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A terceira onda dos ERP's: colaborativos e compartilhados

19 jan 2017
17h50
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Diferente da "primeira onda", em que as empresas possuíam ERP´s desenvolvidos dentro de casa, e da "segunda onda", a atual, em que se compra um ERP desenvolvido por um terceiro e dono dele, estamos diante da "terceira onda" − uma evolução das outras por permitir a participação de todos os envolvidos.

Foto: DINO

TERCEIRA ONDA: ESSA TENDÊNCIA DE SOFTWARE DE GESTÃO NO MERCADO É OFERECIDA COMO ERP COLABORATIVO E COMPARTILHADO.

As 05 questões que os ERP's da Terceira Onda solucionam nas empresas atualmente:

Como ter um sistema "estado da arte" (nuvem, plataforma moderna, integração com inúmeros canais, etc.) com custos compatíveis?

Como ter atualizações específicas e estratégicas do meu negócio, que não precisem ser compartilhadas com o resto do mercado?

Como pagar um valor que seja compatível às minhas possibilidades de negócio?

Como ter uma solução que seja estruturalmente poderosa, de forma que eu possa crescer sem que eu precise mudar de aplicativo?
Como conseguir que a minha equipe e a equipe da empresa externa trabalhem unidas, de forma colaborativa e não competitiva?

O fato é que o mundo muda constantemente, e aprender a compartilhar soluções e a colaborar com a equipe é premissa básica para a evolução.

A implantação de um ERP vai além de uma questão técnica, é uma solução que deve envolver um grupo unido, motivado e que trabalhe de forma transparente.

"O mundo dos negócios é dinâmico e ninguém mais tem o poder de dominar todas as variáveis. Somente um ERP colaborativo e compartilhado pode dar conta do recado", Claudio Emanuel de Menezes, Presidente da DISOFT.

Neste vídeo, o Claudio Menezes (CEO) explica com maiores detalhes o que as empresas podem esperar de um Software ERP da 3ª onda, colaborativo e compartilhado.

No momento da negociação, as principais objeções de um prospect pode acabar prejudicando o negócio se não forem esclarecidas. Como estamos falando de uma mudança cultural sobre implantar um ERP, as dúvidas são, em geral, os medos que advém de uma nova proposta.

As pessoas têm dificuldade em quebrar paradigmas e precisam perceber que trabalhar de forma colaborativa com uma equipe externa elimina também a velha "busca de culpados" quando algo dá errado. A proposta não é que não existam problemas, porque eles são parte do ambiente atual, mas sim que equipes diversificadas consigam, por meio da motivação, superá-los. Portanto, existe um certo grau de subjetividade no processo de venda e absorção do mercado da "terceira onda".

Conhecer a história, as crenças e as potencialidades da plataforma do produto colaborativo e compartilhado faz a diferença na escolha. É necessário ainda que as empresas avaliem a consistência das atitudes, desde a conversa telefônica inicial até o fechamento da venda. O prospect tem de sentir que o discurso é verdadeiro e ver resultados curtos para ter mais segurança no funcionamento da proposta.

DINO Este é um conteúdo comercial divulgado pela empresa Dino e não é de responsabilidade do Terra

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