de pontos computada nos 16 itens avaliados, o ANNIPA permite definir um indicador inédito de exposição das pessoas à contaminação por parasitoses.

CULTURA & EDUCAÇÃO
Sabendo da efetividade das atividades culturais como forma de transformação da população, em 2017, além do projeto social, acontecerão apresentações e oficinas teatrais gratuitas abertas aos públicos de todas as idades, nas mesmas praças onde haverá o atendimento na Unidade Móvel.

ACOMPANHE O PERCURSO DA UNIDADE MÓVEL NAS 14 CIDADES
Para acompanhar a caravana e conferir os locais de atendimento em cada cidade, acesse o site www.brasilsemparasitose.com.br.

Campinas/ SP - 28 a 30/03
São Paulo/SP - 03/04 a 06/04
Santos/SP - 10 a 13/04
Porto Alegre/RS - 18 a 20/04
Campo Grande/MS - 25 a 27/04
Cuiabá/MT - 02 a 05/05
Goiânia/GO - 09 a 11/05
Belém/PA - 17 a 20/05
Teresina/PI - 25 a 27/05
Juazeiro do Norte/CE - 30/05 a 01/06
Caruaru/PE - 12 a 14/06
Vitória/ES - 20 a 22/06
Rio de Janeiro/RJ - 26/06 a 29/06

DETALHES SOBRE O MOVIMENTO BRASIL SEM PARASITOSE

É um projeto social e educacional, alinhado às diretrizes da OMS de controle de parasitoses intestinais, que leva orientação à população através do site, das redes sociais e, também, atendimento gratuito à população na Unidade Móvel de Saúde. A equipe de atendimento à população é formada por cerca de 20 profissionais da saúde, entre médicos gastroenterologistas, enfermeiros e agentes de saúde que auxiliarão no trabalho de orientação e prevenção das parasitoses.

Os principais temas abordados são a importância de hábitos de higiene pessoal e doméstica que evitam a transmissão de parasitas, e o correto tratamento antiparasitário para o controle de doenças, que deve ser prescrito por médicos.
Com 52m2, o caminhão adaptado possui três consultórios médicos, com capacidade para cerca de 200 atendimentos por dia. Na primeira etapa do atendimento serão coletadas as informações da Avaliação Nacional nos Índices de Parasitoses (ANNIPA), seguida de uma triagem realizada por enfermeiros e, depois, atendimento com médicos gastroenterologistas e gastroenterologistas pediátricos. Ao final, todos passarão por uma sala temática educativa, onde receberão orientação prática sobre hábitos de higiene pessoal e doméstica, desenvolvida por uma equipe de agentes de saúde.

Esse trabalho social e educacional permite à população brasileira adquirir conhecimento sobre esses temas, tornando-a multiplicadora das soluções dos problemas de saúde comunitária a partir de simples mudanças de hábitos de higiene pessoal e da comunidade, bem como desmistificar que as parasitoses são doenças exclusivas de pessoas que vivem em áreas críticas de saneamento básico.
Além das parasitoses, o Movimento também apresentará à população quais são as patologias tratadas pelo médico gastroenterologista e que acometem o sistema digestório (boca, estômago, esôfago e intestinos), tais como refluxo esofágico, gastrite, úlceras, prisão de ventre, diarreias, infecções intestinais, entre outras.

SOBRE AS PARASITOSES INTESTINAIS

Embora mais prevalentes nas regiões carentes de saneamento básico, as parasitoses atingem todas as camadas socioeconômicas da população, nas diversas faixas etárias. Mesmo as pessoas cuidadosas com a higiene pessoal e familiar e que vivem em regiões de saneamento adequadas estão expostas às parasitoses intestinais. Isso se deve ao fato de diariamente estarmos em contato com outras pessoas que podem estar infectadas, seja na rua, em casa, no trabalho, na praia ou em qualquer lugar.
Além das condições precárias de higiene, as dificuldades econômicas e o desconhecimento sobre medidas preventivas são fatores que também contribuem para que as populações menos favorecidas se tornem alvo da proliferação das parasitoses intestinais.

As parasitoses prejudicam a saúde e podem ter consequências graves para adultos e crianças, por isso, precisam ser prevenidas e tratadas adequadamente. Em função da alta prevalência de poliparasitose, ou seja, a infestação por mais de um parasita, a OMS recomenda tratamentos de amplo espectro de ação.

A prevenção, o tratamento e o controle de verminoses podem ser feitos a partir da adoção de medidas simples no cotidiano familiar e domiciliar, como o hábito de lavar as mãos frequentemente, higienizar adequadamente os alimentos antes do consumo e evitar andar descalço.

DINO Este é um conteúdo comercial divulgado pela empresa Dino e não é de responsabilidade do Terra

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