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Especialistas tiram dúvidas ao vivo sobre endometriose e infertilidade

19 abr 2017
17h40
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A transmissão ao vivo na internet será no dia 25 de abril, a partir das 20h. Durante uma hora, a ginecologista e especialista em Reprodução Humana Assistida, Dra. Alessandra Evangelista, da equipe médica do Vida, irá responder perguntas e esclarecer dúvidas sobre a endometriose e os impactos da doença na fertilidade das mulheres. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas neste link: http://bit.ly/WebinarioEndometriose

"Esse será o terceiro webcasting que nós realizamos aqui na clínica e sempre com intensa participação público. E estamos muito felizes com os resultados já que o objetivo de dar informação para quem não tem acesso a um especialista em Reprodução Assistida está sendo alcançado", afirma a diretora-médica do Vida - Centro de Fertilidade e ginecologista, Dra. Maria Cecília Erthal.

7 milhões de brasileiras em idade reprodutiva (15-49 anos) sofrem com a endometriose, conhecida com a doença da mulher moderna e que é uma das principais causas da infertilidade feminina. De 30% a 50% dessas mulheres correm sérios riscos de perder a capacidade reprodutiva. A doença não tem cura, mas tem tratamento e o diagnóstico precoce é fundamental - ainda hoje, é a melhor alternativa de prevenção.

"A endometriose é uma doença inflamatória que ocorre quando o tecido que reveste o útero (conhecido como endométrio), se expande fora dele, chegando a lugares onde não deveria crescer, como nos ovários e na cavidade abdominal. Esse distúrbio pode surgir a partir da primeira menstruação, e por isso, recomenda-se também atenção às adolescentes", alerta a ginecologista e obstetra, Dra. Maria Cecília Erthal, diretora da Sociedade Brasileira de Reprodução Humana Assistida e diretora-médica do Vida - Centro de Fertilidade, uma das mais importantes clínicas de fertilização do País.

Ainda não se conhece exatamente o que causa a endometriose, mas já se sabe que fatores imunológicos, genéticos e hormonais estão associados ao surgimento da doença. Quase metade das mulheres diagnosticadas levam cerca de cinco anos reclamando de dores e desconfortos até chegar ao diagnóstico definitivo. Os sintomas mais comuns são dores pélvicas, menstruações dolorosas, fluxo intenso e alterações no hábito intestinal (diarreia ou obstipação) e urinário.

"Com o diagnóstico precoce, elas têm opções de tratamento que minimizam os impactos no bem-estar diário e possibilitam a programação de uma gravidez com tranquilidade. Em caso de diagnóstico tardio, as trompas, que são responsáveis por conduzir o óvulo ao útero, podem ser comprometidas e os hormônios e o sistema imunológico alterados, dificultando uma gravidez", afirma o ginecologista e obstetra Paulo Gallo de Sá, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Reprodução Humana e também diretor-médico do Vida - Centro de Fertilidade.

Mulheres que estão tentando engravidar há mais de um ano sem sucesso, e que tenham sintomas como os descritos, podem ter endometriose. Por esse motivo, devem procurar um especialista o mais rápido possível, para pesquisar a causa da infertilidade. Exames, como ultrassom, ressonância ou ecocolonoscopia ajudam a comprovar o diagnóstico. O tratamento da endometriose pode ser cirúrgico (vídeo-laparoscopia) ou por meio de medicações. Entre as opções mais utilizadas está o uso de pílulas contraceptivas orais que reduzem a cólica menstrual e a dor pélvica.

Serviço
Evento: Webcasting sobre endometriose
Data: 25/04/2017
Horário: 20h
Médico: Dra. Alessandra Evangelista

DINO Este é um conteúdo comercial divulgado pela empresa Dino e não é de responsabilidade do Terra

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