
Atualizada às 21h34 Cerca de 100 pessoas, entre parentes e amigos, acompanharam o sepultamento de Emanuele Vitória da Silva, 9 meses, realizado no Cemitério do Murundu, em Realengo, zona oeste do Rio de Janeiro. A menina morreu depois de ser atropelada pelo feirante André Leandro da Silva, 39 anos, na noite do último sábado, na avenida Santa Cruz, em Bangu, durante uma festa junina.
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A mãe de Emanuele, a auxiliar administrativa Márcia Silva, 32 anos, ficou em silêncio durante todo o sepultamento. No final, ela cantou músicas religiosas e pediu à Justiça que não permita que Andre Leandro fique livre.
Mesmo se for mantida a acusação de homicídio doloso, Andre Leandro pode ser condenado a seis anos de prisão. A pena pode ser agravada pelo fato de o motorista estar com a carteira de habilitação vencida e ter cometido o atropelamento na calçada.
O acidente ocorreu no momento em que um grupo de vizinhos fazia os preparativos para a confraternização, como a colocação de bandeirinhas no local, por volta de 20h30, numa calçada da rua da Feira. Além de atingir as sete vítimas, a Parati conduzida pelo feirante derrubou um poste, um muro, e arrastou outro veículo estacionado na calçada. Duas pessoas ficaram feridas e cinco morreram.
O Dia
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Carlos Moraes/O Dia
A mãe cantou músicas religiosas e pediu à Justiça que não permita que Andre Leandro fique livre
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