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		<title><![CDATA[Terra - RSS - Caso Bruno]]></title>
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		<description><![CDATA[Últimas Notícias - Caso Bruno]]></description>
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		<category><![CDATA[Caso Bruno]]></category>
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			<title><![CDATA[Terra - RSS - Caso Bruno]]></title>
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			<title><![CDATA[MG: defesa de Bruno desconfia que Bruninho seja filho de corintiano]]></title>
			<pubDate>Thu, 13 Jun 2013 21:51:25 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/policia/caso-bruno/mg-defesa-de-bruno-desconfia-que-bruninho-seja-filho-de-corintiano,df51ad97f7f3f310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA[Mesmo após assumir a paternidade de Bruninho, fruto de um relacionamento com a ex-amante Eliza Samudio, a defesa do goleiro Bruno Fernandes afirmou que pretende pedir teste de DNA para comprovar que a criança realmente seja filho do ex-capitão do Flamengo. Segundo Lúcio Adolfo, advogado do goleiro, a suspeita é que o garoto seja filho de Fábio Santos, lateral esquerdo do Corinthians. Caso Bruno: onde estão os personagens do crime?  Veja mais de 30 crimes que abalaram o País Veja jogadores que estiveram nas páginas policiais Veja frases marcantes do caso Bruno Veja as Mulheres do caso Bruno Como funciona o Tribunal do Júri "Existe uma informação disso (que o garoto não seria filho de Bruno). Então vou fazer o pedido afirmando que Bruno tomou o conhecimento através de outras pessoas que o filho pode não ser dele", afirmou Adolfo. Ainda de acordo com o advogado do atleta, o pedido de exame será feito no Rio de Janeiro, onde existe um processo sobre o assunto. O material genético do goleiro até foi colhido, porém, o exame não foi feito, pois ele decidiu assumir a paternidade de maneira espontânea. De acordo com Adolfo, se for comprovado que Bruninho não é filho do goleiro, a sentença pode ter alguma alteração. "No crime não terá reviravolta, mas na sentença vai. Levou muito em consideração na hora de dar a sentença esse motivo", afirmou. Segundo o defensor, um dos motivos apontados pela acusação é de que Bruno não queria reconhecer a paternidade da criança, e por isso mandou matar a modelo. O boato surgiu após a avó do garoto, Sônia de Fátima, que cuida da criança, postar uma foto dele na internet. Depois disso, uma jornalista de São Paulo fez comparações. "Ao olhar a foto, ela disse que o garoto não parece com Bruno", disse. Por meio de sua assessoria de imprensa, Fábio Santos assumiu que conhecia Eliza Samudio, pois ela visitava sempre o CT do São Paulo, onde o lateral jogou de 2003 a 2007. No entanto, ele afirmou que apenas conversou com a modelo e nunca encontrou com ela em festas. O caso Bruno Eliza Samudio desapareceu no dia 4 de junho de 2010 após ter saído do Rio de Janeiro para ir a Minas Gerais a convite de Bruno. Vinte dias depois a polícia recebeu denúncias anônimas de que Eliza havia sido espancada por Bruno e dois amigos dele até a morte no sítio de propriedade do jogador, localizado em Esmeraldas, na Grande Belo Horizonte. O filho de Eliza, então com quatro meses, teria sido levado pela mulher de Bruno, Dayanne Rodrigues. O menino foi achado posteriormente na casa de uma adolescente no bairro Liberdade, em Ribeirão das Neves. No dia seguinte, a mulher de Bruno foi presa. Após serem considerados foragidos, o goleiro e seu amigo Luiz Henrique Romão, o Macarrão, acusado de participar do crime, se entregaram à polícia. Pouco depois, Flávio Caetano de Araújo, Wemerson Marques de Souza, o Coxinha Elenilson Vitor da Silva e Sérgio Rosa Sales, outro primo de Bruno, também foram presos por envolvimento no crime. Enquanto a polícia fazia buscas ao corpo de Eliza, um motorista de ônibus denunciou o primo do goleiro como participante do crime. Apreendido, jovem de 17 anos relatou à polícia que a ex-amante de Bruno foi mantida em cativeiro e executada pelo ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos, conhecido como Bola, que a estrangulou e esquartejou seu corpo. Ainda segundo o relato, o ex-policial jogou os restos mortais para seus cães.  No dia 30 de julho, a Polícia de Minas Gerais indiciou todos pelo sequestro e morte de Eliza, sendo que Bruno foi apontado como mandante e executor do crime. No início de dezembro, Bruno e Macarrão foram condenados pelo sequestro e agressão a Eliza, em outubro de 2009, pela Justiça do Rio. O goleiro pegou quatro anos e seis meses de prisão.  Em 17 de dezembro, a Justiça mineira decidiu que Bruno, Macarrão, Sérgio Rosa Sales e Bola seriam levados a júri popular por homicídio triplamente qualificado, sendo que o último responderá também por ocultação de cadáver. Dayanne, Fernanda, Elenilson e Wemerson responderiam por sequestro e cárcere privado.  No dia 19 de novembro de 2012, foi dado início ao julgamento de Bruno, Bola, Macarrão, Dayanne e Fernanda. Dois dias depois, após mudanças na defesa do goleiro, o tribunal decidiu desmembrar o processo.  O júri condenou Macarrão, a 15 anos de prisão, e Fernanda Gomes de Castro, a cinco anos. No dia 8 de março de 2013, Bruno foi condenado a 22 anos e três meses de prisão, dos quais 17 anos e seis meses terão de ser cumpridos em regime fechado. Dayanne Rodrigues do Carmo, ex-mulher do goleiro e acusada de ser cúmplice no crime, foi absolvida. O ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, que é acusado como autor do homicídio, teve o júri marcado para abril de 2013.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/03/08/15brunomelhoresmomentosbrunochorarenatacaldeiratjmg.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Renata Caldeira/TJ-MG/Divulgação" title="Foto: Renata Caldeira/TJ-MG/Divulgação"> <br>Mesmo após assumir a paternidade de Bruninho, fruto de um relacionamento com a ex-amante Eliza Samudio, a defesa do goleiro Bruno Fernandes afirmou que pretende pedir teste de DNA para comprovar que a criança realmente seja filho do ex-capitão do Flamengo. Segundo Lúcio Adolfo, advogado do goleiro, a suspeita é que o garoto seja filho de Fábio Santos, lateral esquerdo do Corinthians....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/03/08/15brunomelhoresmomentosbrunochorarenatacaldeiratjmg.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Caso Bruno]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Defesa de Bruno tem novo pedido de liberdade negado]]></title>
			<pubDate>Tue, 11 Jun 2013 23:28:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/policia/caso-bruno/defesa-de-bruno-tem-novo-pedido-de-liberdade-negado,4f410ec4b853f310VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA[A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) negou por unanimidade o pedido de liberdade do goleiro Bruno Fernandes, condenado a 22 anos e três meses de prisão pelo cárcere e morte da modelo e sua ex-amante Eliza Samudio. Caso Bruno: onde estão os personagens do crime?  Veja mais de 30 crimes que abalaram o País Veja jogadores que estiveram nas páginas policiais Veja frases marcantes do caso Bruno Veja as Mulheres do caso Bruno Como funciona o Tribunal do Júri O advogado do atleta, Lúcio Adolfo, pediu que seu cliente cumprisse sua pena em prisão domiciliar, por entender que ele tem bons antecedentes. A defesa de Bruno argumentou ainda que ele poderia sair para trabalhar durante o dia, o que também não foi aceito pelos ministros. De acordo com o ministro Teori Zavascki, que é o relator do habeas-corpus, sua opção por manter Bruno preso é por entender que o crime aconteceu com “detalhes sórdidos”, que “geram perplexidade e intranquilizam a sociedade” e que “ultrapassa os limites da crueldade”. Os ministros Ricardo Lewandowski, Celso de Mello e Gilmar Mendes também seguiram o mesmo entendimento. Para o subprocurador-geral da República, Francisco Sanseverino, dar a liberdade para Bruno agora seria colocar o sistema em “descrédito”. Ele também avaliou o pedido e disse que o ex-atleta não pode ser solto agora por ter cometido um “crime gravíssimo que ultrapassa os limites da crueldade”. O defensor do arqueiro, entretanto, argumentou que Bruno tem filhos para criar e ressaltou que ele é réu primário, tem bons antecedentes e que colocá-lo em prisão domiciliar não levaria nenhum risco à ordem pública. Todos os pedidos foram negados. Inusitado Antes que o pedido de liberdade ao goleiro Bruno Fernandes fosse julgado, uma disputa diferente ocorreu. O advogado Rui Pimenta, que protocolou o habeas-corpus em dezembro de 2011, mas foi destituído pelo goleiro em novembro de 2012, tentou seguir na defesa do atleta. Segundo Pimenta, como ele iniciou o processo, tem que terminá-lo para ganhar seus honorários. “Se for concedido, ele me paga compactuado. Se for negado, ele não me deve nada. Eu caminhei, caminhei, caminhei um ano e tanto, e na hora de colher os frutos, se for o caso, fico impedido?”, disse Pimenta, que afirmou que tinha um contrato com Bruno. Os ministros, entretanto, decidiram que Adolfo falaria pelo goleiro, pois entenderam que Pimenta já foi destituído. O caso Bruno Eliza Samudio desapareceu no dia 4 de junho de 2010 após ter saído do Rio de Janeiro para ir a Minas Gerais a convite de Bruno. Vinte dias depois a polícia recebeu denúncias anônimas de que Eliza havia sido espancada por Bruno e dois amigos dele até a morte no sítio de propriedade do jogador, localizado em Esmeraldas, na Grande Belo Horizonte. O filho de Eliza, então com quatro meses, teria sido levado pela mulher de Bruno, Dayanne Rodrigues. O menino foi achado posteriormente na casa de uma adolescente no bairro Liberdade, em Ribeirão das Neves. No dia seguinte, a mulher de Bruno foi presa. Após serem considerados foragidos, o goleiro e seu amigo Luiz Henrique Romão, o Macarrão, acusado de participar do crime, se entregaram à polícia. Pouco depois, Flávio Caetano de Araújo, Wemerson Marques de Souza, o Coxinha Elenilson Vitor da Silva e Sérgio Rosa Sales, outro primo de Bruno, também foram presos por envolvimento no crime. Enquanto a polícia fazia buscas ao corpo de Eliza, um motorista de ônibus denunciou o primo do goleiro como participante do crime. Apreendido, jovem de 17 anos relatou à polícia que a ex-amante de Bruno foi mantida em cativeiro e executada pelo ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos, conhecido como Bola, que a estrangulou e esquartejou seu corpo. Ainda segundo o relato, o ex-policial jogou os restos mortais para seus cães.  No dia 30 de julho, a Polícia de Minas Gerais indiciou todos pelo sequestro e morte de Eliza, sendo que Bruno foi apontado como mandante e executor do crime. No início de dezembro, Bruno e Macarrão foram condenados pelo sequestro e agressão a Eliza, em outubro de 2009, pela Justiça do Rio. O goleiro pegou quatro anos e seis meses de prisão.  Em 17 de dezembro, a Justiça mineira decidiu que Bruno, Macarrão, Sérgio Rosa Sales e Bola seriam levados a júri popular por homicídio triplamente qualificado, sendo que o último responderá também por ocultação de cadáver. Dayanne, Fernanda, Elenilson e Wemerson responderiam por sequestro e cárcere privado.  No dia 19 de novembro de 2012, foi dado início ao julgamento de Bruno, Bola, Macarrão, Dayanne e Fernanda. Dois dias depois, após mudanças na defesa do goleiro, o tribunal decidiu desmembrar o processo.  O júri condenou Macarrão, a 15 anos de prisão, e Fernanda Gomes de Castro, a cinco anos. No dia 8 de março de 2013, Bruno foi condenado a 22 anos e três meses de prisão, dos quais 17 anos e seis meses terão de ser cumpridos em regime fechado. Dayanne Rodrigues do Carmo, ex-mulher do goleiro e acusada de ser cúmplice no crime, foi absolvida. O ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, que é acusado como autor do homicídio, teve o júri marcado para abril de 2013.]]></content>
			<description><![CDATA[A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) negou por unanimidade o pedido de liberdade do goleiro Bruno Fernandes, condenado a 22 anos e três meses de prisão pelo cárcere e morte da modelo e sua ex-amante Eliza Samudio....]]></description>
			<category><![CDATA[Caso Bruno]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Após 3 anos do sequestro de Eliza, amigos de Bruno aguardam júri]]></title>
			<pubDate>Tue, 4 Jun 2013 16:10:32 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/policia/caso-bruno/apos-3-anos-do-sequestro-de-eliza-amigos-de-bruno-aguardam-juri,e3b9aae42ef0f310VgnVCM10000098cceb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA[O advogado Frederico Franco Orzil, que defende Wemerson Marques, o Coxinha, e Elenilson Vitor da Silva, amigos do goleiro Bruno Fernandes e acusados de ajudar a esconder o filho de Eliza Samudio, Bruninho, quando o caso veio à tona, disse acreditar na absolvição dos clientes no júri popular previsto para acontecer dia 28 de agosto deste ano, às 9h, no Fórum de Contagem, região metropolitana de Belo Horizonte. Nesta terça-feira, 4 de junho, completam-se três anos que a ex-amante de Bruno foi sequestrada em um hotel do Rio de Janeiro e trazida para Minas Gerais, onde foi morta, segundo o processo judicial. Caso Bruno: onde estão os personagens do crime?  Veja mais de 30 crimes que abalaram o País Veja jogadores que estiveram nas páginas policiais Veja frases marcantes do caso Bruno Veja as Mulheres do caso Bruno Como funciona o Tribunal do Júri Coxinha e Vítor aguardam o julgamento em liberdade. Eles são os dois últimos denunciados pelo Ministério Público a sentar no banco dos réus. Antes deles já foram condenados Bruno (22 anos e três meses de prisão); Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão (15 anos); o ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola (22 anos de cadeia); e outra ex-amante do goleiro, Fernanda Gomes Castro (cinco anos em regime aberto). A ex-mulher de Bruno, Dayanne Rodrigues, foi absolvida. Orzil não quis dar detalhes da estratégia que utilizará para livrar Coxinha e Vítor da cadeia, mas disse entender que a elucidação do crime nos júris anteriores poderá ajudar aos clientes. "Eles estão tranquilos e conscientes de que não tiveram participação", resumiu. Novos personagens A expectativa até o julgamento é quanto à denúncia que possivelmente será oferecida pelo Ministério Público contra o policial civil aposentado José Lauriano de Assis, o Zezé. No final do ano passado, o promotor de Justiça Henry Wagner Vasconcelos Castro solicitou à Polícia Civil uma nova investigação para apurar a participação dele na trama. Para Castro, Zezé participou ativamente do sequestro de Eliza e seu filho, Bruninho, assim como da morte da modelo. A investigação corre sob sigilo. Procurado, o promotor não quis dar declarações para não prejudicar as investigações. Além de Zezé, outro policial também é investigado. Gilson Costa, ex-integrante do Grupo de Resposta Especial da Polícia Civil, o extinto GRE, foi citado em gravações telefônicas no processo. O delegado Edson Moreira, que também é vereador de Belo Horizonte, disse ao Terra que "o cerco está se fechando" em torno de Zezé. Apesar de não mais estar à frente do Departamento de Homicídios de Belo Horizonte, por ter sido eleito vereador, Moreira disse acompanhar as apurações. "O outro (Gilson Costa) está fora. Agora, a hora do Zezé vai chegar", afirmou. O caso Bruno Eliza Samudio desapareceu no dia 4 de junho de 2010 após ter saído do Rio de Janeiro para ir a Minas Gerais a convite de Bruno. Vinte dias depois a polícia recebeu denúncias anônimas de que Eliza havia sido espancada por Bruno e dois amigos dele até a morte no sítio de propriedade do jogador, localizado em Esmeraldas, na Grande Belo Horizonte. O filho de Eliza, então com quatro meses, teria sido levado pela mulher de Bruno, Dayanne Rodrigues. O menino foi achado posteriormente na casa de uma adolescente no bairro Liberdade, em Ribeirão das Neves. No dia seguinte, a mulher de Bruno foi presa. Após serem considerados foragidos, o goleiro e seu amigo Luiz Henrique Romão, o Macarrão, acusado de participar do crime, se entregaram à polícia. Pouco depois, Flávio Caetano de Araújo, Wemerson Marques de Souza, o Coxinha Elenilson Vitor da Silva e Sérgio Rosa Sales, outro primo de Bruno, também foram presos por envolvimento no crime. Enquanto a polícia fazia buscas ao corpo de Eliza, um motorista de ônibus denunciou o primo do goleiro como participante do crime. Apreendido, jovem de 17 anos relatou à polícia que a ex-amante de Bruno foi mantida em cativeiro e executada pelo ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos, conhecido como Bola, que a estrangulou e esquartejou seu corpo. Ainda segundo o relato, o ex-policial jogou os restos mortais para seus cães.  No dia 30 de julho, a Polícia de Minas Gerais indiciou todos pelo sequestro e morte de Eliza, sendo que Bruno foi apontado como mandante e executor do crime. No início de dezembro, Bruno e Macarrão foram condenados pelo sequestro e agressão a Eliza, em outubro de 2009, pela Justiça do Rio. O goleiro pegou quatro anos e seis meses de prisão.  Em 17 de dezembro, a Justiça mineira decidiu que Bruno, Macarrão, Sérgio Rosa Sales e Bola seriam levados a júri popular por homicídio triplamente qualificado, sendo que o último responderá também por ocultação de cadáver. Dayanne, Fernanda, Elenilson e Wemerson responderiam por sequestro e cárcere privado.  No dia 19 de novembro de 2012, foi dado início ao julgamento de Bruno, Bola, Macarrão, Dayanne e Fernanda. Dois dias depois, após mudanças na defesa do goleiro, o tribunal decidiu desmembrar o processo.  O júri condenou Macarrão, a 15 anos de prisão, e Fernanda Gomes de Castro, a cinco anos. No dia 8 de março de 2013, Bruno foi condenado a 22 anos e três meses de prisão, dos quais 17 anos e seis meses terão de ser cumpridos em regime fechado. Dayanne Rodrigues do Carmo, ex-mulher do goleiro e acusada de ser cúmplice no crime, foi absolvida. O ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, que é acusado como autor do homicídio, teve o júri marcado para abril de 2013.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/06/04/coxinhaamigobrunoneyrubens.JPG&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Ney Rubens/Especial para Terra" title="Foto: Ney Rubens/Especial para Terra"> <br>O advogado Frederico Franco Orzil, que defende Wemerson Marques, o Coxinha, e Elenilson Vitor da Silva, amigos do goleiro Bruno Fernandes e acusados de ajudar a esconder o filho de Eliza Samudio, Bruninho, quando o caso veio à tona, disse acreditar na absolvição dos clientes no júri popular previsto para acontecer dia 28 de agosto deste ano, às 9h, no Fórum de Contagem, região metropolitana de Belo Horizonte. Nesta terça-feira, 4 de junho, completam-se três anos que a ex-amante de Bruno foi sequestrada em um hotel do Rio de Janeiro e trazida para Minas Gerais, onde foi morta, segundo o processo judicial....]]></description>
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			<category><![CDATA[Caso Bruno]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Goleiro Bruno volta a trabalhar e começa a estudar na prisão em MG]]></title>
			<pubDate>Fri, 24 May 2013 17:46:36 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/policia/caso-bruno/goleiro-bruno-volta-a-trabalhar-e-comeca-a-estudar-na-prisao-em-mg,ce910627d97de310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/policia/caso-bruno/goleiro-bruno-volta-a-trabalhar-e-comeca-a-estudar-na-prisao-em-mg,ce910627d97de310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O ex-goleiro Bruno Fernandes, que cumpre pena de 22 anos e 3 meses de prisão pela morte de Eliza Samudio, obteve uma permissão para voltar a trabalhar e para começar a estudar na penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte. O atleta estava sob suspensão de 30 dias após alguns episódios de "indisciplina", incluindo um desentendimento com outros detentos na lavanderia, local onde ele trabalhava antes. Caso Bruno: onde estão os personagens do crime?  Veja mais de 30 crimes que abalaram o País Veja jogadores que estiveram nas páginas policiais Veja frases marcantes do caso Bruno Veja as Mulheres do caso Bruno Como funciona o Tribunal do Júri Bruno passará a fabricar vassouras artesanais em uma fábrica que fica dentro da penitenciária. As vassouras são feitas a partir de garrafas PET e não são comercializadas, são utilizadas apenas dentro da prisão. O ex-goleiro não será remunerado, mas o trabalho tem efeito de redução de pena - a cada três dias de serviço, será subtraído um dia da pena de Bruno. Ele vai cumprir horário na fábrica das 8h30 às 15h30. Bruno também vai retomar na penitenciária os estudos que ele largou quando era mais jovem. Segundo a Secretaria de Defesa Social de Minas Gerais, o ex-goleiro vai retomar as aulas a partir do segundo ano do ensino médio. Antes de ter sido suspenso por 30 dias, Bruno não estudava - apenas trabalhava na lavanderia da prisão. Durante o período de punição pela indisciplina, o ex-goleiro foi proibido de tomar banho de sol, de receber visitas, de trabalhar e de estudar. Bruno passa mal e desmaia em cela Na quinta-feira, Bruno passou mal e desmaiou em sua cela após ingerir remédios não receitados. Ele caiu um tombo e machucou a cabeça, e precisou ser atendido na enfermaria da prisão. Lá, foi constatado que ele tomou os remédios Clonazepam e Diazepam. Um procedimento foi instaurado para apurar como os medicamentos chegaram até o detento. O caso Bruno Eliza Samudio desapareceu no dia 4 de junho de 2010 após ter saído do Rio de Janeiro para ir a Minas Gerais a convite de Bruno. Vinte dias depois a polícia recebeu denúncias anônimas de que Eliza havia sido espancada por Bruno e dois amigos dele até a morte no sítio de propriedade do jogador, localizado em Esmeraldas, na Grande Belo Horizonte. O filho de Eliza, então com quatro meses, teria sido levado pela mulher de Bruno, Dayanne Rodrigues. O menino foi achado posteriormente na casa de uma adolescente no bairro Liberdade, em Ribeirão das Neves. No dia seguinte, a mulher de Bruno foi presa. Após serem considerados foragidos, o goleiro e seu amigo Luiz Henrique Romão, o Macarrão, acusado de participar do crime, se entregaram à polícia. Pouco depois, Flávio Caetano de Araújo, Wemerson Marques de Souza, o Coxinha Elenilson Vitor da Silva e Sérgio Rosa Sales, outro primo de Bruno, também foram presos por envolvimento no crime. Enquanto a polícia fazia buscas ao corpo de Eliza, um motorista de ônibus denunciou o primo do goleiro como participante do crime. Apreendido, jovem de 17 anos relatou à polícia que a ex-amante de Bruno foi mantida em cativeiro e executada pelo ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos, conhecido como Bola, que a estrangulou e esquartejou seu corpo. Ainda segundo o relato, o ex-policial jogou os restos mortais para seus cães.  No dia 30 de julho, a Polícia de Minas Gerais indiciou todos pelo sequestro e morte de Eliza, sendo que Bruno foi apontado como mandante e executor do crime. No início de dezembro, Bruno e Macarrão foram condenados pelo sequestro e agressão a Eliza, em outubro de 2009, pela Justiça do Rio. O goleiro pegou quatro anos e seis meses de prisão.  Em 17 de dezembro, a Justiça mineira decidiu que Bruno, Macarrão, Sérgio Rosa Sales e Bola seriam levados a júri popular por homicídio triplamente qualificado, sendo que o último responderá também por ocultação de cadáver. Dayanne, Fernanda, Elenilson e Wemerson responderiam por sequestro e cárcere privado.  No dia 19 de novembro de 2012, foi dado início ao julgamento de Bruno, Bola, Macarrão, Dayanne e Fernanda. Dois dias depois, após mudanças na defesa do goleiro, o tribunal decidiu desmembrar o processo.  O júri condenou Macarrão, a 15 anos de prisão, e Fernanda Gomes de Castro, a cinco anos. No dia 8 de março de 2013, Bruno foi condenado a 22 anos e três meses de prisão, dos quais 17 anos e seis meses terão de ser cumpridos em regime fechado. Dayanne Rodrigues do Carmo, ex-mulher do goleiro e acusada de ser cúmplice no crime, foi absolvida. O ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, que é acusado como autor do homicídio, teve o júri marcado para abril de 2013.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/03/05/13julgamentogoleirobruno050313renatacaldeiratjmgdiv.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Renata Caldeira/TJ-MG/Divulgação" title="Foto: Renata Caldeira/TJ-MG/Divulgação"> <br>O ex-goleiro Bruno Fernandes, que cumpre pena de 22 anos e 3 meses de prisão pela morte de Eliza Samudio, obteve uma permissão para voltar a trabalhar e para começar a estudar na penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte. O atleta estava sob suspensão de 30 dias após alguns episódios de "indisciplina", incluindo um desentendimento com outros detentos na lavanderia, local onde ele trabalhava antes....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/03/05/13julgamentogoleirobruno050313renatacaldeiratjmgdiv.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Caso Bruno]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Goleiro Bruno ingere remédios não receitados e desmaia na cadeia]]></title>
			<pubDate>Thu, 23 May 2013 14:36:52 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/policia/caso-bruno/goleiro-bruno-ingere-remedios-nao-receitados-e-desmaia-na-cadeia,141688baec1de310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA[Condenado pela morte de sua ex-amante Eliza Samudio e pelo sequestro de seu filho Bruninho, o ex-goleiro Bruno Fernandes, que pegou 22 anos e 3 meses de prisão, desmaiou e levou um tombo dentro de sua cela, na penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte. No acidente, ele machucou a cabeça e precisou ser atendido por profissionais de saúde da unidade prisional. A hipótese de tentativa de suicídio não está descartada, já que no último domingo ele ingeriu remédios não receitados e passou mal. Caso Bruno: onde estão os personagens do crime?  Veja mais de 30 crimes que abalaram o País Veja jogadores que estiveram nas páginas policiais Veja frases marcantes do caso Bruno Veja as Mulheres do caso Bruno Como funciona o Tribunal do Júri De acordo com nota oficial da Subsecretaria de Administração Prisional (Suapi), por volta das 21h do último domingo Bruno sentiu um mal estar e foi atendido na enfermaria da penitenciária, onde foi constatado que ele tomou os remédios Clonazepam e Diazepam. Apesar do ocorrido, a Suapi não confirma a hipótese de tentativa suicídio e afirma que um procedimento foi instaurado para apurar como os medicamentos chegaram até o detento. O advogado de Bruno, Lúcio Adolfo, garantiu que qualquer possibilidade de o goleiro tentar se matar está descartada. Ele explicou ainda que o goleiro está tranquilo e quer cumprir corretamente sua pena. Banho de sol Após problemas com outros detentos da unidade prisional, o goleiro Bruno perdeu o direito ao banho de sol. Quase um mês depois, ele pode voltar a sair, porém, ainda não está liberado para trabalhar. As visitas, que também estavam proibidas, foram liberadas. O caso Bruno Eliza Samudio desapareceu no dia 4 de junho de 2010 após ter saído do Rio de Janeiro para ir a Minas Gerais a convite de Bruno. Vinte dias depois a polícia recebeu denúncias anônimas de que Eliza havia sido espancada por Bruno e dois amigos dele até a morte no sítio de propriedade do jogador, localizado em Esmeraldas, na Grande Belo Horizonte. O filho de Eliza, então com quatro meses, teria sido levado pela mulher de Bruno, Dayanne Rodrigues. O menino foi achado posteriormente na casa de uma adolescente no bairro Liberdade, em Ribeirão das Neves. No dia seguinte, a mulher de Bruno foi presa. Após serem considerados foragidos, o goleiro e seu amigo Luiz Henrique Romão, o Macarrão, acusado de participar do crime, se entregaram à polícia. Pouco depois, Flávio Caetano de Araújo, Wemerson Marques de Souza, o Coxinha Elenilson Vitor da Silva e Sérgio Rosa Sales, outro primo de Bruno, também foram presos por envolvimento no crime. Enquanto a polícia fazia buscas ao corpo de Eliza, um motorista de ônibus denunciou o primo do goleiro como participante do crime. Apreendido, jovem de 17 anos relatou à polícia que a ex-amante de Bruno foi mantida em cativeiro e executada pelo ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos, conhecido como Bola, que a estrangulou e esquartejou seu corpo. Ainda segundo o relato, o ex-policial jogou os restos mortais para seus cães.  No dia 30 de julho, a Polícia de Minas Gerais indiciou todos pelo sequestro e morte de Eliza, sendo que Bruno foi apontado como mandante e executor do crime. No início de dezembro, Bruno e Macarrão foram condenados pelo sequestro e agressão a Eliza, em outubro de 2009, pela Justiça do Rio. O goleiro pegou quatro anos e seis meses de prisão.  Em 17 de dezembro, a Justiça mineira decidiu que Bruno, Macarrão, Sérgio Rosa Sales e Bola seriam levados a júri popular por homicídio triplamente qualificado, sendo que o último responderá também por ocultação de cadáver. Dayanne, Fernanda, Elenilson e Wemerson responderiam por sequestro e cárcere privado.  No dia 19 de novembro de 2012, foi dado início ao julgamento de Bruno, Bola, Macarrão, Dayanne e Fernanda. Dois dias depois, após mudanças na defesa do goleiro, o tribunal decidiu desmembrar o processo.  O júri condenou Macarrão, a 15 anos de prisão, e Fernanda Gomes de Castro, a cinco anos. No dia 8 de março de 2013, Bruno foi condenado a 22 anos e três meses de prisão, dos quais 17 anos e seis meses terão de ser cumpridos em regime fechado. Dayanne Rodrigues do Carmo, ex-mulher do goleiro e acusada de ser cúmplice no crime, foi absolvida. O ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, que é acusado como autor do homicídio, teve o júri marcado para abril de 2013.  ]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/03/07/01julgamentobrunocasoelizasamudio070313marcellusmadureiraesp.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Marcellus Madureira/Especial para Terra" title="Foto: Marcellus Madureira/Especial para Terra"> <br>Condenado pela morte de sua ex-amante Eliza Samudio e pelo sequestro de seu filho Bruninho, o ex-goleiro Bruno Fernandes, que pegou 22 anos e 3 meses de prisão, desmaiou e levou um tombo dentro de sua cela, na penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte. No acidente, ele machucou a cabeça e precisou ser atendido por profissionais de saúde da unidade prisional. A hipótese de tentativa de suicídio não está descartada, já que no último domingo ele ingeriu remédios não receitados e passou mal....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/03/07/01julgamentobrunocasoelizasamudio070313marcellusmadureiraesp.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Caso Bruno]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Punido por briga, Bruno voltará a ter banho de sol e visitas no presídio]]></title>
			<pubDate>Mon, 20 May 2013 20:55:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/policia/caso-bruno/punido-por-briga-bruno-voltara-a-ter-banho-de-sol-e-visitas-no-presidio,82baaa33a92ce310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/policia/caso-bruno/punido-por-briga-bruno-voltara-a-ter-banho-de-sol-e-visitas-no-presidio,82baaa33a92ce310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O ex-goleiro do Flamengo Bruno Fernandes voltará a ter direito a banho de sol e receber visitas na Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, a partir da próxima quinta-feira. Entretanto, a suspensão do direito ao trabalho segue por tempo indeterminado, de acordo com a Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds). Caso Bruno: onde estão os personagens do crime?  Veja mais de 30 crimes que abalaram o País Veja jogadores que estiveram nas páginas policiais Veja frases marcantes do caso Bruno Veja as Mulheres do caso Bruno Como funciona o Tribunal do Júri Bruno estava afastado desde o dia 1º de abril, quando se desentendeu com alguns detentos e um agente penitenciário na lavanderia do presídio. O goleiro e outras sete pessoas respondem pelo sequestro e morte de Eliza Samudio, amante do atleta e com quem teve um filho. No dia 8 de março, o atleta foi condenado por homicídio qualificado e ocultação de cadáver, além do sequestro do filho do casal, com a pena total chegando a 22 anos e 3 meses. Para ter direito a cumprir a pena em regime semiaberto, no qual poderia deixar a penitenciária para trabalhar, deve cumprir sete anos, nove meses e 15 dias da pena. O caso Bruno Eliza Samudio desapareceu no dia 4 de junho de 2010 após ter saído do Rio de Janeiro para ir a Minas Gerais a convite de Bruno. Vinte dias depois a polícia recebeu denúncias anônimas de que Eliza havia sido espancada por Bruno e dois amigos dele até a morte no sítio de propriedade do jogador, localizado em Esmeraldas, na Grande Belo Horizonte. O filho de Eliza, então com quatro meses, teria sido levado pela mulher de Bruno, Dayanne Rodrigues. O menino foi achado posteriormente na casa de uma adolescente no bairro Liberdade, em Ribeirão das Neves. No dia seguinte, a mulher de Bruno foi presa. Após serem considerados foragidos, o goleiro e seu amigo Luiz Henrique Romão, o Macarrão, acusado de participar do crime, se entregaram à polícia. Pouco depois, Flávio Caetano de Araújo, Wemerson Marques de Souza, o Coxinha Elenilson Vitor da Silva e Sérgio Rosa Sales, outro primo de Bruno, também foram presos por envolvimento no crime. Enquanto a polícia fazia buscas ao corpo de Eliza, um motorista de ônibus denunciou o primo do goleiro como participante do crime. Apreendido, jovem de 17 anos relatou à polícia que a ex-amante de Bruno foi mantida em cativeiro e executada pelo ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos, conhecido como Bola, que a estrangulou e esquartejou seu corpo. Ainda segundo o relato, o ex-policial jogou os restos mortais para seus cães.  No dia 30 de julho, a Polícia de Minas Gerais indiciou todos pelo sequestro e morte de Eliza, sendo que Bruno foi apontado como mandante e executor do crime. No início de dezembro, Bruno e Macarrão foram condenados pelo sequestro e agressão a Eliza, em outubro de 2009, pela Justiça do Rio. O goleiro pegou quatro anos e seis meses de prisão.  Em 17 de dezembro, a Justiça mineira decidiu que Bruno, Macarrão, Sérgio Rosa Sales e Bola seriam levados a júri popular por homicídio triplamente qualificado, sendo que o último responderá também por ocultação de cadáver. Dayanne, Fernanda, Elenilson e Wemerson responderiam por sequestro e cárcere privado.  No dia 19 de novembro de 2012, foi dado início ao julgamento de Bruno, Bola, Macarrão, Dayanne e Fernanda. Dois dias depois, após mudanças na defesa do goleiro, o tribunal decidiu desmembrar o processo.  O júri condenou Macarrão, a 15 anos de prisão, e Fernanda Gomes de Castro, a cinco anos. No dia 8 de março de 2013, Bruno foi condenado a 22 anos e três meses de prisão, dos quais 17 anos e seis meses terão de ser cumpridos em regime fechado. Dayanne Rodrigues do Carmo, ex-mulher do goleiro e acusada de ser cúmplice no crime, foi absolvida. O ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, que é acusado como autor do homicídio, teve o júri marcado para abril de 2013.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/03/08/22brunomelhoresmomentosfinalmarceloalberttjmg.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Marcelo Albert/TJ-MG/Divulgação" title="Foto: Marcelo Albert/TJ-MG/Divulgação"> <br>O ex-goleiro do Flamengo Bruno Fernandes voltará a ter direito a banho de sol e receber visitas na Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, a partir da próxima quinta-feira. Entretanto, a suspensão do direito ao trabalho segue por tempo indeterminado, de acordo com a Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds)....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/03/08/22brunomelhoresmomentosfinalmarceloalberttjmg.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Caso Bruno]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Após briga na cadeia, Bruno é julgado e terá de seguir sem trabalhar]]></title>
			<pubDate>Mon, 29 Apr 2013 22:30:17 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/policia/caso-bruno/apos-briga-na-cadeia-bruno-e-julgado-e-tera-de-seguir-sem-trabalhar,2dd7207d0e75e310VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/policia/caso-bruno/apos-briga-na-cadeia-bruno-e-julgado-e-tera-de-seguir-sem-trabalhar,2dd7207d0e75e310VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Acusado de brigar com outros detentos e dois agentes penitenciários dentro da cadeia, o goleiro Bruno foi julgado nesta segunda-feira, na penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte, e terá que seguir sem trabalhar na lavanderia onde prestava serviços. Além disso, o atleta ainda terá que ficar 30 dias sem banho de sol e visitas. Caso Bruno: onde estão os personagens do crime?  Veja mais de 30 crimes que abalaram o País Veja jogadores que estiveram nas páginas policiais Veja frases marcantes do caso Bruno Veja as Mulheres do caso Bruno Como funciona o Tribunal do Júri A decisão foi tomada por uma Comissão Disciplinar Interna da penitenciária. Segundo a Subsecretária de Administração Prisional (Suapi), o atleta está sem trabalhar desde o dia 1º de abril e a decisão é por tempo indeterminado. Desta forma, Bruno, que foi condenado a 22 anos e três meses de prisão, não poderá usufruir da lei brasileira que prevê que a cada três dias trabalhados o preso reduz um na pena. O advogado do goleiro, Lúcio Adolfo, admitiu a possibilidade de trocar Bruno de penitenciária. “Eu não quero que o Bruno deixe a cadeia assim, eu quero que ele trabalhe. Vamos aguardar um pouco, mas se continuar a ser perseguido eu vou em busca de tira-lo de lá”, finalizou. A comissão que julgou o atleta é formada por um assistente técnico jurídico, diretores da unidade, psicólogos e assistentes sociais. O caso Bruno Eliza Samudio desapareceu no dia 4 de junho de 2010 após ter saído do Rio de Janeiro para ir a Minas Gerais a convite de Bruno. Vinte dias depois a polícia recebeu denúncias anônimas de que Eliza havia sido espancada por Bruno e dois amigos dele até a morte no sítio de propriedade do jogador, localizado em Esmeraldas, na Grande Belo Horizonte. O filho de Eliza, então com quatro meses, teria sido levado pela mulher de Bruno, Dayanne Rodrigues. O menino foi achado posteriormente na casa de uma adolescente no bairro Liberdade, em Ribeirão das Neves. No dia seguinte, a mulher de Bruno foi presa. Após serem considerados foragidos, o goleiro e seu amigo Luiz Henrique Romão, o Macarrão, acusado de participar do crime, se entregaram à polícia. Pouco depois, Flávio Caetano de Araújo, Wemerson Marques de Souza, o Coxinha Elenilson Vitor da Silva e Sérgio Rosa Sales, outro primo de Bruno, também foram presos por envolvimento no crime. Enquanto a polícia fazia buscas ao corpo de Eliza, um motorista de ônibus denunciou o primo do goleiro como participante do crime. Apreendido, jovem de 17 anos relatou à polícia que a ex-amante de Bruno foi mantida em cativeiro e executada pelo ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos, conhecido como Bola, que a estrangulou e esquartejou seu corpo. Ainda segundo o relato, o ex-policial jogou os restos mortais para seus cães.  No dia 30 de julho, a Polícia de Minas Gerais indiciou todos pelo sequestro e morte de Eliza, sendo que Bruno foi apontado como mandante e executor do crime. No início de dezembro, Bruno e Macarrão foram condenados pelo sequestro e agressão a Eliza, em outubro de 2009, pela Justiça do Rio. O goleiro pegou quatro anos e seis meses de prisão.  Em 17 de dezembro, a Justiça mineira decidiu que Bruno, Macarrão, Sérgio Rosa Sales e Bola seriam levados a júri popular por homicídio triplamente qualificado, sendo que o último responderá também por ocultação de cadáver. Dayanne, Fernanda, Elenilson e Wemerson responderiam por sequestro e cárcere privado.  No dia 19 de novembro de 2012, foi dado início ao julgamento de Bruno, Bola, Macarrão, Dayanne e Fernanda. Dois dias depois, após mudanças na defesa do goleiro, o tribunal decidiu desmembrar o processo.  O júri condenou Macarrão, a 15 anos de prisão, e Fernanda Gomes de Castro, a cinco anos. No dia 8 de março de 2013, Bruno foi condenado a 22 anos e três meses de prisão, dos quais 17 anos e seis meses terão de ser cumpridos em regime fechado. Dayanne Rodrigues do Carmo, ex-mulher do goleiro e acusada de ser cúmplice no crime, foi absolvida. O ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, que é acusado como autor do homicídio, teve o júri marcado para abril de 2013.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/03/08/08brunomelhoresmomentosreusrenatacaldeiratjmg.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Renata Caldeira/TJ-MG/Divulgação" title="Foto: Renata Caldeira/TJ-MG/Divulgação"> <br>Acusado de brigar com outros detentos e dois agentes penitenciários dentro da cadeia, o goleiro Bruno foi julgado nesta segunda-feira, na penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte, e terá que seguir sem trabalhar na lavanderia onde prestava serviços. Além disso, o atleta ainda terá que ficar 30 dias sem banho de sol e visitas....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/03/08/08brunomelhoresmomentosreusrenatacaldeiratjmg.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Caso Bruno]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[MG: candidatos comentam júri do caso Bruno em prova da OAB]]></title>
			<pubDate>Sun, 28 Apr 2013 19:16:50 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/policia/caso-bruno/mg-candidatos-comentam-juri-do-caso-bruno-em-prova-da-oab,73712d2e5025e310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/policia/caso-bruno/mg-candidatos-comentam-juri-do-caso-bruno-em-prova-da-oab,73712d2e5025e310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Os candidatos que fazem neste domingo a primeira fase do Exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB)  na Faculdade Fumec, bairro Cruzeiro, região centro-sul de Belo Horizonte, aproveitaram para analisar o trabalho dos advogados de defesa que trabalharam no caso Bruno, especialmente o defensor do ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola. A estudante Natália Souza, 24 anos, que pretende se especializar em direto penal, faz pela segunda vez o exame. "Espero passar. Não estudei muito, o suficiente", contou. Ela aproveitou para comentar  a conduta do advogado Ércio Quaresma no Caso Bruno, que teve o desfecho neste sábado, com a condenação de Bola a 22 anos de prisão pela execução de Eliza Samudio.  "Júri é minha paixão. O Quaresma tem muita vontade, mas, às vezes, age de forma com que as pessoas que estão do outro lado não gostem. Como profissional ele é ótimo, eu admiro o trabalho dele", disse. Colega da estudante, Débora Oliveira, 24 anos, presta o exame pela terceira vez. Ela contou que não acompanhou o júri do ex-policial porque estava focada em estudar para realizar uma boa prova, mas considerou "satisfatória" a performance da banca formada pelos 12 advogados defensores de Bola, "devido à complexidade do caso". Sobre o exame, Débora disse que reforçou os estudos para não cometer os mesmos erros nos exames passados. "Fiz cursinho, peguei firme na Constituição. Com fé em Deus eu passo", contou. O militar do corpo de Bombeiros, Hebert Dias da Silva, 29 anos, realiza o exame pela quarta vez e garante que desta vez está preparado. "Espero me sair melhor. Tive mais tempo de estudar em casa. Desta vez eu passo, porque da última, não passei nem perto", brincou.  As ruas no entorno da universidade Fumec estavam bastante movimentadas. Os candidatos queriam garantir o lugar cedo em sala. Raiane Guimarães, 22 anos, tenta pela segunda vez passar no exame. A estudante estava bastante compenetrada. "Espero ir bem nessa, fui mal na primeira vez que fiz", disse. Atraso, beijo e superação: candidatos fazem prova da OAB em todo o País Ranking Exame de Ordem&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;lt;a data-cke-saved-href=&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;quot;http://noticias.terra.com.br/educacao/infograficos/ranking-oab/iframe.htm&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;quot; href=&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;quot;http://noticias.terra.com.br/educacao/infograficos/ranking-oab/iframe.htm&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;quot;&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;gt;veja o infogr&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;aacute;fico&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;lt;/a&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;gt; &amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;lt;a data-cke-saved-href=&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;quot;http://noticias.terra.com.br/educacao/infograficos/ranking-oab/iframe.htm&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;quot; href=&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;quot;http://noticias.terra.com.br/educacao/infograficos/ranking-oab/iframe.htm&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;quot;&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;gt;veja o infogr&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;aacute;fico&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;lt;/a&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;gt;]]></content>
			<description><![CDATA[Os candidatos que fazem neste domingo a primeira fase do Exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB)  na Faculdade Fumec, bairro Cruzeiro, região centro-sul de Belo Horizonte, aproveitaram para analisar o trabalho dos advogados de defesa que trabalharam no caso Bruno, especialmente o defensor do ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola....]]></description>
			<category><![CDATA[Caso Bruno]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Promotor considera pena de Bola "justa" e diz que não irá recorrer]]></title>
			<pubDate>Sun, 28 Apr 2013 03:37:28 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/policia/caso-bruno/promotor-considera-pena-de-bola-justa-e-diz-que-nao-ira-recorrer,c3ab86a409e4e310VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/policia/caso-bruno/promotor-considera-pena-de-bola-justa-e-diz-que-nao-ira-recorrer,c3ab86a409e4e310VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O promotor O promotor de Justiça Henry Wagner Vasconcelos Castro do fórum de Contagem (MG), na região metropolitana de Belo Horizonte, disse estar satisfeito com o resultado do julgamento do ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos. Bola, como é conhecido, foi condenado a 22 anos de prisão pela morte e ocultação de cadáver de Eliza Samudio, ex-amante do goleiro Bruno Fernandes, em 2010. O ex-policial foi considerado culpado dos crimes de homicídio duplamente qualificado e ocultação de cadáver. Caso Bruno: onde estão os personagens do crime?  Veja mais de 30 crimes que abalaram o País Veja jogadores que estiveram nas páginas policiais Veja frases marcantes do caso Bruno Veja as Mulheres do caso Bruno Como funciona o Tribunal do Júri Henry Vasconcelos considerou a condenação e a pena de Bola “justa” e afirmou que não vai recorrer da sentença. Segundo o promotor, a maior dificuldade no trabalho da acusação para provar a culpa do réu foi devido ao fato “de não ter o corpo” de Eliza e também do trabalho “tumultuado realizado pelos advogados de defesa”. Condenação de Bola O ex-policial civil foi condenado a 19 anos de detenção em regime fechado pelo homicídio de Eliza e a mais três anos de prisão em regime aberto pela ocultação do cadáver. Além disso, deverá pagar 360 dias-multa. A magistrada decidiu que ele não poderá recorrer em liberdade. A juíza Marixa Fabiane considerou os maus antecedentes do réu para a dosimetria da pena, citando os outros crimes pelos quais Bola é suspeito. "Pela forma como executou a vítima, demonstra que é uma pessoa agressiva e impiedosa (...). Ficou claro o desvio de caráter do réu", afirmou. "Ele praticou crime perfeito (...) Ocultou muito bem o corpo (da vítima)", completou . O caso Bruno Eliza Samudio desapareceu no dia 4 de junho de 2010 após ter saído do Rio de Janeiro para ir a Minas Gerais a convite de Bruno. Vinte dias depois a polícia recebeu denúncias anônimas de que Eliza havia sido espancada por Bruno e dois amigos dele até a morte no sítio de propriedade do jogador, localizado em Esmeraldas, na Grande Belo Horizonte. O filho de Eliza, então com quatro meses, teria sido levado pela mulher de Bruno, Dayanne Rodrigues. O menino foi achado posteriormente na casa de uma adolescente no bairro Liberdade, em Ribeirão das Neves. No dia seguinte, a mulher de Bruno foi presa. Após serem considerados foragidos, o goleiro e seu amigo Luiz Henrique Romão, o Macarrão, acusado de participar do crime, se entregaram à polícia. Pouco depois, Flávio Caetano de Araújo, Wemerson Marques de Souza, o Coxinha Elenilson Vitor da Silva e Sérgio Rosa Sales, outro primo de Bruno, também foram presos por envolvimento no crime. Enquanto a polícia fazia buscas ao corpo de Eliza, um motorista de ônibus denunciou o primo do goleiro como participante do crime. Apreendido, jovem de 17 anos relatou à polícia que a ex-amante de Bruno foi mantida em cativeiro e executada pelo ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos, conhecido como Bola, que a estrangulou e esquartejou seu corpo. Ainda segundo o relato, o ex-policial jogou os restos mortais para seus cães.  No dia 30 de julho, a Polícia de Minas Gerais indiciou todos pelo sequestro e morte de Eliza, sendo que Bruno foi apontado como mandante e executor do crime. No início de dezembro, Bruno e Macarrão foram condenados pelo sequestro e agressão a Eliza, em outubro de 2009, pela Justiça do Rio. O goleiro pegou quatro anos e seis meses de prisão.  Em 17 de dezembro, a Justiça mineira decidiu que Bruno, Macarrão, Sérgio Rosa Sales e Bola seriam levados a júri popular por homicídio triplamente qualificado, sendo que o último responderá também por ocultação de cadáver. Dayanne, Fernanda, Elenilson e Wemerson responderiam por sequestro e cárcere privado.  No dia 19 de novembro de 2012, foi dado início ao julgamento de Bruno, Bola, Macarrão, Dayanne e Fernanda. Dois dias depois, após mudanças na defesa do goleiro, o tribunal decidiu desmembrar o processo.  O júri condenou Macarrão, a 15 anos de prisão, e Fernanda Gomes de Castro, a cinco anos. No dia 8 de março de 2013, Bruno foi condenado a 22 anos e três meses de prisão, dos quais 17 anos e seis meses terão de ser cumpridos em regime fechado. Dayanne Rodrigues do Carmo, ex-mulher do goleiro e acusada de ser cúmplice no crime, foi absolvida. O ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, que é acusado como autor do homicídio, teve o júri marcado para abril de 2013.]]></content>
			<description><![CDATA[O promotor O promotor de Justiça Henry Wagner Vasconcelos Castro do fórum de Contagem (MG), na região metropolitana de Belo Horizonte, disse estar satisfeito com o resultado do julgamento do ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos. Bola, como é conhecido, foi condenado a 22 anos de prisão pela morte e ocultação de cadáver de Eliza Samudio, ex-amante do goleiro Bruno Fernandes, em 2010. O ex-policial foi considerado culpado dos crimes de homicídio duplamente qualificado e ocultação de cadáver....]]></description>
			<category><![CDATA[Caso Bruno]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Advogado entra com recurso no TJ-MG contra condenação de Bola]]></title>
			<pubDate>Sun, 28 Apr 2013 02:46:23 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/policia/caso-bruno/advogado-entra-com-recurso-no-tj-mg-contra-condenacao-de-bola,d7bf7e1ac7e4e310VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/policia/caso-bruno/advogado-entra-com-recurso-no-tj-mg-contra-condenacao-de-bola,d7bf7e1ac7e4e310VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O advogado Ércio Quaresma, que defende o ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, entrou com recurso neste sábado no Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG) contra a condenação de seu cliente pela morte e ocultação de cadáver de Eliza Samudio, ex-amante do goleiro Bruno Fernandes. O defensor protocolou o documento logo após a juíza Marixa Fabiane Rodrigues fazer a leitura da sentença, que condenou o ex-policial a 22 anos de reclusão. O julgamento aconteceu no Fórum de Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte (MG). Caso Bruno: onde estão os personagens do crime?  Veja mais de 30 crimes que abalaram o País Veja jogadores que estiveram nas páginas policiais Veja frases marcantes do caso Bruno Veja as Mulheres do caso Bruno Como funciona o Tribunal do Júri No recurso, Quaresma critica a sentença e pede a nulidade do julgamento. "No crime de ocultação de cadáver, por exemplo, a pena foi máxima. O Bruno pegou um ano e meio", reclamou, lembrando da pena do goleiro, de 22 anos e três meses de prisão, definida em julgamento em março. Segundo a advogado, a juíza Marixa Fabiane também não respeitou algumas determinações do TJ-MG feitas por meio de habeas-corpus, como a exibição integral de vídeos e mais tempo para os advogados de defesa nas alegações finais. Quaresma criticou ainda a postura da imprensa na cobertura do julgamento de Bola. "Vocês (imprensa) têm que repensar este comportamento. Desde o início, houve um pré-julgamento. Houve uma influência monumental disso sobre o resultado aqui hoje", disse. Advogada de mãe de Eliza considera condenção 'satisfatória' A advogada Maria Lúcia Borges, que representa a mãe de Eliza, Sonia de Fátima Moura, considerou a condenação de Bola "satisfatória". "Levo essa notícia satisfatória da condenação para dona Sonia, ate porque Bola não confessou e não revelou onde estão os restos mortais da Eliza", apontou. O caso Bruno Eliza Samudio desapareceu no dia 4 de junho de 2010 após ter saído do Rio de Janeiro para ir a Minas Gerais a convite de Bruno. Vinte dias depois a polícia recebeu denúncias anônimas de que Eliza havia sido espancada por Bruno e dois amigos dele até a morte no sítio de propriedade do jogador, localizado em Esmeraldas, na Grande Belo Horizonte. O filho de Eliza, então com quatro meses, teria sido levado pela mulher de Bruno, Dayanne Rodrigues. O menino foi achado posteriormente na casa de uma adolescente no bairro Liberdade, em Ribeirão das Neves. No dia seguinte, a mulher de Bruno foi presa. Após serem considerados foragidos, o goleiro e seu amigo Luiz Henrique Romão, o Macarrão, acusado de participar do crime, se entregaram à polícia. Pouco depois, Flávio Caetano de Araújo, Wemerson Marques de Souza, o Coxinha Elenilson Vitor da Silva e Sérgio Rosa Sales, outro primo de Bruno, também foram presos por envolvimento no crime. Enquanto a polícia fazia buscas ao corpo de Eliza, um motorista de ônibus denunciou o primo do goleiro como participante do crime. Apreendido, jovem de 17 anos relatou à polícia que a ex-amante de Bruno foi mantida em cativeiro e executada pelo ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos, conhecido como Bola, que a estrangulou e esquartejou seu corpo. Ainda segundo o relato, o ex-policial jogou os restos mortais para seus cães.  No dia 30 de julho, a Polícia de Minas Gerais indiciou todos pelo sequestro e morte de Eliza, sendo que Bruno foi apontado como mandante e executor do crime. No início de dezembro, Bruno e Macarrão foram condenados pelo sequestro e agressão a Eliza, em outubro de 2009, pela Justiça do Rio. O goleiro pegou quatro anos e seis meses de prisão.  Em 17 de dezembro, a Justiça mineira decidiu que Bruno, Macarrão, Sérgio Rosa Sales e Bola seriam levados a júri popular por homicídio triplamente qualificado, sendo que o último responderá também por ocultação de cadáver. Dayanne, Fernanda, Elenilson e Wemerson responderiam por sequestro e cárcere privado.  No dia 19 de novembro de 2012, foi dado início ao julgamento de Bruno, Bola, Macarrão, Dayanne e Fernanda. Dois dias depois, após mudanças na defesa do goleiro, o tribunal decidiu desmembrar o processo.  O júri condenou Macarrão, a 15 anos de prisão, e Fernanda Gomes de Castro, a cinco anos. No dia 8 de março de 2013, Bruno foi condenado a 22 anos e três meses de prisão, dos quais 17 anos e seis meses terão de ser cumpridos em regime fechado. Dayanne Rodrigues do Carmo, ex-mulher do goleiro e acusada de ser cúmplice no crime, foi absolvida. O ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, que é acusado como autor do homicídio, teve o júri marcado para abril de 2013.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/03/08/14brunomelhoresmomentosquaresmarenatacaldeiratjmg.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Renata Caldeira/TJ-MG/Divulgação" title="Foto: Renata Caldeira/TJ-MG/Divulgação"> <br>O advogado Ércio Quaresma, que defende o ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, entrou com recurso neste sábado no Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG) contra a condenação de seu cliente pela morte e ocultação de cadáver de Eliza Samudio, ex-amante do goleiro Bruno Fernandes. O defensor protocolou o documento logo após a juíza Marixa Fabiane Rodrigues fazer a leitura da sentença, que condenou o ex-policial a 22 anos de reclusão. O julgamento aconteceu no Fórum de Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte (MG)....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/03/08/14brunomelhoresmomentosquaresmarenatacaldeiratjmg.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Caso Bruno]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Ex-delegado sobre condenação de Bola: 'um dos maiores criminosos de MG']]></title>
			<pubDate>Sun, 28 Apr 2013 01:28:16 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/policia/caso-bruno/ex-delegado-sobre-condenacao-de-bola-um-dos-maiores-criminosos-de-mg,165e98a353e4e310VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/policia/caso-bruno/ex-delegado-sobre-condenacao-de-bola-um-dos-maiores-criminosos-de-mg,165e98a353e4e310VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O ex-delegado Edson Moreira, vereador pelo PTN em Belo Horizonte (MG), comemorou na noite deste sábado a condenação, no Fórum de Contagem, de Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, pela morte e ocultação do cadáver de Eliza Samudio. "Está sendo jogado na cadeia um dos maiores criminosos de Minas Gerais, definitivamente", disse. O ex-delegado chefiou as investigações do início do caso. Caso Bruno: onde estão os personagens do crime?  Veja mais de 30 crimes que abalaram o País Veja jogadores que estiveram nas páginas policiais Veja frases marcantes do caso Bruno Veja as Mulheres do caso Bruno Como funciona o Tribunal do Júri Na saída do fórum, já ciente do veredito, Moreira afirmou que "a Justiça hoje está sendo feita, principalmente pela brilhante atuação do representante do Ministério Público, o promotor Henry Wagner". O ex-delegado disse que o resultado do julgamento serviu para confirmar o trabalho dos investigadores, e pediu que a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) apure a conduta dos defensores de Bola durante o julgamento. "Em momento algum os defensores estavam preocupados em defender o cliente, estavam preocupados em atacar o Ministério Público e as autoridades policiais. Em todas as fases da investigação e do  processo judicial, ataques foram feitos. Quando a defesa não tem argumentação contra as provas robustas dos autos, ela ataca as autoridades. Com infâmias. Desespero de causa", avaliou.  Edson Moreira terminou dizendo que espera pela denúncia contra o policial aposentado José Lauriano de Assis, o Zezé, que foi investigado pela polícia por envolvimento na morte de Eliza, mas não indiciado. "Como eu disse no depoimento, o Zezé era intermediário nesse crime e, em momento certo, ele responderá" disse, explicando em seguida porque Zezé não foi indiciado em 2010, época das investigações. "As provas naquele momento não eram seguras como eram as dos outros acusados", informou. O caso Bruno Eliza Samudio desapareceu no dia 4 de junho de 2010 após ter saído do Rio de Janeiro para ir a Minas Gerais a convite de Bruno. Vinte dias depois a polícia recebeu denúncias anônimas de que Eliza havia sido espancada por Bruno e dois amigos dele até a morte no sítio de propriedade do jogador, localizado em Esmeraldas, na Grande Belo Horizonte. O filho de Eliza, então com quatro meses, teria sido levado pela mulher de Bruno, Dayanne Rodrigues. O menino foi achado posteriormente na casa de uma adolescente no bairro Liberdade, em Ribeirão das Neves. No dia seguinte, a mulher de Bruno foi presa. Após serem considerados foragidos, o goleiro e seu amigo Luiz Henrique Romão, o Macarrão, acusado de participar do crime, se entregaram à polícia. Pouco depois, Flávio Caetano de Araújo, Wemerson Marques de Souza, o Coxinha Elenilson Vitor da Silva e Sérgio Rosa Sales, outro primo de Bruno, também foram presos por envolvimento no crime. Enquanto a polícia fazia buscas ao corpo de Eliza, um motorista de ônibus denunciou o primo do goleiro como participante do crime. Apreendido, jovem de 17 anos relatou à polícia que a ex-amante de Bruno foi mantida em cativeiro e executada pelo ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos, conhecido como Bola, que a estrangulou e esquartejou seu corpo. Ainda segundo o relato, o ex-policial jogou os restos mortais para seus cães.  No dia 30 de julho, a Polícia de Minas Gerais indiciou todos pelo sequestro e morte de Eliza, sendo que Bruno foi apontado como mandante e executor do crime. No início de dezembro, Bruno e Macarrão foram condenados pelo sequestro e agressão a Eliza, em outubro de 2009, pela Justiça do Rio. O goleiro pegou quatro anos e seis meses de prisão.  Em 17 de dezembro, a Justiça mineira decidiu que Bruno, Macarrão, Sérgio Rosa Sales e Bola seriam levados a júri popular por homicídio triplamente qualificado, sendo que o último responderá também por ocultação de cadáver. Dayanne, Fernanda, Elenilson e Wemerson responderiam por sequestro e cárcere privado.  No dia 19 de novembro de 2012, foi dado início ao julgamento de Bruno, Bola, Macarrão, Dayanne e Fernanda. Dois dias depois, após mudanças na defesa do goleiro, o tribunal decidiu desmembrar o processo.  O júri condenou Macarrão, a 15 anos de prisão, e Fernanda Gomes de Castro, a cinco anos. No dia 8 de março de 2013, Bruno foi condenado a 22 anos e três meses de prisão, dos quais 17 anos e seis meses terão de ser cumpridos em regime fechado. Dayanne Rodrigues do Carmo, ex-mulher do goleiro e acusada de ser cúmplice no crime, foi absolvida. O ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, que é acusado como autor do homicídio, teve o júri marcado para abril de 2013.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/04/24/10julgamentoboladelegadomoreirarenatacaldeiratjmgdiv.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Renata Caldeira / TJMG/Divulgação" title="Foto: Renata Caldeira / TJMG/Divulgação"> <br>O ex-delegado Edson Moreira, vereador pelo PTN em Belo Horizonte (MG), comemorou na noite deste sábado a condenação, no Fórum de Contagem, de Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, pela morte e ocultação do cadáver de Eliza Samudio. "Está sendo jogado na cadeia um dos maiores criminosos de Minas Gerais, definitivamente", disse. O ex-delegado chefiou as investigações do início do caso....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/04/24/10julgamentoboladelegadomoreirarenatacaldeiratjmgdiv.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Caso Bruno]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Bola é condenado a 22 anos por morte e ocultação de cadáver de Eliza]]></title>
			<pubDate>Sun, 28 Apr 2013 00:39:16 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/policia/caso-bruno/bola-e-condenado-a-22-anos-por-morte-e-ocultacao-de-cadaver-de-eliza,90d89d6431e4e310VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/policia/caso-bruno/bola-e-condenado-a-22-anos-por-morte-e-ocultacao-de-cadaver-de-eliza,90d89d6431e4e310VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, foi condenado neste sábado no Fórum de Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte (MG), a 22 anos de prisão pela morte e ocultação de cadáver de Eliza Samudio, ex-amante do goleiro Bruno Fernandes, em 2010. A decisão dos jurados foi lida pela juíza Marixa Fabiane Rodrigues por volta das 22h40. O ex-policial foi considerado culpado dos crimes de homicídio duplamente qualificado e ocultação de cadáver. Ele teve pena semelhante à de Bruno, que foi condenado em março a 22 anos e três meses de reclusão. Caso Bruno: onde estão os personagens do crime?  Veja mais de 30 crimes que abalaram o País Veja jogadores que estiveram nas páginas policiais Veja frases marcantes do caso Bruno Veja as Mulheres do caso Bruno Como funciona o Tribunal do Júri O ex-policial foi condenado a 19 anos de detenção em regime fechado pelo homícidio de Eliza e a mais três anos de prisão em regime aberto pela ocultação do cadáver. Além disso, deverá pagar 360 dias-multa. A magistrada decidiu que ele não poderá recorrer em liberdade. A juíza Marixa Fabiane considerou os maus antecedentes do réu para a dosimetria da pena, citando os outros crimes pelos quais Bola é suspeito. "Pela forma como executou a vítima, demonstra que é uma pessoa agressiva e impiedosa (...). Ficou claro o desvio de caráter do réu", afirmou. "Ele praticou crime perfeito (...) Ocultou muito bem o corpo (da vítima)", completou a magistrada. Bola ouviu a sentença acompanhado do advogado Ércio Quaresma. O outro defensor, Fernando Magalhães, não acompanhou a leitura. O promotor de Justiça Henry Wágner Vasconcelos Castro, bastante sorridente, foi cumprimentado por várias pessoas no salão do tribunal do júri. Os filhos de Bola e a mulher do ex-policial choraram bastante ao saber da decisão dos jurados. O julgamento popular de Bola no Fórum de Contagem foi o mais longo do caso. Durou seis dias e foi marcado por acusações e agressões verbais entre o promotor Henry Wagner e pelo advogado Ércio Quaresma. Castro chegou a chamar Quaresma de "drogado crápula e canalha" em resposta às provocações do defensor, que utilizou frases como "aquele moço garboso" durante todo o júri e, principalmente, na fase de debate entre promotoria e defensores, que aconteceu na tarde deste sábado. Na tréplica, para evitar a condenação do cliente, Quaresma chegou a usar um boneco com aparência semelhante à do promotor de Justiça para pedir que os jurados "não fossem marionetes, como foram os dois conselhos de sentença anteriores", que consideraram culpados Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão, e Bruno. Eles foram condenados a 15 e a 22 anos e 3 meses de prisão, respectivamente.   O caso Bruno Eliza Samudio desapareceu no dia 4 de junho de 2010 após ter saído do Rio de Janeiro para ir a Minas Gerais a convite de Bruno. Vinte dias depois a polícia recebeu denúncias anônimas de que Eliza havia sido espancada por Bruno e dois amigos dele até a morte no sítio de propriedade do jogador, localizado em Esmeraldas, na Grande Belo Horizonte. O filho de Eliza, então com quatro meses, teria sido levado pela mulher de Bruno, Dayanne Rodrigues. O menino foi achado posteriormente na casa de uma adolescente no bairro Liberdade, em Ribeirão das Neves. No dia seguinte, a mulher de Bruno foi presa. Após serem considerados foragidos, o goleiro e seu amigo Luiz Henrique Romão, o Macarrão, acusado de participar do crime, se entregaram à polícia. Pouco depois, Flávio Caetano de Araújo, Wemerson Marques de Souza, o Coxinha Elenilson Vitor da Silva e Sérgio Rosa Sales, outro primo de Bruno, também foram presos por envolvimento no crime. Enquanto a polícia fazia buscas ao corpo de Eliza, um motorista de ônibus denunciou o primo do goleiro como participante do crime. Apreendido, jovem de 17 anos relatou à polícia que a ex-amante de Bruno foi mantida em cativeiro e executada pelo ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos, conhecido como Bola, que a estrangulou e esquartejou seu corpo. Ainda segundo o relato, o ex-policial jogou os restos mortais para seus cães.  No dia 30 de julho, a Polícia de Minas Gerais indiciou todos pelo sequestro e morte de Eliza, sendo que Bruno foi apontado como mandante e executor do crime. No início de dezembro, Bruno e Macarrão foram condenados pelo sequestro e agressão a Eliza, em outubro de 2009, pela Justiça do Rio. O goleiro pegou quatro anos e seis meses de prisão.  Em 17 de dezembro, a Justiça mineira decidiu que Bruno, Macarrão, Sérgio Rosa Sales e Bola seriam levados a júri popular por homicídio triplamente qualificado, sendo que o último responderá também por ocultação de cadáver. Dayanne, Fernanda, Elenilson e Wemerson responderiam por sequestro e cárcere privado.  No dia 19 de novembro de 2012, foi dado início ao julgamento de Bruno, Bola, Macarrão, Dayanne e Fernanda. Dois dias depois, após mudanças na defesa do goleiro, o tribunal decidiu desmembrar o processo.  O júri condenou Macarrão, a 15 anos de prisão, e Fernanda Gomes de Castro, a cinco anos. No dia 8 de março de 2013, Bruno foi condenado a 22 anos e três meses de prisão, dos quais 17 anos e seis meses terão de ser cumpridos em regime fechado. Dayanne Rodrigues do Carmo, ex-mulher do goleiro e acusada de ser cúmplice no crime, foi absolvida. O ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, que é acusado como autor do homicídio, teve o júri marcado para abril de 2013.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/04/27/8683398321d8494962f9b.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Renata Caldeira / TJMG/Divulgação" title="Foto: Renata Caldeira / TJMG/Divulgação"> <br>O ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, foi condenado neste sábado no Fórum de Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte (MG), a 22 anos de prisão pela morte e ocultação de cadáver de Eliza Samudio, ex-amante do goleiro Bruno Fernandes, em 2010. A decisão dos jurados foi lida pela juíza Marixa Fabiane Rodrigues por volta das 22h40. O ex-policial foi considerado culpado dos crimes de homicídio duplamente qualificado e ocultação de cadáver. Ele teve pena semelhante à de Bruno, que foi condenado em março a 22 anos e três meses de reclusão....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/04/27/8683398321d8494962f9b.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Caso Bruno]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Promotor chama advogado de Bola de 'canalha' durante julgamento]]></title>
			<pubDate>Sat, 27 Apr 2013 22:53:01 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/policia/caso-bruno/promotor-chama-advogado-de-bola-de-canalha-durante-julgamento,7897566d7ad4e310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/policia/caso-bruno/promotor-chama-advogado-de-bola-de-canalha-durante-julgamento,7897566d7ad4e310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O promotor de Justiça Henry Wagner Vasconcelos Castro e Ércio Quaresma, advogado do ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, voltaram se atacar durante os debates entre promotoria e defesa no júri popular que acontece no Fórum de Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte. Castro chamou novamente Ércio Quaresma de "canalha" a afirmou que o defensor "não é homem, é um crápula, mentiroso".  O interrogatório de Bola neste sexto dia de julgamento começou às 10h50. Caso Bruno: onde estão os personagens do crime?  Veja mais de 30 crimes que abalaram o País Veja jogadores que estiveram nas páginas policiais Veja frases marcantes do caso Bruno Veja as Mulheres do caso Bruno Como funciona o Tribunal do Júri Castro se referia à estratégia da defesa que tenta desqualificar a tese da acusação, afirmando que não há provas no processo e que "Bola é vítima de armação do delegado Edson Moreira e do Ministério Público", segundo afirmou mais cedo Quaresma, dizendo ironicamente ainda que o promotor seria "aquele moço garboso". "Covarde, canalha, estúpido e vagabundo. Quem não é homem é você, seu crápula", repetiu. "Eu nunca vi drogado ser herói. Eu nunca vi mentiroso crápula ser herói", completou. As declarações aconteceram durante a réplica do promotor, que apresentou aos jurados provas da participação de Bola na morte e ocultação do cadáver de Eliza Samudio, dizendo ainda que a tese da defesa de que o primo de Bruno, Jorge Luiz Lisboa Rosa, se referia a outro policial investigado no caso, José Lauriano de Assis, o Zezé. "O Jorge presenciou, sim. As provas são simplesmete múltiplas, vastas, inúmeras (...) Jorge disse (em novo depoimento para a polícia) que o assassino não era negro e alto. 'Eu menti só para desbaratinar'", citou Castro, lendo o depoimento de Rosa. Após a réplica do promotor será a vez dos defensores de Bola fazerem a tréplica, que durará uma hora. Em seguida os jurados se reúnem para decidir se o réu é ou não culpado pelo crime. A sentença, em caso de condenação, será redigida e lida em plenário pela juíza Marixa Fabiane Lopes Rodrigues. O resultado deverá sair por volta de 21h. O caso Bruno Eliza Samudio desapareceu no dia 4 de junho de 2010 após ter saído do Rio de Janeiro para ir a Minas Gerais a convite de Bruno. Vinte dias depois a polícia recebeu denúncias anônimas de que Eliza havia sido espancada por Bruno e dois amigos dele até a morte no sítio de propriedade do jogador, localizado em Esmeraldas, na Grande Belo Horizonte. O filho de Eliza, então com quatro meses, teria sido levado pela mulher de Bruno, Dayanne Rodrigues. O menino foi achado posteriormente na casa de uma adolescente no bairro Liberdade, em Ribeirão das Neves. No dia seguinte, a mulher de Bruno foi presa. Após serem considerados foragidos, o goleiro e seu amigo Luiz Henrique Romão, o Macarrão, acusado de participar do crime, se entregaram à polícia. Pouco depois, Flávio Caetano de Araújo, Wemerson Marques de Souza, o Coxinha Elenilson Vitor da Silva e Sérgio Rosa Sales, outro primo de Bruno, também foram presos por envolvimento no crime. Enquanto a polícia fazia buscas ao corpo de Eliza, um motorista de ônibus denunciou o primo do goleiro como participante do crime. Apreendido, jovem de 17 anos relatou à polícia que a ex-amante de Bruno foi mantida em cativeiro e executada pelo ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos, conhecido como Bola, que a estrangulou e esquartejou seu corpo. Ainda segundo o relato, o ex-policial jogou os restos mortais para seus cães.  No dia 30 de julho, a Polícia de Minas Gerais indiciou todos pelo sequestro e morte de Eliza, sendo que Bruno foi apontado como mandante e executor do crime. No início de dezembro, Bruno e Macarrão foram condenados pelo sequestro e agressão a Eliza, em outubro de 2009, pela Justiça do Rio. O goleiro pegou quatro anos e seis meses de prisão.  Em 17 de dezembro, a Justiça mineira decidiu que Bruno, Macarrão, Sérgio Rosa Sales e Bola seriam levados a júri popular por homicídio triplamente qualificado, sendo que o último responderá também por ocultação de cadáver. Dayanne, Fernanda, Elenilson e Wemerson responderiam por sequestro e cárcere privado.  No dia 19 de novembro de 2012, foi dado início ao julgamento de Bruno, Bola, Macarrão, Dayanne e Fernanda. Dois dias depois, após mudanças na defesa do goleiro, o tribunal decidiu desmembrar o processo.  O júri condenou Macarrão, a 15 anos de prisão, e Fernanda Gomes de Castro, a cinco anos. No dia 8 de março de 2013, Bruno foi condenado a 22 anos e três meses de prisão, dos quais 17 anos e seis meses terão de ser cumpridos em regime fechado. Dayanne Rodrigues do Carmo, ex-mulher do goleiro e acusada de ser cúmplice no crime, foi absolvida. O ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, que é acusado como autor do homicídio, teve o júri marcado para abril de 2013.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/04/27/8683398321d8494962f9b.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Renata Caldeira / TJMG/Divulgação" title="Foto: Renata Caldeira / TJMG/Divulgação"> <br>O promotor de Justiça Henry Wagner Vasconcelos Castro e Ércio Quaresma, advogado do ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, voltaram se atacar durante os debates entre promotoria e defesa no júri popular que acontece no Fórum de Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte. Castro chamou novamente Ércio Quaresma de "canalha" a afirmou que o defensor "não é homem, é um crápula, mentiroso".  O interrogatório de Bola neste sexto dia de julgamento começou às 10h50....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/04/27/8683398321d8494962f9b.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Caso Bruno]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[MG: júri entra no 6º dia e Bola volta a negar que tenha matado Eliza]]></title>
			<pubDate>Sat, 27 Apr 2013 15:24:45 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/policia/caso-bruno/mg-juri-entra-no-6-dia-e-bola-volta-a-negar-que-tenha-matado-eliza,a372eac821c4e310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/policia/caso-bruno/mg-juri-entra-no-6-dia-e-bola-volta-a-negar-que-tenha-matado-eliza,a372eac821c4e310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O ex-policial Marcos Aparecido dos Santos voltou a negar, na manhã deste sábado, ter matado a ex-amante do goleiro Bruno, Eliza Samudio, e ocultado o corpo ou restos mortais dela. O interrogatório de Bola neste sexto dia de julgamento começou às 10h50. Caso Bruno: onde estão os personagens do crime?  Veja mais de 30 crimes que abalaram o País Veja jogadores que estiveram nas páginas policiais Veja frases marcantes do caso Bruno Veja as Mulheres do caso Bruno Como funciona o Tribunal do Júri Depois de responder perguntas da juíza Marixa Fabiane Lopes Rodrigues, o réu se recusou a responder aos questionamentos feitos pelo promotor de Justiça Henry Wágner Vasconcelos Castro e pela advogada Maria Lúcia Borges, representante da mãe de Eliza, Sônia de Fátima Moura: "Sou vítima de atrocidades", se limitou a dizer. "Sou inocente," completou. O próximo a fazer perguntas a Bola foi o advogado Ércio Quaresma. O depoimento de Bola terminou por volta das 15h30. Em seguida, iniciaram os debates entre promotoria e advogados de defesa. Cada parte tem uma hora e meia para apresentar as alegações aos sete jurados, quatro homens e três mulheres. O primeiro a falar é o promotor Henry, seguido da defesa. Depois, cada parte terá mais uma hora de réplica e tréplica. No início de sua fala, Henry narrou toda a sequência desde o sequestro de Eliza até a morte, na casa de Bola, destacando principalmente as ligações telefônicas entre os acusados, descobertas a partir da quebra do sigilo dos réus; e também os depoimentos das testemunhas. O veredito deverá sair na madrugada de domingo. O caso Bruno Eliza Samudio desapareceu no dia 4 de junho de 2010 após ter saído do Rio de Janeiro para ir a Minas Gerais a convite de Bruno. Vinte dias depois a polícia recebeu denúncias anônimas de que Eliza havia sido espancada por Bruno e dois amigos dele até a morte no sítio de propriedade do jogador, localizado em Esmeraldas, na Grande Belo Horizonte. O filho de Eliza, então com quatro meses, teria sido levado pela mulher de Bruno, Dayanne Rodrigues. O menino foi achado posteriormente na casa de uma adolescente no bairro Liberdade, em Ribeirão das Neves. No dia seguinte, a mulher de Bruno foi presa. Após serem considerados foragidos, o goleiro e seu amigo Luiz Henrique Romão, o Macarrão, acusado de participar do crime, se entregaram à polícia. Pouco depois, Flávio Caetano de Araújo, Wemerson Marques de Souza, o Coxinha Elenilson Vitor da Silva e Sérgio Rosa Sales, outro primo de Bruno, também foram presos por envolvimento no crime. Enquanto a polícia fazia buscas ao corpo de Eliza, um motorista de ônibus denunciou o primo do goleiro como participante do crime. Apreendido, jovem de 17 anos relatou à polícia que a ex-amante de Bruno foi mantida em cativeiro e executada pelo ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos, conhecido como Bola, que a estrangulou e esquartejou seu corpo. Ainda segundo o relato, o ex-policial jogou os restos mortais para seus cães.  No dia 30 de julho, a Polícia de Minas Gerais indiciou todos pelo sequestro e morte de Eliza, sendo que Bruno foi apontado como mandante e executor do crime. No início de dezembro, Bruno e Macarrão foram condenados pelo sequestro e agressão a Eliza, em outubro de 2009, pela Justiça do Rio. O goleiro pegou quatro anos e seis meses de prisão.  Em 17 de dezembro, a Justiça mineira decidiu que Bruno, Macarrão, Sérgio Rosa Sales e Bola seriam levados a júri popular por homicídio triplamente qualificado, sendo que o último responderá também por ocultação de cadáver. Dayanne, Fernanda, Elenilson e Wemerson responderiam por sequestro e cárcere privado.  No dia 19 de novembro de 2012, foi dado início ao julgamento de Bruno, Bola, Macarrão, Dayanne e Fernanda. Dois dias depois, após mudanças na defesa do goleiro, o tribunal decidiu desmembrar o processo.  O júri condenou Macarrão, a 15 anos de prisão, e Fernanda Gomes de Castro, a cinco anos. No dia 8 de março de 2013, Bruno foi condenado a 22 anos e três meses de prisão, dos quais 17 anos e seis meses terão de ser cumpridos em regime fechado. Dayanne Rodrigues do Carmo, ex-mulher do goleiro e acusada de ser cúmplice no crime, foi absolvida. O ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, que é acusado como autor do homicídio, teve o júri marcado para abril de 2013.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/04/27/868481806811bc35acbcb.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Renata Caldeira / TJMG/Divulgação" title="Foto: Renata Caldeira / TJMG/Divulgação"> <br>O ex-policial Marcos Aparecido dos Santos voltou a negar, na manhã deste sábado, ter matado a ex-amante do goleiro Bruno, Eliza Samudio, e ocultado o corpo ou restos mortais dela. O interrogatório de Bola neste sexto dia de julgamento começou às 10h50....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/04/27/868481806811bc35acbcb.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Caso Bruno]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Destituído por mãe de Eliza Samudio, defensor cobra honorários]]></title>
			<pubDate>Sat, 27 Apr 2013 05:58:02 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/policia/caso-bruno/destituido-por-mae-de-eliza-samudio-defensor-cobra-honorarios,846d1243bf94e310VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/policia/caso-bruno/destituido-por-mae-de-eliza-samudio-defensor-cobra-honorarios,846d1243bf94e310VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Chateado com a atitude da mãe de Eliza Samudio, Sônia de Fátima, o destituído assistente da acusação, José Arteiro, esbravejou bastante na porta do fórum de Contagem (MG), na região metropolitana de Belo Horizonte, onde o ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, é julgado nesta semana. O defensor, muito nervoso, inclusive cobrou através da imprensa, honorários para sua ex-cliente. Caso Bruno: onde estão os personagens do crime?  Veja mais de 30 crimes que abalaram o País Veja jogadores que estiveram nas páginas policiais Veja frases marcantes do caso Bruno Veja as Mulheres do caso Bruno Como funciona o Tribunal do Júri “Ele me deve. Eu não trabalho de graça para ninguém, quero meu dinheiro. Não sou defensor público e nem sou pago pelo Estado”, disse Arteiro, muito nervoso. Ainda irritado, o sempre polêmico Arteiro deixou claro que não se arrepende de ter criticado o Ministério Público por não ter denunciado o policial José Laureano, que é alvo de uma investigação sigilosa sobre o caso. Ele não acredita, no entanto, que a atitude de Sônia de Fátima tenha partido deste episódio. O caso Bruno Eliza Samudio desapareceu no dia 4 de junho de 2010 após ter saído do Rio de Janeiro para ir a Minas Gerais a convite de Bruno. Vinte dias depois a polícia recebeu denúncias anônimas de que Eliza havia sido espancada por Bruno e dois amigos dele até a morte no sítio de propriedade do jogador, localizado em Esmeraldas, na Grande Belo Horizonte. O filho de Eliza, então com quatro meses, teria sido levado pela mulher de Bruno, Dayanne Rodrigues. O menino foi achado posteriormente na casa de uma adolescente no bairro Liberdade, em Ribeirão das Neves. No dia seguinte, a mulher de Bruno foi presa. Após serem considerados foragidos, o goleiro e seu amigo Luiz Henrique Romão, o Macarrão, acusado de participar do crime, se entregaram à polícia. Pouco depois, Flávio Caetano de Araújo, Wemerson Marques de Souza, o Coxinha Elenilson Vitor da Silva e Sérgio Rosa Sales, outro primo de Bruno, também foram presos por envolvimento no crime. Enquanto a polícia fazia buscas ao corpo de Eliza, um motorista de ônibus denunciou o primo do goleiro como participante do crime. Apreendido, jovem de 17 anos relatou à polícia que a ex-amante de Bruno foi mantida em cativeiro e executada pelo ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos, conhecido como Bola, que a estrangulou e esquartejou seu corpo. Ainda segundo o relato, o ex-policial jogou os restos mortais para seus cães.  No dia 30 de julho, a Polícia de Minas Gerais indiciou todos pelo sequestro e morte de Eliza, sendo que Bruno foi apontado como mandante e executor do crime. No início de dezembro, Bruno e Macarrão foram condenados pelo sequestro e agressão a Eliza, em outubro de 2009, pela Justiça do Rio. O goleiro pegou quatro anos e seis meses de prisão.  Em 17 de dezembro, a Justiça mineira decidiu que Bruno, Macarrão, Sérgio Rosa Sales e Bola seriam levados a júri popular por homicídio triplamente qualificado, sendo que o último responderá também por ocultação de cadáver. Dayanne, Fernanda, Elenilson e Wemerson responderiam por sequestro e cárcere privado.  No dia 19 de novembro de 2012, foi dado início ao julgamento de Bruno, Bola, Macarrão, Dayanne e Fernanda. Dois dias depois, após mudanças na defesa do goleiro, o tribunal decidiu desmembrar o processo.  O júri condenou Macarrão, a 15 anos de prisão, e Fernanda Gomes de Castro, a cinco anos. No dia 8 de março de 2013, Bruno foi condenado a 22 anos e três meses de prisão, dos quais 17 anos e seis meses terão de ser cumpridos em regime fechado. Dayanne Rodrigues do Carmo, ex-mulher do goleiro e acusada de ser cúmplice no crime, foi absolvida. O ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, que é acusado como autor do homicídio, teve o júri marcado para abril de 2013.]]></content>
			<description><![CDATA[Chateado com a atitude da mãe de Eliza Samudio, Sônia de Fátima, o destituído assistente da acusação, José Arteiro, esbravejou bastante na porta do fórum de Contagem (MG), na região metropolitana de Belo Horizonte, onde o ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, é julgado nesta semana. O defensor, muito nervoso, inclusive cobrou através da imprensa, honorários para sua ex-cliente....]]></description>
			<category><![CDATA[Caso Bruno]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[MG: em interrogatório, Bola diz que não matou Eliza Samudio]]></title>
			<pubDate>Sat, 27 Apr 2013 05:20:32 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/policia/caso-bruno/mg-em-interrogatorio-bola-diz-que-nao-matou-eliza-samudio,cd0fd9c44e94e310VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA[Encerrou por volta das 01h30 da madrugada deste sábado a primeira parte do interrogatório do ex-policial civil, Marcos Aparecido dos Santos, que é julgado no fórum de Contagem (MG), na região metropolitana de Belo Horizonte. O réu conhecido como Bola negou ter matado e escondido o corpo da ex-modelo Eliza Samudio. Ele é acusado de matar, esquartejar e sumir com o corpo da ex-amante do goleiro Bruno que foi condenado a 22 anos de prisão. Os trabalhos retornam às 10h deste sábado. Caso Bruno: onde estão os personagens do crime?  Veja mais de 30 crimes que abalaram o País Veja jogadores que estiveram nas páginas policiais Veja frases marcantes do caso Bruno Veja as Mulheres do caso Bruno Como funciona o Tribunal do Júri Bola falou por quase duas horas no plenário. Aparentando muito cansaço, ele pediu para seguir com o depoimento em outro momento, pois estava “debilitado”. O ex-policial explicou para a juíza e os jurados que não conhecia o goleiro Bruno. Porém, disse que teve contado com Macarrão por duas vezes, mas era para discutir sobre futebol e tentar um time para seu filho. O réu disse ainda qual é sua relação com outras duas figuras importantes deste processo: primeiramente seu advogado de defesa, Ércio Quaresma, que tem amizade por mais de 20 anos, e o delegado Edson Moreira, seu inimigo declarado. Sobre os problemas com o ex-delegado e hoje vereador de Belo Horizonte, Bola disse que já negou torturar uma pessoa quando foi mandado por Moreira. Ele ainda deixou claro que o antigo chefe do departamento de investigações é arrogante. Arteiro destituído Por volta de uma hora da madrugada deste sábado, a juíza Marixa Fabiane recebeu um documento onde a mãe de Eliza Samudio, Sônia de Fátima, destituiu o polêmico advogado José Arteiro e Adinan Quintão Linhares, ambos assistentes da acusação. Agora somente a defensora Maria Lúcia Borges segue na defesa dos interesses da família da vítima. Os motivos não foram explicados. O caso Bruno Eliza Samudio desapareceu no dia 4 de junho de 2010 após ter saído do Rio de Janeiro para ir a Minas Gerais a convite de Bruno. Vinte dias depois a polícia recebeu denúncias anônimas de que Eliza havia sido espancada por Bruno e dois amigos dele até a morte no sítio de propriedade do jogador, localizado em Esmeraldas, na Grande Belo Horizonte. O filho de Eliza, então com quatro meses, teria sido levado pela mulher de Bruno, Dayanne Rodrigues. O menino foi achado posteriormente na casa de uma adolescente no bairro Liberdade, em Ribeirão das Neves. No dia seguinte, a mulher de Bruno foi presa. Após serem considerados foragidos, o goleiro e seu amigo Luiz Henrique Romão, o Macarrão, acusado de participar do crime, se entregaram à polícia. Pouco depois, Flávio Caetano de Araújo, Wemerson Marques de Souza, o Coxinha Elenilson Vitor da Silva e Sérgio Rosa Sales, outro primo de Bruno, também foram presos por envolvimento no crime. Enquanto a polícia fazia buscas ao corpo de Eliza, um motorista de ônibus denunciou o primo do goleiro como participante do crime. Apreendido, jovem de 17 anos relatou à polícia que a ex-amante de Bruno foi mantida em cativeiro e executada pelo ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos, conhecido como Bola, que a estrangulou e esquartejou seu corpo. Ainda segundo o relato, o ex-policial jogou os restos mortais para seus cães.  No dia 30 de julho, a Polícia de Minas Gerais indiciou todos pelo sequestro e morte de Eliza, sendo que Bruno foi apontado como mandante e executor do crime. No início de dezembro, Bruno e Macarrão foram condenados pelo sequestro e agressão a Eliza, em outubro de 2009, pela Justiça do Rio. O goleiro pegou quatro anos e seis meses de prisão.  Em 17 de dezembro, a Justiça mineira decidiu que Bruno, Macarrão, Sérgio Rosa Sales e Bola seriam levados a júri popular por homicídio triplamente qualificado, sendo que o último responderá também por ocultação de cadáver. Dayanne, Fernanda, Elenilson e Wemerson responderiam por sequestro e cárcere privado.  No dia 19 de novembro de 2012, foi dado início ao julgamento de Bruno, Bola, Macarrão, Dayanne e Fernanda. Dois dias depois, após mudanças na defesa do goleiro, o tribunal decidiu desmembrar o processo.  O júri condenou Macarrão, a 15 anos de prisão, e Fernanda Gomes de Castro, a cinco anos. No dia 8 de março de 2013, Bruno foi condenado a 22 anos e três meses de prisão, dos quais 17 anos e seis meses terão de ser cumpridos em regime fechado. Dayanne Rodrigues do Carmo, ex-mulher do goleiro e acusada de ser cúmplice no crime, foi absolvida. O ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, que é acusado como autor do homicídio, teve o júri marcado para abril de 2013.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/04/27/8683398321d8494962f9b.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Renata Caldeira / TJMG/Divulgação" title="Foto: Renata Caldeira / TJMG/Divulgação"> <br>Encerrou por volta das 01h30 da madrugada deste sábado a primeira parte do interrogatório do ex-policial civil, Marcos Aparecido dos Santos, que é julgado no fórum de Contagem (MG), na região metropolitana de Belo Horizonte. O réu conhecido como Bola negou ter matado e escondido o corpo da ex-modelo Eliza Samudio. Ele é acusado de matar, esquartejar e sumir com o corpo da ex-amante do goleiro Bruno que foi condenado a 22 anos de prisão. Os trabalhos retornam às 10h deste sábado....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/04/27/8683398321d8494962f9b.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Caso Bruno]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Julgamento se estende e Bola é interrogado na madrugada deste sábado]]></title>
			<pubDate>Sat, 27 Apr 2013 03:43:31 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/policia/caso-bruno/julgamento-se-estende-e-bola-e-interrogado-na-madrugada-deste-sabado,3040164d9894e310VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA[O julgamento do ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos entra em uma fase importante. O réu, conhecido como Bola, começa a ser ouvido nesta madrugada de sábado no Fórum de Contagem (MG), na região metropolitana de Belo Horizonte. Ele é acusado de matar, esquartejar e sumir com o copo de Eliza Samudio, ex-amante do goleiro Bruno Fernandes, que já foi condenado a 22 anos de prisão. Caso Bruno: onde estão os personagens do crime?  Veja mais de 30 crimes que abalaram o País Veja jogadores que estiveram nas páginas policiais Veja frases marcantes do caso Bruno Veja as Mulheres do caso Bruno Como funciona o Tribunal do Júri A sexta-feira, quinto dia do júri de Bola, foi reservada para leitura das peças do processo. Durante a maior parte do dia, foi lido para os jurados vários depoimentos sobre o caso. No total foram, três mil páginas somente da defesa, no entanto, nem todas foram lidas. Essa parte foi cansativa e os jurados em vários momentos ficaram dispersos. Durante a leitura dos depoimentos, o réu Marcos Aparecido dos Santos chorou bastante, principalmente quando citava seus familiares e seus cães. Após as peças, já durante à noite, iniciou-se a execução de vídeos tanto da promotoria, quanto da defesa. O caso Bruno Eliza Samudio desapareceu no dia 4 de junho de 2010 após ter saído do Rio de Janeiro para ir a Minas Gerais a convite de Bruno. Vinte dias depois a polícia recebeu denúncias anônimas de que Eliza havia sido espancada por Bruno e dois amigos dele até a morte no sítio de propriedade do jogador, localizado em Esmeraldas, na Grande Belo Horizonte. O filho de Eliza, então com quatro meses, teria sido levado pela mulher de Bruno, Dayanne Rodrigues. O menino foi achado posteriormente na casa de uma adolescente no bairro Liberdade, em Ribeirão das Neves. No dia seguinte, a mulher de Bruno foi presa. Após serem considerados foragidos, o goleiro e seu amigo Luiz Henrique Romão, o Macarrão, acusado de participar do crime, se entregaram à polícia. Pouco depois, Flávio Caetano de Araújo, Wemerson Marques de Souza, o Coxinha Elenilson Vitor da Silva e Sérgio Rosa Sales, outro primo de Bruno, também foram presos por envolvimento no crime. Enquanto a polícia fazia buscas ao corpo de Eliza, um motorista de ônibus denunciou o primo do goleiro como participante do crime. Apreendido, jovem de 17 anos relatou à polícia que a ex-amante de Bruno foi mantida em cativeiro e executada pelo ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos, conhecido como Bola, que a estrangulou e esquartejou seu corpo. Ainda segundo o relato, o ex-policial jogou os restos mortais para seus cães.  No dia 30 de julho, a Polícia de Minas Gerais indiciou todos pelo sequestro e morte de Eliza, sendo que Bruno foi apontado como mandante e executor do crime. No início de dezembro, Bruno e Macarrão foram condenados pelo sequestro e agressão a Eliza, em outubro de 2009, pela Justiça do Rio. O goleiro pegou quatro anos e seis meses de prisão.  Em 17 de dezembro, a Justiça mineira decidiu que Bruno, Macarrão, Sérgio Rosa Sales e Bola seriam levados a júri popular por homicídio triplamente qualificado, sendo que o último responderá também por ocultação de cadáver. Dayanne, Fernanda, Elenilson e Wemerson responderiam por sequestro e cárcere privado.  No dia 19 de novembro de 2012, foi dado início ao julgamento de Bruno, Bola, Macarrão, Dayanne e Fernanda. Dois dias depois, após mudanças na defesa do goleiro, o tribunal decidiu desmembrar o processo.  O júri condenou Macarrão, a 15 anos de prisão, e Fernanda Gomes de Castro, a cinco anos. No dia 8 de março de 2013, Bruno foi condenado a 22 anos e três meses de prisão, dos quais 17 anos e seis meses terão de ser cumpridos em regime fechado. Dayanne Rodrigues do Carmo, ex-mulher do goleiro e acusada de ser cúmplice no crime, foi absolvida. O ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, que é acusado como autor do homicídio, teve o júri marcado para abril de 2013.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/04/26/01mgjulgamentobolachegandoforumcristianemattosfut.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Cristiane Mattos/Futura Press" title="Foto: Cristiane Mattos/Futura Press"> <br>O julgamento do ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos entra em uma fase importante. O réu, conhecido como Bola, começa a ser ouvido nesta madrugada de sábado no Fórum de Contagem (MG), na região metropolitana de Belo Horizonte. Ele é acusado de matar, esquartejar e sumir com o copo de Eliza Samudio, ex-amante do goleiro Bruno Fernandes, que já foi condenado a 22 anos de prisão....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/04/26/01mgjulgamentobolachegandoforumcristianemattosfut.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Caso Bruno]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[MG: 5º dia do júri de Bola será de leitura de 3 mil páginas do processo]]></title>
			<pubDate>Fri, 26 Apr 2013 13:28:52 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/policia/caso-bruno/mg-5-dia-do-juri-de-bola-sera-de-leitura-de-3-mil-paginas-do-processo,953907875864e310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/policia/caso-bruno/mg-5-dia-do-juri-de-bola-sera-de-leitura-de-3-mil-paginas-do-processo,953907875864e310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O quinto dia de julgamento do ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, no Fórum de Contagem (MG), na região metropolitana de Belo Horizonte, é reservado para a leitura de peças do processo, de acordo com o pedido solicitado pelos advogados de defesa do réu. Segundo o Tribunal de Justiça, serão lidas mais de 3 mil páginas e exibidos vídeos reportagens sobre o caso. Os jurados receberam cópias das peças, que começaram a ser lidas às 9h30. Caso Bruno: onde estão os personagens do crime?  Veja mais de 30 crimes que abalaram o País Veja jogadores que estiveram nas páginas policiais Veja frases marcantes do caso Bruno Veja as Mulheres do caso Bruno Como funciona o Tribunal do Júri Com a fase de leitura, principalmente de depoimentos, e exibição de vídeos, o julgamento de Bola deverá terminar somente no sábado. Na fase seguinte Bola prestará depoimento e, somente depois, acontecerão os debates entre o promotor de Justiça Henry Wagner Vasconcelos Castro e os doze advogados de defesa do ex-policial. Nesta quinta-feira terminou o depoimento do ex-delegado Edson Moreira, que chefiou as investigações da morte de Eliza Samudio, ex-amante do goleiro Bruno. A oitiva de Moreira durou mais de 15 horas e foi marcada por bate-boca entre promotor, testemunha e advogados, principalmente Ércio Quaresma, que chegou a ter a palavra cassada pela juíza Marixa Fabiane Lopes Rodrigues. Quaresma e o promotor ainda chegaram a se ofender durante uma discussão, chamando um ao outro de "canalha". O caso Bruno Eliza Samudio desapareceu no dia 4 de junho de 2010 após ter saído do Rio de Janeiro para ir a Minas Gerais a convite de Bruno. Vinte dias depois a polícia recebeu denúncias anônimas de que Eliza havia sido espancada por Bruno e dois amigos dele até a morte no sítio de propriedade do jogador, localizado em Esmeraldas, na Grande Belo Horizonte. O filho de Eliza, então com quatro meses, teria sido levado pela mulher de Bruno, Dayanne Rodrigues. O menino foi achado posteriormente na casa de uma adolescente no bairro Liberdade, em Ribeirão das Neves. No dia seguinte, a mulher de Bruno foi presa. Após serem considerados foragidos, o goleiro e seu amigo Luiz Henrique Romão, o Macarrão, acusado de participar do crime, se entregaram à polícia. Pouco depois, Flávio Caetano de Araújo, Wemerson Marques de Souza, o Coxinha Elenilson Vitor da Silva e Sérgio Rosa Sales, outro primo de Bruno, também foram presos por envolvimento no crime. Enquanto a polícia fazia buscas ao corpo de Eliza, um motorista de ônibus denunciou o primo do goleiro como participante do crime. Apreendido, jovem de 17 anos relatou à polícia que a ex-amante de Bruno foi mantida em cativeiro e executada pelo ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos, conhecido como Bola, que a estrangulou e esquartejou seu corpo. Ainda segundo o relato, o ex-policial jogou os restos mortais para seus cães.  No dia 30 de julho, a Polícia de Minas Gerais indiciou todos pelo sequestro e morte de Eliza, sendo que Bruno foi apontado como mandante e executor do crime. No início de dezembro, Bruno e Macarrão foram condenados pelo sequestro e agressão a Eliza, em outubro de 2009, pela Justiça do Rio. O goleiro pegou quatro anos e seis meses de prisão.  Em 17 de dezembro, a Justiça mineira decidiu que Bruno, Macarrão, Sérgio Rosa Sales e Bola seriam levados a júri popular por homicídio triplamente qualificado, sendo que o último responderá também por ocultação de cadáver. Dayanne, Fernanda, Elenilson e Wemerson responderiam por sequestro e cárcere privado.  No dia 19 de novembro de 2012, foi dado início ao julgamento de Bruno, Bola, Macarrão, Dayanne e Fernanda. Dois dias depois, após mudanças na defesa do goleiro, o tribunal decidiu desmembrar o processo.  O júri condenou Macarrão, a 15 anos de prisão, e Fernanda Gomes de Castro, a cinco anos. No dia 8 de março de 2013, Bruno foi condenado a 22 anos e três meses de prisão, dos quais 17 anos e seis meses terão de ser cumpridos em regime fechado. Dayanne Rodrigues do Carmo, ex-mulher do goleiro e acusada de ser cúmplice no crime, foi absolvida. O ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, que é acusado como autor do homicídio, teve o júri marcado para abril de 2013.  ]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/04/26/01mgjulgamentobolachegandoforumcristianemattosfut.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Cristiane Mattos/Futura Press" title="Foto: Cristiane Mattos/Futura Press"> <br>O quinto dia de julgamento do ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, no Fórum de Contagem (MG), na região metropolitana de Belo Horizonte, é reservado para a leitura de peças do processo, de acordo com o pedido solicitado pelos advogados de defesa do réu. Segundo o Tribunal de Justiça, serão lidas mais de 3 mil páginas e exibidos vídeos reportagens sobre o caso. Os jurados receberam cópias das peças, que começaram a ser lidas às 9h30....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/04/26/01mgjulgamentobolachegandoforumcristianemattosfut.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Caso Bruno]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Advogado de Bruno diz que pretende mudar goleiro de penitenciária]]></title>
			<pubDate>Fri, 26 Apr 2013 00:22:13 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/policia/caso-bruno/advogado-de-bruno-diz-que-pretende-mudar-goleiro-de-penitenciaria,d443c5d21a34e310VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/policia/caso-bruno/advogado-de-bruno-diz-que-pretende-mudar-goleiro-de-penitenciaria,d443c5d21a34e310VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O advogado do goleiro Bruno, Lúcio Adolfo, afirmou no início da noite desta quinta-feira, no fórum de Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte - onde o ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, é julgado nesta semana -, que pretende entrar com um pedido para tentar tirar seu cliente da penitenciária Nelson Hungria. Segundo o defensor, a justificativa para o pedido está nas últimas confusões em que o arqueiro teria se enevolvido no centro prisional e com isso está proibido de trabalhar. Caso Bruno: onde estão os personagens do crime?  Veja mais de 30 crimes que abalaram o País Veja jogadores que estiveram nas páginas policiais Veja frases marcantes do caso Bruno Veja as Mulheres do caso Bruno Como funciona o Tribunal do Júri “Primeiro eu vou aguardar o pedido no STF para ele poder trabalhar, esse habeas-corpus será julgado no dia 7 de maio. Se eu não conseguir, vou esperar o Conselho Disciplinar da Penitenciária Nelson Hungria julgar o caso, para ele poder trabalhar lá dentro. Se tudo não der certo, aí sim, eu vou em busca de mudar ele de local para cumprir a pena”, argumentou.   Adolfo explicou que busca agora que Bruno trabalhe para reduzir sua pena. “Minha estratégia é simples: quero que ele trabalhe. Eu não quero que soltem o Bruno, quero que liberem para o trabalho. Com isso ele reduz a pena”, disse. Atestado de óbito O criminalista Lúcio Adolfo explicou também, em conversa com a imprensa, que entrou com um pedido contra a certidão de óbito, expedida em janeiro, onde a juíza Marixa Fabiane confirmou a morte de Eliza Samudio por estrangulamento. De acordo com o defensor, o documento lhe tirou possibilidades durante o julgamento. “Quando a juíza mandou expedir o atestado fiz uma apelação, recorri. Aquilo não era justo, porque eu ia para um julgamento onde as respostas já estavam dadas, se a Eliza estava morta e como ela foi morta. Juíza criminal não pode decidir sobre cível e muito menos da comarca de Contagem expedir certidão em Vespasiano”, finalizou. O caso Bruno Eliza Samudio desapareceu no dia 4 de junho de 2010 após ter saído do Rio de Janeiro para ir a Minas Gerais a convite de Bruno. Vinte dias depois a polícia recebeu denúncias anônimas de que Eliza havia sido espancada por Bruno e dois amigos dele até a morte no sítio de propriedade do jogador, localizado em Esmeraldas, na Grande Belo Horizonte. O filho de Eliza, então com quatro meses, teria sido levado pela mulher de Bruno, Dayanne Rodrigues. O menino foi achado posteriormente na casa de uma adolescente no bairro Liberdade, em Ribeirão das Neves. No dia seguinte, a mulher de Bruno foi presa. Após serem considerados foragidos, o goleiro e seu amigo Luiz Henrique Romão, o Macarrão, acusado de participar do crime, se entregaram à polícia. Pouco depois, Flávio Caetano de Araújo, Wemerson Marques de Souza, o Coxinha Elenilson Vitor da Silva e Sérgio Rosa Sales, outro primo de Bruno, também foram presos por envolvimento no crime. Enquanto a polícia fazia buscas ao corpo de Eliza, um motorista de ônibus denunciou o primo do goleiro como participante do crime. Apreendido, jovem de 17 anos relatou à polícia que a ex-amante de Bruno foi mantida em cativeiro e executada pelo ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos, conhecido como Bola, que a estrangulou e esquartejou seu corpo. Ainda segundo o relato, o ex-policial jogou os restos mortais para seus cães.  No dia 30 de julho, a Polícia de Minas Gerais indiciou todos pelo sequestro e morte de Eliza, sendo que Bruno foi apontado como mandante e executor do crime. No início de dezembro, Bruno e Macarrão foram condenados pelo sequestro e agressão a Eliza, em outubro de 2009, pela Justiça do Rio. O goleiro pegou quatro anos e seis meses de prisão.  Em 17 de dezembro, a Justiça mineira decidiu que Bruno, Macarrão, Sérgio Rosa Sales e Bola seriam levados a júri popular por homicídio triplamente qualificado, sendo que o último responderá também por ocultação de cadáver. Dayanne, Fernanda, Elenilson e Wemerson responderiam por sequestro e cárcere privado.  No dia 19 de novembro de 2012, foi dado início ao julgamento de Bruno, Bola, Macarrão, Dayanne e Fernanda. Dois dias depois, após mudanças na defesa do goleiro, o tribunal decidiu desmembrar o processo.  O júri condenou Macarrão, a 15 anos de prisão, e Fernanda Gomes de Castro, a cinco anos. No dia 8 de março de 2013, Bruno foi condenado a 22 anos e três meses de prisão, dos quais 17 anos e seis meses terão de ser cumpridos em regime fechado. Dayanne Rodrigues do Carmo, ex-mulher do goleiro e acusada de ser cúmplice no crime, foi absolvida. O ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, que é acusado como autor do homicídio, teve o júri marcado para abril de 2013.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/03/08/06brunomelhoresmomentosadvogadobrunomarceloalberttjmg.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Marcelo Albert/TJ-MG/Divulgação" title="Foto: Marcelo Albert/TJ-MG/Divulgação"> <br>O advogado do goleiro Bruno, Lúcio Adolfo, afirmou no início da noite desta quinta-feira, no fórum de Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte - onde o ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, é julgado nesta semana -, que pretende entrar com um pedido para tentar tirar seu cliente da penitenciária Nelson Hungria. Segundo o defensor, a justificativa para o pedido está nas últimas confusões em que o arqueiro teria se enevolvido no centro prisional e com isso está proibido de trabalhar....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/03/08/06brunomelhoresmomentosadvogadobrunomarceloalberttjmg.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Caso Bruno]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Depoimento de delegado em julgamento de Bola termina após 15 horas]]></title>
			<pubDate>Thu, 25 Apr 2013 22:21:29 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/policia/caso-bruno/depoimento-de-delegado-em-julgamento-de-bola-termina-apos-15-horas,d4b18f8b5434e310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/policia/caso-bruno/depoimento-de-delegado-em-julgamento-de-bola-termina-apos-15-horas,d4b18f8b5434e310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Após mais de 15 horas respondendo a questionamentos, o delegado Edson Moreira encerrou seu depoimento por volta das 19h no Fórum de Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte (MG), no julgamento do ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola. O réu é acusado de ser o executor da modelo Eliza Samudio, ex-amante do goleiro Bruno de Souza. Iniciado ainda na noite de quarta-feira, o depoimento de Moreira foi interrompido e retomado hoje. Ao término da oitiva de Moreira, a juíza Marixa Fabiane suspendeu o julgamento, que prosseguirá na manhã de sexta-feira. Caso Bruno: onde estão os personagens do crime?  Veja mais de 30 crimes que abalaram o País Veja jogadores que estiveram nas páginas policiais Veja frases marcantes do caso Bruno Veja as Mulheres do caso Bruno Como funciona o Tribunal do Júri Durante os dois dias, as táticas estavam bem definidas. A defesa buscava desqualificar o trabalho feito pela Polícia Civil de Minas Gerais, na época dos fatos. Durante todo o tempo em que teve a palavra, o advogado Ércio Quaresma, que defende Bola, tentou mostrar para os jurados as falhas no inquérito. Em um dos momentos mais fortes do depoimento, Edson Moreira rebateu uma das teses utilizadas pela defesa desde o início do caso: a falta de sangue na casa de Bola. Para isso, o delegado - que hoje é vereador de Belo Horizonte pelo PTN - explicou que o réu não esquartejou Eliza em sua casa. Ele ainda deixou claro que a história da entrega da mão de Eliza para que os cachorros comessem, como foi relatado por Jorge Luiz, primo de Bruno, no início do caso, foi uma "ilusão" criada pelo ex-policial para confundir as testemunhas e deixá-las em descrédito caso fossem investigadas. Já o promotor Henry Vasconcelos entrou nos detalhes da investigação. Com isso, o depoente ficou até o início da noite respondendoo aos questionamentos de defesa e acusação. Brigas O dia foi marcado também pelas brigas no plenário. O primeiro desentendimento foi entre Ércio Quaresma e Moreira. Durante as perguntas, o advogado deu a entender que o delegado teria pedido uma quantia em dinheiro para Bruno, na época das investigações. "O senhor me respeite. Já vi você falando na imprensa que eu teria pedido dinheiro para o Bruno, então você prova", disse Moreira, se mostrando nervoso. Pouco depois, após um intervalo, o defensor de Bola pediu perdão e seguiu seu trabalho. No entanto, a maior discussão aconteceu entre Quaresma e o promotor Henry Vasconcelos. A primeira delas foi quando eles começaram a trocar farpas e ofensas. "O senhor é canalha. Você é um canalha e eu vou provar", disse o advogado de defesa para o promotor Henry Vasconcelos, que rebateu: "Canalha é você. Me respeite. Você fez uma afirmação mentirosa e canalha", gritou. Tudo se acalmou somente com a intervenção da juíza Marixa Fabiane. O caso Bruno Eliza Samudio desapareceu no dia 4 de junho de 2010 após ter saído do Rio de Janeiro para ir a Minas Gerais a convite de Bruno. Vinte dias depois a polícia recebeu denúncias anônimas de que Eliza havia sido espancada por Bruno e dois amigos dele até a morte no sítio de propriedade do jogador, localizado em Esmeraldas, na Grande Belo Horizonte. O filho de Eliza, então com quatro meses, teria sido levado pela mulher de Bruno, Dayanne Rodrigues. O menino foi achado posteriormente na casa de uma adolescente no bairro Liberdade, em Ribeirão das Neves. No dia seguinte, a mulher de Bruno foi presa. Após serem considerados foragidos, o goleiro e seu amigo Luiz Henrique Romão, o Macarrão, acusado de participar do crime, se entregaram à polícia. Pouco depois, Flávio Caetano de Araújo, Wemerson Marques de Souza, o Coxinha Elenilson Vitor da Silva e Sérgio Rosa Sales, outro primo de Bruno, também foram presos por envolvimento no crime. Enquanto a polícia fazia buscas ao corpo de Eliza, um motorista de ônibus denunciou o primo do goleiro como participante do crime. Apreendido, jovem de 17 anos relatou à polícia que a ex-amante de Bruno foi mantida em cativeiro e executada pelo ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos, conhecido como Bola, que a estrangulou e esquartejou seu corpo. Ainda segundo o relato, o ex-policial jogou os restos mortais para seus cães.  No dia 30 de julho, a Polícia de Minas Gerais indiciou todos pelo sequestro e morte de Eliza, sendo que Bruno foi apontado como mandante e executor do crime. No início de dezembro, Bruno e Macarrão foram condenados pelo sequestro e agressão a Eliza, em outubro de 2009, pela Justiça do Rio. O goleiro pegou quatro anos e seis meses de prisão.  Em 17 de dezembro, a Justiça mineira decidiu que Bruno, Macarrão, Sérgio Rosa Sales e Bola seriam levados a júri popular por homicídio triplamente qualificado, sendo que o último responderá também por ocultação de cadáver. Dayanne, Fernanda, Elenilson e Wemerson responderiam por sequestro e cárcere privado.  No dia 19 de novembro de 2012, foi dado início ao julgamento de Bruno, Bola, Macarrão, Dayanne e Fernanda. Dois dias depois, após mudanças na defesa do goleiro, o tribunal decidiu desmembrar o processo.  O júri condenou Macarrão, a 15 anos de prisão, e Fernanda Gomes de Castro, a cinco anos. No dia 8 de março de 2013, Bruno foi condenado a 22 anos e três meses de prisão, dos quais 17 anos e seis meses terão de ser cumpridos em regime fechado. Dayanne Rodrigues do Carmo, ex-mulher do goleiro e acusada de ser cúmplice no crime, foi absolvida. O ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, que é acusado como autor do homicídio, teve o júri marcado para abril de 2013.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/04/24/10julgamentoboladelegadomoreirarenatacaldeiratjmgdiv.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Renata Caldeira / TJMG/Divulgação" title="Foto: Renata Caldeira / TJMG/Divulgação"> <br>Após mais de 15 horas respondendo a questionamentos, o delegado Edson Moreira encerrou seu depoimento por volta das 19h no Fórum de Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte (MG), no julgamento do ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola. O réu é acusado de ser o executor da modelo Eliza Samudio, ex-amante do goleiro Bruno de Souza. Iniciado ainda na noite de quarta-feira, o depoimento de Moreira foi interrompido e retomado hoje. Ao término da oitiva de Moreira, a juíza Marixa Fabiane suspendeu o julgamento, que prosseguirá na manhã de sexta-feira....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/04/24/10julgamentoboladelegadomoreirarenatacaldeiratjmgdiv.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Caso Bruno]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Após discussões, juíza cassa palavra de advogado de Bola]]></title>
			<pubDate>Thu, 25 Apr 2013 19:53:17 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/policia/caso-bruno/apos-discussoes-juiza-cassa-palavra-de-advogado-de-bola,d2a758c75b24e310VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/policia/caso-bruno/apos-discussoes-juiza-cassa-palavra-de-advogado-de-bola,d2a758c75b24e310VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[A juíza Marixa Fabiane cassou a palavra do advogado de defesa do ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, Ércio Quaresma, que faz perguntas para o ex-delegado Edson Moreira, nesta quinta-feira, no julgamento de Bola no fórum de Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte. O ex-delegado está sendo ouvido desde quarta-feira, e, somados os dois dias, já fala há quase 10 horas.  Caso Bruno: onde estão os personagens do crime?  Veja mais de 30 crimes que abalaram o País Veja jogadores que estiveram nas páginas policiais Veja frases marcantes do caso Bruno Veja as Mulheres do caso Bruno Como funciona o Tribunal do Júri Durante sua participação nesta quinta-feira, Quaresma acabou brigando por três vezes. Uma com a testemunha e duas vezes com o promotor Henry Vasconcelos.  Após intervalo para almoço, a juíza cassou a palavra de Quaresma por conta das discussões com a testemunha e o promotor. Além disso, ela afirmou que o defensor tem uma “postura desrespeitosa, que intimida a testemunha e é muito provocativa”.  Com a atitude da juíza, os seis advogados que representam Bola pediram um tempo para uma reunião breve e ver qual caminho seguirão a partir de agora - isso porque Quaresma deixou claro que teria conteúdo para inquirir o ex-delegado por “no mínimo mais 12 horas”. Pouco depois, eles retornaram e Fernando Magalhães seguiu fazendo os questionamentos. A equipe de advogados de Bola iniciou as perguntas para o ex-delegado na tarde desta quarta-feira. Com pedido de Quaresma, que alegou cansaço, Marixa paralisou o julgamento ontem e o reiniciou nesta quinta-feira. O caso Bruno Eliza Samudio desapareceu no dia 4 de junho de 2010 após ter saído do Rio de Janeiro para ir a Minas Gerais a convite de Bruno. Vinte dias depois a polícia recebeu denúncias anônimas de que Eliza havia sido espancada por Bruno e dois amigos dele até a morte no sítio de propriedade do jogador, localizado em Esmeraldas, na Grande Belo Horizonte. O filho de Eliza, então com quatro meses, teria sido levado pela mulher de Bruno, Dayanne Rodrigues. O menino foi achado posteriormente na casa de uma adolescente no bairro Liberdade, em Ribeirão das Neves. No dia seguinte, a mulher de Bruno foi presa. Após serem considerados foragidos, o goleiro e seu amigo Luiz Henrique Romão, o Macarrão, acusado de participar do crime, se entregaram à polícia. Pouco depois, Flávio Caetano de Araújo, Wemerson Marques de Souza, o Coxinha Elenilson Vitor da Silva e Sérgio Rosa Sales, outro primo de Bruno, também foram presos por envolvimento no crime. Enquanto a polícia fazia buscas ao corpo de Eliza, um motorista de ônibus denunciou o primo do goleiro como participante do crime. Apreendido, jovem de 17 anos relatou à polícia que a ex-amante de Bruno foi mantida em cativeiro e executada pelo ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos, conhecido como Bola, que a estrangulou e esquartejou seu corpo. Ainda segundo o relato, o ex-policial jogou os restos mortais para seus cães.  No dia 30 de julho, a Polícia de Minas Gerais indiciou todos pelo sequestro e morte de Eliza, sendo que Bruno foi apontado como mandante e executor do crime. No início de dezembro, Bruno e Macarrão foram condenados pelo sequestro e agressão a Eliza, em outubro de 2009, pela Justiça do Rio. O goleiro pegou quatro anos e seis meses de prisão.  Em 17 de dezembro, a Justiça mineira decidiu que Bruno, Macarrão, Sérgio Rosa Sales e Bola seriam levados a júri popular por homicídio triplamente qualificado, sendo que o último responderá também por ocultação de cadáver. Dayanne, Fernanda, Elenilson e Wemerson responderiam por sequestro e cárcere privado.  No dia 19 de novembro de 2012, foi dado início ao julgamento de Bruno, Bola, Macarrão, Dayanne e Fernanda. Dois dias depois, após mudanças na defesa do goleiro, o tribunal decidiu desmembrar o processo.  O júri condenou Macarrão, a 15 anos de prisão, e Fernanda Gomes de Castro, a cinco anos. No dia 8 de março de 2013, Bruno foi condenado a 22 anos e três meses de prisão, dos quais 17 anos e seis meses terão de ser cumpridos em regime fechado. Dayanne Rodrigues do Carmo, ex-mulher do goleiro e acusada de ser cúmplice no crime, foi absolvida. O ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, que é acusado como autor do homicídio, teve o júri marcado para abril de 2013.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/04/25/06julgamentobolaquartodiasamudiorenatacaldeiratmmgdiv.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Renata Caldeira/TJ-MG/Divulgação" title="Foto: Renata Caldeira/TJ-MG/Divulgação"> <br>A juíza Marixa Fabiane cassou a palavra do advogado de defesa do ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, Ércio Quaresma, que faz perguntas para o ex-delegado Edson Moreira, nesta quinta-feira, no julgamento de Bola no fórum de Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte. O ex-delegado está sendo ouvido desde quarta-feira, e, somados os dois dias, já fala há quase 10 horas. ...]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/04/25/06julgamentobolaquartodiasamudiorenatacaldeiratmmgdiv.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Caso Bruno]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Advogado de Bola chama promotor de canalha em depoimento de delegado]]></title>
			<pubDate>Thu, 25 Apr 2013 16:41:03 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/policia/caso-bruno/advogado-de-bola-chama-promotor-de-canalha-em-depoimento-de-delegado,f0423298b024e310VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA[Durante o depoimento do delegado Edson Moreira, no Fórum de Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte, no julgamento do ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, o advogado Ércio Quaresma trocou farpas com a testemunha e com a acusação. No momento mais tenso, a juíza Marixa Fabiane precisou intervir. Caso Bruno: onde estão os personagens do crime?  Veja mais de 30 crimes que abalaram o País Veja jogadores que estiveram nas páginas policiais Veja frases marcantes do caso Bruno Veja as Mulheres do caso Bruno Como funciona o Tribunal do Júri "O senhor é canalha. Você é um canalha e eu vou provar", disse o advogado de defesa para o promotor Henry Vasconcelos, que rebateu. "Canalha é você. Me respeite. Você fez uma afirmação mentirosa e canalha", gritou. Os ânimos só se acalmaram quando a magistrada entrou no meio da discussão pedindo respeito para a testemunha. Ela ainda afirmou que, se tudo não acabasse ali, Edson Moreira, que fala desde as 9h20 desta quinta-feira, seria dispensado. Vale lembrar que o depoimento do delegado iniciou na tarde de quarta e foi interrompido à noite. Briga com a testemunha Além de brigar com o promotor, Ércio Quaresma também teve problemas com Edson Moreira, que atualmente é vereador em Belo Horizonte pelo PTN. Durante as perguntas, o advogado deu a entender que o ex-delegado teria pedido uma quantia em dinheiro para Bruno, na época das investigações. "O senhor me respeite. Já vi você falando na imprensa que eu teria pedido dinheiro para o Bruno, então você prova", disse Moreira, se mostrando nervoso. Pouco depois, após um intervalo, o defensor de Bola pediu perdão e seguiu seu trabalho. O caso Bruno Eliza Samudio desapareceu no dia 4 de junho de 2010 após ter saído do Rio de Janeiro para ir a Minas Gerais a convite de Bruno. Vinte dias depois a polícia recebeu denúncias anônimas de que Eliza havia sido espancada por Bruno e dois amigos dele até a morte no sítio de propriedade do jogador, localizado em Esmeraldas, na Grande Belo Horizonte. O filho de Eliza, então com quatro meses, teria sido levado pela mulher de Bruno, Dayanne Rodrigues. O menino foi achado posteriormente na casa de uma adolescente no bairro Liberdade, em Ribeirão das Neves. No dia seguinte, a mulher de Bruno foi presa. Após serem considerados foragidos, o goleiro e seu amigo Luiz Henrique Romão, o Macarrão, acusado de participar do crime, se entregaram à polícia. Pouco depois, Flávio Caetano de Araújo, Wemerson Marques de Souza, o Coxinha Elenilson Vitor da Silva e Sérgio Rosa Sales, outro primo de Bruno, também foram presos por envolvimento no crime. Enquanto a polícia fazia buscas ao corpo de Eliza, um motorista de ônibus denunciou o primo do goleiro como participante do crime. Apreendido, jovem de 17 anos relatou à polícia que a ex-amante de Bruno foi mantida em cativeiro e executada pelo ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos, conhecido como Bola, que a estrangulou e esquartejou seu corpo. Ainda segundo o relato, o ex-policial jogou os restos mortais para seus cães.  No dia 30 de julho, a Polícia de Minas Gerais indiciou todos pelo sequestro e morte de Eliza, sendo que Bruno foi apontado como mandante e executor do crime. No início de dezembro, Bruno e Macarrão foram condenados pelo sequestro e agressão a Eliza, em outubro de 2009, pela Justiça do Rio. O goleiro pegou quatro anos e seis meses de prisão.  Em 17 de dezembro, a Justiça mineira decidiu que Bruno, Macarrão, Sérgio Rosa Sales e Bola seriam levados a júri popular por homicídio triplamente qualificado, sendo que o último responderá também por ocultação de cadáver. Dayanne, Fernanda, Elenilson e Wemerson responderiam por sequestro e cárcere privado.  No dia 19 de novembro de 2012, foi dado início ao julgamento de Bruno, Bola, Macarrão, Dayanne e Fernanda. Dois dias depois, após mudanças na defesa do goleiro, o tribunal decidiu desmembrar o processo.  O júri condenou Macarrão, a 15 anos de prisão, e Fernanda Gomes de Castro, a cinco anos. No dia 8 de março de 2013, Bruno foi condenado a 22 anos e três meses de prisão, dos quais 17 anos e seis meses terão de ser cumpridos em regime fechado. Dayanne Rodrigues do Carmo, ex-mulher do goleiro e acusada de ser cúmplice no crime, foi absolvida. O ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, que é acusado como autor do homicídio, teve o júri marcado para abril de 2013.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/04/24/10julgamentoboladelegadomoreirarenatacaldeiratjmgdiv.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Renata Caldeira / TJMG/Divulgação" title="Foto: Renata Caldeira / TJMG/Divulgação"> <br>Durante o depoimento do delegado Edson Moreira, no Fórum de Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte, no julgamento do ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, o advogado Ércio Quaresma trocou farpas com a testemunha e com a acusação. No momento mais tenso, a juíza Marixa Fabiane precisou intervir....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/04/24/10julgamentoboladelegadomoreirarenatacaldeiratjmgdiv.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Caso Bruno]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[MG: depoimento do delegado Moreira recomeça no julgamento de Bola]]></title>
			<pubDate>Thu, 25 Apr 2013 13:13:15 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/policia/caso-bruno/mg-depoimento-do-delegado-moreira-recomeca-no-julgamento-de-bola,42a317bde314e310VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA[O quarto dia de julgamento do ex-policial civil, Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, começou por volta das 9h20 desta quinta-feira no Fórum de Contagem (MG), na região metropolitana de Belo Horizonte. O réu é acusado de matar, esquartejar e sumir com o corpo de Eliza Samudio, ex-amante do goleiro Bruno, condenado a 22 anos e três meses de prisão no dia 8 de março.   Caso Bruno: onde estão os personagens do crime?  Veja mais de 30 crimes que abalaram o País Veja jogadores que estiveram nas páginas policiais Veja frases marcantes do caso Bruno Veja as Mulheres do caso Bruno Como funciona o Tribunal do Júri Os trabalhos recomeçaram com a sequência do depoimento do ex-delegado Edson Moreira, que chefiou as investigações do início do caso. Ontem, Moreira falou por cinco horas seguidas e explicou vários pontos da investigação. O depoimento foi interrompido por conta de um pedido do advogado de Bola, Ércio Quaresma, que alegou cansaço. Em conversa na porta do Fórum nesta quinta-feira, outro advogado de defesa, Américo Leal, disse que a contestação em cima das investigações em torno do caso Eliza Samudio só está começando. Ele garantiu ainda que muitas surpresas ainda acontecerão. “Está tudo no começo ainda. Vamos mostrar muita coisa que ninguém sabe. A fase de desconstrução só está começando. Vocês ainda terão muitas novidades para acompanhar”, afirmou.  Após o depoimento de Edson Moreira, algumas peças do processo serão exibidas, algo que, segundo o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), não tem tempo para terminar. Depois dessa etapa deverá começar o interrogatório de Marcos Aparecido dos Santos. A previsão é que o julgamento seja encerrado amanhã.  O caso Bruno Eliza Samudio desapareceu no dia 4 de junho de 2010 após ter saído do Rio de Janeiro para ir a Minas Gerais a convite de Bruno. Vinte dias depois a polícia recebeu denúncias anônimas de que Eliza havia sido espancada por Bruno e dois amigos dele até a morte no sítio de propriedade do jogador, localizado em Esmeraldas, na Grande Belo Horizonte. O filho de Eliza, então com quatro meses, teria sido levado pela mulher de Bruno, Dayanne Rodrigues. O menino foi achado posteriormente na casa de uma adolescente no bairro Liberdade, em Ribeirão das Neves. No dia seguinte, a mulher de Bruno foi presa. Após serem considerados foragidos, o goleiro e seu amigo Luiz Henrique Romão, o Macarrão, acusado de participar do crime, se entregaram à polícia. Pouco depois, Flávio Caetano de Araújo, Wemerson Marques de Souza, o Coxinha Elenilson Vitor da Silva e Sérgio Rosa Sales, outro primo de Bruno, também foram presos por envolvimento no crime. Enquanto a polícia fazia buscas ao corpo de Eliza, um motorista de ônibus denunciou o primo do goleiro como participante do crime. Apreendido, jovem de 17 anos relatou à polícia que a ex-amante de Bruno foi mantida em cativeiro e executada pelo ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos, conhecido como Bola, que a estrangulou e esquartejou seu corpo. Ainda segundo o relato, o ex-policial jogou os restos mortais para seus cães.  No dia 30 de julho, a Polícia de Minas Gerais indiciou todos pelo sequestro e morte de Eliza, sendo que Bruno foi apontado como mandante e executor do crime. No início de dezembro, Bruno e Macarrão foram condenados pelo sequestro e agressão a Eliza, em outubro de 2009, pela Justiça do Rio. O goleiro pegou quatro anos e seis meses de prisão.  Em 17 de dezembro, a Justiça mineira decidiu que Bruno, Macarrão, Sérgio Rosa Sales e Bola seriam levados a júri popular por homicídio triplamente qualificado, sendo que o último responderá também por ocultação de cadáver. Dayanne, Fernanda, Elenilson e Wemerson responderiam por sequestro e cárcere privado.  No dia 19 de novembro de 2012, foi dado início ao julgamento de Bruno, Bola, Macarrão, Dayanne e Fernanda. Dois dias depois, após mudanças na defesa do goleiro, o tribunal decidiu desmembrar o processo.  O júri condenou Macarrão, a 15 anos de prisão, e Fernanda Gomes de Castro, a cinco anos. No dia 8 de março de 2013, Bruno foi condenado a 22 anos e três meses de prisão, dos quais 17 anos e seis meses terão de ser cumpridos em regime fechado. Dayanne Rodrigues do Carmo, ex-mulher do goleiro e acusada de ser cúmplice no crime, foi absolvida. O ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, que é acusado como autor do homicídio, teve o júri marcado para abril de 2013.  ]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/04/25/07julgamentobolaquartodiasamudiorenatacaldeiratmmgdiv.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Renata Caldeira/TJ-MG/Divulgação" title="Foto: Renata Caldeira/TJ-MG/Divulgação"> <br>O quarto dia de julgamento do ex-policial civil, Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, começou por volta das 9h20 desta quinta-feira no Fórum de Contagem (MG), na região metropolitana de Belo Horizonte. O réu é acusado de matar, esquartejar e sumir com o corpo de Eliza Samudio, ex-amante do goleiro Bruno, condenado a 22 anos e três meses de prisão no dia 8 de março.  ...]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/04/25/07julgamentobolaquartodiasamudiorenatacaldeiratmmgdiv.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Caso Bruno]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Ex-delegado fala por cinco horas e encerra terceiro dia de júri de Bola]]></title>
			<pubDate>Thu, 25 Apr 2013 00:28:25 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/policia/caso-bruno/ex-delegado-fala-por-cinco-horas-e-encerra-terceiro-dia-de-juri-de-bola,e4ff337919e3e310VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/policia/caso-bruno/ex-delegado-fala-por-cinco-horas-e-encerra-terceiro-dia-de-juri-de-bola,e4ff337919e3e310VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Após cerca de cinco horas, o depoimento do ex-delegado Edson Moreira, chefe das investigações do caso Eliza Samúdio, no julgamento do ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, foi encerrado, nesta quarta-feira, no fórum de Contagem. Apesar de finalizado o dia de trabalhos, o antigo delegado do Departamento de Investigações ainda falará nesta quinta-feira, por conta de um pedido do advogado de Bola, Ércio Quaresma, que alegou cansaço. Caso Bruno: onde estão os personagens do crime?  Veja mais de 30 crimes que abalaram o País Veja jogadores que estiveram nas páginas policiais Veja frases marcantes do caso Bruno Veja as Mulheres do caso Bruno Como funciona o Tribunal do Júri   Moreira, atualmente vereador em Belo Horizonte, esclareceu vários pontos da investigação do crime, em 2010, em depoimento longo, conturbado e cheio de troca de farpas entre defesa e testemunha. Em uma parte importante do testemunho, Moreira descontruiu uma tese antiga utilizada pela defesa de Bola. Desde o início do caso, Ércio Quaresma afirma que durante as investigações não foi encontrado sangue na casa do ex-policial civil. O delegado, no entanto, explicou que Eliza não foi esquartejada na casa de Marcos Aparecido.   Moreira ainda esclareceu que a narrativa onde a mão da ex-amante do goleiro Bruno foi jogada para os cães também foi uma tática utilizada por Bola para confundir as testemunhas. Segundo ele, o objeto jogado para os cachorros foi outro, e, por isso, os exames feitos nos animais não identificaram vestígios do corpo da modelo. Durante o depoimento do ex-delegado, a defesa de Bola tentou desqualificar o trabalho da Polícia Civil durante o processo de investigações do caso. A estratégia ficou clara no depoimento do jornalista José Cleves, na manhã desta quarta-feira. Entre outras coisas, o jornalista afirmou que a arma com a qual ele foi acusado de matar uma pessoa foi plantada pela polícia. Cleves foi indiciado por Moreira e inocentado pelo crime que foi acusado. O julgamento será retomado nesta quinta-feira, às 9h, com o depoimento de Edson Moreira. Após o ex-delegado, serão exibidas peças anexadas ao processo. A expectativa fica ainda para o interrogatório de Bola que ocorrerá logo em seguida. O caso Bruno Eliza Samudio desapareceu no dia 4 de junho de 2010 após ter saído do Rio de Janeiro para ir a Minas Gerais a convite de Bruno. Vinte dias depois a polícia recebeu denúncias anônimas de que Eliza havia sido espancada por Bruno e dois amigos dele até a morte no sítio de propriedade do jogador, localizado em Esmeraldas, na Grande Belo Horizonte. O filho de Eliza, então com quatro meses, teria sido levado pela mulher de Bruno, Dayanne Rodrigues. O menino foi achado posteriormente na casa de uma adolescente no bairro Liberdade, em Ribeirão das Neves. No dia seguinte, a mulher de Bruno foi presa. Após serem considerados foragidos, o goleiro e seu amigo Luiz Henrique Romão, o Macarrão, acusado de participar do crime, se entregaram à polícia. Pouco depois, Flávio Caetano de Araújo, Wemerson Marques de Souza, o Coxinha Elenilson Vitor da Silva e Sérgio Rosa Sales, outro primo de Bruno, também foram presos por envolvimento no crime. Enquanto a polícia fazia buscas ao corpo de Eliza, um motorista de ônibus denunciou o primo do goleiro como participante do crime. Apreendido, jovem de 17 anos relatou à polícia que a ex-amante de Bruno foi mantida em cativeiro e executada pelo ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos, conhecido como Bola, que a estrangulou e esquartejou seu corpo. Ainda segundo o relato, o ex-policial jogou os restos mortais para seus cães.  No dia 30 de julho, a Polícia de Minas Gerais indiciou todos pelo sequestro e morte de Eliza, sendo que Bruno foi apontado como mandante e executor do crime. No início de dezembro, Bruno e Macarrão foram condenados pelo sequestro e agressão a Eliza, em outubro de 2009, pela Justiça do Rio. O goleiro pegou quatro anos e seis meses de prisão.  Em 17 de dezembro, a Justiça mineira decidiu que Bruno, Macarrão, Sérgio Rosa Sales e Bola seriam levados a júri popular por homicídio triplamente qualificado, sendo que o último responderá também por ocultação de cadáver. Dayanne, Fernanda, Elenilson e Wemerson responderiam por sequestro e cárcere privado.  No dia 19 de novembro de 2012, foi dado início ao julgamento de Bruno, Bola, Macarrão, Dayanne e Fernanda. Dois dias depois, após mudanças na defesa do goleiro, o tribunal decidiu desmembrar o processo.  O júri condenou Macarrão, a 15 anos de prisão, e Fernanda Gomes de Castro, a cinco anos. No dia 8 de março de 2013, Bruno foi condenado a 22 anos e três meses de prisão, dos quais 17 anos e seis meses terão de ser cumpridos em regime fechado. Dayanne Rodrigues do Carmo, ex-mulher do goleiro e acusada de ser cúmplice no crime, foi absolvida. O ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, que é acusado como autor do homicídio, teve o júri marcado para abril de 2013.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/04/24/10julgamentoboladelegadomoreirarenatacaldeiratjmgdiv.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Renata Caldeira / TJMG/Divulgação" title="Foto: Renata Caldeira / TJMG/Divulgação"> <br>Após cerca de cinco horas, o depoimento do ex-delegado Edson Moreira, chefe das investigações do caso Eliza Samúdio, no julgamento do ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, foi encerrado, nesta quarta-feira, no fórum de Contagem. Apesar de finalizado o dia de trabalhos, o antigo delegado do Departamento de Investigações ainda falará nesta quinta-feira, por conta de um pedido do advogado de Bola, Ércio Quaresma, que alegou cansaço....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/04/24/10julgamentoboladelegadomoreirarenatacaldeiratjmgdiv.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Caso Bruno]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[MG: delegado diz em júri que Bola não jogou mão de Eliza aos cães]]></title>
			<pubDate>Wed, 24 Apr 2013 21:58:46 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/policia/caso-bruno/mg-delegado-diz-em-juri-que-bola-nao-jogou-mao-de-eliza-aos-caes,c167fc5640e3e310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/policia/caso-bruno/mg-delegado-diz-em-juri-que-bola-nao-jogou-mao-de-eliza-aos-caes,c167fc5640e3e310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O delegado Edson Moreira, que presidiu as investigações do início do caso do desaparecimento de Eliza Samudio em 2010, disse nesta quarta-feira que o ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, armou uma "simulação" sobre ter jogado a mão da modelo aos cães dele. Segundo o policial, Bola planejou a mentira para desacreditar os depoimentos das testemunhas à investigação. Eliza, ex-amante do ex-goleiro do Flamengo Bruno Fernandes, desapareceu em junho de 2010 - o atleta foi condenado a 22 anos e três meses de prisão pela morte dela. Caso Bruno: onde estão os personagens do crime?  Veja mais de 30 crimes que abalaram o País Veja jogadores que estiveram nas páginas policiais Veja frases marcantes do caso Bruno Veja as Mulheres do caso Bruno Como funciona o Tribunal do Júri "Os dois (Luiz Henrique Romão, o Macarrão, acusado de participar do crime, e Sérgio Rosa Sales, primo de Bruno) que viram a morte por asfixia. Ele asfixiou e quase não saiu sangue. Ele pediu para os dois saírem do recinto que ele ia 'picar' a vítima. Depois, ele sai dissimulando que tinha picado a vítima fala: 'olha a mão dela aí', e joga no canil. Aquilo foi dissimulação do autor para que, se a policia interrogasse as testemunhas, ficassem desacreditadas", disse. O delegado Moreira ainda reforçou. "Estamos aqui com um especialista na arte de matar e dissimular", concluiu. A narrativa de que a mão de Eliza teria sido jogada para os cães de Bola foi feita por Sérgio Rosa Sales, que foi morto no ano passado, no bairro Minaslândia, na zona norte de Belo Horizonte. O caso Bruno Eliza Samudio desapareceu no dia 4 de junho de 2010 após ter saído do Rio de Janeiro para ir a Minas Gerais a convite de Bruno. Vinte dias depois a polícia recebeu denúncias anônimas de que Eliza havia sido espancada por Bruno e dois amigos dele até a morte no sítio de propriedade do jogador, localizado em Esmeraldas, na Grande Belo Horizonte. O filho de Eliza, então com quatro meses, teria sido levado pela mulher de Bruno, Dayanne Rodrigues. O menino foi achado posteriormente na casa de uma adolescente no bairro Liberdade, em Ribeirão das Neves. No dia seguinte, a mulher de Bruno foi presa. Após serem considerados foragidos, o goleiro e seu amigo Luiz Henrique Romão, o Macarrão, acusado de participar do crime, se entregaram à polícia. Pouco depois, Flávio Caetano de Araújo, Wemerson Marques de Souza, o Coxinha Elenilson Vitor da Silva e Sérgio Rosa Sales, outro primo de Bruno, também foram presos por envolvimento no crime. Enquanto a polícia fazia buscas ao corpo de Eliza, um motorista de ônibus denunciou o primo do goleiro como participante do crime. Apreendido, jovem de 17 anos relatou à polícia que a ex-amante de Bruno foi mantida em cativeiro e executada pelo ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos, conhecido como Bola, que a estrangulou e esquartejou seu corpo. Ainda segundo o relato, o ex-policial jogou os restos mortais para seus cães.  No dia 30 de julho, a Polícia de Minas Gerais indiciou todos pelo sequestro e morte de Eliza, sendo que Bruno foi apontado como mandante e executor do crime. No início de dezembro, Bruno e Macarrão foram condenados pelo sequestro e agressão a Eliza, em outubro de 2009, pela Justiça do Rio. O goleiro pegou quatro anos e seis meses de prisão.  Em 17 de dezembro, a Justiça mineira decidiu que Bruno, Macarrão, Sérgio Rosa Sales e Bola seriam levados a júri popular por homicídio triplamente qualificado, sendo que o último responderá também por ocultação de cadáver. Dayanne, Fernanda, Elenilson e Wemerson responderiam por sequestro e cárcere privado.  No dia 19 de novembro de 2012, foi dado início ao julgamento de Bruno, Bola, Macarrão, Dayanne e Fernanda. Dois dias depois, após mudanças na defesa do goleiro, o tribunal decidiu desmembrar o processo.  O júri condenou Macarrão, a 15 anos de prisão, e Fernanda Gomes de Castro, a cinco anos. No dia 8 de março de 2013, Bruno foi condenado a 22 anos e três meses de prisão, dos quais 17 anos e seis meses terão de ser cumpridos em regime fechado. Dayanne Rodrigues do Carmo, ex-mulher do goleiro e acusada de ser cúmplice no crime, foi absolvida. O ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, que é acusado como autor do homicídio, teve o júri marcado para abril de 2013.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/04/24/10julgamentoboladelegadomoreirarenatacaldeiratjmgdiv.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Renata Caldeira / TJMG/Divulgação" title="Foto: Renata Caldeira / TJMG/Divulgação"> <br>O delegado Edson Moreira, que presidiu as investigações do início do caso do desaparecimento de Eliza Samudio em 2010, disse nesta quarta-feira que o ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, armou uma "simulação" sobre ter jogado a mão da modelo aos cães dele. Segundo o policial, Bola planejou a mentira para desacreditar os depoimentos das testemunhas à investigação. Eliza, ex-amante do ex-goleiro do Flamengo Bruno Fernandes, desapareceu em junho de 2010 - o atleta foi condenado a 22 anos e três meses de prisão pela morte dela....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/04/24/10julgamentoboladelegadomoreirarenatacaldeiratjmgdiv.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Caso Bruno]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Júri de Bola recomeça com depoimentos de jornalista e delegado]]></title>
			<pubDate>Wed, 24 Apr 2013 13:54:28 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/policia/caso-bruno/juri-de-bola-recomeca-com-depoimentos-de-jornalista-e-delegado,2b5014b9a4c3e310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/policia/caso-bruno/juri-de-bola-recomeca-com-depoimentos-de-jornalista-e-delegado,2b5014b9a4c3e310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Começou às 9h30 desta quarta-feira no Fórum de Contagem (MG), região metropolitana de Belo Horizonte, o terceiro dia do julgamento do ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, pela morte e sumiço do corpo de Eliza Samudio, ex-amante do goleiro Bruno, condenado pelo crime a 22 anos e 3 meses de prisão. Caso Bruno: onde estão os personagens do crime?  Veja mais de 30 crimes que abalaram o País Veja jogadores que estiveram nas páginas policiais Veja frases marcantes do caso Bruno Veja as Mulheres do caso Bruno Como funciona o Tribunal do Júri A sessão iniciou com o depoimento do jornalista José Cleves da Silva, que na década pássada foi indiciado pela Polícia Civil pela morte da ex-mulher, assassinada a tiros, mas absolvido na Justiça. O delegado que investigou Cleves foi Edson Moreira, também chefe das investigações do caso Eliza Samudio, e atualmente vereador em BH pelo PTN. Moreira irá prestar depoimento em seguida. Cleves e Moreira foram arrolados como testemunhas de defesa de Marcos Aparecido dos Santos. A intenção dos 12 advogados de Bola é “mostrar os erros e maldades do Edson Moreira nas duas investigações”, disse o defensor Ércio Quaresma, desafeto declarado do delegado.    Logo no início do depoimento, indagado por Quaresma se ele acreditava que houve má fé por parte da imprensa na divulgação dos fatos acerca da morte da ex-mulher, o jornalista respondeu que não acreditava “que houve dolo, e sim erros. Apenas repassavam o que a polícia dizia,” avaliou. Cleves também já denunciou no depoimento que Edson Moreira o teria obrigado a participar de uma reconstituição onde haveria sangue da ex-mulher no carro e também que Moreira teria dito a ele que havia pólvora em um dos braços dele, Cleves, o que não teria sido encontrado nos exames feitos pelo Instituto de Criminalística da Polícia Civil na época. “Sofro com isso até hoje”, disse Cleves, ao ser perguntado sobre os efeitos do suposto erro nas investigações. A previsão é a de que o julgamento do ex-policial termine na sexta-feira, logo após o embate entre o promotor de Justiça Henry Wagner Vasconcelos Castro e defensores. Após o depoimento das outras cinco testemunhas que restarão, Bola deverá ser ouvido amanhã. O ex-policial ainda é investigado pela morte de dois homens em 2008 na cidade de Esmeraldas, também na Grande BH.  O caso Bruno Eliza Samudio desapareceu no dia 4 de junho de 2010 após ter saído do Rio de Janeiro para ir a Minas Gerais a convite de Bruno. Vinte dias depois a polícia recebeu denúncias anônimas de que Eliza havia sido espancada por Bruno e dois amigos dele até a morte no sítio de propriedade do jogador, localizado em Esmeraldas, na Grande Belo Horizonte. O filho de Eliza, então com quatro meses, teria sido levado pela mulher de Bruno, Dayanne Rodrigues. O menino foi achado posteriormente na casa de uma adolescente no bairro Liberdade, em Ribeirão das Neves. No dia seguinte, a mulher de Bruno foi presa. Após serem considerados foragidos, o goleiro e seu amigo Luiz Henrique Romão, o Macarrão, acusado de participar do crime, se entregaram à polícia. Pouco depois, Flávio Caetano de Araújo, Wemerson Marques de Souza, o Coxinha Elenilson Vitor da Silva e Sérgio Rosa Sales, outro primo de Bruno, também foram presos por envolvimento no crime. Enquanto a polícia fazia buscas ao corpo de Eliza, um motorista de ônibus denunciou o primo do goleiro como participante do crime. Apreendido, jovem de 17 anos relatou à polícia que a ex-amante de Bruno foi mantida em cativeiro e executada pelo ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos, conhecido como Bola, que a estrangulou e esquartejou seu corpo. Ainda segundo o relato, o ex-policial jogou os restos mortais para seus cães.  No dia 30 de julho, a Polícia de Minas Gerais indiciou todos pelo sequestro e morte de Eliza, sendo que Bruno foi apontado como mandante e executor do crime. No início de dezembro, Bruno e Macarrão foram condenados pelo sequestro e agressão a Eliza, em outubro de 2009, pela Justiça do Rio. O goleiro pegou quatro anos e seis meses de prisão.  Em 17 de dezembro, a Justiça mineira decidiu que Bruno, Macarrão, Sérgio Rosa Sales e Bola seriam levados a júri popular por homicídio triplamente qualificado, sendo que o último responderá também por ocultação de cadáver. Dayanne, Fernanda, Elenilson e Wemerson responderiam por sequestro e cárcere privado.  No dia 19 de novembro de 2012, foi dado início ao julgamento de Bruno, Bola, Macarrão, Dayanne e Fernanda. Dois dias depois, após mudanças na defesa do goleiro, o tribunal decidiu desmembrar o processo.  O júri condenou Macarrão, a 15 anos de prisão, e Fernanda Gomes de Castro, a cinco anos. No dia 8 de março de 2013, Bruno foi condenado a 22 anos e três meses de prisão, dos quais 17 anos e seis meses terão de ser cumpridos em regime fechado. Dayanne Rodrigues do Carmo, ex-mulher do goleiro e acusada de ser cúmplice no crime, foi absolvida. O ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, que é acusado como autor do homicídio, teve o júri marcado para abril de 2013.  ]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/04/24/03julgamentobolajornalistajoseclevestestemunharenatacaldeiratjmgdiv.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Renata Caldeira/TJ-MG/Divulgação" title="Foto: Renata Caldeira/TJ-MG/Divulgação"> <br>Começou às 9h30 desta quarta-feira no Fórum de Contagem (MG), região metropolitana de Belo Horizonte, o terceiro dia do julgamento do ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, pela morte e sumiço do corpo de Eliza Samudio, ex-amante do goleiro Bruno, condenado pelo crime a 22 anos e 3 meses de prisão....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/04/24/03julgamentobolajornalistajoseclevestestemunharenatacaldeiratjmgdiv.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Caso Bruno]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Corregedor da polícia diz que Bola é suspeito de outras 2 mortes em 2008]]></title>
			<pubDate>Wed, 24 Apr 2013 01:57:48 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/policia/caso-bruno/corregedor-da-policia-diz-que-bola-e-suspeito-de-outras-2-mortes-em-2008,0e906c5f8b93e310VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/policia/caso-bruno/corregedor-da-policia-diz-que-bola-e-suspeito-de-outras-2-mortes-em-2008,0e906c5f8b93e310VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O corregedor-geral da Polícia Civil de Minas Gerais, delegado Renato Patrício Teixeira, foi a terceira testemunha a depor no julgamento do ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, que acontece em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte. Teixeira disse que Bola é o suspeito de ter matado dois homens em 2008 na cidade de Esmeraldas, também na Grande BH. Caso Bruno: onde estão os personagens do crime?  Veja mais de 30 crimes que abalaram o País Veja jogadores que estiveram nas páginas policiais Veja frases marcantes do caso Bruno Veja as Mulheres do caso Bruno Como funciona o Tribunal do Júri Antes do corregedor, foram ouvidos o ex-colega de cela de Bola, o detento Jailson Alves de Oliveira, e o deputado estadual Durval Angelo (PT), presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Minas Gerais. O corregedor-geral Renato Patricio Teixeira estava na lista de testemunhas arroladas pela defesa de Bola, mas foi dispensado. Entretanto, ele foi novamente convocado pela juíza Marixa Fabiane Lopes a pedido de um dos sete jurados. Os dois homens que seriam vítimas do ex-policial teriam sido mortos e os corpos esquartejados no sítio onde Bola dava treinamento a policiais civis do extinto Grupo de Respostas Especiais (GRE). No último domingo, o programa Fantástico, da TV Globo, mostrou uma foto que teria sido encontrada pela polícia na casa de Bola, e na qual as vítimas estariam supostamente com uma cruz marcada na testa. Os corpos ou restos mortais dos dois homens nunca foram localizados. Após o depoimento do corregedor-geral, a magistrada interrompeu o julgamento, que será retomado às 9h desta quarta-feira com a oitiva de mais sete pessoas. De acordo com o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJ-MG), a sessão deve ser iniciada com o depoimento do jornalista José Cleves da Silva, testemunha arrolada pela defesa. Cleves foi investigado pelo delegado Edson Moreira, que apurava o suposto envolvimento do jornalista na morte da mulher. Ele chegou a ir a júri, mas foi absolvido após conseguir reunir provas que o inocentaram. Em seguida, será a vez do agora vereador em Belo Horizonte, Edson Moreira, ex-delegado que chefiou as investigações do caso Eliza Samudio. Segundo o TJMG, ele vai ser ouvido como autoridade policial. O caso Bruno Eliza Samudio desapareceu no dia 4 de junho de 2010 após ter saído do Rio de Janeiro para ir a Minas Gerais a convite de Bruno. Vinte dias depois a polícia recebeu denúncias anônimas de que Eliza havia sido espancada por Bruno e dois amigos dele até a morte no sítio de propriedade do jogador, localizado em Esmeraldas, na Grande Belo Horizonte. O filho de Eliza, então com quatro meses, teria sido levado pela mulher de Bruno, Dayanne Rodrigues. O menino foi achado posteriormente na casa de uma adolescente no bairro Liberdade, em Ribeirão das Neves. No dia seguinte, a mulher de Bruno foi presa. Após serem considerados foragidos, o goleiro e seu amigo Luiz Henrique Romão, o Macarrão, acusado de participar do crime, se entregaram à polícia. Pouco depois, Flávio Caetano de Araújo, Wemerson Marques de Souza, o Coxinha Elenilson Vitor da Silva e Sérgio Rosa Sales, outro primo de Bruno, também foram presos por envolvimento no crime. Enquanto a polícia fazia buscas ao corpo de Eliza, um motorista de ônibus denunciou o primo do goleiro como participante do crime. Apreendido, jovem de 17 anos relatou à polícia que a ex-amante de Bruno foi mantida em cativeiro e executada pelo ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos, conhecido como Bola, que a estrangulou e esquartejou seu corpo. Ainda segundo o relato, o ex-policial jogou os restos mortais para seus cães.  No dia 30 de julho, a Polícia de Minas Gerais indiciou todos pelo sequestro e morte de Eliza, sendo que Bruno foi apontado como mandante e executor do crime. No início de dezembro, Bruno e Macarrão foram condenados pelo sequestro e agressão a Eliza, em outubro de 2009, pela Justiça do Rio. O goleiro pegou quatro anos e seis meses de prisão.  Em 17 de dezembro, a Justiça mineira decidiu que Bruno, Macarrão, Sérgio Rosa Sales e Bola seriam levados a júri popular por homicídio triplamente qualificado, sendo que o último responderá também por ocultação de cadáver. Dayanne, Fernanda, Elenilson e Wemerson responderiam por sequestro e cárcere privado.  No dia 19 de novembro de 2012, foi dado início ao julgamento de Bruno, Bola, Macarrão, Dayanne e Fernanda. Dois dias depois, após mudanças na defesa do goleiro, o tribunal decidiu desmembrar o processo.  O júri condenou Macarrão, a 15 anos de prisão, e Fernanda Gomes de Castro, a cinco anos. No dia 8 de março de 2013, Bruno foi condenado a 22 anos e três meses de prisão, dos quais 17 anos e seis meses terão de ser cumpridos em regime fechado. Dayanne Rodrigues do Carmo, ex-mulher do goleiro e acusada de ser cúmplice no crime, foi absolvida. O ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, que é acusado como autor do homicídio, teve o júri marcado para abril de 2013.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/04/23/10julgamentobolasegundodiadeputadotestemunharenatacaldeiratjmgdiv.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Renata Caldeira / TJMG/Divulgação" title="Foto: Renata Caldeira / TJMG/Divulgação"> <br>O corregedor-geral da Polícia Civil de Minas Gerais, delegado Renato Patrício Teixeira, foi a terceira testemunha a depor no julgamento do ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, que acontece em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte. Teixeira disse que Bola é o suspeito de ter matado dois homens em 2008 na cidade de Esmeraldas, também na Grande BH....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/04/23/10julgamentobolasegundodiadeputadotestemunharenatacaldeiratjmgdiv.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Caso Bruno]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[MG: ex-colega de cela que entregou Bola diz que é ameaçado por policiais]]></title>
			<pubDate>Tue, 23 Apr 2013 16:03:04 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/policia/caso-bruno/mg-ex-colega-de-cela-que-entregou-bola-diz-que-e-ameacado-por-policiais,7f35aaedd973e310VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/policia/caso-bruno/mg-ex-colega-de-cela-que-entregou-bola-diz-que-e-ameacado-por-policiais,7f35aaedd973e310VgnVCM20000099cceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O detento Jailson Oliveira, ex-colega de cela de Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, acusado de executar Eliza Samudio, contou em depoimento na manhã desta terça-feira, no Fórum de Contagem, região metropolitana de Belo Horizonte, que recebe constantemente ameaças de presos e de policiais de dentro da penitenciária Nelson Hungria por ter revelado suposta confissão de Bola e plano de matar juíza. Segundo ele, sua mulher também foi vitima de ameaças. “Eu sou ameaçado todos os dias por causa desse caso, tanto pelos presos quanto pela policia. Minha esposa foi jogada no chão para eu me retratar. Pediram pra que eu voltasse atrás. Ela também foi ouvida pela corregedoria”, disse. Caso Bruno: onde estão os personagens do crime?  Veja mais de 30 crimes que abalaram o País Veja jogadores que estiveram nas páginas policiais Veja frases marcantes do caso Bruno Veja as Mulheres do caso Bruno Como funciona o Tribunal do Júri De acordo com o detento, ele também foi ameaçado no interior do Departamento de Operações Especiais (Deoesp) durante uma acareação pelos policiais  Gilson Costa e José Lauriano, o Zezé, que foram citados pela defesa por envolvimento no assassinato de Eliza. “Ele estava mostrando a foto da minha mulher no celular. Eles deram três opções: fugir, de eu me retratar ou eles matariam minha mulher”, revelou.   Oliveira é a primeira testemunha a prestar depoimento nesta terça-feira no julgamento de Marcos Aparecido. Ele foi ouvido pela Polícia Civil em junho de 2011 quando revelou um suposto plano de Bola de matar a juíza Marixa Fabianne Rodrigues, o delegado Edson Moreira e o deputado estadual Durval Ângelo (PT-MG), que teria envolvimento do traficante Nem da Rocinha. De acordo com Jailson, Bola também teria confessado o crime. “Ele (Bola) disse que jogou os restos mortais da Eliza na Lagoa do Nado. E disse que iam achar o corpo dela só se peixe falasse”, contou. Jailson respondeu às perguntas do promotor Henry Vagner e posteriormente foi acusado pela defesa de ter cometido falso testemunho ao apontar Bola como executor do crime. De acordo com o advogado Ércio Quaresma, Jailson, que esta há 16 anos na cadeia por latrocínio e roubo, mentiu e tem o costume de “caguetar” policiais e detentos. Segundo depoimento prestado por Jailson, ele teria delatado o plano para matar agente penitenciário, denunciado a morte de um preso cometida por agente penitenciário na penitenciaria Dutra Ladeira e, em 2007, denunciou o diretor da Nelson Hungria, Tenente Coronel Alvenir, por venda de fuga, transferência e superfaturamento em obra dentro da penitenciaria, entre outros casos. O caso Bruno Eliza Samudio desapareceu no dia 4 de junho de 2010 após ter saído do Rio de Janeiro para ir a Minas Gerais a convite de Bruno. Vinte dias depois a polícia recebeu denúncias anônimas de que Eliza havia sido espancada por Bruno e dois amigos dele até a morte no sítio de propriedade do jogador, localizado em Esmeraldas, na Grande Belo Horizonte. O filho de Eliza, então com quatro meses, teria sido levado pela mulher de Bruno, Dayanne Rodrigues. O menino foi achado posteriormente na casa de uma adolescente no bairro Liberdade, em Ribeirão das Neves. No dia seguinte, a mulher de Bruno foi presa. Após serem considerados foragidos, o goleiro e seu amigo Luiz Henrique Romão, o Macarrão, acusado de participar do crime, se entregaram à polícia. Pouco depois, Flávio Caetano de Araújo, Wemerson Marques de Souza, o Coxinha Elenilson Vitor da Silva e Sérgio Rosa Sales, outro primo de Bruno, também foram presos por envolvimento no crime. Enquanto a polícia fazia buscas ao corpo de Eliza, um motorista de ônibus denunciou o primo do goleiro como participante do crime. Apreendido, jovem de 17 anos relatou à polícia que a ex-amante de Bruno foi mantida em cativeiro e executada pelo ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos, conhecido como Bola, que a estrangulou e esquartejou seu corpo. Ainda segundo o relato, o ex-policial jogou os restos mortais para seus cães.  No dia 30 de julho, a Polícia de Minas Gerais indiciou todos pelo sequestro e morte de Eliza, sendo que Bruno foi apontado como mandante e executor do crime. No início de dezembro, Bruno e Macarrão foram condenados pelo sequestro e agressão a Eliza, em outubro de 2009, pela Justiça do Rio. O goleiro pegou quatro anos e seis meses de prisão.  Em 17 de dezembro, a Justiça mineira decidiu que Bruno, Macarrão, Sérgio Rosa Sales e Bola seriam levados a júri popular por homicídio triplamente qualificado, sendo que o último responderá também por ocultação de cadáver. Dayanne, Fernanda, Elenilson e Wemerson responderiam por sequestro e cárcere privado.  No dia 19 de novembro de 2012, foi dado início ao julgamento de Bruno, Bola, Macarrão, Dayanne e Fernanda. Dois dias depois, após mudanças na defesa do goleiro, o tribunal decidiu desmembrar o processo.  O júri condenou Macarrão, a 15 anos de prisão, e Fernanda Gomes de Castro, a cinco anos. No dia 8 de março de 2013, Bruno foi condenado a 22 anos e três meses de prisão, dos quais 17 anos e seis meses terão de ser cumpridos em regime fechado. Dayanne Rodrigues do Carmo, ex-mulher do goleiro e acusada de ser cúmplice no crime, foi absolvida. O ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, que é acusado como autor do homicídio, teve o júri marcado para abril de 2013.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/04/23/07julgamentobolasegundodiajailsontestemunharenatacaldeiratjmgdiv.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Renata Caldeira/TJ-MG/Divulgação" title="Foto: Renata Caldeira/TJ-MG/Divulgação"> <br>O detento Jailson Oliveira, ex-colega de cela de Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, acusado de executar Eliza Samudio, contou em depoimento na manhã desta terça-feira, no Fórum de Contagem, região metropolitana de Belo Horizonte, que recebe constantemente ameaças de presos e de policiais de dentro da penitenciária Nelson Hungria por ter revelado suposta confissão de Bola e plano de matar juíza. Segundo ele, sua mulher também foi vitima de ameaças. “Eu sou ameaçado todos os dias por causa desse caso, tanto pelos presos quanto pela policia. Minha esposa foi jogada no chão para eu me retratar. Pediram pra que eu voltasse atrás. Ela também foi ouvida pela corregedoria”, disse....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/04/23/07julgamentobolasegundodiajailsontestemunharenatacaldeiratjmgdiv.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Caso Bruno]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[MG: julgamento recomeça com depoimento de ex-colega de cela de Bola]]></title>
			<pubDate>Tue, 23 Apr 2013 13:10:49 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/policia/caso-bruno/mg-julgamento-recomeca-com-depoimento-de-ex-colega-de-cela-de-bola,99450501ee63e310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/policia/caso-bruno/mg-julgamento-recomeca-com-depoimento-de-ex-colega-de-cela-de-bola,99450501ee63e310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O segundo dia de julgamento do ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, começou por volta das 9h15 desta terça-feira com o depoimento do preso Jaílson Alves de Oliveira, ex-colega de cela do réu. Bola é acusado de matar, esquartejar e ocultar o corpo da modelo Eliza Samudio, ex-amante do goleiro Bruno. O júri ocorreu no Fórum de Contagem (MG), região metropolitana de Belo Horizonte.  Caso Bruno: onde estão os personagens do crime?  Veja mais de 30 crimes que abalaram o País Veja jogadores que estiveram nas páginas policiais Veja frases marcantes do caso Bruno Veja as Mulheres do caso Bruno Como funciona o Tribunal do Júri Jailson é detento da penitenciária Nelson Hungria. Ele dividiu cela com Bola, que teria revelado a ele um suposto plano de matar a juíza Marixa Fabiane, o vereador Edson Moreira, o deputado estadual Durval Ângelo (PT-MG) e outras quatro pessoas. Antes das perguntas para Jaílson, a juíza Marixa leu o depoimento prestado pela testemunha em 26 de abril de 2011, na Vara de Execuções Penais. Na oitiva da época, ele relatou que ouviu Bola confessar sobre a morte de Eliza Samudio.  Em seguida, a juíza leu outro depoimento do preso, prestado em 13 de junho de 2011, quando relatou planos de Bola para matar a magistrada Marixa, o delegado Edson Moreira e o deputado Durval Ângelo. Segundo Jaílson, o matador seria o traficante Nem da Rocinha.  A testemunha afirmou na época que, por ter denunciado o plano à juíza, foi ameaçado por Bola. A juíza leu também outros depoimentos prestados por Jaílson. Um em Ribeirão das Neves e outro no Salão do Júri de Contagem. Jaílson chegou a dizer que Bruno estava envolvido com o tráfico de drogas em Ribeirão das Neves. Após a leitura das oitivas, Jaílson confirmou as informações dadas por ele.  Além do ex-colega de cela de Bola, também está previsto o depoimento do delegado Edson Moreira. Ao todo, mais oito testemunhas ainda serão ouvidas. Primeiro dia No primeiro dia do julgamento, a delegada Ana Maria Santos, que participou das investigações no início do processo em 2010, prestou depoimento. Durante alguns momentos, Bola chorou no plenário enquanto acompanhava os trabalhos.  O promotor Henry Vagner disse ao final do júri de ontem que a estratégia da defesa foi um tiro no pé e cansou os jurados. Os advogados do réu insistiram em questionar a delegada Ana Maria sobre o motivo pelo qual os policiais suspeitos José Lauriano, Zezé, e Gilson Costa, não foram indiciados pela Polícia Civil. Segundo a defesa, foram mais de 50 ligações telefônicas entre os suspeitos e Luiz Henrique Romão, o Macarrão, no período em que Eliza estava sequestrada. A previsão é que o júri perdure até o final da semana. O advogado José Arteiro Cavalcante, assistente de acusação, atendeu a imprensa na porta do Fórum antes do inicio do júri e disse que não acredita que Bola irá confessar o crime. “Ele (Bola) vai ficar melhor que o Bruno. Pode  pegar menos de 20 anos. Ele não vai confessar”, disse. O caso Bruno Eliza Samudio desapareceu no dia 4 de junho de 2010 após ter saído do Rio de Janeiro para ir a Minas Gerais a convite de Bruno. Vinte dias depois a polícia recebeu denúncias anônimas de que Eliza havia sido espancada por Bruno e dois amigos dele até a morte no sítio de propriedade do jogador, localizado em Esmeraldas, na Grande Belo Horizonte. O filho de Eliza, então com quatro meses, teria sido levado pela mulher de Bruno, Dayanne Rodrigues. O menino foi achado posteriormente na casa de uma adolescente no bairro Liberdade, em Ribeirão das Neves. No dia seguinte, a mulher de Bruno foi presa. Após serem considerados foragidos, o goleiro e seu amigo Luiz Henrique Romão, o Macarrão, acusado de participar do crime, se entregaram à polícia. Pouco depois, Flávio Caetano de Araújo, Wemerson Marques de Souza, o Coxinha Elenilson Vitor da Silva e Sérgio Rosa Sales, outro primo de Bruno, também foram presos por envolvimento no crime. Enquanto a polícia fazia buscas ao corpo de Eliza, um motorista de ônibus denunciou o primo do goleiro como participante do crime. Apreendido, jovem de 17 anos relatou à polícia que a ex-amante de Bruno foi mantida em cativeiro e executada pelo ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos, conhecido como Bola, que a estrangulou e esquartejou seu corpo. Ainda segundo o relato, o ex-policial jogou os restos mortais para seus cães.  No dia 30 de julho, a Polícia de Minas Gerais indiciou todos pelo sequestro e morte de Eliza, sendo que Bruno foi apontado como mandante e executor do crime. No início de dezembro, Bruno e Macarrão foram condenados pelo sequestro e agressão a Eliza, em outubro de 2009, pela Justiça do Rio. O goleiro pegou quatro anos e seis meses de prisão.  Em 17 de dezembro, a Justiça mineira decidiu que Bruno, Macarrão, Sérgio Rosa Sales e Bola seriam levados a júri popular por homicídio triplamente qualificado, sendo que o último responderá também por ocultação de cadáver. Dayanne, Fernanda, Elenilson e Wemerson responderiam por sequestro e cárcere privado.  No dia 19 de novembro de 2012, foi dado início ao julgamento de Bruno, Bola, Macarrão, Dayanne e Fernanda. Dois dias depois, após mudanças na defesa do goleiro, o tribunal decidiu desmembrar o processo.  O júri condenou Macarrão, a 15 anos de prisão, e Fernanda Gomes de Castro, a cinco anos. No dia 8 de março de 2013, Bruno foi condenado a 22 anos e três meses de prisão, dos quais 17 anos e seis meses terão de ser cumpridos em regime fechado. Dayanne Rodrigues do Carmo, ex-mulher do goleiro e acusada de ser cúmplice no crime, foi absolvida. O ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, que é acusado como autor do homicídio, teve o júri marcado para abril de 2013.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/04/23/03julgamentobolachorandorenatacaldeiratjmgdiv.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Renata Caldeira/TJ-MG/Divulgação" title="Foto: Renata Caldeira/TJ-MG/Divulgação"> <br>O segundo dia de julgamento do ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, começou por volta das 9h15 desta terça-feira com o depoimento do preso Jaílson Alves de Oliveira, ex-colega de cela do réu. Bola é acusado de matar, esquartejar e ocultar o corpo da modelo Eliza Samudio, ex-amante do goleiro Bruno. O júri ocorreu no Fórum de Contagem (MG), região metropolitana de Belo Horizonte. ...]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/04/23/03julgamentobolachorandorenatacaldeiratjmgdiv.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Caso Bruno]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Defesa de Bola pressiona delegada por não indiciamento de policiais]]></title>
			<pubDate>Tue, 23 Apr 2013 00:15:17 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/policia/caso-bruno/defesa-de-bola-pressiona-delegada-por-nao-indiciamento-de-policiais,377e5af78343e310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/brasil/policia/caso-bruno/defesa-de-bola-pressiona-delegada-por-nao-indiciamento-de-policiais,377e5af78343e310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[No primeiro dia do julgamento do ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, os advogados de defesa questionaram, durante depoimento, a delegada Ana Maria Santos sobre a ausência do indiciamento dos policiais civis José Lauriano, o Zezé, e Gilson Costa no inquérito sobre a morte de Eliza Samudio, ex-amante do goleiro Bruno Fernandes.  Bola é julgado no Fórum de Contagem, na Grande Belo Horizonte, acusado de ser o executor do crime. Caso Bruno: onde estão os personagens do crime?  Veja mais de 30 crimes que abalaram o País Veja jogadores que estiveram nas páginas policiais Veja frases marcantes do caso Bruno Veja as Mulheres do caso Bruno Como funciona o Tribunal do Júri A delegada, única testemunha a prestar depoimento na tarde desta segunda-feira, afirmou que não houve elementos na ocasião para indiciá-los e que o nome de José Lauriano surgiu somente no final das investigações. De acordo com o advogado Ércio Quaresma, os relatórios de quebra de sigilo telefônico na época apontam 50 ligações feitas entre Luiz Henrique Romão, o Macarrão, e Zezé no período em que Eliza estaria sequestrada. Contudo, segundo ele, "não houve investigações contra o policial". Segundo a testemunha, Zezé não foi indiciado porque não havia fundamentação. "As investigações foram feitas num critério de contextualização da prova colhida de forma com que fossem casadas as provas objetivas com os depoimentos e declarações. E que não há eleição de um alvo. Esse tipo de dado é levado para outros órgãos para que algum especialista faça a análise. Parte dessa investigação foi feita. Nada consta que, posteriormente o fim das investigações, fatos novos não possam levar a outro procedimento", disse. A delegada, porém, não soube informar quem foi o responsável pela análise das interceptações telefônicas. Antes, ao ser questionada pelo promotor Henry Vagner Vasconcelos, a delegada relembrou o depoimento do primo de Bruno, Jorge Luiz - que, na época, tinha menos de 18 anos -, no qual descreveu o local e o possível executor do crime. Segundo ela, ele indicou Bola como sendo branco, na faixa de 50 anos, tendo uma falha na arcada dentária. Ela garantiu também que não houve qualquer coerção com relação ao adolescente na época. "Sempre fui e sempre serei profissional. Não há na minha ficha qualquer desvio de conduta. O menor não foi pressionado. Todas as condutas foram tomadas, inclusive a autorização judicial", relatou. Durante o depoimento de Ana Maria, os advogados de defesa colocaram em uma bancada na frente do júri objetos pessoais de Eliza, como sapatos, óculos, notebook, agendas e sabonetes infantis, além de facas, machadinhas, bilhetes, cheques em nome de Luiz Henrique Romão, cartões de credito de Macarrão e cartões de motel que, segundo a defesa, seriam provas do envolvimento de Bruno no crime. Segundo o advogado de defesa Fernando Magalhães, Bola está sendo vítima de uma vingança de Edson Moreira, com quem tem, de acordo com ele, uma rixa desde quando os dois trabalhavam na Polícia Civil em São Paulo. "Os amigos estão sendo poupados (Zezé e Gilson), e o inimigo está indiciado. A investigação foi mal feita, manipulou-se documentos. Marcos Aparecido foi escolhido", disse Magalhães. Ainda de acordo com o advogado, os objetos expostos pela defesa são provas que indicam envolvimento dos outros réus na execução de Eliza e não têm nenhuma referência a Marcos Aparecido. O primeiro dia do julgamento de Bola terminou por volta das 22h30 desta segunda-feira, e será retomado às 9h desta terça-feira. O caso Bruno Eliza Samudio desapareceu no dia 4 de junho de 2010 após ter saído do Rio de Janeiro para ir a Minas Gerais a convite de Bruno. Vinte dias depois a polícia recebeu denúncias anônimas de que Eliza havia sido espancada por Bruno e dois amigos dele até a morte no sítio de propriedade do jogador, localizado em Esmeraldas, na Grande Belo Horizonte. O filho de Eliza, então com quatro meses, teria sido levado pela mulher de Bruno, Dayanne Rodrigues. O menino foi achado posteriormente na casa de uma adolescente no bairro Liberdade, em Ribeirão das Neves. No dia seguinte, a mulher de Bruno foi presa. Após serem considerados foragidos, o goleiro e seu amigo Luiz Henrique Romão, o Macarrão, acusado de participar do crime, se entregaram à polícia. Pouco depois, Flávio Caetano de Araújo, Wemerson Marques de Souza, o Coxinha Elenilson Vitor da Silva e Sérgio Rosa Sales, outro primo de Bruno, também foram presos por envolvimento no crime. Enquanto a polícia fazia buscas ao corpo de Eliza, um motorista de ônibus denunciou o primo do goleiro como participante do crime. Apreendido, jovem de 17 anos relatou à polícia que a ex-amante de Bruno foi mantida em cativeiro e executada pelo ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos, conhecido como Bola, que a estrangulou e esquartejou seu corpo. Ainda segundo o relato, o ex-policial jogou os restos mortais para seus cães.  No dia 30 de julho, a Polícia de Minas Gerais indiciou todos pelo sequestro e morte de Eliza, sendo que Bruno foi apontado como mandante e executor do crime. No início de dezembro, Bruno e Macarrão foram condenados pelo sequestro e agressão a Eliza, em outubro de 2009, pela Justiça do Rio. O goleiro pegou quatro anos e seis meses de prisão.  Em 17 de dezembro, a Justiça mineira decidiu que Bruno, Macarrão, Sérgio Rosa Sales e Bola seriam levados a júri popular por homicídio triplamente qualificado, sendo que o último responderá também por ocultação de cadáver. Dayanne, Fernanda, Elenilson e Wemerson responderiam por sequestro e cárcere privado.  No dia 19 de novembro de 2012, foi dado início ao julgamento de Bruno, Bola, Macarrão, Dayanne e Fernanda. Dois dias depois, após mudanças na defesa do goleiro, o tribunal decidiu desmembrar o processo.  O júri condenou Macarrão, a 15 anos de prisão, e Fernanda Gomes de Castro, a cinco anos. No dia 8 de março de 2013, Bruno foi condenado a 22 anos e três meses de prisão, dos quais 17 anos e seis meses terão de ser cumpridos em regime fechado. Dayanne Rodrigues do Carmo, ex-mulher do goleiro e acusada de ser cúmplice no crime, foi absolvida. O ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, que é acusado como autor do homicídio, teve o júri marcado para abril de 2013.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/04/22/04mgjulgamentobolaplenariorenatacaldeiratjmgdiv.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Renata Caldeira/TJ-MG/Divulgação" title="Foto: Renata Caldeira/TJ-MG/Divulgação"> <br>No primeiro dia do julgamento do ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, os advogados de defesa questionaram, durante depoimento, a delegada Ana Maria Santos sobre a ausência do indiciamento dos policiais civis José Lauriano, o Zezé, e Gilson Costa no inquérito sobre a morte de Eliza Samudio, ex-amante do goleiro Bruno Fernandes.  Bola é julgado no Fórum de Contagem, na Grande Belo Horizonte, acusado de ser o executor do crime....]]></description>
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			<category><![CDATA[Caso Bruno]]></category>
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