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		<title><![CDATA[Terra - RSS - Ásia]]></title>
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		<description><![CDATA[Últimas Notícias - Ásia]]></description>
		<language><![CDATA[pt-br]]></language>
		<copryright><![CDATA[Copyright 2000-2013 Terra Networks, S.A.]]></copryright>
		<category><![CDATA[Ásia]]></category>
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			<title><![CDATA[Terra - RSS - Ásia]]></title>
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			<title><![CDATA[Japão pede colaboração para reduzir suicídio entre jovens]]></title>
			<pubDate>Tue, 18 Jun 2013 04:04:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/japao-pede-colaboracao-para-reduzir-suicidio-entre-jovens,a02830b5c455f310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA[O governo do Japão pediu nesta terça-feira uma maior colaboração para reduzir a alta taxa de suicídio dos jovens japoneses entre 20 e 29 anos, que representa quase a metade das causas de mortalidade dessa faixa etária e ocorre principalmente por problemas trabalhistas e emocionais. O pedido do governo aconteceu durante um encontro para analisar os dados da Agência Nacional de Polícia japonesa, que revelou que no ano passado 27.858 pessoas se suicidaram no Japão. O dado de 2012 representa uma redução de 2.793 mortes em relação a 2011 e se situou, pela primeira vez nos últimos 15 anos, abaixo dos 30 mil, mas o país ainda está entre os primeiros países do mundo em número de suicídios. Segundo a informação divulgada pela polícia japonesa, os suicídios correspondem a 47% das causas de mortalidade entre os jovens japoneses de 20 a 29 anos, informou a agência "Kyodo". O medo de perder o emprego é uma das principais causas de suicídio entre os jovens, que aumentou de 60 casos em 2007 para 149 em 2012. Segundo o documento, existe um forte vínculo entre os suicídios e o índice de desemprego, que no Japão se encontra abaixo de 4,3%, por isso a polícia pede que este indicador seja controlado para evitar a elevação dos casos. Desta forma, as medidas aprovadas no ano passado pelo governo japonês para a solução dos problemas das dívidas ajudaram a reduzir em 18% em 2012 os suicídios motivados por problemas econômicos e financeiros, detalhou a polícia. Além disso, nos últimos anos o governo japonês fez várias campanhas para reduzir os suicídios, que incluíram ajudas no valor de 10 bilhões de ienes (US$ 107 milhões) para promover consultas e assistência psicológica às pessoas.]]></content>
			<description><![CDATA[O governo do Japão pediu nesta terça-feira uma maior colaboração para reduzir a alta taxa de suicídio dos jovens japoneses entre 20 e 29 anos, que representa quase a metade das causas de mortalidade dessa faixa etária e ocorre principalmente por problemas trabalhistas e emocionais....]]></description>
			<category><![CDATA[Ásia]]></category>
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		<item>
			<title><![CDATA[EUA afirmam que não há nada novo na oferta de diálogo da Coreia do Norte]]></title>
			<pubDate>Mon, 17 Jun 2013 20:49:10 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/eua-afirmam-que-nao-ha-nada-novo-na-oferta-de-dialogo-da-coreia-do-norte,2d6d541d7bf4f310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/eua-afirmam-que-nao-ha-nada-novo-na-oferta-de-dialogo-da-coreia-do-norte,2d6d541d7bf4f310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Os Estados Unidos afirmaram nesta segunda-feira que não vê nada "diferente" na oferta de diálogo da Coreia do Norte e que seguem esperando uma proposta que inclua o compromisso de avanço rumo à desnuclearização. "Isto é diferente de outras ocasiões? Não. Não vimos provas disso. E isso é o que estamos esperando", disse a porta-voz do Departamento de Estado, Jen Psaki, em entrevista coletiva. No último domingo, a Coreia do Norte convidou os EUA a estabelecer conversas de alto nível "para diminuir as tensões na península coreana", mas advertiu que o governo americano "não deveria falar de condições prévias" para os contatos. A Casa Branca reiterou pouco depois sua postura de que não se sentará à mesa de diálogo até que o regime demonstre, com ações concretas, a vontade sincera de abandonar seu programa de armas nucleares, instância apoiada por Coreia do Sul e Japão. "A comunidade internacional foi muito consistente e clara ao assinalar que a Coreia do Norte deve acabar de forma verificável com seu programa nuclear", insistiu hoje Jen Psaki. "E para chegar a esse objetivo de desnuclearização, a Coreia do Norte deve entrar em negociações autênticas e críveis que produzam ações concretas de desnuclearização", acrescentou. A porta-voz disse ainda não ter conhecimento de que os EUA tenham remetido uma resposta formal a Coreia do Norte sobre a oferta. A tentativa de aproximação com Washington contrasta com a dura campanha de ameaças bélicas dirigidas contra EUA, Coreia do Sul e Japão que o regime norte-coreano realizou em março e abril. A oferta é a primeira desde as frustradas negociações bilaterais de fevereiro de 2012, nas quais os países definiram uma moratória norte-coreana em relação a seus programas atômicos e de mísseis em troca de centenas de milhares de toneladas de ajuda alimentícia americana. Esse acordo se viu frustrado semanas depois, quando Pyongyang anunciou o lançamento de um foguete.]]></content>
			<description><![CDATA[Os Estados Unidos afirmaram nesta segunda-feira que não vê nada "diferente" na oferta de diálogo da Coreia do Norte e que seguem esperando uma proposta que inclua o compromisso de avanço rumo à desnuclearização....]]></description>
			<category><![CDATA[Ásia]]></category>
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		<item>
			<title><![CDATA[Cineasta Oliver Stone afirma que Edward Snowden é um herói]]></title>
			<pubDate>Mon, 17 Jun 2013 19:25:15 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/cineasta-oliver-stone-afirma-que-edward-snowden-e-um-heroi,611ee4e19ce4f310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/cineasta-oliver-stone-afirma-que-edward-snowden-e-um-heroi,611ee4e19ce4f310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O diretor de cinema americano Oliver Stone afirmou nesta segunda-feira na China que Edward Snowden, da mesma forma que Julian Assange, "é um herói", e que seu caso representa uma grande oportunidade para o gigante asiático demonstrar a "hipocrisia" dos Estados Unidos em suas acusações de espionagem informática a Pequim. Stone participou de um debate junto com o cineasta Johnnie To, no marco do Festival Internacional de Cinema de Xangai, do qual já fez parte do júri em sua primeira edição, em 1993. Hoje aproveitou a ocasião para falar do caso Snowden, refugiado em Hong Kong desde que revelou um programa de espionagem massiva dos EUA. "Se a China entregasse Snowden, iria ganhar inimigos no mundo todo", advertiu Stone, que destacou que para o país comunista "esta é uma oportunidade maravilhosa para reverter a situação e mostrar que os EUA foram hipócritas neste assunto". Washington acusou recentemente Pequim de realizar ataques informáticos sistemáticos contra interesses americanos, de uma suposta unidade de ciberespionagem do exército chinês localizada nos arredores de Xangai, segundo um relatório da empresa de segurança informática Mandiant. A postura da China perante as acusações foi de negação até agora, e afirmar que, na verdade, seu país sofre ataques informáticos dos EUA há muito tempo. "Os EUA atacam a China há muito tempo", declarou Stone, completando que "todo o mundo sabe que nós atacamos o Irã há muitos anos". "Sempre agimos como se fossemos os que sempre saem perdendo, como se os outros tivessem armas melhores que as nossas, como se fossemos mais atrasados que a China em relação à internet, e isso é mentira", opinou. Sobre os casos de Snowden e de Julian Assange - o fundador do Wikileaks, que publicou material confidencial dos EUA e de outros países -, Stone agradeceu o fato de haver "delatores". "É maravilhoso que haja um delator, mas não há muitos. É muito difícil ser um delator sob a administração de Obama, que abriu seis processos judiciais contra delatores sob a Lei de Espionagem", lembrou. "Esse número de delatores é incrível, levando em conta que até os anos 90, só houve três processos deste tipo, e que Obama realizou seis em quatro anos", completou. "E isso não foi o que Obama prometeu, ele prometeu uma América transparente, prometeu não ser como Bush e Cheney, e sim abordá-lo de uma nova forma, mas não fez isso. Considero que Snowden e Assange são heróis. Ninguém ficou ferido como resultado das revelações do Wikileaks", defendeu. O cineasta lembrou às cerca de 400 pessoas que o escutaram hoje no Museu do Cinema de Xangai que um filme lançado em 1998, chamado "Inimigo do Estado", foi "profético" em relação ao que acontece hoje com internet.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/06/11/eric-snowden-ap.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: AP" title="Foto: AP"> <br>O diretor de cinema americano Oliver Stone afirmou nesta segunda-feira na China que Edward Snowden, da mesma forma que Julian Assange, "é um herói", e que seu caso representa uma grande oportunidade para o gigante asiático demonstrar a "hipocrisia" dos Estados Unidos em suas acusações de espionagem informática a Pequim....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/06/11/eric-snowden-ap.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Ásia]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Oliver Stone diz que cinema contribui com situação desastrosa do mundo]]></title>
			<pubDate>Mon, 17 Jun 2013 15:28:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/oliver-stone-diz-que-cinema-contribui-com-situacao-desastrosa-do-mundo,2ada541d7bf4f310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/oliver-stone-diz-que-cinema-contribui-com-situacao-desastrosa-do-mundo,2ada541d7bf4f310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Devido a sua carga ideológica mais ou menos explícita, "alguns filmes contribuem com a atual situação desastrosa do mundo, principalmente os americanos", afirmou nesta segunda-feira o diretor Oliver Stone em um debate realizado em meio ao Festival de Cinema de Xangai. Em um simpósio realizado ao lado do cineasta honconguês Johnnie To, no Museu do Cinema de Xangai, Stone, que chegou a ser interrompido três vezes pelos aplausos do público presente, criticou o fato de Hollywood ter voltado a liberar as rédeas para filmes que exaltam o lado glorioso da guerra. "O Resgate do Soldado Ryan", de Steven Spielberg, por exemplo, "reflete esse espírito americano: vamos, chegamos, chutamos algumas bundas e fazemos o que tiver que ser feito, mas tudo de mentira", assinalou o cineasta. "'Falcão Negro em Perigo', de Ridley Scott, é um dos filmes mais obscenos que já foi feito. É um bom filme, funciona e é formoso tecnicamente, mas é obsceno por sua mensagem: Os EUA vão à Somália, onde todo o povo é assassinado por negros que disparam indiscriminadamente, enquanto os americanos mostram sua nobreza", declarou Stone. "Este tipo de filme, assim como 'Gladiador', gira em torno desta mentalidade e, como americanos, foi o que tivemos que assistir durante anos: filmes de guerra que nos dizem que não faz mal morrer ou nos incentivam a ir para outros países matar gente", afirmou. "Há milhares de pessoas como eu que não se identifica com o império americano e que devemos detê-lo, já que o mesmo impõe um mundo de loucura, desequilibrado e supostamente apoiado no domínio do ar, da terra, do mar, do espaço e do ciberespaço", completou Stone, que ressaltou: "Temos que pensar de verdade o que estamos fazendo com os filmes e voltar a colocá-los em um bom caminho". Neste aspecto, Stone lembrou que "Patton - Rebelde ou Herói?" era "o filme favorito de (Richard) Nixon", o presidente dos EUA no final da Guerra do Vietnã, que, segundo o cineasta, assistia "seis ou sete vezes o filme a cada noite para tirar esse valor e sentir essa sensação de fortaleza militar". De acordo com o cineasta, a consequência disso foi o bombardeio americano no Camboja contra os Vietcongs e a morte de "3 ou 4 milhões de asiáticos". Stone também afirmou que para abordar a violência no cinema é necessário ter um bom motivo, já que acaba fazendo com que o diretor tenha mais "responsabilidade", e comentou que, a maioria dos filmes que a abordam, exageram com intenção dramática. "Após estar na guerra e ver a violência em combate, posso dizer que nem tudo é tiro sendo disparado por todas as partes e 20 pessoas caindo mortas, mas algo mais complicado, sujo e feio". Se o cinema mostrar a guerra em toda sua crueldade, ninguém "conseguirá assistir o filme". "Quando mostro algo mais realista na tela, seja uma luta de boxe ou um massacre em uma guerra, eu gosto de causar um impacto no público", assim como em "Nascido em 4 de Julho", que mostra "o efeito que uma bala só pode causar na vida de um homem", já que o mesmo fica em uma cadeira de rodas após ser ferido em combate. Sobre a violência bélica contida em seu "Platoon", Stone afirmou que o mesmo não é realista, já que somente ambienta uma "fábula" sobre a guerra, enquanto, segundo ele, "O Resgate do Soldado Ryan" sim é realista, mas que "exagera" para dar essa ideia do sacrifício glorioso de seu país no conflito. "Novamente são os EUA criando suas histórias de vitória e de heroísmo de seus soldados ", concluiu.]]></content>
			<description><![CDATA[Devido a sua carga ideológica mais ou menos explícita, "alguns filmes contribuem com a atual situação desastrosa do mundo, principalmente os americanos", afirmou nesta segunda-feira o diretor Oliver Stone em um debate realizado em meio ao Festival de Cinema de Xangai....]]></description>
			<category><![CDATA[Ásia]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[China nega espionagem de Snowden para Pequim]]></title>
			<pubDate>Mon, 17 Jun 2013 10:04:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/china-nega-espionagem-de-snowden-para-pequim,5229541d7bf4f310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA[O ministério chinês das Relações Exteriores considerou nesta segunda-feira "completamente infundadas" as alegações de que o ex-consultor de inteligência americano Edward Snowden espionou para a China. "Penso que é completamente infundado", disse Hua Chunying, a porta-voz do ministério, ao ser questionada sobre as notícias de que Snowden teria sido informante da China antes de viajar para Hong Kong. O jornal oficial chinês Global Times afirma nesta segunda-feira que a extradição de Snowden aos Estados Unidos seria uma "traição" da confiança depositada pelo ex-consultor na democracia em Hong Kong e uma "perda de prestígio" para Pequim. Este é o primeiro posicionamento público mais direto do país sobre o caso. "Extraditar Snowden para os Estados Unidos não apenas seria uma traição da confiança de Snowden, mas também uma decepção das expectativas do mundo inteiro", afirma o jornal em inglês do grupo Diário do Povo, órgão oficial do Partido Comunista Chinês (PCC). "Snowden acredita na democracia e na liberdade de Hong Kong", onde está escondido, completa o jornal, para o qual o ex-agente, que revelou os programas americanos de vigilância na internet e de ligações telefônicas, "não provocou danos a ninguém" e se limitou a "alertar sobre a violação dos direitos civis pelo governo americano". "Seria uma perda de prestígio tanto para o governo de Hong Kong como para o governo central chinês se Snowden fosse extraditado", advertiu o Global Times. "O crescente poder da China atrai as pessoas que pedem asilo", destaca o jornal, que considera a situação "inevitável e que deve servir para acumular prestígio moral". O governo chinês pouco se pronunciou desde a explosão do caso. Segundo uma pesquisa divulgada no domingo, metade da população de Hong Kong não deseja a extradição. Hong Kong, onde a justiça é independente, se beneficia de uma certa autonomia sob a tutela da China e tem um acordo de extradição com os Estados Unidos, mas Pequim tem direito de veto. Edward Snowden, refugiado desde 20 de maio em Hong Kong, está sendo investigado pelo FBI, mas até o momento não foi apresentado um pedido oficial de extradição.]]></content>
			<description><![CDATA[O ministério chinês das Relações Exteriores considerou nesta segunda-feira "completamente infundadas" as alegações de que o ex-consultor de inteligência americano Edward Snowden espionou para a China....]]></description>
			<category><![CDATA[Ásia]]></category>
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		<item>
			<title><![CDATA[Dilma prepara viagem ao Japão para incrementar intercâmbios]]></title>
			<pubDate>Mon, 17 Jun 2013 09:13:45 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/dilma-prepara-viagem-ao-japao-para-incrementar-intercambios,21f8541d7bf4f310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/dilma-prepara-viagem-ao-japao-para-incrementar-intercambios,21f8541d7bf4f310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Na próxima semana, a presidente Dilma Rousseff viaja para o Japão. A ideia é incrementar os intercâmbios científico, cultural, econômico e comercial. A visita de dois dias, de 26 a 28, será marcada por reuniões com autoridades, empresários e intelectuais, além de brasileiros que vivem no país. Para o governo brasileiro, a tecnologia de ponta japonesa é fundamental, assim como para os japoneses interessam as energias renováveis e a construção naval em desenvolvimento no Brasil. 'Há interesse mútuo em intensificar as relações entre o Brasil e o Japão, que são maduras. O Brasil observa atentamente o desenvolvimento tecnológico e a injeção de inovação que há no Japão em várias áreas', ressaltou à Agência Brasil o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, embaixador Tovar da Silva Nunes. Dilma quer ainda reservar um espaço para se reunir com a comunidade brasileira de descendentes japoneses que vive no país. De acordo com o Ministério da Educação, há cerca de 270 mil brasileiros vivendo no Japão e aproximadamente 2 milhões de descendentes japoneses que moram no Brasil. Na visita, a presidenta pretende anunciar medidas para aumentar o acesso de estudantes brasileiros às universidades japonesas por intermédio do Programa Brasil sem Fronteiras. A comitiva de Dilma deve reunir não só ministros, mas empresários e especialistas em temas específicos que serão abordados durante os debates. Dilma chega a Tóquio no dia 26. Ela tem reuniões com o imperador Akihito, de 79 anos, que no país não tem atribuições políticas, mas conquistou a admiração popular por ter uma posição em defesa da paz e da conciliação. Em 2011, quando houve o terremoto seguido por um tsunami e acidentes nucleares, ele visitou as vítimas. A presidenta também tem encontros com o primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, cuja prioridade atual é reequilibrar a economia japonesa, atingida pelos impactos causados pelos acidentes naturais, em 2011, as explosões e os vazamentos da Usina Nuclear de Fukushima Daiichi, no Nordeste do país. Estará em debate a intensificação dos investimentos mútuos. Empresários brasileiros e japoneses terão espaço para discussões. Em destaque, as áreas de mineração, energias renováveis, ciência e tecnologia, o trem brasileiro de alta velocidade e o padrão digital desenvolvido pelos japoneses. Também haverá debate sobre o projeto bilateral, desenvolvido pelo Brasil e o Japão em Moçambique para o processo de reflorestamento da savana.]]></content>
			<description><![CDATA[Na próxima semana, a presidente Dilma Rousseff viaja para o Japão. A ideia é incrementar os intercâmbios científico, cultural, econômico e comercial. A visita de dois dias, de 26 a 28, será marcada por reuniões com autoridades, empresários e intelectuais, além de brasileiros que vivem no país. Para o governo brasileiro, a tecnologia de ponta japonesa é fundamental, assim como para os japoneses interessam as energias renováveis e a construção naval em desenvolvimento no Brasil....]]></description>
			<category><![CDATA[Ásia]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Monção na Índia deixa ao menos 45 mortos e 50 desaparecidos]]></title>
			<pubDate>Mon, 17 Jun 2013 07:16:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/moncao-na-india-deixa-ao-menos-45-mortos-e-50-desaparecidos,dda9e4e19ce4f310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/moncao-na-india-deixa-ao-menos-45-mortos-e-50-desaparecidos,dda9e4e19ce4f310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Pelo menos 45 pessoas morreram e 50 estão desaparecidas em consequência das inundações e dos deslizamentos de terra provocados pelas fortes chuvas da monção na Índia. No Estado de Uttarakhand, 25 pessoas morreram, meia centena permanece desaparecida e cerca de cem casas foram derrubadas em consequência das fortes chuvas, que transbordaram rios. As vítimas morreram devido ao desabamento de casas, deslizamento de terras e queda de pontes da na região, onde as previsões meteorológicas anunciam mais precipitações nos próximos dias. Segundo a rede NDTV, cerca de 24 mil pessoas ficaram presas no vale de Kedarnath (Uttarakhand), onde fica um local de peregrinação hindu visitado nesta época do ano. O governo enviou 10 helicópteros para evacuar a população, mas que não puderam aterrissar pelo mau tempo, e 12 equipes da Força de Resgate de Desastres, que alcançaram algumas das zonas mais afetadas. As fortes chuvas da monção, que este ano se anteciparam em algumas regiões do país, causaram mortes e danos em outras partes da Índia. No Estado de Gujarat, as fortes chuvas causaram ontem 12 mortos, oito deles em consequência de raios. Além disso, no estado de Himachal Pradesh, os cinco membros de uma família, entre eles três crianças, morreram quando sua casa foi soterrada por um deslizamento de terras causado pelas chuvas. Nesta região, 1.500 turistas, entre eles o chefe de governo estadual, estão presos no vale de Sangla devido aos deslizamentos. Na cidade de Pune, no estado de Maharashtra, três mulheres morreram esmagadas por um muro que desabou. Em Mumbai, as autoridades aconselharam os moradores a não sair de suas casas em função das fortes chuvas esperadas para os próximos dois dias. As inundações são frequentes na Índia na época de monção.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/06/17/indiamoncaorts.JPG&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Reuters" title="Foto: Reuters"> <br>Pelo menos 45 pessoas morreram e 50 estão desaparecidas em consequência das inundações e dos deslizamentos de terra provocados pelas fortes chuvas da monção na Índia....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/06/17/indiamoncaorts.JPG]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Ásia]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Seul pede a Pyongyang "sinceridade" para dialogar com os EUA]]></title>
			<pubDate>Mon, 17 Jun 2013 04:28:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/seul-pede-a-pyongyang-sinceridade-para-dialogar-com-os-eua,6e79e4e19ce4f310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/seul-pede-a-pyongyang-sinceridade-para-dialogar-com-os-eua,6e79e4e19ce4f310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[A Coreia do Sul pediu nesta segunda-feira à Coreia do Norte "sinceridade" e "ações concretas" rumo à desnuclearização, um dia depois de o regime de Kim Jong-un ter proposto aos Estados Unidos realizar conversas bilaterais de alto nível. "É fundamental uma atitude sincera e ações específicas sobre desnuclearização como condições prévias para que a Coreia do Norte inicie um futuro diálogo com os Estados Unidos", disse o porta-voz do Ministério da Unificação de Seul, em linha com a postura oficial de Washington. Horas antes, a presidente da Coreia do Sul, Park Geun-hye, e seu colega americano Barack Obama "falaram por telefone sobre a proposta da Coreia do Norte", informou à Agência Efe uma fonte da Presidência em Seul, que não deu mais detalhes sobre a conversa entre ambos os líderes. Pyongyang pediu ontem a Washington para realizar "conversas de alto nível" entre seus Governos "para diminuir as tensões na península coreana e estabelecer a paz e a segurança em nível regional".]]></content>
			<description><![CDATA[A Coreia do Sul pediu nesta segunda-feira à Coreia do Norte "sinceridade" e "ações concretas" rumo à desnuclearização, um dia depois de o regime de Kim Jong-un ter proposto aos Estados Unidos realizar conversas bilaterais de alto nível....]]></description>
			<category><![CDATA[Ásia]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Príncipe japonês faz balanço positivo de viagem à Espanha]]></title>
			<pubDate>Mon, 17 Jun 2013 04:10:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/principe-japones-faz-balanco-positivo-de-viagem-a-espanha,6679e4e19ce4f310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/principe-japones-faz-balanco-positivo-de-viagem-a-espanha,6679e4e19ce4f310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O príncipe Naruhito afirmou ter retornado "satisfeito" de sua viagem à Espanha, um país com o qual o Japão mantém "uma relação ainda mais estreita e forte" após sua visita, assinalou o herdeiro ao trono imperial japonês. Naruhito visitou a Espanha entre os dias 10 e 15 de junho por causa do ano dual Japão-Espanha, que lembra quatro séculos de relações, e publicou uma nota através da Agência da Casa Imperial na qual resume sua impressão da viagem, após aterrissar neste domingo em seu país. "Pude confirmar que a relação amistosa com a Espanha é mais estreita e forte", explicou o herdeiro ao Trono do Crisântemo no começo do documento, no qual também assegurou que ambos os países querem "continuar entesourando esta amizade no futuro". "Impressionou-me o forte interesse e a compaixão que me foi transmitida (durante a visita) em relação à recuperação após o Grande Terremoto do Nordeste do Japão", de março de 2011, destacou também o príncipe herdeiro no breve comunicado. O jornal Asahi revelou nesta segunda-feira que no sábado passado, quando o príncipe trilhou um pequeno trecho do Caminho de Santiago, Naruhito falou de sua esposa, a princesa Masako. A princesa Masako, que sofre de depressão, não acompanhou seu marido nesta viagem. Após aterrissar ontem no aeroporto de Haneda, em Tóquio, Naruhito foi recebido em sua residência do Palácio de Akasaka por uma sorridente Aiko - a filha de 11 de anos do casal - e Masako.]]></content>
			<description><![CDATA[O príncipe Naruhito afirmou ter retornado "satisfeito" de sua viagem à Espanha, um país com o qual o Japão mantém "uma relação ainda mais estreita e forte" após sua visita, assinalou o herdeiro ao trono imperial japonês....]]></description>
			<category><![CDATA[Ásia]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Casa Branca diz estar aberta a conversas com Coreia do Norte]]></title>
			<pubDate>Sun, 16 Jun 2013 13:10:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/casa-branca-diz-estar-aberta-a-conversas-com-coreia-do-norte,dbc52aa7dc04f310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA[Os Estados Unidos afirmaram neste domingo que estão dispostos a dialogar com a Coreia do Norte desde que o governo norte-coreano dê passos concretos rumo à desnuclearização, e indicou que consultará Japão e Coreia do Sul em uma reunião em Washington na próxima quarta-feira. "Sempre estivemos a favor do diálogo e, de fato, temos linhas abertas de comunicação com a Coreia do Norte", disse a porta-voz do Conselho de Segurança Nacional da Casa Branca, Caitlin Hayden, em comunicado citado pelo canal de televisão "CNN". "Julgaremos a Coreia do Norte por suas ações e não por suas palavras, e esperamos ver passos que demonstrem que está preparada para assumir seus compromissos e obrigações", acrescentou Hayden. A Coreia do Norte, através de sua Comissão Nacional de Defesa, convidou Washington neste domingo a estabelecer conversas de alto nível "para diminuir as tensões na península coreana e estabelecer a paz e a segurança em nível regional". O representante especial dos EUA para assuntos da Coreia do Norte, Glyn Davies, conversará sobre a oferta com japoneses e sul-coreanos em uma reunião na quarta-feira, informou à "CNN" um funcionário americano que pediu anonimato. A reunião trilateral em Washington foi programada há algum tempo para "trocar opiniões sobre uma série de assuntos relacionados com a Coreia do Norte", segundo o anúncio oficial emitido na sexta-feira pelo Departamento de Estado americano. A oferta de hoje chega cinco dias depois que as duas Coreias cancelaram, por diferenças a respeito da composição das representações dos países, o que teria sido seu primeiro encontro de alto nível em seis anos. A tentativa de aproximação com Washington contrasta com a dura campanha de ameaças bélicas dirigidas contra EUA, Coreia do Sul e Japão que o regime norte-coreano realizou em março e abril. A Coreia do Norte acredita que a agenda do encontro com os EUA poderia incluir questões como a redução da tensão militar na península coreana e a possibilidade de substituir o armistício que encerrou a Guerra da Coreia (1950-1953) por um tratado de paz. Pyongyang também ofereceu a Washington a possibilidade de escolher o lugar e o momento dessas conversas, mas deixou claro que o governo americano "não deveria falar de condições prévias para realizar conversas ou contatos". O governo de Barack Obama insistiu em várias ocasiões que só dialogará se antes Pyongyang empreender ações que certifiquem sua intenção de abandonar seu programa nuclear e respeite as resoluções do Conselho de Segurança da ONU. A aproximação é a primeira desde as frustradas negociações bilaterais de fevereiro de 2012, nas quais os países definiram uma moratória norte-coreana em relação a seus programas atômicos e de mísseis em troca de centenas de milhares de toneladas de ajuda alimentícia americana. Esse acordo se viu frustrado semanas depois, quando Pyongyang anunciou o lançamento de um foguete.]]></content>
			<description><![CDATA[Os Estados Unidos afirmaram neste domingo que estão dispostos a dialogar com a Coreia do Norte desde que o governo norte-coreano dê passos concretos rumo à desnuclearização, e indicou que consultará Japão e Coreia do Sul em uma reunião em Washington na próxima quarta-feira....]]></description>
			<category><![CDATA[Ásia]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Paquistão: sobe para 28 nº de mortos em atentados contra mulheres]]></title>
			<pubDate>Sun, 16 Jun 2013 09:29:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/paquistao-sobe-para-28-n-de-mortos-em-atentados-contra-mulheres,42666426c3c4f310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/paquistao-sobe-para-28-n-de-mortos-em-atentados-contra-mulheres,42666426c3c4f310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O número de mortos em um duplo atentado em uma universidade feminina e no hospital onde foram internados os feridos na cidade de Quetta, no sudoeste do Paquistão, aumentou para 28, informou a imprensa local. O ministro do Interior paquistanês, Chaudhry Nisar Ali Khan, afirmou que nos ataques de ontem morreram 14 estudantes, quatro soldados, o comissário adjunto da cidade de Quetta, quatro enfermeiras, um médico e quatro agressores, segundo o jornal The Express Tribune. Um grande número de pessoas ficaram feridas e um quinto insurgente foi detido. No primeiro ataque uma bomba explodiu no interior de um ônibus que estava no estacionamento da Universidade Sardar Bahadur Khan de Mulheres. Na explosão morreram 14 universitárias e professoras, além de várias terem ficado feridas. As feridas, algumas em estado crítico, foram levadas ao Complexo Médico Bolan, que foi atacado por homens que se entrincheiraram nele e onde morreram quatro enfermeiras, quatro soldados, o comissário adjunto e o médico. Um suicida explodiu as bombas que portava no interior do prédio. Quetta é a capital da convulsa Baluchistão, onde vários grupos armados de corte nacionalista lutam há décadas para obter a independência da região do Paquistão ou uma maior soberania. ]]></content>
			<description><![CDATA[O número de mortos em um duplo atentado em uma universidade feminina e no hospital onde foram internados os feridos na cidade de Quetta, no sudoeste do Paquistão, aumentou para 28, informou a imprensa local....]]></description>
			<category><![CDATA[Ásia]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Índia lança sistema para vigiar comunicações de seus cidadãos]]></title>
			<pubDate>Sun, 16 Jun 2013 04:20:42 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/india-lanca-sistema-para-vigiar-comunicacoes-de-seus-cidadaos,e3d3404fa1b4f310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/india-lanca-sistema-para-vigiar-comunicacoes-de-seus-cidadaos,e3d3404fa1b4f310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[A Índia lançou um sistema de monitoração de ligações, mensagens, e-mails e conversas de redes sociais parecido ao programa de espionagem das telecomunicações do escândalo dos Estados Unidos. O Sistema de Monitoração Central (SMC) oferece às agências de segurança indianas uma "única janela" para "interceptar legalmente internet e telefones", segundo o relatório anual de 2013 do Departamento de Telecomunicações da Índia. O SMC começou a colocar em andamento em maio sem um debate público ou parlamentar, seu quartel-general fica em Nova Délhi e tem um orçamento de US$ 73 milhões, segundo a imprensa local. Até agora, as agências de segurança indianas tinham que realizar pedidos individuais às companhias de telecomunicações para monitorar a atividade de uma pessoa. Mas o novo sistema, ao qual estão conectadas as companhias de telefone e internet, permite às agências de segurança monitorar, interceptar e analisar qualquer comunicação diretamente. Tudo isso em nome da segurança nacional e a privacidade dos cidadãos. "O SMC vai salvaguardar a privacidade das pessoas dos operadores de telecomunicações e protegerá a segurança nacional", afirmou o secretário de Estado de Tecnologias da Informação e Comunicação, Milind Deora, em um recente encontro online com internautas. Mas a falta de transparência do sistema, do qual se divulgou pouca informação, e os possíveis abusos da privacidade dos cidadãos despertaram as críticas de defensores das liberdades civis. "O governo indiano deu a si mesmo poderes sem precedentes para vigiar as comunicações", disse à agência EFE o advogado Pavan Duggal, especializado em internet e telecomunicações. "As possibilidades de abuso são tremendas", assegurou. Duggal explicou que as emendas às leis indianas de 2000 e 2008 - após o ataque terrorista em Mumbai que causou 166 mortos - permitiam ao governo a monitoração das comunicações, que agora dispõe dos meios técnicos. O advogado afirmou que embora a Constituição indiana estabeleça o direito à privacidade, não existe uma lei que o regule e de fato a legislação do país decreta que a segurança e integridade nacional prevalecem sobre a privacidade de um indivíduo. As críticas em relação a este sistema de vigilância pouco transparente também chegaram do exterior. "O sistema de monitoração do governo indiano é apavorante, tendo em vista o uso irresponsável e imprudente das leis de internet e de distúrbios", disse em comunicado Cynthia Wong, pesquisadora da organização Human Rights Watch. É que o governo da Índia - uma gerontocracia em um país com a metade de sua população com menos de 25 anos -, mantém uma relação difícil com as novas tecnologias. Nos últimos anos as autoridades indianas receberam críticas por causa de suas tentativas de regular a internet. Em 2011, o governo indiano estabeleceu que as companhias de internet devem eliminar conteúdos ofensivos em um prazo de 36 horas. Assim, os gigantes Google e Facebook estão nos tribunais indianos por supostamente se negar a apagar conteúdos inapropriados, e pessoas foram detidas por criticar o governo em redes sociais. Além disso, o governo manteve uma queda de braço durante quatro anos com a Research In Motion, fabricante dos telefones BlackBerry, para poder ter acesso a seu correio corporativo. A Índia assegura que conseguiu o método para interceptar as mensagens de BlackBerry sem que a companhia proporcione os códigos de segurança. O lançamento do SMC coincide com o escândalo da espionagem das telecomunicações nos EUA reveladas pelo ex-membro da CIA Edward Snowden ao jornal britânico The Guardian. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores indiano, Syed Akbaruddin, se mostrou "preocupado e surpreso" que a agência de inteligência americana interceptasse informação de forma secreta. "Consideraríamos inaceitável se fosse descoberto que as leis indianas acerca da privacidade foram violadas", disse o porta-voz, em referência à informação do Guardian que sustenta que a Índia é o quinto país mais espionado pelos EUA.]]></content>
			<description><![CDATA[A Índia lançou um sistema de monitoração de ligações, mensagens, e-mails e conversas de redes sociais parecido ao programa de espionagem das telecomunicações do escândalo dos Estados Unidos....]]></description>
			<category><![CDATA[Ásia]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Coreia do Norte propõe a EUA iniciar negociações para diminuir tensão]]></title>
			<pubDate>Sun, 16 Jun 2013 02:22:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/coreia-do-norte-propoe-a-eua-iniciar-negociacoes-para-diminuir-tensao,e8842aa7dc04f310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/coreia-do-norte-propoe-a-eua-iniciar-negociacoes-para-diminuir-tensao,e8842aa7dc04f310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[A Coreia do Norte ofereceu neste domingo aos Estados Unidos manter conversas de alto nível para aliviar tensões regionais em um novo gesto de aproximação após sua campanha de ameaças de março e abril, embora tenha se negado a fazer concessões em seu programa nuclear como condição prévia. Em um documento enviado pela Comissão Nacional de Defesa, Pyongyang convidou Washington a se sentar para negociar "para diminuir as tensões na península coreana e estabelecer a paz e a segurança em nível regional", mas alertou que para isso o Governo americano "não deveria falar de condições prévias". O principal órgão militar norte-coreano deixou claro nesse sentido que manterá sua aposta em energia atômica até que Washington não deixe de "intimidar" o país asiático, algo que segundo o regime não acontecerá até que o Pentágono desmantele seu arsenal nuclear. "Nossa desnuclearização implica na desnuclearização da península coreana, o que inclui a Coreia do Sul, e também a desnuclearização mais minuciosa, destinada a pôr fim totalmente às ameaças nucleares dos Estados Unidos contra nós", afirmou no documento. Apesar do silêncio prudente que até o momento o Departamento de Estado manteve, os analistas veem poucas possibilidades que Washington aceite a oferta norte-coreana, já que o governo Obama insistiu em que só dialogará se antes Pyongyang empreender ações que certifiquem sua vontade de desnuclearização. Ambos os países concordaram em fevereiro de 2012 em uma moratória norte-coreana no que diz respeito a seus programas atômicos e de mísseis em troca de centenas de milhares de toneladas de ajuda alimentar americana, embora Pyongyang tenha jogado por terra o acordo, ao anunciar o lançamento de um foguete apenas algumas semanas depois. O comunicado enviado neste domingo pela Coreia do Norte constitui a segunda oferta para realizar encontros de alto nível em apenas duas semanas, depois de uma mensagem similar enviada a Seul no dia 6 de junho. No entanto, após um primeiro encontro preparatório, a reunião de alto nível entre as duas Coreias prevista para o dia 12 de junho foi anulada pela falta de acordo em relação à composição das delegações, já que o Sul propôs uma reunião de ministros e o Norte insistiu em enviar funcionários de menor nível. Se acontecesse, teria sido o primeiro encontro em seis anos entre autoridades de alta categoria dos dois países, cujas relações se tornaram menos tensas a partir de 2008, coincidindo com a chegada ao poder na Coreia do Sul do ex-presidente Lee Myung-bak, sucedido este ano pela também conservadora Park Geun-hye. Estes novos gestos apaziguadores acontecem depois de o regime ter realizado em março e abril uma insistente sucessão de ameaças bélicas voltadas contra EUA, Coreia do Sul e Japão. A agressiva campanha norte-coreana veio depois que o Conselho de Segurança das Nações Unidas aprovou um novo pacote de sanções contra o regime após o lançamento de um satélite em dezembro, algo que foi considerado um teste de mísseis disfarçado, e um teste nuclear em fevereiro. Pyongyang dirigiu também suas críticas contra as manobras militares conjuntas anuais que Seul e Washington realizaram em solo sul-coreano e que, nessa ocasião, incluíram navios e aeronaves com capacidade para lançar ataques atômicos. Em todo caso, o padrão de comportamento seguido pelo regime do Norte nos últimos meses é similar ao de ocasiões anteriores, como assinalam muitos analistas. Esta pauta estudada passa por "fabricar" episódios de tensão mediante campanhas de ameaças ou ações provocativas para depois mostrar um súbito interesse por retornar à mesa de negociação, onde Pyongyang pretende conseguir maiores concessões em matéria de ajuda, após ressaltar a ameaça que implica seu programa nuclear. Desde a grave piora de sua situação financeira, motivado pelo desaparecimento de boa parte de seus benfeitores do bloco comunista há duas décadas, a Coreia do Norte veio potencializando seu projeto atômico e repetindo esta tática cada vez com maior insistência. Tens&amp;amp;amp;atilde;o na pen&amp;amp;amp;iacute;nsula coreana&amp;amp;amp;lt;a data-cke-saved-href=&amp;amp;amp;quot;http://noticias.terra.com.br/mundo/infograficos/tensao-na-coreia/iframe.htm&amp;amp;amp;quot; href=&amp;amp;amp;quot;http://noticias.terra.com.br/mundo/infograficos/tensao-na-coreia/iframe.htm&amp;amp;amp;quot;&amp;amp;amp;gt;veja o infogr&amp;amp;amp;aacute;fico&amp;amp;amp;lt;/a&amp;amp;amp;gt; &amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;lt;a data-cke-saved-href=&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;quot;http://noticias.terra.com.br/mundo/infograficos/tensao-na-coreia/iframe.htm&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;quot; href=&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;quot;http://noticias.terra.com.br/mundo/infograficos/tensao-na-coreia/iframe.htm&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;quot;&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;gt;veja o infogr&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;aacute;fico&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;lt;/a&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;gt;]]></content>
			<description><![CDATA[A Coreia do Norte ofereceu neste domingo aos Estados Unidos manter conversas de alto nível para aliviar tensões regionais em um novo gesto de aproximação após sua campanha de ameaças de março e abril, embora tenha se negado a fazer concessões em seu programa nuclear como condição prévia....]]></description>
			<category><![CDATA[Ásia]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Por urbanização, China investe em infraestrutura de cidades do interior]]></title>
			<pubDate>Sat, 15 Jun 2013 15:47:21 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/por-urbanizacao-china-investe-em-infraestrutura-de-cidades-do-interior,962d6e7f2644f310VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/por-urbanizacao-china-investe-em-infraestrutura-de-cidades-do-interior,962d6e7f2644f310VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Sonho chinês de rejuvenescimento do país aposta em construção e melhorias na malha de transporte nacional, que irá fomentar a migração da população rural para as cidades, escoar produtos e facilitar o trânsito de turistas. O projeto terá um aporte de US$ 1 trilhão (R$ 2,1 trilhão) anualmente até 2030 – 28% da projeção mundial. A maior parte das metas deliberadas no Plano Quinquenal atual (que norteia as políticas nacionais de 2011 a 2015) depende da eficiência do transporte e do fluxo de capital, população e produtos dentro e fora da China. Com isso, serão construídos 8,7 mil quilômetros de trilhos para trens rápidos, 300 mil quilômetros de estradas, 50 novos aeroportos e 440 portos até 2015. "A maior parte disso é resultado de uma corrida para se igualar às demais grandes potências mundiais", explica o cientista político Wang Zhengxu, da Universidade do Povo, de Pequim. Um estudo feito pela consultoria KPMG publicado neste mês revela que o país, casa de 20% da população mundial, tem apenas 5,6% das estradas construídas globalmente. Hoje, a China tem 78 mil quilômetros de highways, 4,1 milhões de quilômetros de ruas pavimentadas e deverá ter 300 mil quilômetros de estradas e ruas até 2015. "Todos os países hoje desenvolvidos passaram pelo mesmo processo de urbanização e desenvolvimento de infraestrutura. Só que a China, com seu tamanho e peso, transforma suas necessidades em um processo de construção quase megalomaníaco", aponta Wang. Sonho da urbanização Desde a abertura econômica iniciada em 1979, Pequim vem lutando para tirar a população do campo e construir um país urbano. Somente no ano passado, o programa atingiu a meta e, pela primeira vez na história, a China pode se chamar um país urbano, com 51,27% da sua população habitando as grandes cidades. "Tirar as pessoas do campo não quer dizer acabar com a agricultura ou a população rural, e sim desenvolver uma imagem que é condizente ao lugar de segunda maior economia mundial", explica o especialista Zhang Bing, da Academia de Planejamento Urbano e Design de Pequim. O sonho de urbanização é mundial. O Relatório de Monitoramento Global, publicado pelo Banco Mundial (BM) e pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) em abril, revela que a melhoria em assistência e serviços sociais garantida em cidades aumenta a expectativa de vida de recém nascidos em até 8%, melhora as condições de vida da população e é condição essencial para que as nações consigam atingir o plano Metas do Milênio, criado pelo BM. O processo de urbanização experimentado com a globalização é alavancado, em especial, pela China: o país asiático conseguiu diminuir sua população pobre de 43% em 1981 para 13% em 2010 – a maior taxa de resgate da população pobre na história. Cidades maiores, mais metrôs Para evitar que novos grandes centros urbanos se tornem congestionados e poluídos como Pequim, Xangai e Guangzhou (as mais prestigiadas metrópoles nacionais), o investimento será feito no subsolo. Cidades como Hangzhou, Suzhou e Kunming, que contam com uma população acima de 7 milhões de habitantes, abriram uma primeira linha de metrô no ano passado. Outras oito prefeituras estão construindo seus trilhos e, ao todo, 38 cidades chinesas terão pelo menos uma linha de metrô até o final da década. Somados, os trilhos representam uma malha de 6.200 quilômetros (Londres tem 400 quilômetros) que custarão US$ 1 trilhão (sem contar custos operacionais). Pequim, o grande exemplo para todas as políticas anunciadas pelo Partido Comunista, é parte da causa da urgência da implantação de um sistema de transporte subterrâneo: a capital mandarim tem 442 quilômetros de trilhos espalhados por 16 linhas e que transportam parte dos seus 20,69 milhões de habitantes por apenas 2 yuans (R$ 0,70) qualquer trajeto, independendemente da distância ou tempo percorrido. Ainda assim, o centro político chinês figura no topo da lista dos piores trânsitos do mundo.  O congestionamento, somado à poluição, torna cidades como Pequim “inabitáveis” para os chineses, como revelou o estudo feito pela Academia de Estratégia Nacional, braço de pesquisa da Academia Nacional de Ciências Sociais, a maior think tank para assuntos civis do país. Segundo o relatório, tais centros figuram nas dez primeiras posições em termos de oportunidades econômicas e acesso à educação, mas caem para as últimas posições do ranking em termos de ambiente para viver. "Criar metrôs não só significa modernizar o país, mas livrar as metrópoles de inconvenientes como trânsito e degradação ambiental", diz Zhang. O especialista, contudo, não acredita que todas as 38 cidades previstas no plano de transporte subterrâneo realmente necessitem o investimento. Para ele, menos de 20 delas têm necessidades reais. "Construir metrôs em zonas com menos de 3 milhões de habitantes é desnecessário, e a melhor opção seria investir em trens de superfície, que são muito mais baratos." Ainda Made in China Apesar do aumento do salário mínimo, que expulsou indústrias baratas, como a têxtil, para outros países do Sudeste Asiático, a China se mantém como o principal destino de investimento da cadeia industrial do globo, revelou o Conselho de Competitividade dos Estados Unidos em janeiro deste ano.  E para distribuir a produção mandarim para o mundo, a modernização do sistema de transporte aéreo e fluvial se faz hoje essencial. O Ministério dos Transportes anunciou a construção de portos ao longo do rio Yangtze no valor de US$ 32 bilhões (R$ 68,4 bilhões) até 2015 – o dobro do montante aplicado entre 2006 e 2010. Com isso, o governo central espera industrializar as margens do rio, que atravessa o país de leste a oeste, e fomentar o comércio interno. Só na cidade de Wuhan, capital de Hubei, um novo porto interno será construído nos próximos anos e receberá 70% dos fundos destinados a construções do tipo – o que representa um investimento de US$ 27 bilhões. A importância da cidade é vital; Wuhan está separada de Xangai, Pequim e Guangzhou pela mesma distância.  O mesmo acontece com o transporte aéreo. O aumento de passageiros registrado entre 2011 e o ano passado foi de 14% e o governo espera que esse número dobre com a industrialização e desenvolvimento do oeste do país. "Com um maior número de fábricas e empresas espalhados por todo o território nacional, é claro que mais pessoas precisarão percorrer longas distâncias em menos tempo para fazer negócios", aponta Zhang. A medida é fomentada pelo número inflacionado de turistas locais, que somou 570 milhões de pessoas percorrendo os 180 aeroportos chineses em 2011. Em 2007, menos da metade desses passageiros passaram por um dos 147 aeroportos existentes até então. A ideia é garantir que o número de passageiros chegue aos 700 milhões ao ano até 2015, quando mais 50 aeroportos estarão em operação, elevando a receita do transporte aéreo do país de 49 bilhões de yuans (R$ 17 bilhões) para 100 bilhões de yuans (R$ 34,8 milhões). Sonho moderno Para o pesquisador Wang Zhengxu, a China tem capacidade intelectual e econômica para financiar o seu sonho de modernização, subsidiado pela mudança infraestrutural do país. Até o final da década, os chineses deverão ter mais cidades representadas por uma silhueta moderna e funcional como a de Pudong, em Xangai, o cartão postal escolhido pelo então presidente Deng Xiaoping, em 1979, quando da abertura econômica chinesa. "Esse sonho de uma China moderna já tem 30 anos. Ele sobreviveu à política de filho único, que criou o medo de empobrecer o país com a falta de mão de obra, e se revigora a cada ano com a possibilidade de o país ultrapassar os EUA e se tornar a maior economia mundial", diz Wang. Para Pan Linhua, da província de Anhui, Xangai representa o futuro de seu país. "A gente sempre ouve falar pela televisão da economia crescendo, mas só quando visitamos uma cidade como essa que entendemos o que isso significa", conta a mãe de Bobo, de 5 anos, na saída do Museu de Planejamento Urbano de Xangai. "Eu mostrei as fotos pro meu filho no museu e disse: olha como a mamãe cresceu, e olha o país que você tem para você agora. É uma outra perspectiva de futuro." Era a primeira vez que Bobo visitava Xangai. "Viajamos de avião até aqui. Isso era mesmo um sonho quando eu tinha a idade dele. Poder dar isso ao meu filho não tem mesmo preço", revela.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/06/14/img1393.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Fernanda Morena/Especial para Terra" title="Foto: Fernanda Morena/Especial para Terra"> <br>Sonho chinês de rejuvenescimento do país aposta em construção e melhorias na malha de transporte nacional, que irá fomentar a migração da população rural para as cidades, escoar produtos e facilitar o trânsito de turistas. O projeto terá um aporte de US$ 1 trilhão (R$ 2,1 trilhão) anualmente até 2030 – 28% da projeção mundial....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/06/14/img1393.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Ásia]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Reino Unido alerta para ataques a estrangeiros no Afeganistão]]></title>
			<pubDate>Sat, 15 Jun 2013 13:34:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/reino-unido-alerta-para-ataques-a-estrangeiros-no-afeganistao,dda02aa7dc04f310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/reino-unido-alerta-para-ataques-a-estrangeiros-no-afeganistao,dda02aa7dc04f310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[A comunidade internacional que vive no Afeganistão, recentemente alvo de dois grandes ataques a organizações de ajuda humanitária, deve se preparar para mais violência do Talibã nos próximos meses, disse o vice-comandante das forças estrangeiras na nação. "Acho que devemos esperar que ataquem as forças internacionais e cidadãos estrangeiros mais frequentemente", disse o tenente-general Nick Carter, maior patente britânica no Afeganistão, durante entrevista no final da sexta-feira. As tropas da Força Internacional de Assistência para Segurança (Isaf, na sigla em inglês) da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) estão se preparando para deixar o Afeganistão até o final do próximo ano, encerrando uma cara e cada vez mais impopular guerra lançada depois dos ataques de 11 de setembro de 2001. "Há definitivamente uma impressão de que o Talibã tentará mostrar que ele está obrigando a retirada da comunidade internacional, e certamente a retirada da Isaf", disse Carter, que deixa o Afeganistão no próximo mês para se tornar comandante do Exército Britânico. Soldados britânicos na primeira guerra do país contra o Afeganistão, em 1842, foram mortos em massa durante sua retirada, no que se configura na maior derrota militar do país na história. O Afeganistão tem sofrido com a violência nas últimas semanas. Um ataque coordenado à Organização Internacional de Migração em Cabul matou pelo menos três civis e feriu quatro ativistas de ajuda humanitária. A sede da Cruz Vermelha na cidade de Jalalabad também foi alvo, o primeiro em 26 anos da organização no país. Várias instituições estrangeiras na capital receberam mais ameaças do que o normal na última semana, disseram autoridades à Reuters, sob condição de anonimato. A violência contra organizações estrangeiras não militares, especificamente aquelas que ajudam afegãos, foi uma surpresa para a comunidade internacional. O Talibã não fez menção a esses alvos em seu anúncio anual de ofensiva, prometendo apenas iniciar uma campanha de ataques suicidas a bases militares e regiões diplomáticas.]]></content>
			<description><![CDATA[A comunidade internacional que vive no Afeganistão, recentemente alvo de dois grandes ataques a organizações de ajuda humanitária, deve se preparar para mais violência do Talibã nos próximos meses, disse o vice-comandante das forças estrangeiras na nação....]]></description>
			<category><![CDATA[Ásia]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Coreia do Norte pede que Sul abandone "política de confronto"]]></title>
			<pubDate>Sat, 15 Jun 2013 13:15:08 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/coreia-do-norte-pede-que-sul-abandone-politica-de-confronto,03902aa7dc04f310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA[O governo da Coreia do Norte apelou neste sábado às autoridades da vizinha Coreia do Sul para que abandonem o que classificou de "política de confronto". O apelo ocorreu em um editorial, no jornal estatal Rodong, publicado quatro dias depois de os dirigentes dos dois países cancelarem o primeiro encontro de alto nível em seis anos. De acordo com as autoridades sul-coreanas, o cancelamento ocorreu por falta de acordo entre as partes. O principal entrave foi que a Coreia do Sul disse que a reunião deveria englobar autoridades do primeiro escalão, mas a Coreia do Norte enviou autoridades de nível inferior. As autoridades das Coreias do Sul e do Norte marcaram para o último dia 12 reunião destinada a buscar uma solução pacífica para o fim do impasse envolvendo o complexo industrial de Kaesong e das famílias separadas pelo fim da guerra, em 1953. A proposta da reunião foi apresentada pelo ministro da Unificação sul-coreano, Ryoo Kihl-jae. As últimas reuniões com o mesmo propósito foram organizados pelo Comitê Internacional da Cruz Vermelha, em 2010. A iniciativa desta vez ocorre em meio à tensão provocada pela ameaça norte-coreana de deflagrar uma guerra nuclear na Península Coreana. Tensão na península coreana<a data-cke-saved-href="http://noticias.terra.com.br/mundo/infograficos/tensao-na-coreia/iframe.htm" href="http://noticias.terra.com.br/mundo/infograficos/tensao-na-coreia/iframe.htm">veja o infográfico</a> &lt;a data-cke-saved-href="http://noticias.terra.com.br/mundo/infograficos/tensao-na-coreia/iframe.htm" href="http://noticias.terra.com.br/mundo/infograficos/tensao-na-coreia/iframe.htm"&gt;veja o infográfico&lt;/a&gt;]]></content>
			<description><![CDATA[O governo da Coreia do Norte apelou neste sábado às autoridades da vizinha Coreia do Sul para que abandonem o que classificou de "política de confronto". O apelo ocorreu em um editorial, no jornal estatal Rodong, publicado quatro dias depois de os dirigentes dos dois países cancelarem o primeiro encontro de alto nível em seis anos....]]></description>
			<category><![CDATA[Ásia]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Centenas de pessoas pedem proteção para Snowden em Hong Kong]]></title>
			<pubDate>Sat, 15 Jun 2013 11:58:10 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/centenas-de-pessoas-pedem-protecao-para-snowden-em-hong-kong,897fe81e2424f310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/centenas-de-pessoas-pedem-protecao-para-snowden-em-hong-kong,897fe81e2424f310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Centenas de pessoas participaram neste sábado de uma manifestação em Hong Kong para exigir proteção para Edward Snowden, o americano que revelou o programa secreto de vigilância em massa de Washington e que está escondido na ex-colônia britânica. Segundo os organizadores da passeata - vários grupos políticos e sociais -, cerca de 900 pessoas percorreram o centro da cidade até as portas do consulado dos Estados Unidos em Hong Kong para mostrar seu apoio à decisão de Snowden de revelar a existência do programa de espionagem e exigir explicações e desculpas do Executivo de Barack Obama. Os manifestantes levavam cartazes com mensagens como "Proteção para Snowden", "Obama culpado", "Não à espionagem dos EUA" e "A culpa é do governo americano". "Mostramos nosso apoio a Snowden por sacrificar sua liberdade pessoal por nós", declarou o deputado de Hong Kong, Albert Ho, no começo do protesto. Segundo Ho, Snowden deveria contar com o respaldo de Hong Kong até que encontre outro lugar mais seguro onde ficar. "Exigimos uma explicação do presidente dos EUA sobre seu programa de vigilância em outros países, exigimos uma desculpa e que o governo de Hong Kong nos proteja e defenda o império da lei", acrescentou. A passeata, que aconteceu sob uma chuva constante, fez uma parada na frente do consulado dos EUA em Hong Kong, onde o congressista do partido Pró-Democrático, Leung Kwok-hung, entregou a um funcionário da legação uma carta aberta dirigida a Obama.  A convocação, promovida através das redes sociais locais, contou com a presença de vários americanos residentes na ex-colônia. "Estamos aqui para agradecer o sacrifício que Snowden fez para nos mostrar a verdade", argumentou Matías Weynmer, informático americano estabelecido em Hong Kong. "Não podemos consentir que os governos nos controlem e nos vigiem como se todos fôssemos espiões ou delinquentes, dá medo pensar que devemos proteger-nos de nossos governantes", comentou Alice Brown, uma nova-iorquina residente na antiga colônia britânica. A marcha aconteceu dois dias depois que Edward Snowden afirmou ao jornal da cidade South China Morning Post que os EUA espionam computadores da China e do enclave há anos. Até o momento, o governo chinês manteve um ferrenho silêncio sobre o caso, que explodiu poucos dias depois da primeira reunião de Obama e Xi Jinping como respectivos presidentes de seus países, na qual a segurança cibernética ocupou um papel de destaque. A China, a quem os EUA acusaram em reiteradas ocasiões de ataques cibernéticos, se limitou até o momento a insistir que é uma das "principais vítimas" destes ataques, e anunciou a criação de um escritório dedicado aos aspectos diplomáticos da segurança cibernética. Por sua parte, os EUA confirmaram que Snowden é objeto de uma investigação, mas não informaram se sua extradição será solicitada. Enquanto isso, se desconhece o paradeiro de Snowden, que supostamente segue em Hong Kong, aonde chegou no último dia 20 de maio após deixar sua casa no Havaí e semanas antes de declarar-se o autor do vazamento público do programa de escutas telefônicas secretas. Snowden explicou ao jornal de Hong Kong sua intenção de permanecer na cidade para lutar contra possíveis tentativas de seu governo de exigir sua extradição aos EUA. "Tive muitas oportunidades de fugir de Hong Kong, mas prefiro ficar e lutar contra o governo dos EUA nos tribunais porque tenho fé na lei em Hong Kong", declarou.  "As pessoas que pensam que cometi um erro ao escolher Hong Kong não entenderam minhas intenções. Não estou aqui para esconder-me da justiça. Estou aqui para revelar criminalidade", acrescentou. Uma pesquisa divulgada hoje pelo South China Morning Post indica que um de cada dois residentes de Hong Kong opina que, se sua extradição for solicitada, Snowden não deve ser entregue aos EUA. Ex-CIA abandonou dançarina de pole dance para denunciar governo]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/06/15/passeata-snowden-ap.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: AP" title="Foto: AP"> <br>Centenas de pessoas participaram neste sábado de uma manifestação em Hong Kong para exigir proteção para Edward Snowden, o americano que revelou o programa secreto de vigilância em massa de Washington e que está escondido na ex-colônia britânica....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/06/15/passeata-snowden-ap.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Ásia]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Explosão de mina mata 5 policiais no Afeganistão]]></title>
			<pubDate>Sat, 15 Jun 2013 11:34:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/explosao-de-mina-mata-5-policiais-no-afeganistao,796fe81e2424f310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/explosao-de-mina-mata-5-policiais-no-afeganistao,796fe81e2424f310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Pelo menos cinco policiais morreram e outros sete ficaram feridos neste sábado depois que o veículo no qual viajavam passou por uma mina na província de Paktika, no sudeste do Afeganistão. O veículo policial passou pela mina no começo da manhã no distrito de Janikhel, disse Mukhlis Afghan, porta-voz do governo provincial à agência afegã AIP. Os mortos são dois policiais nacionais e três locais, enquanto os sete feridos pertencem às forças de segurança da região. Os talibãs reivindicaram a responsabilidade pelo ataque, segundo a "AIP". As minas e os artefatos explosivos improvisados são, junto aos atentados suicidas, os métodos mais recorrentes dos talibãs para atingir as forças afegãs e internacionais. No Afeganistão está em andamento o processo de retirada das tropas internacionais, que deve concluir em 2014 se forem cumpridos os prazos previstos.]]></content>
			<description><![CDATA[Pelo menos cinco policiais morreram e outros sete ficaram feridos neste sábado depois que o veículo no qual viajavam passou por uma mina na província de Paktika, no sudeste do Afeganistão. O veículo policial passou pela mina no começo da manhã no distrito de Janikhel, disse Mukhlis Afghan, porta-voz do governo provincial à agência afegã AIP....]]></description>
			<category><![CDATA[Ásia]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Ataques a universidade e hospital no Paquistão matam 25 pessoas]]></title>
			<pubDate>Sat, 15 Jun 2013 11:16:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/ataques-a-universidade-e-hospital-no-paquistao-matam-25-pessoas,ad202aa7dc04f310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA[Pelo menos 25 pessoas, entre elas 14 mulheres, morreram em dois ataques de insurgentes contra um ônibus de uma universidade feminina e o hospital onde as feridas desse primeiro atentado foram internadas em Quetta, no sudoeste do Paquistão, informou a imprensa local. O ministro do Interior paquistanês, Chaudhry Nisar, afirmou que 14 estudantes morreram nos ataques, além de quatro soldados, o delegado adjunto da cidade de Quetta e quatro rebeldes, segundo o jornal The Express Tribune. Várias pessoas ficaram feridas nos ataques e um quinto insurgente foi detido pela polícia. O primeiro ataque aconteceu com a explosão de uma bomba no interior do ônibus que estava no estacionamento da Universidade Sardar Bahadur Khan de Mulheres e foi detonada quando as estudantes voltavam a suas casas. As 14 vítimas eram professoras e estudantes do centro universitário, explicou ao jornal Dawn o chefe policial de Quetta, Zubair Mehmood. As feridas, algumas delas em estado crítico, foram transferidas ao Complexo Médico Bolan, onde aconteceu uma segunda explosão uma hora depois e onde um grupo de militantes se entrincheirou, em um novo ataque contra as sobreviventes do primeiro atentado. Nesse segundo ataque morreram os soldados e os rebeldes. Os dois atentados não foram reivindicados por nenhum grupo. Também nesta manhã um ataque de insurgentes destruiu o histórico edifício onde o fundador do Paquistão, Muhammad Ali Jinnah, passou seus últimos dias na cidade de Ziarat, na mesma província, atentado no qual um policial morreu. Quetta é a capital da convulsa Baluchistão, onde vários grupos armados de cunho nacionalista lutam há décadas para obter a independência da região do Paquistão ou uma maior soberania. O Baluchistão é a província mais extensa e menos povoada do país asiático e, apesar de contar com muitos recursos naturais como gás e minérios, apresenta um dos índices de desenvolvimento mais baixos. De acordo com um relatório recente do Instituto do Paquistão para Estudos de Paz (PIPS), esta província foi a que mais sofreu com o terrorismo no ano passado, com 474 incidentes que causaram um total de 631 mortes. Com informações das agências EFE e AFP.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/06/15/paquistao-atentado-ap.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: AP" title="Foto: AP"> <br>Pelo menos 25 pessoas, entre elas 14 mulheres, morreram em dois ataques de insurgentes contra um ônibus de uma universidade feminina e o hospital onde as feridas desse primeiro atentado foram internadas em Quetta, no sudoeste do Paquistão, informou a imprensa local....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/06/15/paquistao-atentado-ap.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Ásia]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Após décadas perdidas, Japão busca retomar espaço no cenário global]]></title>
			<pubDate>Sat, 15 Jun 2013 11:07:21 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/apos-decadas-perdidas-japao-busca-retomar-espaco-no-cenario-global,44ec9733e743f310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/apos-decadas-perdidas-japao-busca-retomar-espaco-no-cenario-global,44ec9733e743f310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Primeiro adversário do Brasil na Copa das Confederações e o primeiro país classificado para a Copa do Mundo do ano que vem, o Japão é uma potência futebolística asiática que ainda procura seu espaço no cenário mundial. Paralelamente, a nação que já foi cotada como a segunda potência mundial tenta recuperar o espaço perdido após 20 anos das chamadas "décadas perdidas". Após ser destruído na Segunda Guerra Mundial, sendo alvo das duas únicas bombas atômicas já utilizadas na história, o Japão vivenciou um período de rapidíssimo crescimento econômico que o alçou ao posto de segunda maior economia do mundo em 1978. Depois de crescer em média 10% ao ano na década de 1960 e 5% nos dez anos seguintes, o país ainda consolidaria sua posição de segundo maior mercado do mundo crescendo 4% na década de 1980, com altas de 7,1%, 5,4% e 5,6% do Produto Interno Bruto (PIB) entre 1988 e 1990. Esses últimos anos foram muito influenciados pela explosão nos preços das ações da bolsa de Tóquio e do mercado imobiliário. Em 1989, algumas propriedades do exclusivo distrito de Ginza, em Tóquio, eram vendidas por US$ 215 mil o metro quadrado, os mais caros do mundo. No entanto, os preços se revelariam insustentáveis e irreais no início dos anos 1990, e logo despencariam com a explosão da chamada bolha de ativos. Os preços caíram por mais de uma década, com as propriedades chegando a custar menos de um décimo de seu pico em Tóquio. A partir de 1992, o PIB do Japão apresentou médias ínfimas de crescimento que perdurariam pelas duas décadas seguintes. As chamadas décadas perdidas e o crescimento da China fizeram o país perder a grande participação que tinha no total da economia mundial. Em 1980, a economia japonesa era responsável por 9,17% do PIB mundial. Em 1990, atingiria o seu ápice, 9,9%. Em 2010, ano em que a China se tornou a segunda maior economia do mundo, a participação nipônica já era de apenas 5,87%. Somente no primeiro trimestre de 2013 o país conseguiu voltar a vivenciar um potencial crescimento robusto, quando o PIB se elevou a um ritmo que projeta crescimento anual de 4,1%. Potência sem poder político No pós-guerra, sem Exército e automaticamente alinhado aos Estados Unidos em decorrência da ajuda financeira recebida, o Japão acabou não convertendo o seu grande poderio econômico em capital político. Em um mundo bipolar, dividido entre as esferas de influência dos Estados Unidos e da União Soviética, o Japão se alinhava aos primeiros e era deixado de fora do Conselho de Segurança da ONU em prol das nações vitoriosas da Segunda Guerra. O Japão até hoje pleiteia sem sucesso o seu espaço no órgão decisório da organização. Muito da falta de presença do Japão como um importante país no cenário político mundial se dá graças à confusa política interna do país, marcada pela velocíssima sucessão de líderes à frente do governo. Shinzo Abe, o atual primeiro-ministro do país, assumiu o cargo pela segunda vez em 26 de dezembro de 2012. Antes disso, ele já tinha governado o país por um ano entre 26 de setembro de 2006 e a mesma data de 2007. Entre seus dois governos, o país teve cinco outros premiês:  Yasuo Fukuda (27/09/2007-24/09/2008), Taro Aso (24/09/2008-16/09/2009), Yukio Hatoyama (16/09/2009-08/06/2010), Naoto Kan (08/06/2010-02/09/2011) e Yoshihiko Noda (02/09/2011-26/12/2012). O último político a ficar no poder o tempo por pelo menos o equivalente a um mandato de um presidente brasileiro foi Junichiro Koizumi, que governou o país entre abril de 2001 e setembro de 2006. Essa alta rotação no comando do governo se deve a rixas e disputas de poder internas dentro do Partido Liberal Democrático (PLD), que governou o país quase ininterruptamente por mais de 50 anos, entre 1955 e 2009 (com um breve intervalo em 1993), até perder a eleição-geral em 2009 para o Partido Democrático do Japão. O PLD, no entanto, voltaria ao poder em dezembro de 2012, após três premiês e três anos de governo impopular do PDJ culminarem na convocação de eleições antecipadas. Além disso, atribui-se à incredulidade da imprensa e do público local a falta de suporte necessário para que os políticos permaneçam em seus cargos. De acordo com a revista britânica The Economist, para a opinião pública japonesa, o político local é invariavelmente "incapaz e corrupto" e pequenos casos são transformados em erros incontornáveis.  Um exemplo disso foi a queda o ministro da Justiça Mintoru Yanagida, em 2010, retirado do cargo após uma piada sobre sua atuação como ministro ser utilizada contra ele pela mídia local. Abe agora tenta devolver enfim o Japão ao rumo do crescimento econômico sem ser vítima da sempre iminente degola. Para isso, ele tenta colocar em vigor um programa baseado em três pilares: aumento dos gastos do governo, massiva injeção de dinheiro por parte do banco central do país na economia e reformas estruturais que coloquem o país no eixo em longo prazo. Com os dois primeiros já em vigor e apresentando resultado, a menos em curto prazo, resta saber se seu governo terá duração e força suficiente para fazer com que o tumultuado Parlamento do país coopere para a efetivação do terceiro pilar. ]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/06/14/000aph2002122924716.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: AFP" title="Foto: AFP"> <br>Primeiro adversário do Brasil na Copa das Confederações e o primeiro país classificado para a Copa do Mundo do ano que vem, o Japão é uma potência futebolística asiática que ainda procura seu espaço no cenário mundial. Paralelamente, a nação que já foi cotada como a segunda potência mundial tenta recuperar o espaço perdido após 20 anos das chamadas "décadas perdidas"....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/06/14/000aph2002122924716.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Ásia]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Kim Jong-un quer estreitar laços entre Pyongyang e Pequim]]></title>
			<pubDate>Sat, 15 Jun 2013 08:13:10 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/kim-jong-un-quer-estreitar-lacos-entre-pyongyang-e-pequim,57cf2aa7dc04f310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/kim-jong-un-quer-estreitar-lacos-entre-pyongyang-e-pequim,57cf2aa7dc04f310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, pediu neste sábado o prosseguimento dos esforços para estreitar os laços entre o regime de Pyongyang e Pequim, em uma mensagem pessoal enviada ao presidente da China, Xi Jinping, por ocasião de 60º aniversário do governante chinês. A agência estatal de notícias norte-coreana KCNA publicou integralmente a carta de Kim Jong-un. "Consolidar e desenvolver, geração após geração, a tradicional amizade entre a República Democrática Popular da Coreia (RPDC) e a China, que suportou todas os testes da história, é a vontade de nosso partido e nossa gente, em uma perspectiva de longo prazo e apesar da difícil situação internacional", diz a mensagem. "Estou convencido que a invencível vitalidade da amizade entre a RPDC e a China, um tesouro que compartilham os povos dos dois países, ficará exposta de maneira ainda mais surpreendente no futuro graças aos esforços conjuntos de ambas as partes", acrescentou o documento. "Sinceramente desejo, secretário-geral, boa saúde e sucesso no seu trabalho responsável e a felicidade da sua família", concluiu a nota de Kim Jong-un para felicitar Xi Jinping pelo seu 60º aniversário, uma efeméride de grande importância para a cultura chinesa e coreana por considerá-la como o fim de um "ciclo zodiacal". A China é o principal parceiro comercial e fornecedor de ajuda econômica ao isolado regime comunista. No entanto, nos últimos meses, Pequim aparentemente adotou uma postura mais dura com Pyongyang. Isso ocorreu principalmente após o lançamento de um projétil de longo alcance pela Coreia do Norte em dezembro, do teste nuclear em fevereiro e da dura campanha de ameaças contra Estados Unidos, Coreia do Sul e Japão entre março e abril, o que levou a uma escalada das tensões na região. Desde então, Pequim apoiou as últimas sanções impostas contra a Coreia do Norte no Conselho de Segurança das Nações Unidas e aplicou restrições com maior rigidez, como o corte de relações entre o Banco da China e o Banco de Comércio Estrangeiro norte-coreano. Por isso, o general de quatro estrelas e diretor do Departamento Político do Exército Popular da Coreia do Norte, Choe Ryung-Hae, fez uma visita a Pequim em maio para aliviar as tensões dos últimos meses.]]></content>
			<description><![CDATA[O líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, pediu neste sábado o prosseguimento dos esforços para estreitar os laços entre o regime de Pyongyang e Pequim, em uma mensagem pessoal enviada ao presidente da China, Xi Jinping, por ocasião de 60º aniversário do governante chinês. A agência estatal de notícias norte-coreana KCNA publicou integralmente a carta de Kim Jong-un....]]></description>
			<category><![CDATA[Ásia]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Filipinas: hacker posta suposto nº de telefone pessoal do presidente]]></title>
			<pubDate>Sat, 15 Jun 2013 05:56:56 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/filipinas-hacker-posta-suposto-n-de-telefone-pessoal-do-presidente,690d4fec5464f310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/filipinas-hacker-posta-suposto-n-de-telefone-pessoal-do-presidente,690d4fec5464f310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Um hacker filipino postou na internet o que ele afirma ser o número do telefone celular pessoal do presidente Benigno Aquino, enquanto o porta-voz do mandatário denunciou o ato como “vandalismo cibernético”, de acordo com informações da agência AFP. Ricky Carandang, porta-voz de Aquino, não confirmou se o número pertence realmente ao presidente, ou se a divulgação online comprometeu de alguma forma a segurança do líder filipino ou de segredos de Estado. “É vandalismo cibernético puro e simples. Nós estamos lidando com isso. É tudo que posso dizer no momento”, disse Carandang à AFP. Os três números de celular foram postados no final da sexta na página de um usuário do Facebook chamado #pR.is0n3r. O usuário estimulou seus seguidores – mais de 9 mil cadastrados neste sábado -, a se comunicarem diretamente com o presidente. “A maioria não está conseguindo respostas para muitas questões. É difícil falar com uma pessoa através de intermediários. Se nós mandamos uma carta a ele, nós não nem temos certeza que ele receberá”, escreveu o hacker, que diz pertencer ao grupo "Anonymous Philippines". A reportagem da AFP tentou ligar nos números postados, mas nenhum deles estava funcionando neste sábado.]]></content>
			<description><![CDATA[Um hacker filipino postou na internet o que ele afirma ser o número do telefone celular pessoal do presidente Benigno Aquino, enquanto o porta-voz do mandatário denunciou o ato como “vandalismo cibernético”, de acordo com informações da agência AFP....]]></description>
			<category><![CDATA[Ásia]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Ex-presidente do Paquistão recebe nova ordem de prisão]]></title>
			<pubDate>Fri, 14 Jun 2013 15:52:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/ex-presidente-do-paquistao-recebe-nova-ordem-de-prisao,cd2b2aa7dc04f310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/ex-presidente-do-paquistao-recebe-nova-ordem-de-prisao,cd2b2aa7dc04f310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O ex-presidente paquistanês Pervez Musharraf foi preso formalmente nesta sexta-feira por suposto envolvimento no assassinato de um líder separatista do Baluchistão, o que o deixará em prisão domiciliar. O general Musharraf, que chegou ao poder em 1999 depois de um golpe de Estado e foi obrigado a renunciar em 2008, sobretudo sob pressão dos magistrados, havia sido preso em meados de abril pouco depois de retornar do exílio acusado em dois casos: a destituição ilegal de juízes em 2007 e o assassinato da ex-primeira-ministra Benazir Bhutto, morta no mesmo ano. Recentemente, Musharraf havia obtido liberdade sob fiança nos dois casos, mas continuava acusado de envolvimento no assassinato de Akbar Bugti, chefe da rebelião separatista do Baluchistão (sudoeste), morto em uma operação militar em agosto de 2006. "Foi preso formalmente" no âmbito deste último caso, declarou à AFP seu advogado, Ahmed Raza Kasuri. "Um tribunal antiterrorista o colocou em prisão preventiva por 14 dias. Portanto, permanecerá detido em sua casa de Islamabad", onde está preso desde abril, acrescentou Kasuri, esclarecendo que policiais provenientes do Baluchistão interrogaram seu cliente na quinta-feira. Mohamad Nadeem, um membro da unidade policial do Baluchistão, confirmou a prisão.]]></content>
			<description><![CDATA[O ex-presidente paquistanês Pervez Musharraf foi preso formalmente nesta sexta-feira por suposto envolvimento no assassinato de um líder separatista do Baluchistão, o que o deixará em prisão domiciliar....]]></description>
			<category><![CDATA[Ásia]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Explosão de bomba em carro mata 8 pessoas no Afeganistão]]></title>
			<pubDate>Fri, 14 Jun 2013 14:49:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/explosao-de-bomba-em-carro-mata-8-pessoas-no-afeganistao,c4aa2aa7dc04f310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/explosao-de-bomba-em-carro-mata-8-pessoas-no-afeganistao,c4aa2aa7dc04f310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Pelo menos oito pessoas morreram nesta sexta-feira na explosão de uma bomba colocada em seu carro quando retornavam de um funeral na província sudeste afegã de Khost, informou a agência local AIP. A explosão aconteceu no início da tarde na capital regional, Khost, e as vítimas voltavam de render tributo a um morador do lugar que tinha morrido no Paquistão, segundo assinalaram conhecidos das vítimas. Segundo a mesma fonte, um líder religioso local está entre os mortos. Outras pessoas que participaram do funeral revelaram à AIP que tanto os mortos pela explosão como a pessoa que homenagearam eram "civis, pessoas comuns," e não tinham nenhum vínculo com o governo afegão. Os atentados suicidas, ao lado das bombas caseiras, são os métodos mais recorrentes dos talibãs para atacar as forças afegãs e internacionais, embora na prática causem um elevado número de vítimas civis. Segundo divulgou nesta semana a missão da ONU no Afeganistão, Unama, a guerra afegã causou nos primeiros cinco meses deste ano 2,5 mil vítimas civis, 24 % a mais em relação ao mesmo período do ano anterior. No Afeganistão está em andamento o processo de retirada das tropas internacionais, que deve terminar em 2014 se forem cumpridos os prazos previstos.]]></content>
			<description><![CDATA[Pelo menos oito pessoas morreram nesta sexta-feira na explosão de uma bomba colocada em seu carro quando retornavam de um funeral na província sudeste afegã de Khost, informou a agência local AIP....]]></description>
			<category><![CDATA[Ásia]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[FOTO: presas de marfim confiscadas serão destruídas nas Filipinas]]></title>
			<pubDate>Fri, 14 Jun 2013 13:40:37 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/foto-presas-de-marfim-confiscadas-serao-destruidas-nas-filipinas,092cefeb5e24f310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/foto-presas-de-marfim-confiscadas-serao-destruidas-nas-filipinas,092cefeb5e24f310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Presas de marfim confiscadas por autoridades filipinas foram apresentadas nesta sexta-feira em Cidade Quezon. O departamento de recursos naturais do país afirmou que pretende destruir cinco toneladas desse material, com valor total estimado em US$ 9,7 milhões (cerca de R$ 20 milhões), utilizando um rolo compressor e queimando as presas na presença de especialistas estrangeiros e defensores do fim do comércio de presas de marfim no dia 21 de junho. A destruição é apresentada como uma amostra de que as Filipinas não tolerarão o comércio ilegal envolvendo animais.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/06/14/presasmarfimconfiscadasrts1.JPG&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Reuters" title="Foto: Reuters"> <br>Presas de marfim confiscadas por autoridades filipinas foram apresentadas nesta sexta-feira em Cidade Quezon. O departamento de recursos naturais do país afirmou que pretende destruir cinco toneladas desse material, com valor total estimado em US$ 9,7 milhões (cerca de R$ 20 milhões), utilizando um rolo compressor e queimando as presas na presença de especialistas estrangeiros e defensores do fim do comércio de presas de marfim no dia 21 de junho. A destruição é apresentada como uma amostra de que as Filipinas não tolerarão o comércio ilegal envolvendo animais....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/06/14/presasmarfimconfiscadasrts1.JPG]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Ásia]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Naufrágio na Índia deixa 4 mortos e 40 desaparecidos]]></title>
			<pubDate>Fri, 14 Jun 2013 10:55:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/naufragio-na-india-deixa-4-mortos-e-40-desaparecidos,6fe82aa7dc04f310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/naufragio-na-india-deixa-4-mortos-e-40-desaparecidos,6fe82aa7dc04f310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Pelo menos quatro pessoas morreram e 40 estão desaparecidas após o naufrágio nesta sexta-feira de um barco no rio Ganges, no estado de Bengala, na Índia, informou uma fonte oficial citada pela agência local PTI. O fato aconteceu quando a embarcação, que transportava cerca de 60 passageiros que iam para o trabalho, tombou no início da manhã no distrito de Malda, segundo a fonte oficial, que não foi identificada. As equipes de emergência recuperaram até o momento os corpos de quatro pessoas, entre eles o de uma mulher. Contingentes da polícia foram até o local para participar dos trabalhos de resgate. O Ganges, que nasce no Himalaia e desemboca no Golfo de Bengala, atravessa a Índia ao longo de seus 2.510 quilômetros e em suas margens vivem cerca de 400 milhões de pessoas, um terço da população indiana. Os acidentes de navegação são relativamente frequentes nesta parte do subcontinente indiano, repleta de rios, afluentes e lagoas, geralmente devido à precária condição das embarcações, que costumam ultrapassar o limite permitido de passageiros. Em abril do ano passado, centenas de pessoas morreram em um acidente similar no estado de Assam, e em março, em Bangladesh, morreram afogados pelo naufrágio de uma embarcação 142 pessoas.]]></content>
			<description><![CDATA[Pelo menos quatro pessoas morreram e 40 estão desaparecidas após o naufrágio nesta sexta-feira de um barco no rio Ganges, no estado de Bengala, na Índia, informou uma fonte oficial citada pela agência local PTI....]]></description>
			<category><![CDATA[Ásia]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Filipinas: naufrágio de embarcação deixa ao menos 2 mortos]]></title>
			<pubDate>Fri, 14 Jun 2013 01:46:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/filipinas-naufragio-de-embarcacao-deixa-ao-menos-2-mortos,7db74b65d463f310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/filipinas-naufragio-de-embarcacao-deixa-ao-menos-2-mortos,7db74b65d463f310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Pelo menos duas pessoas morreram nesta sexta-feira nas Filipinas depois que uma embarcação, com aproximadamente 60 passageiros a bordo, naufragou em águas da região central do país, informou a imprensa local. De acordo com o portal de notícias Rapplers, as equipes de socorro, após 12 horas ininterruptas de trabalho, conseguiram resgatar 55 passageiros com vida e, inclusive, os membros da tripulação do MV Lady of Mount Carmel, que naufragou nesta madrugada em frente à ilha Burias. Bernardo Alejandro, diretor do Escritório de Defesa Civil da província de Bicol, ressaltou que os trabalhos de resgate vão continuar ao menos até o final do dia, já que, segundo ele, existe a possibilidade de a embarcação ter transportado passageiros sem o devido registro. Segundo Alejandro, um passageiro avisou a tripulação no momento em que a embarcação começou a afundar, a qual percorria o trajeto entre as províncias de Albay e Masbate e, além disso, também transportava dois ônibus e um caminhão. As autoridades averiguam se uma falha nos motores pode ter provocado o incidente, que, segundo testemunhas, "ocorreu muito depressa", declarou o capitão da embarcação à emissora GMA. Dezenas de pessoas morrem a cada ano nas Filipinas por causa de acidentes marítimos, a maioria em naufrágios causados pelo mau tempo, pelo descumprimento das normas de segurança, pela defeituosa manutenção dos equipamentos e, principalmente, pela sobrecarga das embarcações.]]></content>
			<description><![CDATA[Pelo menos duas pessoas morreram nesta sexta-feira nas Filipinas depois que uma embarcação, com aproximadamente 60 passageiros a bordo, naufragou em águas da região central do país, informou a imprensa local....]]></description>
			<category><![CDATA[Ásia]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Tremor de magnitude 6,7 no litoral da ilha indonésia de Java]]></title>
			<pubDate>Thu, 13 Jun 2013 18:04:25 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/tremor-de-magnitude-67-no-litoral-da-ilha-indonesia-de-java,0fc44b65d463f310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA[Um tremor de magnitude 6,7 sacudiu nesta quinta-feira a ilha indonésia de Java, informou o Observatório Geológico Americano. Não foi acionado um alerta de tsunami. O terremoto teve seu epicentro em águas indonésias a 11 quilômetros de profundidade e a 170 quilômetros a leste da ilha australiana de Christmas, 423 quilômetros ao sul da capital da Indonésia, Jacarta, onde foi sentido o tremor.]]></content>
			<description><![CDATA[Um tremor de magnitude 6,7 sacudiu nesta quinta-feira a ilha indonésia de Java, informou o Observatório Geológico Americano. Não foi acionado um alerta de tsunami....]]></description>
			<category><![CDATA[Ásia]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Chinês que fingiu ter um alienígena no congelador de casa é preso]]></title>
			<pubDate>Thu, 13 Jun 2013 13:52:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/chines-que-fingiu-ter-um-alienigena-no-congelador-de-casa-e-preso,29810effe573f310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/chines-que-fingiu-ter-um-alienigena-no-congelador-de-casa-e-preso,29810effe573f310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Um camponês chinês que ficou famoso no país asiático por publicar imagens suas junto a um suposto alienígena, que guardava dentro de um congelador e que depois foi revelado ser falso, foi preso pelas autoridades e acusado de "desordem social", informou nesta quinta-feira a imprensa oficial local. O camponês, que só teve o sobrenome revelado, Li, mora na cidade de Binzhou, no leste do país. O agricultor foi interrogado pela polícia e cumpre cinco dias de detenção por "fabricar mentiras e quebrar a ordem social", justificaram as autoridades. Em 9 de junho, Li disse nas redes sociais chinesas que tinha encontrado, eletrocutado e matado um alienígena. Para comprovar o fato, o camponês publicou fotos suas em casa com o suposto ser congelado. Após as imagens se disseminarem pelas redes sociais chinesas, a polícia foi até a residência de Li, que confessou ter inventado a história e que o extraterrestre era um boneco fabricado por ele próprio com papelão, borracha e arames. Li disse à polícia que criou o caso para despertar entre os chineses o interesse pela ufologia e o espaço, justamente na semana na qual a China lançou sua quinta missão tripulada ao cosmos.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/06/13/reproducao-fake-alien-619.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: The Sun/Reprodução" title="Foto: The Sun/Reprodução"> <br>Um camponês chinês que ficou famoso no país asiático por publicar imagens suas junto a um suposto alienígena, que guardava dentro de um congelador e que depois foi revelado ser falso, foi preso pelas autoridades e acusado de "desordem social", informou nesta quinta-feira a imprensa oficial local....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/06/13/reproducao-fake-alien-619.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Ásia]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Coreia do Norte responsabiliza Seul por cancelamento de negociações]]></title>
			<pubDate>Thu, 13 Jun 2013 13:43:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/coreia-do-norte-responsabiliza-seul-por-cancelamento-de-negociacoes,db724b65d463f310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/asia/coreia-do-norte-responsabiliza-seul-por-cancelamento-de-negociacoes,db724b65d463f310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[A Coreia do Norte responsabilizou a Coreia do Sul pela anulação das negociações de alto nível que deveriam ser realizadas entre os dois vizinhos e advertiu que isto destrói as perspectivas de um diálogo. "Desde o início, o Sul não tinha a intenção de estabelecer um diálogo", declarou um porta-voz do Comitê norte-coreano para a reunificação pacífica da Coreia, que se ocupa das relações entre os dois países. "Simplesmente tentou criar obstáculos, atrasar (as negociações) e depois fazê-las fracassar", acrescentou em um comunicado publicado pela agência oficial KCNA. Também acusou Seul de "obstrução arrogante" e de "perturbação deliberada". "Esta atitude ordinária, imoral e provocadora nos leva a nos perguntar mais uma vez sobre a possibilidade de realizar negociações sérias, de melhorar as relações ainda que seja lançado no futuro um diálogo oficial", afirmou o porta-voz. Uma delegação norte-coreana deveria ter cruzado a fronteira na manhã da quarta-feira com destino a um hotel da capital sul-coreana para realizar negociações, que teriam sido as primeiras em seis anos em nível ministerial. Mas o encontro foi cancelado na noite de terça-feira. Os dois países não conseguiram entrar em acordo sobre a composição das delegações. A Coreia do Norte afirmou que o chefe da delegação sul-coreana "criava problemas", segundo um responsável governamental sul-coreano que pediu o anonimato. A Coreia do Sul classificou de "distorcida" a explicação do Norte sobre o cancelamento do encontro. "O governo manterá aberta a porta do diálogo e espera que o Norte se sente à mesa (de negociações) com sinceridade e responsabilidade", afirma o ministério sul-coreano da Unificação em um comunicado. Esta anulação repentina coloca em evidência a dificuldade de estabelecer uma relação de confiança na península, dividida há seis décadas, afirmam os analistas. Tensão na península coreana<a data-cke-saved-href="http://noticias.terra.com.br/mundo/infograficos/tensao-na-coreia/iframe.htm" href="http://noticias.terra.com.br/mundo/infograficos/tensao-na-coreia/iframe.htm">veja o infográfico</a> &lt;a data-cke-saved-href="http://noticias.terra.com.br/mundo/infograficos/tensao-na-coreia/iframe.htm" href="http://noticias.terra.com.br/mundo/infograficos/tensao-na-coreia/iframe.htm"&gt;veja o infográfico&lt;/a&gt;]]></content>
			<description><![CDATA[A Coreia do Norte responsabilizou a Coreia do Sul pela anulação das negociações de alto nível que deveriam ser realizadas entre os dois vizinhos e advertiu que isto destrói as perspectivas de um diálogo....]]></description>
			<category><![CDATA[Ásia]]></category>
		</item>
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