Barracas ficam lotadas e comida chega a faltar em algumas tendas
Foto: Sofia Lemos/vc repórter
A gastronomia foi a grande novidade da oitava edição da Virada Cultural de São Paulo, que aconteceu neste fim de semana. Diversas barracas foram distribuídas pelo Elevado Costa e Silva, o Minhocão, com comidas que variavam de R$ 5 a R$ 15 para os milhares de visitantes. No entanto, por volta das 13h deste domingo, algumas das 20 barracas não conseguiram mais atender a todos os visitantes por falta de comida.
Segundo relatos, no início da tarde, muitas das tendas que vendiam sanduíches não puderam dar sequência ao comércio por conta da falta de pão. Além disso, as filas nas barracas eram muito grandes, o que fazia com que algumas pessoas desistissem de comer.
"Tive a impressão de que calcularam mal o número de pessoas. Não havia comida suficiente e a qualidade também deixou a desejar. Achei a comida sem sal e estava esperando mais", disse a internauta Sofia Lemos, que trocou o sanduíche de carne, conhecido como "buraco quente" por um espetinho.
O "festival" culinário começou na noite de sábado e às 0h o prato principal deveria ter sido servido. Cerca de 500 porções de galinhada seriam distribuídas para as pessoas que tivessem retirado senhas com antecedência, mas o número de interessados era muito maior e houve tumulto no local. No empurra-empurra, uma barreira de proteção foi derrubada e a distribuição dos pratos sofreu atraso.
Nem mesmo o chef Alex Atala pode acompanhar o momento da distribuição de sua iguaria. Pouco antes do início, o quarto maior chef do mundo, dirigindo uma perua da Audi, tentou subir o Minhocão pelo acesso da rua Helvétia. Devido ao tumulto gerado pela expectativa do prato, o carro não pode passar pela multidão e deu meia volta.
Os internautas Xuski, Sofia Lemos, Beta Alvarez e Fernando Fiurst, de São Paulo (SP), participaram do vc repórter, canal de jornalismo participativo do Terra. Se você também quiser mandar fotos, textos ou vídeos, clique aqui.







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