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Africano com suspeita de ebola passou por SP, SC e Argentina

Divulgação da trajetória do homem nascido em Guiné foi feita pelo jornal La Nacion, que repercute o caso internacionalmente

10 out 2014
13h49
atualizado às 17h21
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O caso de suspeita de ebola no Brasil tem sido repercutido na mídia internacional. Em uma matéria publicada nesta sexta-feira, o jornal La Nacion comunica a trajetória do africano Souleymane Bah, 47 anos, que está isolado no Rio de Janeiro após o alerta, com suspeita de que tenha contraído o vírus da doença. Ele teria passado por São Paulo, Argentina, Santa Catarina e Marrocos, antes de chegar ao Paraná, onde sentiu os sintomas da doença.

<p>Profissionais trataram Bah seguindo os protocolos internacionais relacionados ao ebola</p>
Profissionais trataram Bah seguindo os protocolos internacionais relacionados ao ebola
Foto: Mauro dos Santos / Reuters

Leia também: Saiba quais são os sintomas do ebola

Segundo a publicação, o africano saiu de Guiné, sua terra natal, em um voo com destino a São Paulo. A viagem fez escala na cidade de Casablanca, em Marrocos. Ele teria chegado à capital paulista no dia 19 de setembro.

De acordo com o secretário de Vigilância Sanitária brasileiro, Jarbas Barbosa, Bah viajou para a Argentina - não se sabe por quanto tempo e nem por qual motivo - após chegar a São Paulo. A viagem até a Argentina teria sido feita por meio de um ônibus de viagem.

No dia 23 de setembro, Bah pediu asilo político brasileiro, em Santa Catarina. No documento da Polícia Federal brasileira, consta que a ocupação do africano era de "comerciante". Depois disso, foi, na última quinta-feira, a uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade de Cascavel, no Paraná, relatando que na quarta-feira tinha tido febre, tosse e dor de garganta.

Por estar na data limite máxima para o período de incubação do vírus, os profissionais trataram Bah seguindo os protocolos internacionais relacionados ao ebola. Hoje, ele está internado e isolado no Rio de Janeiro.

As autoridades informaram que identificaram 64 pessoas que entraram em contato com o paciente, 60 delas no centro médico de Cascavel, entre eles três médicos e enfermeiros que lhe atenderam diretamente e os outros quatro são dois casais que moram no mesmo domicílio onde Souleymane se alojava.

Foto: Arte Terra

Foto: Arte Terra

Terra

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