| Agência Brasil |
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| O ministro Ciro Gomes, e sua mulher, a atriz Patrícia Pillar, chegam ao Ministério da Integração para a solenidade de transmissão de cargo. |
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O ministro da Integração Nacional, Ciro Gomes (PPS), anunciou hoje ao assumir o posto que suspenderá todos os pagamentos e tramitação de documentos da área antes de adotar qualquer medida administrativa. "O primeiro ato vai ser suspender todos os pagamentos, toda a tramitação de documentos financeiros, porque deste momento em diante a responsabilidade passa a ser minha", detalhou Ciro.
O novo ministro disse que reunirá no seu grupo de trabalho pessoas que trabalharam na Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) que avaliarão a criação de uma nova Superintendência de Desenvolvimento da Amazonas (Sudam), já extinta e Sudene.
Ciro disse que o modelo de desenvolvimento no governo de Fernando Henrique Cardoso era "vulnerável". Também considerou inviáveis as agências criadas no governo de FHC, a Agência de Desenvolvimento da Amazônia (Ada) e Agência de Desenvolvimento do Nordeste (Adene).
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi elogiado por Ciro, ex-adversário na campanha sucessória de 2002. "Sou parceiro incondicional do petista. O Lula deu um voto de confiança ao seu adversário de ontem e seu parceiro incondicional de hoje". A prioridade no ministério é combatar os transtornos provocados por chuvas cíclicas.
O ex-ministro Luciano Barbosa saiu agradecendo FHC e o Congresso pela aprovação e elaboração de uma política pública de desenvolvimento regional. Ciro foi incluído na lista de elogios, taxado de um dos "grandes gestores públicos" pela sua passagem no governo do Ceará.
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