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Cursos de graduação e especialização apontam quais são as áreas do futuro no Brasil

Direito, Enfermagem e Tecnologia da Informação estão no top 10 feito elaborado pelo Portal Bolsas de Estudo.

20 abr 2017
10h36
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Abril 2017 - Versatilidade na área de atuação, bons salários e estabilidade. São diversos fatores que vestibulandos ou graduados procuram na hora de optar por um curso. De acordo com o Portal Bolsas de Estudo, as áreas que mais tiveram matriculas tanto para graduação quanto para pós-graduação são Direito, Educação, Gestão, Nutrição, Enfermagem, Engenharia, Administração, Educação Física, Saúde e Tecnologia da Informação. Ainda de acordo com a pesquisa, os estados que mais procuram por bolsas de estudo estão São Paulo e Rio de Janeiro. "Em primeiro lugar vem o Direito, seguido de Educação e Gestão nas três primeiras posições, o que mostra uma procura por profissões versáteis, com amplitude em suas funções e áreas. O que, reflete o que será o futuro, segundo diversas pesquisas às quais temos acesso", explica Priscilla Pimentel, Diretora de Marketing do Portal Bolsas de Estudo.

Foto: DINO

Segundo matéria do jornal Extra de setembro de 2016 as principais profissões do futuro estarão ligadas ao ramo do direito, gestão ou engenharia. Além disso, a matéria reafirma aquilo que os profissionais já devem ou deveriam saber: as pessoas deverão ter domínio da língua nativa, do business english, e estar em constante transformação. Já a matéria do Guia da Carreira, novamente destaca profissões na área de engenharia e gestão como as demandas profissionais do futuro. Algumas das profissões são: Advogado societário; Advogado tributário; Gestor de Big Data; Gestor de Qualidade de Vida; Engenheiro Hospitalar; Engenheiro Ambiental; Engenheiro Civil.

Bolsas de Estudo - Além disso, os profissionais do futuro também já aprenderam que é possível ter grandes benefícios sem precisar estar inscrito em algum programa de financiamento ou bolsa de estudo oferecida pelo governo. No caso do FIES, por exemplo, em 2015 apenas 08% das vagas não foram preenchidas, enquanto que no primeiro semestre de 2016 o número subiu para 41%, Uma das explicações para tal acontecimento está ligada às novas exigências na seleção de estudantes. Por não entenderem as regras ou não preencherem todos os requisitos, muitos desistem do financiamento. Além disso, diante de um Brasil instável estudantes acabam optando por maneiras mais seguras e imediatas para concluir seus estudos. "Apenas no primeiro semestre de 2016 tivemos mais inscrições do que o ano todo de 2015. Isso reflete o interesse do brasileiro em estudar, porém, sem acumular dividas", afirma Priscila.

No entanto, é importante que o profissional também tenha em mente além de escolher um curso promissor, ele também escolha por uma universidade de renome e com uma grande de cursos reconhecida pelo MEC, pois só assim o diploma será reconhecido no mercado.

DINO Este é um conteúdo comercial divulgado pela empresa Dino e não é de responsabilidade do Terra

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