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		<title><![CDATA[Terra - RSS - Pesquisa]]></title>
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		<description><![CDATA[Últimas Notícias - Pesquisa]]></description>
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		<copryright><![CDATA[Copyright 2000-2013 Terra Networks, S.A.]]></copryright>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
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			<title><![CDATA[Terra - RSS - Pesquisa]]></title>
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			<title><![CDATA[Estudo de Harvard relaciona poluição com risco de autismo]]></title>
			<pubDate>Tue, 18 Jun 2013 14:13:14 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/pesquisa/estudo-de-harvard-relaciona-poluicao-com-risco-de-autismo,037a30b5c455f310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA[As mulheres grávidas que estiveram expostas a altos níveis de ar poluído têm duas vezes mais possibilidades de dar à luz uma criança autista do que as que moraram em áreas com baixa contaminação do ar, segundo um estudo da Universidade de Harvard. Autismo: histórias de humilhação, preconceito, agressão e superação De acordo com os especialistas, este é o primeiro estudo nacional que examina a ligação entre a poluição e o desenvolvimento desta condição. A pesquisa foi publicada na revista Environmental Health Perspectives. "Nossa pesquisa é preocupante porque, dependendo do poluente, 20 a 60% das mulheres que participaram em nosso estudo viviam em áreas onde o risco de autismo é elevado", afirmou Andrea Roberts, pesquisadora associada do departamento de Ciências Sociais e de Conduta, da Faculdade de Saúde Pública de Harvard. Dois estudos anteriores já haviam demonstrado a relação entre a exposição à poluição do ar nas mulheres grávidas e as crianças com autismo, mas estes estudos haviam analisado dados de apenas três lugares nos Estados Unidos. No estudo, iniciado em 1989, foram pesquisadas 116.430 mulheres. Para a análise, foram selecionadas 325 mulheres, que tiveram um bebê autista e 22.000 que tiveram um filho não afetado por este fenômeno patológico. Os pesquisadores avaliaram os níveis de poluentes no ar no momento e lugar de nascimento, baseado em dados da Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA). Também levaram em conta outros fatores, como as rendas, o nível educativo e o fato de terem fumado u não durante a gravidez. As grávidas que viviam em zonas onde a concentração de partículas diesel e mercúrio eram maiores, tinham o dobro do risco de ter um filho com autismo que as que moravam em lugares menos poluídos por estas substâncias, concluíram. Por outra parte, descobriram que as mulheres que durante a gravidez viviam em áreas onde os níveis de cloreto de chumbo, magnésio e cloreto de metileno no ar eram mais altos tinham 50% mais probabilidades de ter um filho autista que as que viviam em lugares menos expostos a estes poluentes.]]></content>
			<description><![CDATA[As mulheres grávidas que estiveram expostas a altos níveis de ar poluído têm duas vezes mais possibilidades de dar à luz uma criança autista do que as que moraram em áreas com baixa contaminação do ar, segundo um estudo da Universidade de Harvard....]]></description>
			<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Trabalho de doutorado cria modelo animal de autismo]]></title>
			<pubDate>Tue, 18 Jun 2013 12:29:50 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/pesquisa/trabalho-de-doutorado-cria-modelo-animal-de-autismo,1c27e66ed275f310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/pesquisa/trabalho-de-doutorado-cria-modelo-animal-de-autismo,1c27e66ed275f310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Ao infectar ratas grávidas com uma parte da bactéria Escherichia coli, cientistas da Universidade de São Paulo (USP) conseguiram induzir na prole um quadro semelhante ao autismo, criando um modelo animal da doença que poderá ser útil em diversas pesquisas. As informações são da Agência Fapesp. O trabalho - um dos vencedores da última edição do Prêmio Tese Destaque USP - começou ainda durante o mestrado de Thiago Berti Kirsten e foi concluído em seu doutorado, ambos com bolsa da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo. "Nossa maior contribuição foi mostrar que, além dos já bem estabelecidos fatores genéticos, infecções durante a gestação também são importantes na etiologia das doenças mentais. Nossos achados indicam que uma infecção bacteriana aproximadamente no meio da gestação induziria alterações comportamentais similares às do autismo, com prejuízos na comunicação, socialização e inflexibilidade cognitiva", disse Kirsten. O experimento consistiu em injetar uma toxina extraída da membrana da bactéria E. coli chamada lipopolissacarídeo (LPS) em ratas no nono dia e meio de gestação. Segundo Martha Bernardi, pesquisadora da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ) da USP e orientadora do estudo, isso seria o equivalente a uma mulher contrair uma intoxicação alimentar pela bactéria por volta do quarto mês de gravidez. As ratas apresentaram um discreto e passageiro quadro de comportamento doentio após a contaminação, mas logo voltaram ao estado normal e cuidaram de forma adequada dos filhotes. Na prole, por outro lado, os efeitos foram maiores e duradouros. "Após o parto, deixamos com as ratas oito filhotes: quatro fêmeas e quatro machos. Todas as fêmeas apresentaram comportamento normal. Os machos, por outro lado, mostraram menor preferência pelo odor da mãe, indicando menor reconhecimento materno, e redução na socialização por meio de brincadeiras. Como o autismo é bem mais comum em homens do que em mulheres - em uma proporção de quatro para um -, a diferença observada entre machos e fêmeas é uma evidência forte de que conseguimos criar um modelo da doença", avaliou Bernardi. Os resultados sobre a capacidade reduzida de socialização foram publicados na revista NeuroImunoModulation. Já os dados sobre a dificuldade de reconhecer a mãe pelo olfato foram divulgados na Physiology & Behavior. Ao estudar o cérebro dos filhotes afetados, ainda durante o mestrado, Kirsten observou que a produção de dopamina - neurotransmissor envolvido no controle de movimentos, aprendizado, humor, emoções, cognição, sono e memória - estava diminuída. Os resultados foram publicados no Journal of Neuroscience Research. Segundo Bernardi, estudos anteriores haviam relacionado o autismo apenas à deficiência de serotonina. "Fomos os primeiros a relacionar a condição a uma hipofunção dopaminérgica. Mas vale ressaltar que estudamos apenas uma das formas de autismo, a induzida por inflamação. Essa síndrome, no entanto, é multifatorial, pode ter causas genéticas, medicamentos e outros fatores envolvidos", disse. Durante o doutorado, Kirsten estudou os receptores de dopamina no cérebro dos ratos e observou que estavam inalterados. Descobriu, por outro lado, que a enzima necessária para a produção de dopamina - a tirosina hidroxilase - estava diminuída. Ao investigar os demais neurotransmissores não encontrou alterações relevantes. "Acreditamos que a toxina da bactéria tenha induzido no corpo da rata prenhe a liberação de citocinas inflamatórias que causaram uma lesão funcional no cérebro dos filhotes. O tecido cerebral e as células gliais da prole, no entanto, estavam normais", disse Bernardi. Também durante o doutorado, com a ajuda de um aparelho capaz de capturar ultrassons, Kirsten mostrou que os bebês machos apresentavam problemas de comunicação. "Quando tiramos a mãe de perto dos filhotes, normalmente eles começam a gritar para que ela volte. Mas nos machos essa comunicação estava diminuída. Além disso, eles apresentavam um comportamento repetitivo típico do autismo", contou Bernardi. Segundo Bernardi, já há outros grupos usando o modelo animal desenvolvido por Kirsten para investigar, por exemplo, a percepção de dor no autismo. "Não se sabe ao certo se pacientes com a doença sentem menos dor que o normal ou apenas expressam menos a dor", afirmou Bernardi. Para Kirsten, o modelo é interessante para a comunidade científica por ser facilmente replicado e por reproduzir com fidelidade vários aspectos do autismo. "O próximo passo é realizar intervenções nos filhotes após a doença materna, ainda na gestação, com substâncias que interfiram nos seus sistemas imunes ou revertam os danos neurológicos. Esperamos encontrar ideias que encorajem futuras intervenções em humanos, para tentar amenizar ou mesmo reverter os prejuízos trazidos pelo autismo", disse Kirsten, que realiza no momento pós-doutorado com supervisão do professor Luciano Freitas Felício, da FMVZ-USP. Prêmio Tese Destaque USP Criado para estimular atividades de pesquisa entre alunos e professores da pós-graduação, o Prêmio Tese Destaque USP contemplou em 2013 trabalhos de doutorado em nove áreas do conhecimento. O autor do melhor trabalho em cada área receberá R$ 15 mil e seus orientadores, R$ 10 mil. Os trabalhos agraciados com menções honrosas receberão R$ 5 mil cada.]]></content>
			<description><![CDATA[Ao infectar ratas grávidas com uma parte da bactéria Escherichia coli, cientistas da Universidade de São Paulo (USP) conseguiram induzir na prole um quadro semelhante ao autismo, criando um modelo animal da doença que poderá ser útil em diversas pesquisas. As informações são da Agência Fapesp....]]></description>
			<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Adesivos podem substituir agulhas em vacina do futuro, dizem cientistas]]></title>
			<pubDate>Tue, 18 Jun 2013 11:25:10 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/pesquisa/adesivos-podem-substituir-agulhas-em-vacina-do-futuro-dizem-cientistas,047930b5c455f310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/pesquisa/adesivos-podem-substituir-agulhas-em-vacina-do-futuro-dizem-cientistas,047930b5c455f310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Um adesivo que é colocado na pele para aplicar vacinas de forma barata e eficaz foi apresentado durante a conferência TEDGlobal em Edimburgo, na Escócia. Substituir a agulha por um nanoadesivo pode transformar a prevenção de doenças mundo afora, disse o inventor da tecnologia, o pesquisador Mark Kendall, da University of Queensland, em Brisbane, Austrália. Segundo ele, o novo método abre caminho para vacinas de uso fácil para doenças como a malária, por exemplo. Outros especialistas deram boas vindas à novidade, mas disseram que o método pode não ser apropriado para todos os pacientes. A série de conferências TEDGlobal (a sigla inglesa TED quer dizer "Think, Exchange, Debate" ou "Pense, Troque, Debata") é realizada anualmente em diferentes partes do mundo. Ela é financiada pela fundação privada sem fins lucrativos Sapling Foundation, que promove a circulação de grandes ideias pelo mundo. Método antigo A palestra de Kendall em Edimburgo teve uma simbologia histórica: há 160 anos, na capital escocesa, Alexander Wood pediu a primeira patente para a agulha e a seringa. "A patente era quase idêntica às agulhas que usamos hoje. É uma tecnologia de 160 anos", disse Kendall. Aliada à água limpa e saneamento, ela cumpriu um papel fundamental no aumento da longevidade em todo o mundo, acresentou. Mas para Kendall, talvez tenha chegado a hora de atualizarmos essa tecnologia. O nanoadesivo é baseado na nanotecnologia - que permite manipular a matéria em escala atômica e molecular, ou seja, em dimensões infinitamente pequenas. Ele supera algumas das desvantagens mais óbvias de vacinas convencionais, como o medo da agulha e a possibilidade de contaminação provocada pelo uso de agulhas sujas. Mas há outras razões pelas quais o método pode ser transformador, disse o professor. Milhares de minúsculas saliências no adesivo perfuram a pele e liberam a vacina, que é aplicada, seca, sobre a pele. "As saliências no adesivo trabalham com o sistema imunológico da pele. Nosso alvo são essas células, situadas a um fio de cabelo de distância da superfície da pele", disse Kendall. "Talvez estejamos errando na mira e deixando de atingir o ponto imunológico exato, que pode estar na pele e não no músculo, que é onde as agulhas tradicionais vão". Em testes feitos no laboratório de Kendall na University of Queensland, o adesivo foi usado para administrar a vacina contra gripe. A equipe australiana disse ter notado que as respostas para vacinas aplicadas por meio do nanoadesivo foram completamente diferentes daquelas aplicadas com o uso da seringa tradicional. "Isso significa que nós podemos trazer uma ferramenta completamente diferente para a vacinação", disse o pesquisador. A quantidade de vacina necessária, por exemplo, é muito menor - até um centésimo da dose normal. O preço de "uma vacina que custa US$ 10 pode ser reduzido para US$ 0,10, o que é muito importante no mundo em desenvolvimento", acrescentou. Vacinas sem efeito Outro ponto fraco das vacinas tradicionais é que, por serem líquidas, precisam ser mantidas no refrigerador, desde o laboratório até a clínica onde é feita a vacinação. "Metade das vacinas aplicadas na África não estão funcionando direito por causa de falhas na refrigeração em algum momento". Quando Kendall disse, durante a conferência, que a vacina nanoadesiva poderia ser mantida a 23ºC durante um ano, a plateia respondeu com aplausos calorosos. Um representante da Brithish Society for Immunology, a sociedade britânica de imunologia, deu boas vindas à tecnologia, mas fez algumas ressalvas. "Essa abordagem traz esperanças de vacinação fácil e em grande escala, já que ela tem como alvo um tipo de célula imunológica chamada célula Langerhans, que existe em abundância na pele", disse Diane Williamson. "Essas células absorvem avidamente a vacina e são capazes de desencadear a resposta imunológica". "Porém, um dos problemas em potencial na aplicação (da vacina) sobre a pele é o tempo de aplicação e como garantir a administração da quantidade adequada de vacina. Além disso, talvez haja problemas de tolerância do adesivo em alguns pacientes. Mas se esses problemas puderem ser superados, o nanoadesivo tem o potencial de substituir a aplicação convencional, baseada em aplicação intramuscular por agulha". O nanoadesivo começará a ser testado em breve na Papua Nova Guiné, onde suprimentos de vacina são escassos. Kendall disse que acha difícil imaginar um mundo sem agulhas e seringas tradicionais, mas espera que o novo método possa ser utilizado em grande escala.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/06/18/vacinaadesivaimg1927.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Australian Institute for Bioengineering and Nanotechnology/Divulgação" title="Foto: Australian Institute for Bioengineering and Nanotechnology/Divulgação"> <br>Um adesivo que é colocado na pele para aplicar vacinas de forma barata e eficaz foi apresentado durante a conferência TEDGlobal em Edimburgo, na Escócia. Substituir a agulha por um nanoadesivo pode transformar a prevenção de doenças mundo afora, disse o inventor da tecnologia, o pesquisador Mark Kendall, da University of Queensland, em Brisbane, Austrália....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/06/18/vacinaadesivaimg1927.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Fenômeno das rochas deslizantes pode ter sido desvendado pela Nasa]]></title>
			<pubDate>Mon, 17 Jun 2013 17:06:17 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/pesquisa/fenomeno-das-rochas-deslizantes-pode-ter-sido-desvendado-pela-nasa,9b1e3e795035f310VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA[Na superífice obscura e rachada de um lago seco no Vale da Morte, na Califórnia (Estados Unidos), pedras se movem sozinhas no deserto. Sobre a árida Racetrack Playa, as rochas - algumas pesando mais de 300 quilos - deixam rastros sobre a areia, marcando seus inexplicáveis movimentos. Algumas das trilhas têm quase 200 metros de comprimento. A força "mágica" por trás dessas "rochas deslizantes" tem sido um mistério para cientistas há quase um século. Agora, um geólogo da Nasa, a agência espacial americana, acredita ter finalmente encontrado a resposta. Conheça 10 destinos misteriosos pelo mundo O professor Ralph Lorenz, um cientista planetário, crê que essas rochas ficam envoltas em gelo durante o inverno, então quando o leito do lago derrete e se torna lamacento, o gelo permite às pedras "deslizar" sobre o barro - fazendo com que sejam facilmente levadas pelos fortes ventos dos desertos. Em uma entrevista concedida à revista Smithsonian, ele resumiu a descoberta que publicou em 2009 da seguinte maneira: "Basicamente, uma placa de gelo se forma em torno da rocha, e o nível do líquido muda até que a pedra começa a flutuar na lama. É uma pequena camada de gelo flutuando que tem uma espécie de quilha voltada para baixo e pode cavar uma trilha no barro mole", afirmou Lorenz. Até hoje, nenhum cientista conseguiu gravar uma rocha se movendo. Acredita-se que ninguém tenha jamais visto uma delas deslizando. Apesar dessa nova explicação para a movimentação das rochas deslizantes, muitos visitantes do Vale da Morte continuam atribuindo propriedades mágicas às pedras de Racetrack Playa. Alguns alegam que o fenômeno é causado por magnetismo, a ação de alienígenas ou ainda campos de força misteriosos.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/06/17/rocha-deslizante-deserto-eua-div.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Wikimedia" title="Foto: Wikimedia"> <br>Na superífice obscura e rachada de um lago seco no Vale da Morte, na Califórnia (Estados Unidos), pedras se movem sozinhas no deserto. Sobre a árida Racetrack Playa, as rochas - algumas pesando mais de 300 quilos - deixam rastros sobre a areia, marcando seus inexplicáveis movimentos. Algumas das trilhas têm quase 200 metros de comprimento. A força "mágica" por trás dessas "rochas deslizantes" tem sido um mistério para cientistas há quase um século. Agora, um geólogo da Nasa, a agência espacial americana, acredita ter finalmente encontrado a resposta....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/06/17/rocha-deslizante-deserto-eua-div.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Pesquisadores usam matemática avançada para combater câncer]]></title>
			<pubDate>Sat, 15 Jun 2013 14:31:42 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/pesquisa/pesquisadores-usam-matematica-avancada-para-combater-cancer,f90bb907d384f310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA[Pesquisadores do Canadá estão depositando suas esperanças na matemática avançada para combater o câncer, segundo reportagem do site da RT publicada neste sábado. A revista Nature Communications publicou artigo de pesquisadores de Ottawa, no Canadá, com o uso da engenharia para intencionalmente infectar e matar tumores no corpo humano, evitando danos aos tecidos saudáveis. Os testes em humanos até agora têm sido muito limitados, mas a pesquisa produzida pela equipe canadense poderia ter amplas repercussões. Os modelos matemáticos seriam usados para fazer simulações ao invés de usar ensaios caros e demorados. "Ao usar esses modelos matemáticos para prever como as modificações virais iriam realmente impactar as células cancerosas e as células normais, somos capazes de acelerar o ritmo da investigação", diz John Bell, um dos autores da pesquisa. A partir dessa pesquisa inicial, os investigadores podem examinar a propagação e os mecanismos de defesa libertados pelas células tumorais. Usando os resultados dessas simulações, os cientistas podem explorar a forma de modificar o genoma, ou a estrutura genética do vírus, para contrariar as defesas antivirais das células cancerosas. Isso representaria uma importante economia de tempo, antes mesmo de utilizar amostras biológicas vivas, tais como camundongos portadores de tumor. De acordo com a equipe de investigação, os resultados matemáticos até agora têm sido surpreendentemente precisos. "O que é notável é a forma como poderíamos prever o resultado experimental com base na análise computacional. Este trabalho cria uma estrutura útil para o desenvolvimento de tipos semelhantes de modelos matemáticos na luta contra o câncer ", diz Bell.]]></content>
			<description><![CDATA[Pesquisadores do Canadá estão depositando suas esperanças na matemática avançada para combater o câncer, segundo reportagem do site da RT publicada neste sábado. A revista Nature Communications publicou artigo de pesquisadores de Ottawa, no Canadá, com o uso da engenharia para intencionalmente infectar e matar tumores no corpo humano, evitando danos aos tecidos saudáveis....]]></description>
			<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Conselho Nacional de Saúde define regras para pesquisas com humanos]]></title>
			<pubDate>Thu, 13 Jun 2013 19:50:30 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/pesquisa/conselho-nacional-de-saude-define-regras-para-pesquisas-com-humanos,ef51c51e70f3f310VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA[O Conselho Nacional de Saúde (CNS) estabeleceu novas regras para pesquisas científicas que envolvam a participação de seres humanos. A medida foi publicada na edição desta quinta-feira no Diário Oficial da União e abrange estudos de qualquer área do conhecimento que levem em conta a ética, metodologia adequada e mais benefícios do que riscos aos envolvidos. De acordo com o documento, as pesquisas com humanos devem ter como prioridade a relevância social e ser feitas somente quando não se puder chegar aos resultados por outros meios. Além disso, é preciso obter o consentimento livre e esclarecido do participante ou de seu representante legal. O texto diz ainda que os resultados devem ser comunicados às autoridades competentes sempre que puderem contribuir para a melhoria das condições de vida da coletividade. No entanto, é preciso garantir a preservação da imagem dos envolvidos e que eles não sejam estigmatizados. O material e os dados obtidos na pesquisa também devem ser usados exclusivamente para a finalidade prevista eu seu protocolo, ou conforme o consentimento do paciente. Concordância do participante O texto afirma ainda que toda a pesquisa precisa levar em conta o consentimento dos participantes ou seus representantes legais. As informações sobre o estudo devem ser repassadas em linguagem clara e objetiva para que todos os envolvidos possam entender do que se trata. Também é preciso dar tempo adequado para que o convidado possa decidir se quer ou não participar do procedimento, ajudando a tomar uma decisão livre de pressões. O termo de consentimento deve explicar claramente os possíveis desconfortos e riscos decorrentes da participação na pesquisa, além dos benefícios esperados dessa participação e apresentação das providências e cautelas a serem empregadas para evitar ou reduzir efeitos adversos que possam causar dano. A consulta ao documento na íntegra pode ser feita no Diário Oficial da União.    ]]></content>
			<description><![CDATA[O Conselho Nacional de Saúde (CNS) estabeleceu novas regras para pesquisas científicas que envolvam a participação de seres humanos. A medida foi publicada na edição desta quinta-feira no Diário Oficial da União e abrange estudos de qualquer área do conhecimento que levem em conta a ética, metodologia adequada e mais benefícios do que riscos aos envolvidos....]]></description>
			<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Aquecimento dos mares provoca derretimento de gelo na Antártida]]></title>
			<pubDate>Thu, 13 Jun 2013 18:00:46 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/pesquisa/aquecimento-dos-mares-provoca-derretimento-de-gelo-na-antartida,fbf17623c8e3f310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/pesquisa/aquecimento-dos-mares-provoca-derretimento-de-gelo-na-antartida,fbf17623c8e3f310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O aquecimento dos oceanos faz derreter as plataformas glaciares em torno da Antártida e é o responsável pelas maiores perdas da massa de gelo, tradicionalmente atribuídas à formação de icebergs, afirma a Nasa em um estudo publicado esta quinta-feira. Cientistas estudaram as taxas de derretimento destas massas de gelo, prolongamentos das geleiras flutuantes no oceano, que cobrem uma superfície de 1,5 milhão de quilômetros quadrados. Antártida: conheça o continente gelado Este primeiro estudo realizado sobre as plataformas de gelo em torno da Antártida revela que o derretimento de sua base respondeu por 55% da perda total de sua massa de 2003 a 2008, um volume muito mais importante do que o previamente calculado. A Antártida contém, em média, 60% das reservas de água doce do planeta nestas plataformas, espécies de barreiras de gelo, reduzindo o escorregamento das geleiras para o oceano. Determinar como elas derretem ajudará os glaciologistas e outros cientistas a melhorar suas previsões sobre a resposta da massa glaciar antártica ao aquecimento do oceano e sobre sua contribuição para a elevação do nível dos oceanos. Segundo estes cientistas, este estudo refinará os modelos sobre a circulação oceânica, ao fornecer uma estimativa melhor do volume de água doce procedente do derretimento destas plataformas de gelo na zona costeira da Antártida. Para esta pesquisa, publicada na edição desta sexta-feira da revista Science, os cientistas reconstituíram o acúmulo de gelo e a espessura com satélites e aviões, assim como as mudanças na elevação destas plataformas e a velocidade de deslocamento. Eles conseguiram, ainda, determinar com qual velocidade derreteram e compará-las com a formação de icebergs. "O ponto de vista tradicional sobre a perda da massa de gelo da Antártida é que ela ocorre quase totalmente da ruptura de um iceberg", explicou Eric Rignot, do Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa, em Pasadena (Califórnia, oeste), principal autor deste trabalho. "Nosso estudo mostra que o derretimento da base das plataformas de gelo no entorno da Antártida contribui de forma muito mais importante", afirmou. Antártida: imensa plataforma de gelo pode desmoronar em breve]]></content>
			<description><![CDATA[O aquecimento dos oceanos faz derreter as plataformas glaciares em torno da Antártida e é o responsável pelas maiores perdas da massa de gelo, tradicionalmente atribuídas à formação de icebergs, afirma a Nasa em um estudo publicado esta quinta-feira. Cientistas estudaram as taxas de derretimento destas massas de gelo, prolongamentos das geleiras flutuantes no oceano, que cobrem uma superfície de 1,5 milhão de quilômetros quadrados....]]></description>
			<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Suprema Corte dos EUA decide que DNA humano não pode ser patenteado]]></title>
			<pubDate>Thu, 13 Jun 2013 16:40:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/pesquisa/suprema-corte-dos-eua-decide-que-dna-humano-nao-pode-ser-patenteado,5c044b65d463f310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/pesquisa/suprema-corte-dos-eua-decide-que-dna-humano-nao-pode-ser-patenteado,5c044b65d463f310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O DNA humano é um produto da natureza e não pode ser patenteado, decidiu nesta quinta-feira, dia 13, a Suprema Corte dos Estados Unidos, que considerou que somente pode ser objeto de patente o DNA complementar, ou seja, copiado artificialmente e replicado. "Um segmento de DNA de origem natural é um produto da natureza e não pode ser patenteado simplesmente porque foi isolado, mas o DNA complementar pode ser patenteado porque não se produz de maneira natural", anunciou o principal tribunal de justiça americano. Uma empresa de biotecnologia reivindicou a propriedade de dois genes ligados ao câncer de ovário e de mama. Trata-se do gene defeituoso identificado em Angelina Jolie, pelo qual a atriz decidiu se submeter a uma cirurgia de remoção dos seios para evitar o risco muito elevado de câncer. A Suprema Corte decidiu assim uma intensa batalha jurídica contra Myriad, uma empresa de biotecnologia que apresentou nove patentes para esses dois genes isolados por ela na década de 1990 e cujas mutações hereditárias aumentam o risco de desenvolver câncer de mama ou de ovário. Nesta decisão altamente esperada para a pesquisa genética, a mais alta autoridade judiciária do país decidiu que o "DNA produzido naturalmente é um produto da natureza e não é elegível a uma patente, simplesmente porque foi isolado". Myriad "descobriu um gene importante e necessário, mas descobertas tão revolucionárias, inovadoras e brilhantes como esta não se aplicam por si só" à lei de patentes. De acordo com este texto, "as leis da natureza, os fenômenos naturais e ideias abstratas são ferramentas básicas do trabalho científico e tecnológico que não se inserem no âmbito da proteção de patentes". Mas a Suprema Corte permitiu algumas patentes para a Myriad sobreviver: a do DNA complementar, ou seja, copiado a partir do DAN de uma célula e sintetizado artificialmente, considerando que o "DNA complementar pode ser patenteado porque não é produzido naturalmente". Neste caso, "o técnico de laboratório, sem dúvida, cria algo novo", escreveu o juiz Clarence Thomas, no acórdão da Corte decidido por unanimidade por nove juízes. Animais extintos - Você sabia?<a data-cke-saved-href="http://www.terra.com.br/noticias/educacao/infograficos/vc-sabia-animais-extintos-dna//iframe.htm" href="http://www.terra.com.br/noticias/educacao/infograficos/vc-sabia-animais-extintos-dna//iframe.htm">veja o infográfico</a> &lt;a data-cke-saved-href="http://www.terra.com.br/noticias/educacao/infograficos/vc-sabia-animais-extintos-dna//iframe.htm" href="http://www.terra.com.br/noticias/educacao/infograficos/vc-sabia-animais-extintos-dna//iframe.htm"&gt;veja o infográfico&lt;/a&gt;]]></content>
			<description><![CDATA[O DNA humano é um produto da natureza e não pode ser patenteado, decidiu nesta quinta-feira, dia 13, a Suprema Corte dos Estados Unidos, que considerou que somente pode ser objeto de patente o DNA complementar, ou seja, copiado artificialmente e replicado....]]></description>
			<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Estudo identifica proteína que 'dirige' conversão de aprendizado em memória]]></title>
			<pubDate>Mon, 10 Jun 2013 12:22:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/pesquisa/estudo-identifica-proteina-que-dirige-conversao-de-aprendizado-em-memoria,39593de2b4c2f310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/pesquisa/estudo-identifica-proteina-que-dirige-conversao-de-aprendizado-em-memoria,39593de2b4c2f310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Cientistas encontraram novas informações sobre a função de uma importante proteína no cérebro utilizada no processo que transforma o aprendizado em memória de longo prazo. Em artigo na revista científica Nature Neuroscience, eles afirmam que mais pesquisas sobre o papel da proteína Arc (actin-regulated cytoskeleton) poderia ajudar na busca por novos tratamentos contra doenças neurológicas. A mesma proteína pode ser um fator atuante no autismo, dizem os cientistas. Pesquisas recentes detectaram a falta da proteína Arc no cérebro de pacientes de Alzheimer e indicado que a função da proteína era crucial. Para o professor de neurologia e fisiologia da Universidade da Califórnia Steve Finkbeiner, que liderou a nova pesquisa, "cientistas já sabiam que a Arc estava envolvida na memória de longo prazo, porque estudos em cobaias com falta dessa proteína podiam aprender novas tarefas, mas falhavam ao tentar lembrá-las no dia seguinte". Os novos experimentos, mais aprofundados, revelaram que a proteína Arc age como um "regulador mestre" dos neurônios durante o processo de formação da memória de longo prazo. A pesquisa revelou que, durante a formação da memória, certos genes eram ativados e desativados em intervalos de tempo específicos para que fossem geradas as proteínas que ajudam os neurônios a estabelecer novas memórias. Direção Os cientistas descobriram que a proteína Arc "dirigia" esse processo, a partir do núcleo do neurônio. Finkbeiner disse que pessoas com falta dessa proteína poderiam ter problemas de memória. "Cientistas descobriram recentemente que a Arc se esgotava no hipocampo - o centro da memória no cérebro - em pacientes de Alzheimer. É possível que estas interrupções durante o processo de controle homeostático possam contribuir para o aprendizado e para os deficit de memória em pacientes de Alzheimer." A pesquisa também confirmou que disfunções na produção e transporte da proteína Arc podem ter uma papel-chave no autismo. A Síndrome do X Frágil, por exemplo, vista como uma causa comum tanto de autismo como de retardo mental, afeta diretamente a produção de proteína Arc em neurônios. O time californiano de cientistas afirmou que mais estudos são necessários sobre a função da proteína Arc para a saúde humana. Eles ressaltaram que entender o papel da Arc em doenças poderia contribuir para uma maior compreensão desses problemas e ajudar na criação de novas estratégias terapêuticas para combatê-las.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/06/10/130610111212brainprotein384x216bbc.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: BBCBrasil.com" title="Foto: BBCBrasil.com"> <br>Cientistas encontraram novas informações sobre a função de uma importante proteína no cérebro utilizada no processo que transforma o aprendizado em memória de longo prazo. Em artigo na revista científica Nature Neuroscience, eles afirmam que mais pesquisas sobre o papel da proteína Arc (actin-regulated cytoskeleton) poderia ajudar na busca por novos tratamentos contra doenças neurológicas....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/06/10/130610111212brainprotein384x216bbc.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Pesquisadores estudam autismo usando dentes de leite de crianças]]></title>
			<pubDate>Mon, 10 Jun 2013 11:41:14 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/pesquisa/pesquisadores-estudam-autismo-usando-dentes-de-leite-de-criancas,10093de2b4c2f310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/pesquisa/pesquisadores-estudam-autismo-usando-dentes-de-leite-de-criancas,10093de2b4c2f310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Para entender o autismo, um grupo de pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), em parceria com o professor Alysson Muotri, da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, está desenvolvendo um projeto chamado "A Fada do Dente". Durante o estudo, os pesquisadores têm coletado dentes de leite de crianças com autismo para - a partir das células da polpa (parte mole e avermelhada) - transformá-las em células-tronco diferenciadas em neurônios. Com isso, pretendem identificar as diferenças biológicas existentes nos neurônios com autismo, estudar o funcionamento e testar drogas. Autismo: histórias de humilhação, preconceito, agressão e superação "O foco do estudo é procurar entender o que acontece dentro do cérebro do paciente com autismo", disse Patrícia Beltrão Braga, bióloga, professora da USP e coordenadora da pesquisa no país, em entrevista à Agência Brasil. Segundo ela, para que isso ocorra, seria preciso acessar as células que estão dentro do cérebro dos autistas. A ideia, então, foi recriar um modelo análogo, baseado na técnica desenvolvida pelo japonês Shinya Yamanaka, ganhador do Prêmio Nobel de Medicina no ano passado. Ele desenvolveu um método de reprogramação de uma célula já adulta transformando-a em uma célula-tronco semelhante às embrionárias, ou seja, as células adultas são rejuvenescidas até a fase correspondente a seis ou sete dias após a fecundação do óvulo. "A partir deste momento, pegam-se essas células e se produzem os neurônios, já que essas células embrionárias têm a capacidade de virar qualquer tecido ou órgão do corpo", explica a pesquisadora. Patrícia aprendeu a técnica de reprogramação celular desenvolvida por Yamanaka em 2008, quando foi aos Estados Unidos. Um ano depois começou a aplicá-la aqui no Brasil a partir das células de polpa de dentes de leite. "Pegamos as células de polpas de dentes de leite e produzimos as células embrionárias, que não são embrionárias de verdade e são chamadas de pluripotentes induzidas [técnica que rendeu o prêmio a Shinya Yamanaka]", disse. "A gente programa essas células como se as puséssemos numa máquina do tempo: elas [células] voltam no tempo e viram células semelhantes às embrionárias para que depois consigamos induzir essas células a se diferenciarem e a produzir neurônios", acrescentou. A escolha pelas células da polpa do dente de leite se deu, segundo Patrícia, principalmente pela facilidade de obtenção. Mas ela também apontou outras vantagens: "Vimos que usando a célula da polpa do dente o procedimento seria um pouco mais rápido. E outra coisa: a origem embrionária das células dos dentes e do sistema nervoso é a mesma, e a gente acredita que ela possa se diferenciar mais facilmente em célula do cérebro do que outras que pudéssemos escolher. Por último, esse dente cai e a pessoa o jogaria fora." De início, o estudo pretende somente investigar a doença. Depois, disse Patrícia, os pesquisadores também pretendem fazer experimentações com medicamentos para ver se é possível reverter os sintomas do autismo. "O autismo é uma doença neurodegenerativa, classificada por uma tríade: basicamente o paciente tem uma dificuldade de atenção - ou, muitas vezes, a criança não fala direito - dificuldade de sociabilidade, ou seja, de se fazer amigos. Pode-se também ter alterações de comportamento." Os pais cujos filhos são diagnosticados com autismo podem ajudar no projeto entrando em contato com os pesquisadores por meio do e-mail projetoafadadodente@yahoo.com.br. Os pais cadastrados recebem então um kit para recolher o dente do filho quando ele cair. O kit é composto por um frasco com um líquido para preservar as células, gelo reciclável e uma caixa de isopor para mantê-las vivas. O único custo para os pais é com as despesas de envio do kit pelo correio. Mas caso o dente de leite da criança caia e o kit não esteja por perto, a indicação é colocá-lo dentro de um copo com água filtrada e deixá-lo na geladeira para que a polpa não seque e as células não morram. O dente precisa ser colhido com rapidez para que seja viável o uso das células e não pode ser congelado.]]></content>
			<description><![CDATA[Para entender o autismo, um grupo de pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), em parceria com o professor Alysson Muotri, da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, está desenvolvendo um projeto chamado "A Fada do Dente". Durante o estudo, os pesquisadores têm coletado dentes de leite de crianças com autismo para - a partir das células da polpa (parte mole e avermelhada) - transformá-las em células-tronco diferenciadas em neurônios. Com isso, pretendem identificar as diferenças biológicas existentes nos neurônios com autismo, estudar o funcionamento e testar drogas....]]></description>
			<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Brasil e Portugal se unirão em pesquisas na área de nanotecnologia]]></title>
			<pubDate>Sun, 9 Jun 2013 15:58:21 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/pesquisa/brasil-e-portugal-se-unirao-em-pesquisas-na-area-de-nanotecnologia,d1f4198de4e1f310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/pesquisa/brasil-e-portugal-se-unirao-em-pesquisas-na-area-de-nanotecnologia,d1f4198de4e1f310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O governo federal vai lançar um edital para pesquisa e cooperação entre Brasil e Portugal na área de nanotecnologia, anunciou neste domingo o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, em entrevista à imprensa, ao chegar à capital portuguesa. Mercadante informou que também está sendo preparado um edital para cooperação técnica nas áreas de biotecnologia e tecnologia de informação e comunicação. O ministro falou também sobre o problema de trabalho dos engenheiros brasileiros em Portugal, garantindo que tudo está sendo resolvido pelo governo. "Haverá política de reciprocidade mais depressa do que ocorreu no caso dos dentistas", disse Mercadante. Ele se referia às dificuldades dos dentistas brasileiros em Portugal, que se arrastaram por toda a década de 90 do século passado, com os profissionais enfrentando obstáculos para instalar seus consultórios em território português. Mercadante integra a comitiva oficial da presidenta Dilma Rousseff, que chegou hoje a Portugal. Durante a visita, também deve ser tratada a suspensão do edital para vinda de estudantes brasileiros a Portugal pelo Programa Ciência sem Fronteiras. A decisão de não enviar novos estudantes a Portugal e remanejar os selecionados nos editais de 2013 foi tomada em março. Em maio, o Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (Crup) divulgou nota lamentando a decisão do governo brasileiro de suspender a concessão de bolsas de estudos para alunos de graduação do Ciência sem Fronteiras em instituições do país. O Crup equivale no Brasil à Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes).]]></content>
			<description><![CDATA[O governo federal vai lançar um edital para pesquisa e cooperação entre Brasil e Portugal na área de nanotecnologia, anunciou neste domingo o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, em entrevista à imprensa, ao chegar à capital portuguesa. Mercadante informou que também está sendo preparado um edital para cooperação técnica nas áreas de biotecnologia e tecnologia de informação e comunicação....]]></description>
			<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Tumor encontrado em neandertal indica origens do câncer]]></title>
			<pubDate>Sun, 9 Jun 2013 14:49:23 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/pesquisa/tumor-encontrado-em-neandertal-indica-origens-do-cancer,72196335f592f310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/pesquisa/tumor-encontrado-em-neandertal-indica-origens-do-cancer,72196335f592f310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Um homem-de-neandertal que viveu há 120 mil anos teve um tipo de câncer comum atualmente, de acordo com o estudo de um fóssil. Uma costela encontrada em uma caverna em Krapina, na Croácia, mostra sinais de um tumor ósseo. A descoberta é a mais antiga evidência já encontrada de um tumor em fósseis humanos, afirmaram cientistas americanos. O estudo, publicado na revista científica PLOS One, dá pistas sobre a complexa história de câncer em seres humanos. Até então, os primeiros sinais de câncer ósseo foram identificados em múmias egípcias de 1 mil a 4 mil anos atrás. "É o mais antigo tumor encontrado no registro fóssil humano", afirmou à BBC Mundo o antropólogo David Frayer, coordenador da equipe de pesquisadores dos Estados Unidos. "Isso nos mostra que viver em um ambiente relativamente despoluído não necessariamente protege do câncer, ainda que você seja um neandertal vivendo há 120 mil anos." História complexa O fóssil foi descoberto em um importante sítio arqueológico que já rendeu quase 900 antigos ossos humanos, bem como ferramentas de pedra. A costela com câncer é uma amostra incompleta, então o estado geral de saúde do indivíduo com tumor não pode ser estabelecida. O tumor foi diagnosticado por um radiologista através de raios-X e tomografia computadorizada. Apesar de esforços para extrair DNA antigo de fósseis neandertais terem se provado infrutíferos, os pesquisadores esperam que outros fósseis esclareçam a presença de câncer em seres humanos pré-históricos. INFOGRÁFICO Você Sabia? É possível recriar animais extintos a partir de seu DNA?]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/06/09/ossosneandertaltumordiv.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto:  PLOS One/Divulgação" title="Foto:  PLOS One/Divulgação"> <br>Um homem-de-neandertal que viveu há 120 mil anos teve um tipo de câncer comum atualmente, de acordo com o estudo de um fóssil. Uma costela encontrada em uma caverna em Krapina, na Croácia, mostra sinais de um tumor ósseo. A descoberta é a mais antiga evidência já encontrada de um tumor em fósseis humanos, afirmaram cientistas americanos....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/06/09/ossosneandertaltumordiv.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Centros de pesquisa em SP vão receber R$ 1,4 bilhão em investimentos]]></title>
			<pubDate>Fri, 7 Jun 2013 15:59:17 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/pesquisa/centros-de-pesquisa-em-sp-vao-receber-r-14-bilhao-em-investimentos,74ca497f8cc1f310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/pesquisa/centros-de-pesquisa-em-sp-vao-receber-r-14-bilhao-em-investimentos,74ca497f8cc1f310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Dezessete novos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (Cepids) foram criados esta semana no Estado paulista. Os projetos, que já funcionavam como grupos de pesquisa em universidades paulistas, foram selecionados por meio de uma chamada pública e vão receber, nos próximos 11 anos, investimentos que somam R$ 1,4 bilhão. Estudos sobre doenças degenerativas, possibilidade de cura para o diabetes e pesquisa sobre células-tronco são exemplos dos temas selecionados. "(Esse projeto) exige dos pesquisadores uma atividade de pesquisa competitiva mundialmente, exige que essas atividades estejam conectadas com aplicações na indústria e empresas ou no governo e que esses pesquisadores trabalhem com a ideia de difundir a ciência na sociedade", explicou Carlos Brito Cruz, diretor científico da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). Durante o lançamento dos novos centros, o governador Geraldo Alckmin destacou que a pesquisa acadêmica pode ter um foco a curto prazo para questões emergentes e precisa projetar questões a longo prazo, por isso, um financiamento por 11 anos. "Esses dois focos se complementam. Precisamos prospectar, sobretudo porque vivemos em um mundo com constantes mudanças", declarou. Além da capital, foram selecionados projetos em Campinas, São Carlos, Ribeirão Preto e Araraquara. A ação envolve 499 pesquisadores do estado e 68 de outros países. Os 17 novos Cepids foram escolhidos a partir de 90 propostas encaminhadas ao comitê avaliador, que mobilizou 150 revisores brasileiros e um comitê internacional composto por 11 cientistas convidados. Entre os critérios analisados, estavam mérito científico, originalidade, competitividade e qualificação da equipe. O projeto Cepid teve início no ano 2000, quando 11 centros de pesquisa foram formados. Eles funcionaram de 2001 a 2013. Alguns desses grupos apresentaram novos projetos nesta nova chamada e tiveram os investimentos renovados por mais 11 anos. O Núcleo de Estudos da Violência (NEV), da Universidade de São Paulo (USP), é um desses centros que serão ampliados na próxima década. O professor Sérgio Adorno, coordenador do NEV, explica que na primeira etapa do projeto foram desenvolvidos estudos com o propósito de avaliar o perfil da violência no estado. Entre as questões analisadas estavam a impunidade e as representações dos cidadãos sobre justiça e acesso a direitos. "Tínhamos o objetivo de entender porque a democracia, apesar dos seus avanços, não logrou restituir a tranquilidade e a segurança aos brasileiros e também aqui no estado", destacou. Uma das razões observadas no estudo "é a desconfiança que o cidadão tem na aplicação das leis e nas instituições encarregadas de aplicá-las", disse Adorno. Foi essa percepção que apontou o caminho a ser adotado no estudo que inicia agora. "Vamos fazer um mapeamento rigoroso para entender como se dá a relação cotidiana dos cidadãos com as instituições encarregadas de aplicar as leis e promover o bem-estar social. Também vamos analisar como as instituições respondem à demanda dos cidadãos", explicou. O professor acredita que a pesquisa poderá colaborar para a formulação de políticas na área de segurança pública. "Podemos contribuir para a melhoria dos recursos humanos desses serviços. Detectar quais são as zonas de atrito e que tipo de políticas podem ser adotadas e que conflitos podem ser resolvidos de maneira pacífica", destacou. O trabalho do NEV receberá R$ 3 milhões por ano e contará com 40 pesquisadores. Uma parte da pesquisa será feita de forma colaborativa com pesquisadores de outros países, como Equador, Colômbia, México, Estados Unidos, África do Sul e Índia. "Vamos comparar problemas semelhantes e observar como esses problemas são enfrentados em cada país", declarou.  ]]></content>
			<description><![CDATA[Dezessete novos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (Cepids) foram criados esta semana no Estado paulista. Os projetos, que já funcionavam como grupos de pesquisa em universidades paulistas, foram selecionados por meio de uma chamada pública e vão receber, nos próximos 11 anos, investimentos que somam R$ 1,4 bilhão. Estudos sobre doenças degenerativas, possibilidade de cura para o diabetes e pesquisa sobre células-tronco são exemplos dos temas selecionados....]]></description>
			<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Riscos de doenças ligadas a obesidade podem ser herdados, diz estudo]]></title>
			<pubDate>Fri, 7 Jun 2013 10:04:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/pesquisa/riscos-de-doencas-ligadas-a-obesidade-podem-ser-herdados-diz-estudo,a0e8497f8cc1f310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/pesquisa/riscos-de-doencas-ligadas-a-obesidade-podem-ser-herdados-diz-estudo,a0e8497f8cc1f310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Um estudo realizado por cientistas britânicos descobriu que os netos podem herdar de suas avós problemas de saúde ligados à obesidade, como cardiopatias e diabetes, mesmo que suas mães não apresentem indícios de tais doenças. A obesidade é um problema que afeta vários países do mundo. No Reino Unido, a proporção de pessoas obesas em relação à população total já é a maior de toda a história. Derrame e diversos tipos de câncer estão entre os riscos dos problemas de saúde associados ao ganho de peso, dizem especialistas. A obesidade moderada ocorre quando o indivíduo tem Índice de Massa Corporal (IMC) entre 30 e 34,9. O IMC é calculado dividindo o peso pela altura elevada ao quadrado. Primeira geração O estudo, da Universidade de Edimburgo, foi realizado com camundongos fêmeas com obesidade moderada, alimentadas com uma dieta rica em gordura e açúcar antes e durante a gravidez. Os cientistas concluíram que os riscos da obesidade eram passados para a segunda geração da prole, ao passo que não constataram nenhum dos efeitos negativos do sobrepeso na primeira geração dos rebentos. Eles não souberam, no entanto, esclarecer os motivos pelos quais isso acontece. Entre as hipóteses, estão as diferenças no ganho de peso ou a alimentação com um determinado tipo de comida durante a gravidez. Os cientistas acrescentaram que ainda estão estudando os efeitos da pesquisa em humanos. Segundo eles, os experimentos são desafiadores, mas possíveis. Segundo Amanda Drake, da Universidade de Edimburgo: "Dado o aumento da obesidade no mundo, é vital entender como as gerações futuras podem ser afetadas por isso". "Estudos realizados futuramente podem analisar essas tendências em humanos, mas precisariam levar em conta fatores genéticos, ambientais, sociais e culturais". O estudo, publicado na revista científica Endocrinology, foi financiada por uma instituição de caridade que se volta para pesquisas sobre a saúde das grávidas.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/06/07/homemobesosalgadinhogetty.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Getty Images" title="Foto: Getty Images"> <br>Um estudo realizado por cientistas britânicos descobriu que os netos podem herdar de suas avós problemas de saúde ligados à obesidade, como cardiopatias e diabetes, mesmo que suas mães não apresentem indícios de tais doenças....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/06/07/homemobesosalgadinhogetty.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Cientistas criam "manto de invisibilidade do tempo" nos EUA]]></title>
			<pubDate>Fri, 7 Jun 2013 07:43:10 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/pesquisa/cientistas-criam-manto-de-invisibilidade-do-tempo-nos-eua,dd68497f8cc1f310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/pesquisa/cientistas-criam-manto-de-invisibilidade-do-tempo-nos-eua,dd68497f8cc1f310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Cientistas da Purdue University, no Estado americano de Indiana, disseram ter conseguido criar uma espécie de "manto de invisibilidade" que conseguiria esconder eventos contínuos em um feixe luz. O "manto" funciona ao manipular a velocidade da luz em fibras ópticas fazendo com que interações que ocorrem nos "buracos do tempo" criados por ele não possam ser detectadas. Os resultados de seus experimentos foram publicados na revista Nature. Outras equipes científicas estão trabalhando para criar técnicas para esconder - ou tornar "invisíveis" - determinados objetos no espaço físico, mas a equipe de Indiana é pioneira ao tentar ocultar eventos ocorridos em intervalos de tempo. Para provar isso, a equipe da Purdue University montou um circuito de feixes de luz. Usando lasers eles teriam conseguido fazer com que, por uma série de breves momentos, os "buracos no tempo", tais feixes não fossem detectados, o que lhes permitiu "esconder" quase a metade dos dados transmitidos por eles. No ano passado, a equipe teria conseguido resultados semelhantes - mas ocultando apenas um breve momento em cada repetição do experimento. Agora, dizem ter conseguido ocultar uma quantidade muito maior de "intervalos de tempo" - e, portanto, de dados. "Fizemos isso 'empurrando' a luz para frente e para trás usando componentes de telecomunicações controlados por sinais elétricos", disse Andrew Weiner, co-autor do estudo. A técnica, como explica Greg Gbur, especialista em física óptica da Universidade da Carolina do Norte, não implica em uma "manipulação do tempo", mas sim em uma "manipulação da luz". Gbur não faz parte da equipe que realizou a pesquisa, mas acredita que ela representa um avanço importante na área. "Em seu primeiro estudo sobre o 'manto do tempo', eles discutiram a possibilidade de esconder eventos de alguns bilionésimos de segundo de vez em quando. Agora, estão contemplando a possibilidade de esconder os dados transmitidos em 46% do tempo total considerado", diz Gbur. "Isso sugere que a técnica deixou de ser uma curiosidade para ser algo que poderia ser utilizado em comunicações ópticas e processamento de dados." Para Ortwin Hess, físico do Imperial College London, o estudo é "notável". Ele diz que uma parte importante do trabalho explora a dualidade espaço-tempo. "(Esse estudo) mostra como os princípios de espaço-tempo podem ser usados na óptica. As 'capas de invisibilidade' já estudadas também são interessantes, pois mudam o que vemos no espaço. Mas agora podemos mudar a maneira como a luz, e, portanto, as informações, comportam-se no espaço e no tempo", disse Hess. De acordo com o físico, a pesquisa teria várias aplicações práticas. Ela poderia ajudar a tornar certos dados invioláveis. Entre os potenciais interessados nessa tecnologia em desenvolvimento estariam governos e grandes empresas que lidam com informações sensíveis ou confidenciais.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/06/07/130606143818fibraotica304x171bbc.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: BBCBrasil.com" title="Foto: BBCBrasil.com"> <br>Cientistas da Purdue University, no Estado americano de Indiana, disseram ter conseguido criar uma espécie de "manto de invisibilidade" que conseguiria esconder eventos contínuos em um feixe luz. O "manto" funciona ao manipular a velocidade da luz em fibras ópticas fazendo com que interações que ocorrem nos "buracos do tempo" criados por ele não possam ser detectadas. Os resultados de seus experimentos foram publicados na revista Nature....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/06/07/130606143818fibraotica304x171bbc.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Freezer quebra e UFPE perde mais de 40 pesquisas armazenadas]]></title>
			<pubDate>Thu, 6 Jun 2013 19:05:46 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/pesquisa/freezer-quebra-e-ufpe-perde-mais-de-40-pesquisas-armazenadas,d61b739deda1f310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA[Pesquisadores da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) perderam amostras coletadas ao longo dos últimos quatro anos após quedas sucessivas de energia que deixaram sem funcionamento o freezer onde o material de análise era armazenado O equipamento, que continha amostras de tecidos humanos e de animais de pelo menos 40 pesquisas, apresentava uma temperatura média de - 80ºC , mas parou de funcionar no último fim de semana. Segundo professores do Deparamento de Nutrição da UFPE, localizado no campi de Recife, sucessivas quedas de luz queimaram o sistema que liga o freezer. O equipamento estava  protegido contra a falta de energia por um gerador, que não disparou porque também estragou com a instabilidade na rede elétrica. Pesquisadora do Departamento de Pós-Graduação em Nutrição, Rhowena Matos disse que quando os professores chegaram para trabalhar encontraram o freezer a uma temperatura média de 16ºC. "É uma temperatura muito elevada, todos os materiais estavam descongelados e foram inutilizados", lamentou. Segundo ela, ainda não foi feita uma estimativa dos custos com o problema, mas confirmou que são mais de 40 pesquisas comprometidas. "São trabalhos de anos de diversas unidades da universidade e que envolvem até estudos no exterior. Eu mesma ia levar amostras este ano para uma pesquisa na França", disse. Nesta quinta-feira, Rhowena e outros professores participaram de uma reunião com a reitoria da universidade, que se comprometeu em resolver o problema elétrico na unidade. De acordo com a pesquisadora, os professores já havia pedido diversas vezes melhorias na estrutura da unidade. "É um problema antigo, já tivemos até um incêndio aqui em 2003 e nada foi feito para melhorar a rede elétrica", criticou. Segundo Rhowena, enquanto não forem feitas as mudanças, o freezer vai permanecer desligado e os professores não terão como retomar suas pesquisas. Reitor diz que vai investigar o problema Em entrevista ao Terra por telefone, o reitor da UFPE Anísio Brasileiro disse que abriu uma sindiância nesta quinta-feira para apurar a falha na distribuição de energia e possíveis responsabilidades. Ele ainda disse que solicitou ao Departamento de Nutrição que apresente um relatório detalhado sobre todos os problemas na infraestrutura verificados na unidade para que a reitoria providencie as melhorias.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/06/06/freezer-pesquias-ufpe.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Divulgação" title="Foto: Divulgação"> <br>Pesquisadores da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) perderam amostras coletadas ao longo dos últimos quatro anos após quedas sucessivas de energia que deixaram sem funcionamento o freezer onde o material de análise era armazenado O equipamento, que continha amostras de tecidos humanos e de animais de pelo menos 40 pesquisas, apresentava uma temperatura média de - 80ºC , mas parou de funcionar no último fim de semana....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/06/06/freezer-pesquias-ufpe.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Cientistas usam luz para causar e parar Transtorno Obsessivo Compulsivo]]></title>
			<pubDate>Thu, 6 Jun 2013 18:54:54 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/pesquisa/cientistas-usam-luz-para-causar-e-parar-transtorno-obsessivo-compulsivo,5137a9b0dca1f310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/pesquisa/cientistas-usam-luz-para-causar-e-parar-transtorno-obsessivo-compulsivo,5137a9b0dca1f310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Dois estudos divulgados nesta quinta-feira em artigos na revista Science conseguiram, de maneira independente, provocar e bloquear comportamentos relacionados ao transtorno obsessivo-compulsivo (TOC). Para isso, os cientistas usaram um "remédio" incomum: a luz. Optogenética: cientistas querem controlar os neurônios com a luz Segundo os pesquisadores, somente nos Estados Unidos, cerca de 1% da população sofre de TOC. Para tratar o problema, os pacientes recebem drogas ansiolíticas ou antidepressivos, terapia comportamental ou uma combinação das duas. Uma alternativa para aqueles pacientes que não respondem a esses tratamentos são estímulos elétricos no cérebro via um dispositivo implantado no órgão. Pesquisadores de instituições de pesquisa dos Estados Unidos e da França tentaram uma abordagem diferente: a optogenética. Essa área recente da ciência tenta controlar neurônios através de estímulos luminosos.  Em um dos estudos, o que os cientistas fizeram foi monitorar o comportamento de um grupo de ratos modificados geneticamente para desenvolver TOC. Os pesquisadores derrubavam um pingo de água no nariz dos animais, que começavam a limpar a cabeça. Ao mesmo tempo, um som específico era disparado para tentar condicionar o comportamento. Outro grupo de ratos, sem modificações genéticas, passava pelo mesmo processo e também se limpava quando a água caía. Após algum tempo, os ratos começaram a responder ao som antes da queda da gota. Contudo, os que não tiveram modificação genética começavam a se limpar apenas no último momento antes de a gota cair, enquanto os outros respondiam assim que ouviam o som. Durante esse processo, os roedores tiveram os cérebros monitorados. Os cientistas descobriram que aparentemente tudo estava normal naqueles com modificação genética, menos uma estrutura chamada stratium, ligada aos hábitos. Os pesquisadores então começaram a estimular células sensíveis à luz nessa região. Quando os animais recebiam esse estímulo logo após ouvirem o som, eles paravam quase que imediatamente o comportamento repetitivo - mas voltavam a ele quando recebiam a gota de água. O "tratamento" foi testado também em outro grupo de ratos, sem o condicionamento por som, mas com a mesma reação à gota de água. Eles por períodos de três minutos de estímulos luminosos, o que, segundo os especialistas, diminuiu significativamente o comportamento repetitivo dos animais. Os pesquisadores acreditam que a melhora se deve a sinais enviados para um pequeno grupo de neurônios do striatum, os quais "silenciaram" a atividade de células próximas e pararam o comportamento compulsivo. "Através da ativação desse caminho, nós podemos elucidar a inibição de comportamento, o que parece ser disfuncional em nossos animais", diz Eric Burguière, que conduziu o estudo durante pós-doutorado no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês) e hoje está no Instituto de Cérebro e Medula de Paris. No outro estudo, cientistas tentavam avaliar quais áreas do cérebro causam o TOC. "Nós sabemos que há um aumento de atividade em certas áreas dos cérebros de pacientes com TOC (...) mas o problema é que sabemos que há esse aumento de atividade, mas não sabemos se ela está causando os sintomas, ou se não tem relação ou poderia ser potencialmente algo que os pacientes com TOC estariam fazendo para tentar combater os problemas", diz Susanne Ahmari, da Universidade Columbia (EUA). Ao estimular certas regiões cerebrais com luz, os cientistas descobriram que o comportamento não se intensificava imediatamente. Mas, após estimulações durante vários dias, o comportamento repetitivo progressivamente se intensificou e durou cada vez mais tempo. "O que estamos fazendo pode dar pistas de quais seriam bons alvos para tratamento, onde colocar os eletrodos (para o tratamento de estimulação elétrica no cérebro), e também nos daria ideias de quais frequências poderiam ser melhores nessa estimulação."]]></content>
			<description><![CDATA[Dois estudos divulgados nesta quinta-feira em artigos na revista Science conseguiram, de maneira independente, provocar e bloquear comportamentos relacionados ao transtorno obsessivo-compulsivo (TOC). Para isso, os cientistas usaram um "remédio" incomum: a luz....]]></description>
			<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Cientistas dizem ter descoberto origem do câncer de mama]]></title>
			<pubDate>Thu, 6 Jun 2013 09:58:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/pesquisa/cientistas-dizem-ter-descoberto-origem-do-cancer-de-mama,2040c4179831f310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/pesquisa/cientistas-dizem-ter-descoberto-origem-do-cancer-de-mama,2040c4179831f310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Em sua essência, o câncer é uma célula entre milhões de outras que começa a funcionar mal. No caso do câncer de mama, na maioria das vezes essa célula maligna fica nos ductos que levam o leite da glândula mamária até o mamilo. Mas, por que ali e não em outra parte? O que há nesta região? David Gilley, da Faculdade de Medicina da Universidade de Indiana, nos Estados Unidos, e Connie Eaves, do Laboratório Terry Fox da Agência para o Câncer em Vancouver, no Canadá, ficaram perplexos ao descobrir a resposta. Em seu estudo, publicado na revista especializada Stem Cell Reports, eles explicam como descobriram que todas as mulheres - propensas ou não a desenvolver câncer de mama - têm uma classe particular de células-mãe com telômeros (estruturas que formam as extremidades do cromossomo) extremamente curtos. Os cientistas se deram conta de que estes cromossomos, com as extremidades tão pequenas, fazem com que as células fiquem mais propensas a sofrer mutações que podem desenvolver o câncer. Diferentemente de muitos estudos sobre o câncer, a investigação se deu em mulheres normais que doaram seus tecidos após terem se submetido a uma operação de redução de seios por razões estéticas. "O que procurávamos eram possíveis vulnerabilidades em células normais que fizeram com que se tornassem malignas", explicou Gilley à BBC Mundo. Prevenção Eles explicam que as células-mãe se dividem em células chamadas de diferenciadas ou finais, que, por sua vez formam o ducto mamário. E é nessas células em que se origina o câncer de mama, afirmam os especialistas. Eles observaram que quando os telômeros dessas células finais perdem sua função - que é a de manter a estrutura do cromossomo, evitando que suas extremidades se juntem ou combinem com os outros - pode ocorrer é "um verdadeiro caos" no ciclo celular que se segue. Apesar de todas as mulheres terem células com telômeros bem curtos, nem todas desenvolvem câncer de mama. Em alguns casos, porém, a multiplicação dessas células pode funcionar mal e produzir uma célula maligna, explica Gilley. Para os especialistas, o estudo lhes permite entender o que está por trás do início do câncer de mama e estabelecer marcadores que sirvam de parâmetros para exames a partir de amostras de tecidos e sangue, e poder monitorar todas as mulheres, especialmente as que têm alto risco de desenvolver o câncer. "O que tentamos fazer foi olhar o câncer de uma forma distinta, nos focando em como começa", explica Gilley. "Porque uma vez que o tumor se desenvolve, particularmente em alguns tipos de câncer de mama, não há muito o que se pode fazer".]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/06/06/cancer304.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: BBCBrasil.com" title="Foto: BBCBrasil.com"> <br>Em sua essência, o câncer é uma célula entre milhões de outras que começa a funcionar mal. No caso do câncer de mama, na maioria das vezes essa célula maligna fica nos ductos que levam o leite da glândula mamária até o mamilo. Mas, por que ali e não em outra parte? O que há nesta região? David Gilley, da Faculdade de Medicina da Universidade de Indiana, nos Estados Unidos, e Connie Eaves, do Laboratório Terry Fox da Agência para o Câncer em Vancouver, no Canadá, ficaram perplexos ao descobrir a resposta....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/06/06/cancer304.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Cientistas afirmam ter descoberto o mais antigo esqueleto de primata]]></title>
			<pubDate>Wed, 5 Jun 2013 19:00:25 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/pesquisa/cientistas-afirmam-ter-descoberto-o-mais-antigo-esqueleto-de-primata,39fa33021a51f310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/pesquisa/cientistas-afirmam-ter-descoberto-o-mais-antigo-esqueleto-de-primata,39fa33021a51f310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O esqueleto de uma espécie de primatas até então desconhecida pode explicar o elo perdido entre nossos ancestrais e ajuda a explicar a evolução dos humanos. Descoberta por uma equipe internacional de pesquisadores, a espécie denominada Archicebus achilles é o mais antigo o fóssil de primata já encontrado. O fóssil foi desenterrado no antigo leito de um lago na província de Hubei, na China, próximo ao curso do rio Yangtzé. Com a descoberta, um evento crucial no processo - quando começou a separação que levou aos atuais macacos e humanos (chamados coletivamente de antropóides) - passa a ser explicado: há, afinal, um elo entre os primeiros primatas, em um ramo, e os pequenos habitante de árvores conhecidos como társios em outro. O artigo descrevendo a descoberta foi publicado nesta quarta-feira na revista científica Nature. O fóssil foi descoberto em estratos de rochas sedimentares que foram depositados em um lago antigo há aproximadamente 55 milhões de anos, durante o período inicial do Eoceno, na era Cenozoica. Esse foi um intervalo registrado nas condições globais do efeito estufa, quando grande parte do mundo estava coberto por florestas tropicais e palmeiras cresciam onde hoje fica o Alasca. Assim como muitos outros fósseis recuperados do estrato de lagos antigos, o esqueleto do Archicebus achilles foi encontrado quando os cientistas dividiram as finas camadas de rocha que continham o fóssil. Como resultado, o esqueleto do Archicebus está agora preservado em duas partes complementares. O fóssil é cerca de 7 milhões de anos mais antigo que as ossadas mais velha até então conhecidas. Os pesquisadores estimam que um Archicebus adulto teria pesado ainda menos que o menor primata atual - o lêmure-rato-pigmeu de Madagascar. Os exemplares dessa espécie teriam apenas cerca de 20-30 gramas. Seu calcanhar tinha uma anatomia incomum, similar à humana, com pés parecidos com os de macacos e braços, pernas e dentes semelhantes aos de primatas muito primitivos e olhos "surpreendentemente pequenos", segundo os pesquisadores.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/06/05/archicebus-achilles-ilustra-eureka.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: CAS/Xijun Ni/Divulgação" title="Foto: CAS/Xijun Ni/Divulgação"> <br>O esqueleto de uma espécie de primatas até então desconhecida pode explicar o elo perdido entre nossos ancestrais e ajuda a explicar a evolução dos humanos. Descoberta por uma equipe internacional de pesquisadores, a espécie denominada Archicebus achilles é o mais antigo o fóssil de primata já encontrado. O fóssil foi desenterrado no antigo leito de um lago na província de Hubei, na China, próximo ao curso do rio Yangtzé. Com a descoberta, um evento crucial no processo - quando começou a separação que levou aos atuais macacos e humanos (chamados coletivamente de antropóides) - passa a ser explicado: há, afinal, um elo entre os primeiros primatas, em um ramo, e os pequenos habitante de árvores conhecidos como társios em outro....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/06/05/archicebus-achilles-ilustra-eureka.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Pesquisadores usam poder da mente para guiar helicóptero]]></title>
			<pubDate>Wed, 5 Jun 2013 17:34:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/pesquisa/pesquisadores-usam-poder-da-mente-para-guiar-helicoptero,89fbb1699831f310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/pesquisa/pesquisadores-usam-poder-da-mente-para-guiar-helicoptero,89fbb1699831f310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Pesquisadores da Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos, conseguiram usar o poder da mente para controlar remotamente um helicóptero em um voo com obstáculos. A pesquisa é a última de uma série de tentativas de traduzir padrões elétricos dos pensamentos em movimentos nos mundos virtual ou real. As aplicações vão desde ajudar pacientes com doenças neurodegenerativas até novas modalidades de videogames. O estudo, publicado pela publicação científica Journal of Neural Engineering, usa um "gorro" não-invasivo para captar a atividade elétrica do cérebro. O processo não é como a "leitura da mente" da ficção. Ele requer um sistema eletrônico "treinado" para reconhecer os padrões em um eletroencefalograma - um mapa da atividade elétrica cerebral. Esses pensamentos, tais como o que faz cerrar o punho esquerdo, são depois correlacionados com os movimentos do helicóptero - neste caso para a esquerda. O eletroencefalograma continua sendo uma bagunça caótica e majoritariamente indecifrável de sinais elétricos, mas os sinais relacionados ao movimento - ou simplesmente o pensamento do movimento - são comparativamente fortes e característicos. Tais pensamentos já foram usados no passado para mover uma cadeira de rodas motorizada, e uma série de sinais cerebrais também foi usada para reger a primeira "orquestra cerebral" do mundo. Quando os cientistas conseguem acessar o cérebro diretamente - com sondas ou implantes - eles conseguem se concentrar mais precisamente na atividade cerebral, diretamente na fonte. Dessa forma, um controle mais preciso é possível - implantes já ajudaram pessoas a mover um cursor de computador usando pensamentos sutis de sons de vogais e permitiram que tanto macacos quanto humanos com paralisia movimentassem braços robóticos. Benefícios A equipe do pesquisador Bin He, diretor do Instituto de Engenharia e Medicina da Universidade de Minnesota, selecionou cinco participantes para vestir um gorro simples com 64 eletrodos, usados para "ensinar" o computador sobre os padrões cerebrais correspondentes aos pensamentos de movimento - cerrar os punhos esquerdo e direito para ir à esquerda e à direita, cerrar ambos os punhos para ir para cima e abrir as mãos para baixar. O computador foi então conectado com o helicóptero via Wi-Fi, com somente os pensamentos do participante no controle. O helicóptero foi controlado para voar em um caminho com obstáculos no ginásio da universidade, com uma taxa de sucesso de até 90% em evitar os obstáculos. O novo estudo abre caminho para o controle autônomo de robôs com livre movimento, um de vários esforços nessa direção. Bin He diz também estar convencido de que a abordagem "não-invasiva" para captar os sinais cerebrais tem um apelo mais amplo. "O objetivo final é beneficiar pacientes deficientes que não podem se mover ou que sofrem com problemas de mobilidade", diz. "Queremos controlar uma cadeira de rodas, ligar a TV ou, mais importante - esse é o meu sonho pessoal -, desenvolver uma tecnologia para usar a intenção do sujeito para controlar um membro artificial dessa maneira e torná-lo o mais natural possível", disse ele à BBC. Mesmo o controle de um robô doméstico poderia ser possível, e He acredita que as aplicações não precisam estar limitadas às pessoas com limitações de movimento. "Isso pode ajudar não somente pessoas com deficiência, mas também a população saudável... não para restaurar perda de função, mas para melhorar as funções além do que podemos conseguir hoje", disse.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/06/05/helicopteromenterep.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Reprodução" title="Foto: Reprodução"> <br>Pesquisadores da Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos, conseguiram usar o poder da mente para controlar remotamente um helicóptero em um voo com obstáculos. A pesquisa é a última de uma série de tentativas de traduzir padrões elétricos dos pensamentos em movimentos nos mundos virtual ou real....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/06/05/helicopteromenterep.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Identificada mudança-chave na dieta de hominídeos há 3,5 milhões de anos]]></title>
			<pubDate>Wed, 5 Jun 2013 15:37:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/pesquisa/identificada-mudanca-chave-na-dieta-de-hominideos-ha-35-milhoes-de-anos,f39ac4179831f310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/pesquisa/identificada-mudanca-chave-na-dieta-de-hominideos-ha-35-milhoes-de-anos,f39ac4179831f310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Uma nova análise de fósseis de dentes de ancestrais do homem moderno revelou que eles ampliaram sua dieta por volta de 3,5 milhões de anos atrás, passando a incluir gramíneas (capim, grama, relva) e possivelmente animais. Até então, os hominídeos que viviam na África mantinham uma dieta de floresta similar a de gorilas e chimpanzés. Pesquisadores analisaram o esmalte do dente fossilizado de 11 espécies de hominídeos e de outros primatas encontrados no leste da África. A descoberta foi apresentada em quatro estudos publicados no Proceedings of the National Academy of Sciences of the United States of America. Como os chimpanzés de hoje em dia, muitos de nossos antigos ancestrais viveram em florestas e se alimentavam de uma dieta baseada em folhas e frutas de árvores, arbustos e ervas. Mas cientistas encontraram agora indícios de que esse hábito mudou há 3,5 milhões de anos nas espécies Australopithecus afarensis e Kenyanthropus platyops. A dieta dessas espécies incluía vegetação rasteira, plantas de áreas alagadas e possivelmente animais que se alimentavam das mesmas plantas. Eles também viviam nas savanas da África. Os novos estudos mostram não apenas que eles viviam nessas áreas, mas que também começaram progressivamente a consumir a comida disponível nas savanas. Pesquisadores analisaram exemplos de 175 hominídeos de 11 espécies de 1,4 a até 4,1 milhões de anos atrás. A dieta dessas espécies foi analisada a partir da composição química de seus dentes, identificando os isótopos de carbono dentro deles. As variações de diferentes tipos de átomos de carbono ou isótopos em fósseis podem dar indicações do que as criaturas comiam, porque alimentos diferentes possuem isótopos de carbono definidos. "O que nós temos é uma informação química do que nossos ancestrais comiam, o que, em termos simples, são como se fossem partículas de comida 'grudadas' em seus dentes e preservados por milhões de anos", disse Zeresenay Alemseged, cientista da Academia de Ciências da Califórnia, co-autor em dois dos estudos. "Porque a alimentação é o fator mais importante para determinar a fisiologia do organismo, comportamento e sua interação com o meio ambiente, essas descobertas nos darão uma nova perspectiva sobre os mecanismos que deram forma à nossa evolução." Ainda não é claro se realmente a mudança da dieta incluiu animais, mas a lista "de possíveis dietas de alguns dos nossos antepassados hominídeos" foi consideravelmente reduzida, afirmou à BBC News o cientista Matt Sponheimer, autor-líder de um dos estudos relacionado ao mesmo tema. Um novo habitat "Nós agora temos boas provas de que alguns dos mais antigos hominídeos começaram a consumir plantas que não são utilizadas em abundância pelos macacos africanos de hoje em dia. Isso, provavelmente, levou a uma grande mudança na forma como eles utilizavam o meio ambiente." "Uma possível consequência da mudança na dieta foi a expansão do habitat, já que eles podiam viajar a habitat mais abertos de forma mais eficiente." "Nós sabemos que muitos dos primeiros hominídeos viveram em áreas que não necessariamente acomodariam chimpanzés já que estes têm grande preferência por frutas florestais. Pode-se, ainda, sugerir que a expansão da dieta foi um elemento-chave na diversificação dos hominídeos." O estudo também dá uma resposta a um tema que vinha causando grande especulação entre cientistas: o de como tantas espécies de grande porte puderam coexistir. "Eles não estavam competindo pelo mesmo tipo de comida", diz o pesquisador Thure Cerling, da Universidade de Utah, que liderou uma das pesquisas. 'O homem moderno' "Todas estas espécies que eram da linhagem humana experimentaram esse novo mundo de comidas 3,5 milhões de anos atrás, mas nós ainda não entendemos quais eram [exatamente] tais alimentos." Além de analisar primatas não humanos, os pesquisadores também estudaram fósseis de outros animais da mesma era e não puderam identificar nenhuma mudança de dieta. Este estudo combinado ressalta um "passo para o surgimento do homem moderno", disse o cientista Jonathan Wynn, da University of South Florida, que liderou a análise sobre o Australopithecus afarensis. "A exploração de novos meio ambientes e as experiências com novas comidas, em última instância, podem estar correlacionadas com outras mudanças na história [da evolução] humana." Para a pesquisadora Louise Humphrey, do Museu de História Natural de Londres, estes quatro estudos complementares dão uma uma convincente contribuição para [entendermos] as mudanças dietéticas do hominídeo do leste da África.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/06/05/australopithecus.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: BBCBrasil.com" title="Foto: BBCBrasil.com"> <br>Uma nova análise de fósseis de dentes de ancestrais do homem moderno revelou que eles ampliaram sua dieta por volta de 3,5 milhões de anos atrás, passando a incluir gramíneas (capim, grama, relva) e possivelmente animais. Até então, os hominídeos que viviam na África mantinham uma dieta de floresta similar a de gorilas e chimpanzés....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/06/05/australopithecus.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Genômica e física de partículas lideram pesquisas científicas]]></title>
			<pubDate>Wed, 5 Jun 2013 13:13:10 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/pesquisa/genomica-e-fisica-de-particulas-lideram-pesquisas-cientificas,4389b1699831f310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/pesquisa/genomica-e-fisica-de-particulas-lideram-pesquisas-cientificas,4389b1699831f310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[A genômica e a física de partículas, ramos do conhecimento que oferecem diferentes perspectivas sobre a natureza fundamental da vida e do cosmos, são as duas áreas mais quentes da pesquisa científica na atualidade. Oito dos 21 cientistas mais seguidos de perto em 2012 estudam os genes e suas funções, e o estudo mais citado no ano passado tratava da busca da partícula de bóson de Higgs, de acordo com uma pesquisa da Thomson Reuters divulgada nesta quarta-feira. Veja 33 dúvidas sobre astronomia Preços da Ciência: veja quanto custa o acelerador de hádrons Do elétron ao bóson de Higgs: veja a evolução da Física de Partículas Foi o terceiro ano consecutivo em que os pesquisadores da área de genômica lideraram o ranking, em termos de produção dos artigos científicos mais comentados, o que ressalta a importância central da genética nas ciências biológicas e na medicina. "A genômica é um tema permanentemente quente à medida que aprendemos mais sobre como as sequências (DNA) atuam na manifestação da doença", disse o editor da Thomson Reuters ScienceWatch, Christopher King, que acompanha as tendências nas pesquisas. A relevância do trabalho em genômica ficou evidente esta semana no congresso da Sociedade Americana de Oncologia Clínica, em Chicago, onde os avanços importantes da medicina na área do câncer estavam articulados com a compreensão da base genética dos tumores O levantamento mostrou que o pesquisador mais "em evidência" no mundo, com base em número de citações ao longo de 2012 para artigos publicados entre 2010 e 2012, foi Richard Wilson, da Washington University School of Medicine. O laboratório de Wilson foi o primeiro a fazer a sequência do genoma de um paciente com câncer e descobrir marcas genéticas relacionadas com o desenvolvimento da doença. Outros pesquisadores da genômica em destaque na lista são Eric Lander, do Instituto Broad, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e de Harvard, e Kari Stefansson, o fundador da empresa de biotecnologia islandesa Decode Genetics, que foi adquirida em dezembro passado pela Amgen. Trabalhos relacionados com a busca do bóson de Higgs foi responsáveis por quase um quinto dos 51 artigos publicados na lista de pesquisas mais em evidência em 2012. O Higgs e o campo de energia a ele ligado são vistos pelos físicos como vitais na formação do universo e na massa da matéria. No entanto, nenhum cientista se destaca no ranking nos trabalhos sobre a partícula Higgs por causa da natureza altamente colaborativa da pesquisa em física de partículas, havendo alguns estudos que envolvem mais de 3 mil cientistas.]]></content>
			<description><![CDATA[A genômica e a física de partículas, ramos do conhecimento que oferecem diferentes perspectivas sobre a natureza fundamental da vida e do cosmos, são as duas áreas mais quentes da pesquisa científica na atualidade....]]></description>
			<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Chulé pode ajudar no combate à malária, aponta pesquisa]]></title>
			<pubDate>Tue, 4 Jun 2013 16:24:34 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/pesquisa/chule-pode-ajudar-no-combate-a-malaria-aponta-pesquisa,2ff542127df0f310VgnVCM10000098cceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/pesquisa/chule-pode-ajudar-no-combate-a-malaria-aponta-pesquisa,2ff542127df0f310VgnVCM10000098cceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Há décadas as autoridades sanitárias têm combatido a malária com inseticidas, mosquiteiros e medicamentos. Agora, cientistas dizem que pode haver uma nova ferramenta na luta contra essa doença transmitida por mosquitos: o fedor de pés humanos. Em um estudo feito em laboratório, pesquisadores descobriram que os mosquitos infectados com a enfermidade se sentiam mais atraídos aos odores humanos transmitidos por uma meia suja do que aqueles que não portavam a malária. Os insetos portadores dos parasitas da malária eram três vezes mais propensos a ser atraídos por meias mal-cheirosas. A descoberta pode contribuir para a criação de armadilhas a serem usadas exclusivamente contra mosquitos portadores da malária, afirmaram os cientistas. Estima-se que a doença seja responsável pela morte de mais de 600 mil pessoas todo ano, em sua maioria crianças na África. "Pés mal-cheirosos têm uma utilidade, afinal de contas", afirmou James Logan, que coordenou a pesquisa na Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres. "Cada vez que identificamos uma nova parcela de como o mosquito da malária interage conosco, ficamos mais próximos que controlá-la melhor. Os resultados foram publicados no mês passado na revista científica PLoS One.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/06/04/mosquitosmalariachuleap3.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: AP" title="Foto: AP"> <br>Há décadas as autoridades sanitárias têm combatido a malária com inseticidas, mosquiteiros e medicamentos. Agora, cientistas dizem que pode haver uma nova ferramenta na luta contra essa doença transmitida por mosquitos: o fedor de pés humanos....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/06/04/mosquitosmalariachuleap3.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Será que utilizamos apenas 10% de nosso cérebro?]]></title>
			<pubDate>Tue, 4 Jun 2013 12:19:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/pesquisa/sera-que-utilizamos-apenas-10-de-nosso-cerebro,2c6113b16870f310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/pesquisa/sera-que-utilizamos-apenas-10-de-nosso-cerebro,2c6113b16870f310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Um dos mitos mais conhecidos sobre o cérebro é o de que utilizamos apenas 10% de sua capacidade. É uma ideia atraente, pois sugere que poderíamos ser muito mais inteligentes, bem sucedidos e criativos se conseguíssemos aproveitar os outros 90% que podemos estar desperdiçando. Infelizmente, isso não é verdade. Não é bem claro a que se referem esses tais 10% de utilização. Se a afirmação se refere a 10% de regiões cerebrais, é fácil de ser refutada. Usando uma técnica chamada imagem de ressonância magnética funcional, neurocientistas podem identificar as partes to cérebro que são ativadas quando uma pessoa faz ou pensa em algo. Uma simples ação, como abrir e fechar a mão ou dizer algumas poucas palavras, requer uma atividade de muito mais de uma décima parte do cérebro. Mesmo quando se supõe que a pessoa não está fazendo nada, o cérebro está trabalhando bastante, controlando funções como respiração, atividade cardíaca ou memória. Nada ocioso Se os 10% mencionados se referirem ao número de células do cérebro, ainda assim a afirmação não procede. Quando qualquer célula nervosa deixa de ser utilizada ela se degenera e morre ou é colonizada por outras áreas vizinhas. Não permitimos que as células de nosso cérebro fiquem ociosas. Elas são valiosas demais. Segundo o neurocientista Sergio Della Sala, o cérebro necessita de muitos recursos. Manter o tecido cerebral consome 20% de todo o oxigênio que respiramos. Como pode então uma ideia sem fundamento biológico ou fisiológico ter conseguido se espalhar desse jeito? É difícil rastrear a fonte original do mito. O psicólogo e filósofo norte-americano William James escreveu no livro As energias do homem que "utilizamos somente uma pequena parte de nossos possíveis recursos mentais e físicos". Ele pensava que as pessoas podiam progredir mais, porém não se referia ao volume do cérebro nem à quantidade de células, tampouco a uma porcentagem específica. A referência aos 10% é feita em um prólogo da edição de 1936 do popular livro de Dale Carnegie Como ganhar amigos e influenciar pessoas. Algumas pessoas dizem que Albert Einstein foi a fonte da afirmação. Della Sala tem tentado encontrar essa citação, mas ninguém que trabalha no arquivo Albert Einstein pôde sequer confirmar que tenha existido. Parece mais um outro mito. Zona duvidosa Existem dois fenômenos que talvez possam explicar o mal-entendido. Nove de cada dez células do cérebro são do tipo neuróglias ou células gliais, que são células de apoio, que provêm assistência física e nutricional. Os outros 10% das células são os neurônios, que se encarregam de "pensar". Assim, talvez as pessoas tenham interpretado que os 10% das células que se ocupam do trabalho duro de pensar poderiam aproveitar também as neuróglias para aumentar a capacidade cerebral pensante. Só que essas células são totalmente distintas e não podem simplesmente se transformar em neurônios para nos dar mais potência mental. Existem os 10% que pensam, e os 90% que ajudam a pensar. Há no entanto, um grupo de pacientes, cujas imagens do cérebro revelaram algo extraordinário. Em 1980, um pediatra britânico chamado John Lorber mencionou na revista Science que alguns dos pacientes com hidrocefalia, que tinham muito pouco tecido cerebral, ainda assim tinham um cérebro que podia funcionar. O caso, sem dúvida, demonstra que todos nós podemos usar nossos cérebros para fazer mais coisas do que sabemos, já que é sabido que as pessoas se adaptam a circunstâncias extraordinárias. É certo, claro, que se nos propusermos, podemos aprender coisas novas. E cada vez há mais evidência que mostra que nosso cérebro muda. Porém, não é que estejamos explorando uma nova área do cérebro. Acredita-se que quando novas conexões entre as células nervosas são feitas, perdemos velhas conexões quando já não as necessitamos. O que mais intriga neste mito é que ele pode ter nascido e se cristalizado com base em informação que não é correta. Talvez falar em 10% seja uma forma atrativa porque oferece um potencial enorme para se melhorar. Todos queremos ser melhores. E podemos, se nos cuidarmos. Porém nunca vai acontecer de encontramos uma porção de nosso cérebro em desuso.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/06/04/cerebro-bbc-1.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: BBCBrasil.com" title="Foto: BBCBrasil.com"> <br>Um dos mitos mais conhecidos sobre o cérebro é o de que utilizamos apenas 10% de sua capacidade. É uma ideia atraente, pois sugere que poderíamos ser muito mais inteligentes, bem sucedidos e criativos se conseguíssemos aproveitar os outros 90% que podemos estar desperdiçando. Infelizmente, isso não é verdade....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/06/04/cerebro-bbc-1.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Pesquisa indica que uso de avatares ajuda a tratar esquizofrenia]]></title>
			<pubDate>Mon, 3 Jun 2013 17:37:10 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/pesquisa/pesquisa-indica-que-uso-de-avatares-ajuda-a-tratar-esquizofrenia,03e9ad7924a0f310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/pesquisa/pesquisa-indica-que-uso-de-avatares-ajuda-a-tratar-esquizofrenia,03e9ad7924a0f310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Uma pesquisa britânica indica que o uso de avatares pode ajudar no tratamento de pacientes esquizofrênicos, que escutam vozes. O estudo, divulgado na publicação científica British Journal of Psychiatry e conduzido por uma equipe da University College London, se concentrou em pacientes que não responderam à medicação padrão usada para tratar da doença. Os pacientes criaram avatares, escolhendo um rosto e uma voz que combinavam com as vozes dentro de suas cabeças. Depois de seis sessões de terapia, quase todos os 16 pacientes que terminaram o tratamento disseram que as vozes melhoraram, e três deles disseram que as vozes pararam completamente. Confrontando O estudo, liderado pelo psiquiatra e professor emérito da University College London, Julian Leff, comparou 14 pacientes que se submeteram à terapia com avatares com 12 pacientes que receberam a medicação antipsicótica padrão e tiveram sessões ocasionais de terapia. Mais tarde os pacientes do segundo grupo também se submeteram à terapia com avatares. Leff falou com os pacientes por meio de seus avatares em sessões de terapia. Aos poucos, ele treinou os pacientes a confrontar as vozes. "Eu incentivo o paciente dizendo: você não pode aceitar isso, você deve dizer ao avatar que o que ele, ou ela, está dizendo é um absurdo, que você não acredita nessas coisas, e que ele, ou ela, deve ir embora, e deixá-lo em paz. Você não precisa desse tormento," disse Leff. "Gradualmente o avatar muda de atitude dizendo, 'tudo bem, vou te deixar em paz. Eu sei que tornei sua vida muito infeliz, como posso te ajudar?' E então começa a incentivá-los a fazer coisas que podem melhorar suas vidas," contou Leff. No final do tratamento, os pacientes disseram que ouviam as vozes com menos frequência e que não ficavam mais tão perturbados com elas. Os níveis de depressão e os pensamentos suicidas também diminuíram, o que é particularmente relevante em um grupo de pacientes onde um em dez tenta o suicídio. Alta taxa de abandono O fato de apenas 16 dos 26 pacientes terem completado o tratamento foi atribuído por pesquisadores ao medo incutido pelas vozes que os pacientes escutam, algumas das quais "ameaçaram" ou "intimidaram" os pacientes a deixar a terapia. Novas opções de tratamento foram aceitas por um em cada quatro pacientes com esquizofrenia que não respondem à medicação. A terapia cognitiva comportamental pode ajudá-los a lidar com as vozes, mas não costuma aliviá-las. Um estudo maior, com 142 pacientes, está previsto para começar no mês que vem em colaboração com o Instituto de Psiquiatria do King's College London. O Professor Thomas Craig, que vai conduzir o estudo maior, disse: "A beleza da terapia com avatar é sua simplicidade e coragem. A maioria das terapias para esse tipo de doença é cara e demorada." "Se nós mostrarmos que este tratamento é eficaz, esperamos que ele esteja amplamente disponível no Reino Unido em apenas dois anos. A tecnologia básica usada no tratamentos está bem desenvolvida, e muitos profissionais de saúde mental já têm as habilidades terapeuticas necessárias para aplicá-lo."]]></content>
			<description><![CDATA[Uma pesquisa britânica indica que o uso de avatares pode ajudar no tratamento de pacientes esquizofrênicos, que escutam vozes. O estudo, divulgado na publicação científica British Journal of Psychiatry e conduzido por uma equipe da University College London, se concentrou em pacientes que não responderam à medicação padrão usada para tratar da doença....]]></description>
			<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Argentina e Cuba desenvolvem vacina para combater câncer de pulmão]]></title>
			<pubDate>Sat, 1 Jun 2013 06:20:52 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/pesquisa/argentina-e-cuba-desenvolvem-vacina-para-combater-cancer-de-pulmao,621d0ce88fafe310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/pesquisa/argentina-e-cuba-desenvolvem-vacina-para-combater-cancer-de-pulmao,621d0ce88fafe310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Cientistas e pesquisadores argentinos e cubanos desenvolveram uma vacina que ajuda a combater o câncer de pulmão. O medicamento, resultado de 18 anos de pesquisa, começa a ser comercializado na Argentina em julho. Laboratórios de 25 países, entre eles o Brasil, México e Uruguai estão interessados em obter a licença de fabricação. "A vacina reativa o sistema imunológico do paciente, para que ele possa criar anticorpos contra as células cancerígenas", explicou, em entrevista a Agência Brasil, o médico Daniel Alonso, um dos pesquisadores argentinos. "Não substitui tratamentos existentes, como quimioterapia ou radioterapia. Mas contribui para aumentar a sobrevida do paciente", disse. Segundo Alonso, a maioria dos pacientes só descobre que tem a doença quando o câncer no pulmão está em estado avançado. Como os tumores são provocados por células do próprio organismo, que sofreram mutação, o sistema imunológico não detecta um corpo estranho e, portanto, não reage. Os médicos usam quimioterapia e radioterapia para matar as células cancerígenas, mas os dois tratamentos também destroem outros tecidos. O câncer de pulmão é um dos mais agressivos e mata 1,38 milhão de pessoas por ano no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). A vacina foi desenvolvida por um consórcio de empresas privadas e do setor público, da Argentina e de Cuba.  ]]></content>
			<description><![CDATA[Cientistas e pesquisadores argentinos e cubanos desenvolveram uma vacina que ajuda a combater o câncer de pulmão. O medicamento, resultado de 18 anos de pesquisa, começa a ser comercializado na Argentina em julho. Laboratórios de 25 países, entre eles o Brasil, México e Uruguai estão interessados em obter a licença de fabricação....]]></description>
			<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[EUA: médicos denunciam que cortes afetam pesquisa sobre câncer]]></title>
			<pubDate>Fri, 31 May 2013 22:04:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/pesquisa/eua-medicos-denunciam-que-cortes-afetam-pesquisa-sobre-cancer,89eb0ce88fafe310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/pesquisa/eua-medicos-denunciam-que-cortes-afetam-pesquisa-sobre-cancer,89eb0ce88fafe310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Pesquisadores especializados em câncer alertaram nesta sexta-feira nos EUA que os cortes orçamentários podem bloquear avanços fundamentais na luta contra a doença. "Os cortes draconianos (aplicados) à pesquisa biomédica vão diminuir nosso progresso em um momento de grande potencial científico e de crescente necessidade em todo o mundo", afirmou a presidente da Sociedade Americana de Oncologia Clínica (Asco, na sigla em inglês), Sandra Swain, na abertura da conferência anual. O orçamento dos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos sofreu uma redução de 20% e se encontra em seu nível mais baixo desde 2001, criticou Swain. "Mesmo antes dos recentes cortes, nossa pesquisa clínica não tinha o forte financiamento federal que é necessário", disse Swain aos jornalistas. Além de atingir a pesquisa mais teórica, os cortes podem limitar o número de pacientes de câncer que participam de testes clínicos. "Nosso sistema de testes clínicos financiados pelo governo federal conseguiu avanços significativos que melhoraram a sobrevivência e a qualidade de vida de milhões de pessoas com câncer, mas esses avanços acontecem em meio ao corte federal do orçamento", explicou. O gasto público em testes clínicos nos EUA é de pelo menos US$ 243 milhões por ano, enquanto os laboratórios farmacêuticos investem US$ 6 bilhões, afirma a presidente da Alliance for Clinical Trial in Oncology, Monica Bertagnolli. Mais de 7,6 milhões de pessoas no mundo morrerão de câncer este ano. Esse número deve chegar a 12 milhões em 2030.]]></content>
			<description><![CDATA[Pesquisadores especializados em câncer alertaram nesta sexta-feira nos EUA que os cortes orçamentários podem bloquear avanços fundamentais na luta contra a doença. "Os cortes draconianos (aplicados) à pesquisa biomédica vão diminuir nosso progresso em um momento de grande potencial científico e de crescente necessidade em todo o mundo", afirmou a presidente da Sociedade Americana de Oncologia Clínica (Asco, na sigla em inglês), Sandra Swain, na abertura da conferência anual....]]></description>
			<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Finep lança edital de R$ 30 milhões para infra-estrutura de pesquisas]]></title>
			<pubDate>Fri, 31 May 2013 18:22:27 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/pesquisa/finep-lanca-edital-de-r-30-milhoes-para-infra-estrutura-de-pesquisas,3d0c32132e9fe310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/pesquisa/finep-lanca-edital-de-r-30-milhoes-para-infra-estrutura-de-pesquisas,3d0c32132e9fe310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[A modernização e recuperação da infraestrutura física de pesquisa em universidades estaduais e municipais é o tema da nova chamada pública da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep/MCTI), no valor de R$ 30 milhões, com igual contrapartida dos Estados. O objetivo do edital é estimular a distribuição territorial mais equilibrada da pesquisa brasileira. O prazo para envio de propostas é 31 de julho e a divulgação do resultado está prevista para dezembro. Os recursos disponibilizados pela agência de fomento são provenientes do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) e não reembolsáveis. Para cada R$ 1 a ser liberado pela Finep, o Estado contemplado deverá investir igual valor. Cada órgão executor poderá participar em apenas uma proposta com até três subprojetos, a depender do número de doutores. Para as instituições com até 100 doutores, o valor máximo a ser solicitado não poderá ultrapassar R$ 1 milhão. Para aquelas com mais de 100 doutores, o valor deverá corresponder ao número de pesquisadores doutores multiplicado por R$ 10 mil, até o limite de R$ 3 milhões. O valor global mínimo solicitado em cada proposta deverá ser de R$ 500 mil.]]></content>
			<description><![CDATA[A modernização e recuperação da infraestrutura física de pesquisa em universidades estaduais e municipais é o tema da nova chamada pública da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep/MCTI), no valor de R$ 30 milhões, com igual contrapartida dos Estados. O objetivo do edital é estimular a distribuição territorial mais equilibrada da pesquisa brasileira....]]></description>
			<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Fóssil achado na China pode ser a mais antiga ave do mundo]]></title>
			<pubDate>Fri, 31 May 2013 12:37:10 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/pesquisa/fossil-achado-na-china-pode-ser-a-mais-antiga-ave-do-mundo,591932132e9fe310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/pesquisa/fossil-achado-na-china-pode-ser-a-mais-antiga-ave-do-mundo,591932132e9fe310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Restos daquela que pode ser a criatura mais antiga da linha evolutiva das aves foram encontrados na China. O fóssil do animal, que tem caraterísticas de ter possuído penas, foi datado com uma idade aproximada de 160 milhões de anos. Cientistas batizaram o achado de Aurornis, que significa "ave do amanhecer". A descoberta, segundo os pesquisadores disseram à revista Nature, ajuda a simplificar o entendimento da ciência sobre como os pássaros evoluíram dos dinossauros e como adquiriram a capacidade de voar. O Auronis xui - o nome completo da criatura - está preservado em uma placa de xisto tirado de um local onde já foram encontrados diversos outros fósseis na província de Liaoning. Medindo 50 cm da cauda até o bico, o esqueleto da criatura tem uma estrutura primitiva que a coloca na base do grupo dos primeiros pássaros, desde que sua linha evolutiva divergiu da dos dinossauros. Pascal Godefroit, do Instituto Real Belga de Ciências Naturais, é o principal autor do relatório que descreve o Aurornis. Seu artigo para a Nature também faz uma nova análise de como as criaturas com características de pássaros que viveram nos períodos Jurássico e Cretáceo estavam relacionados entre si. A relação foi estabelecida por meio de comparações do formato de seus ossos. A maior consequência dessa nova avaliação filogênica é que ela devolve o status ao mais famoso fóssil já encontrado na linha evolutiva dos pássaros. Archaeopteryx O Archaeopteryx foi apelidado de "o primeiro pássaro verdadeiro" ao ser descoberto e estudado no século 19. Porém, teve sua classificação mudada para a de uma família de dinossauros não-aves muito parecidos com pássaros - muitos dos quais reconhecidos em fósseis achados em Liaoning. As características achadas nesses espécimes aparentaram tornar o Archaeopteryx menos fundamental. Porém, esse rebaixamento causou alguma consternação porque o Archaeopteryx, que viveu há 150 milhões de anos, podia claramente voar. Ou seja, com a reclassificação os cientistas passaram a trabalhar com teoria de que o voo dessas criaturas teve duas grandes evoluções - uma relativa às aves e outra relacionada a esses tipos de dinossauros parecidos com pássaros. Mas a nova análise produzida após a descoberta do Aurornis mais uma vez simplificou o cenário. "Investigações filogênicas anteriores eram baseadas em apenas 200 características morfológicas. Aqui reconhecemos pelo menos 1,5 mil características", disse Godefroit. "Então a análise é maior e mais robusta e de acordo com essa nova investigação o Archaeopteryx é novamente considerado um ancestral dos pássaros e a nova criatura que nós descrevemos é também um pássaro base e, de fato, até mais primitivo que o Archaeopteryx", afirmou ele à BBC News. Além de colocar o Arachaeopteryx em um dos mais antigos pontos da separação da linha evolutiva dos pássaros e dos dinossauros, o estudo também embaralha a classificação dos Troodontidae, uma família de dinossauros parecidos com pássaros. "O que estamos discutindo aqui é na verdade muito detalhe, caraterísticas esotéricas da anatomia", disse Paul Barret, do Museu de História Natural de Londres. "Estamos olhando para um nexo de animais em torno da origem das aves - pássaros e um grupo de dinossauros que são quase, mas não completamente, aves". "Há uma linha cinza, vacilante, entre os dois. Só uma ou duas mudanças em um grande banco de dados podem fazer a diferença para uma criatura estar de um lado ou de outro da fronteira que divide os pássaros e os dinossauros. Barret disse que os fósseis recentemente desenterrados estão produzindo visões fascinantes sobre a linha evolutiva dos pássaros e sobre a "experimentação" evolutiva que a precedeu. "O começo da linha dos pássaros é definido a partir de características sutis de partes da sua anatomia - das asas, dos quadris, dos músculos do peito e assim por diante", disse à BBC News.  ]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/05/31/fossilchinaavebbc.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: T.HUBIN - IRSNB/BBCBrasil.com" title="Foto: T.HUBIN - IRSNB/BBCBrasil.com"> <br>Restos daquela que pode ser a criatura mais antiga da linha evolutiva das aves foram encontrados na China. O fóssil do animal, que tem caraterísticas de ter possuído penas, foi datado com uma idade aproximada de 160 milhões de anos....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/05/31/fossilchinaavebbc.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
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			<title><![CDATA[Pesquisa aponta relação entre doença de Chagas e depressão]]></title>
			<pubDate>Wed, 29 May 2013 14:27:40 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/pesquisa/pesquisa-aponta-relacao-entre-doenca-de-chagas-e-depressao,1c99bfc217eee310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA[Receber o diagnóstico de uma enfermidade como a doença de Chagas pode causar mudanças na rotina, nos planos e até no estado de espírito dos pacientes, causando apatia e tristezas nos anos subsequentes ao diagnóstico da enfermidade? Essas e outras perguntas relacionadas à doença começam a ser respondidas por pesquisadores da Fundação Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) que desenvolveram estudo inédito identificando linhagens do protozoário Trypanosoma cruzi (causador da doença de Chagas), circulantes no Brasil, tipos I e II, podem sim provocar desequilíbrio neuroquímico no paciente, resultando em associação biológica entre a doença e o quadro depressivo. A constatação foi feita a partir do Laboratório de Biologia das Interações da Fiocruz, onde a equipe liderada pela pesquisadora Joseli Lannes identificou que o protozoário causador da doença pode desencadear uma desordem imunológica e neuroquímica associada ao quadro depressivo entre os pacientes. A partir do estudo, a equipe de pesquisadores da Fiocruz concluiu que a mudança de comportamento registrada nos portadores da doença se dá 'a partir da incerteza do destino e do elevado percentual de incurabilidade da doença, agravados pelo baixo nível socioeconômico predominante entre os portadores da enfermidade'. Publicado na revista científica de referência Brain, Behavior and Immunity, o estudo, cuja autora principal é Glaucia Vilar-Pereira, derruba de certa forma a tese predominante até então na literatura médica de que o transtorno recorrente entre pacientes crônicos - e que levava à depressão - era motivado por fatores psicológicos. O estudo sugere, ainda, um tratamento combinado à base de drogas já disponíveis no mercado: benzonidazol e pentoxifilina. Segundo a Fiocruz, a ideia que deu origem à pesquisa surgiu quando Joseli Lannes realizava experimentos sobre danos cardíacos com camundongos e, ao longo do estudo, notou que alguns dos animais eram mais apáticos. Na avaliação de Joseli uma marca inconfundível da depressão é a desistência do paciente - neste caso, do animal. 'Para identificar o que estava acontecendo, utilizamos dois grupos de camundongos. Cada grupo foi infectado com cepas tipo I e tipo II de Tripanosoma cruzi. Constatamos que só o primeiro grupo apresentava imobilidade e desistência quando submetido a testes'. Para a pesquisadora, esse "era um sinal preliminar de que a depressão, na doença de Chagas, poderia não ser um processo psicossomático. Afinal, o animal não tem consciência da doença ou de sua condição social. Os dados indicariam, enfim, que o processo não é associado ao sickness behavior mas, de fato, à depressão", esclarece. A cepa tipo I é encontrada em todo o Brasil, com maior incidência nas regiões Nordeste, Norte e Centro-Oeste. Estima-se que existam dois milhões de portadores da doença de Chagas no País. Em busca dos biomarcadores que justificassem o comportamento apático dos camundongos, a equipe identificou que os níveis da enzima IDO, que compromete a síntese de serotonina - o neurotransmissor associado à satisfação e à felicidade - estavam acima do normal nos animais incluídos no experimento. Para Joseli, isso acontece porque a presença do parasito no organismo, ainda que reduzida na fase crônica da doença, induz à expressão da enzima IDO no sistema nervoso central. 'Essa enzima degrada o triptofano, aminoácido substrato para a produção da serotonina, reduzindo, assim, os níveis deste neurotransmissor', explicou. Os pesquisadores trataram os camundongos com uma combinação de benzonidazol, quimioterápico utilizado contra o parasito, e fluoxetina, antidepressivo que aumenta a disponibilidade da serotonina no cérebro. Os resultados foram satisfatórios, mas a melhora significativa dos animais ainda não convenceu a equipe. 'Sabemos que 30% da população mundial não responde à fluoxetina, principalmente pacientes com câncer e doenças autoimunes. Isso ocorre porque nem toda depressão é causada apenas por desordens químicas envolvendo a serotonina. A resposta imunológica à doença também participa deste processo', esclarece. Os pesquisadores partiram, então, para a análise dos níveis de fator de necrose tumoral (TNF) nos camundongos. Trata-se de uma citocina produzida pelo sistema imunológico durante infecções por parasitas e na presença de tumores, associada a inflamações sistêmicas e alterações de comportamento, como a anorexia. A resposta aos experimentos que se sucederam foi positiva, o que possibilitou à equipe confirmar que o quadro depressivo, na doença de Chagas, é resultado de um complexo circuito imunológico que interfere de forma contundente no sistema nervoso central, tendo como agente deflagrador o próprio parasito Trypanosoma cruzi. 'Muitas doenças inflamatórias crônicas, tais como artrite reumatoide, também são associadas à depressão e muitos pacientes não respondem a antidepressivos comuns. Nossos achados transcendem a doença de Chagas, pois acreditamos que a pentoxifilina possa ser usada de forma muito mais ampla, estendendo os benefícios a pacientes de diversos agravos', enfatizou Joseli. O próximo passo será estender o experimento aos seres humanos. Em breve, uma parceria entre o Laboratório de Biologia das Interações do IOC e o Ambulatório de Referência em Doença de Chagas - coordenado por Wilson Oliveira Junior e vinculado ao Pronto-Socorro Cardiológico Universitário de Pernambuco (Procape), da Universidade de Pernambuco (UPE) - possibilitará a realização de uma pesquisa clínica para investigar o uso da terapia sugerida pela equipe liderada por Joseli. A proposta é realizar um estudo com a participação de psicólogos e cardiologistas, com duração prevista de dois anos, para só então testar as intervenções terapêuticas sugeridas pela equipe do IOC. Para a especialista, se comprovada a eficácia, o protocolo sugerido poderá ser implementado nas unidades de saúde sem demora, uma vez que o benzonidazol, a pentoxifilina e a fluoxetina já estão aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e disponíveis no mercado. A Fiocruz esclareceu, ainda, que o estudo contou com a colaboração do Laboratório de Biologia Molecular e Doenças Endêmicas do IOC, bem como de pesquisadores do Departamento de Patologia da Faculdade de Medicina da Universidade Federal Fluminense (UFF) e do Laboratório de Farmacologia da Neuroplasticidade e do Comportamento, do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).]]></content>
			<description><![CDATA[Receber o diagnóstico de uma enfermidade como a doença de Chagas pode causar mudanças na rotina, nos planos e até no estado de espírito dos pacientes, causando apatia e tristezas nos anos subsequentes ao diagnóstico da enfermidade?...]]></description>
			<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
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