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		<title><![CDATA[Terra - RSS - Clima]]></title>
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		<description><![CDATA[Últimas Notícias - Clima]]></description>
		<language><![CDATA[pt-br]]></language>
		<copryright><![CDATA[Copyright 2000-2013 Terra Networks, S.A.]]></copryright>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
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			<title><![CDATA[Terra - RSS - Clima]]></title>
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		<item>
			<title><![CDATA[Agência dos EUA prevê temporada ativa de furacões no Atlântico em 2013]]></title>
			<pubDate>Thu, 23 May 2013 23:25:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/clima/agencia-dos-eua-preve-temporada-ativa-de-furacoes-no-atlantico-em-2013,0da3221da0dce310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA[A temporada 2013 de furacões e tempestades no Atlântico será particularmente ativa para os Estados Unidos, segundo previsão da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (Noaa, na sigla em inglês), divulgada nesta quinta-feira. Nesta temporada, que dura seis meses e começa em 1o de junho, a Noaa afirma que há cerca de 70% de probabilidade de que ocorram de 13 a 20 tormentas com ventos de pelo menos 62 km/h. Dessas, entre sete e 11 podem alcançar ventos de até 119 km/h; e de três a seis podem ser furacões de grande potência, nas categorias 3, 4 e 5, com ventos mínimos de 178 km/h. Esses números estão muito acima da média sazonal de 12 tempestades tropicais, seis furacões e três furacões de grande potência, acrescentou a Noaa. "Este ano, as condições oceânicas e atmosféricas na bacia atlântica devem gerar um número maior de furacões que também serão mais potentes", disse Gerry Bell, meteorologista do centro de Previsão do Clima da agência americana. Bell citou outros três fatores, entre eles, a persistência de fortes ventos no oeste da África, responsáveis pela intensidade da temporada de furacões no Atlântico desde 1995. Uma temperatura média maior no Atlântico tropical e no Mar do Caribe também alimenta a formação de tempestades tropicais e furacões. Para completar, não se prevê a manifestação da corrente marinha quente de El Niño, que impede a formação de furacões. "Com a lembrança da destruição do Sandy no final de 2012 ainda presente e outra temporada de furacões que se vislumbra ativa, a Noaa se compromete a gerar prognósticos que permitam salvar vidas frente a esses eventos devastadores", garantiu a diretora interina da Noaa, Kathryn Sullivan. A Noaa esclareceu, porém, que essas projeções não permitem dizer quantas dessas tormentas tocarão o solo.]]></content>
			<description><![CDATA[A temporada 2013 de furacões e tempestades no Atlântico será particularmente ativa para os Estados Unidos, segundo previsão da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (Noaa, na sigla em inglês), divulgada nesta quinta-feira....]]></description>
			<category><![CDATA[Clima]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Temporal dificulta limpeza da área devastada por tornado nos EUA]]></title>
			<pubDate>Thu, 23 May 2013 22:49:16 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/clima/temporal-dificulta-limpeza-da-area-devastada-por-tornado-nos-eua,a163221da0dce310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/clima/temporal-dificulta-limpeza-da-area-devastada-por-tornado-nos-eua,a163221da0dce310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Chuvas torrenciais castigavam a cidade de Moore, nesta quinta-feira, no subúrbio de Oklahoma City, complicando as operações de remoção dos escombros três dias depois que um potente tornado matou 24 pessoas e destruiu 1.200 casas nessa localidade no centro-sul dos EUA. Entre as vítimas fatais do tornado, um dos mais destrutivos dos últimos anos nos Estados Unidos com rajadas acima de 320 km/h, estão oito crianças que ficaram presas em uma escola primária que desabou, e dois bebês. "Esperamos e rezamos para que esses números sejam definitivos e que não subam mais", disse a governadora de Oklahoma, Mary Fallin, em entrevista coletiva em Moore depois da confirmação do último balanço de 377 feridos e da revisão para baixo do número de casas atingidas. Segundo a previsão meteorológica, a chuva continuaria a cair ao longo do dia sobre Moore. As inundações em algumas ruas aumentavam a dificuldade de circulação dos veículos de emergência e limpeza, além de atrapalhar os moradores que, na véspera, haviam começado a revirar o que sobrou das casas, em busca de objetos pessoais. "Com esses raios, não pudemos subir hoje de manhã no telhado para cobri-lo com uma lona. Não queríamos estar em uma escada deixado da tromba d'água", disse Lane Yeager, proprietário de uma empresa de construção. "Essas pessoas sobreviveram ao tornado, mas agora a chuva vai destruir o que lhes restou", lamentou. A agência de resposta a emergências de Oklahoma informou que 1.200 casas foram danificadas, e mais de 33.000 pessoas foram afetadas nessa comunidade, que conserva a lembrança de um tornado ainda pior que deixou mais de 40 mortos em maio de 1999. O Senado de Oklahoma já aprovou 45 milhões de dólares em ajuda, mas os danos podem chegar a até US$ 2 bilhões, duplicando os prejuízos causados pelo tornado de 1999, declarou à CNN o diretor do Departamento de Seguros do Estado, John Doak, que disse já ter recebido 4.000 declarações de acidentes. Mais de 75% dos tornados no mundo acontecem nos EUA e, mais especificamente, no estado de Oklahoma, situado no chamado "Corredor dos Tornados", as grandes planícies do centro do país. --- Abrigos reforçados não são obrigatórios --- A cidade começou a enterrar seus mortos. Na manhã desta quinta, foi celebrada a cerimônia de despedida de uma menina de nove anos encontrada entre os escombros de sua escola, junto com uma amiga. Seu obituário, publicado no jornal local "NewsOk", conta que "Tonie" e sua melhor amiga "Emily" eram "inseparáveis". "Até o último momento, elas abraçaram uma a outra até o céu, onde nunca estarão sozinhas", completa o texto. Nenhuma lei local ou federal obriga a instalar abrigos anti-tornados nas casas, nem mesmo nas escolas. Os proprietários que quiserem ter esse tipo de proteção devem pagar até 4.000 dólares pela versão mais básica. Apenas entre 10% e 20% das casas da área devastada na segunda-feira dispunham de um desses bunkers, relatou o professor de Meteorologia da Universidade de Oklahoma, John Snow. Um deles é o pedreiro aposentado Mel Evridge. Depois do tornado de 1999, ele construiu um abrigo subterrâneo onde se protegeu na segunda. Diferentemente da maioria das casas americanas, feitas de madeira, Evridge construiu a sua, nos anos 1970, com pedras da região. No dia do tornado, a estrutura resistiu aos fortes ventos. A secretária de Segurança Nacional, Janet Napolitano, que na quarta-feira foi para a área afetada, garantiu que as equipes de resgate se manterão na região "até o final da reconstrução". "Os habitantes de Moore são fortes", disse. "A dor que sentimos hoje é indescritível, mas já passamos pela tragédia e saímos mais fortes como povo e como Estado", acrescentou. O presidente Barack Obama deverá ir a Moore no domingo para avaliar o alcance dos danos. Visitará "as famílias que foram atingidas e agradecerá aos membros dos serviços de emergência" por seu trabalho, informou a Casa Branca.]]></content>
			<description><![CDATA[Chuvas torrenciais castigavam a cidade de Moore, nesta quinta-feira, no subúrbio de Oklahoma City, complicando as operações de remoção dos escombros três dias depois que um potente tornado matou 24 pessoas e destruiu 1.200 casas nessa localidade no centro-sul dos EUA....]]></description>
			<category><![CDATA[Clima]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Degelo força Rússia a evacuar estação polar]]></title>
			<pubDate>Thu, 23 May 2013 22:49:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/clima/degelo-forca-russia-a-evacuar-estacao-polar,8063221da0dce310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA[A Rússia vai evacuar em caráter de urgência sua estação instalada no Polo Norte devido a um degelo acima do normal, anunciou nesta quinta-feira o ministério russo de Recursos Naturais e da Ecologia em um comunicado. O titular da pasta, Serguei Donskoi ordenou que seja elaborado em três dias um plano de evacuação da estação polar científica Severny Polius 40, onde estão atualmente 16 pessoas, informou o comunicado. Esta decisão se explica por "um desenvolvimento anormal do processo natural na bacia Ártica que levou à destruição dos campos de gelo ao redor da estação", acrescentou a fonte. "O gelo se parte. Apareceram fissuras na plataforma de gelo", afirmou à AFP um porta-voz do ministério. Segundo o comunicado, o degelo ameaça não só a continuação das atividades da estação e a vida de seu pessoal, mas também o meio ambiente na região, próxima da zona econômica do Canadá. Um eventual recurso a um quebra-gelo para deslocar a estação para a Terra do Norte, um arquipélago russo no Oceano Ártico, é uma das opções em estudo, acrescentou. Severny Polius 40, a 40ª estação polar russa deslocada nesta região desde o início da conquista do Ártico pela URSS em 1937, foi aberta em outubro de 2012 para vigiar o meio ambiente do oceano Ártico e fazer observações meteorológicas. No começo de maio, a Organização Meteorológica Mundial (OMM), uma agência especializada da ONU, manifestou sua preocupação com o "degelo recorde do Ártico em agosto-setembro", em seu relatório anual sobre o clima 2012, publicado em Genebra. A OMM confirmou que o ano de 2012 se situa entre os dez mais quentes já observados desde o início das medições, em 1850. O recorde de degelo anterior da plataforma de gelo remontava a 2007. Naquele ano, a Rússia precisou evacuar em 2008 os funcionários de sua estação polar Severny Polius 35, que estava à deriva em sua placa de gelo de uma superfície reduzida a 300 metros de largura por 400 de comprimento. No começo do seu trabalho, a superfície total da placa era de 15km2, segundo a agência pública Ria-Novosti.]]></content>
			<description><![CDATA[A Rússia vai evacuar em caráter de urgência sua estação instalada no Polo Norte devido a um degelo acima do normal, anunciou nesta quinta-feira o ministério russo de Recursos Naturais e da Ecologia em um comunicado....]]></description>
			<category><![CDATA[Clima]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Céticos do clima são menos de 1% da comunidade científica, diz estudo]]></title>
			<pubDate>Thu, 23 May 2013 14:16:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/clima/ceticos-do-clima-sao-menos-de-1-da-comunidade-cientifica-diz-estudo,cbee221da0dce310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA[Um estudo divulgado nesta semana com base na análise de publicações científicas das últimas duas décadas mostrou que 99% dos artigos apontam a ação humana como a causa das mudanças climáticas – um consenso frente aos chamados céticos do clima, que atribuem o aquecimento global a fatores exclusivamente naturais. A análise é assinada por John Cook, estudante de pós-doutorado em astrofísica da Universidade de Queensland, na Austrália, e foi publicada no jornal científico Environmental Research Letters. Ele avaliou o abstract, o resumo do conteúdo, de 11.944 artigos científicos sobre aquecimento global e mudanças climáticas publicados entre 1991 e 2011. A avaliação de todo esse volume de material, disponível no banco de dados científico Web of Knowledge, revelou que 66,4% das publicações posicionaram-se em concordância a corrente do aquecimento global antropogênico, ou seja, causado pelo homem. Outros 32,6% dos artigos pesquisados endossavam essa posição. Cook encontrou apenas 0,7% das publicações negando a participação humana no aquecimento global e 0,3% expressando incerteza quanto às reais causas das mudanças climáticas. Uma pesquisa semelhante, porém com uma amostragem menor, já havia sido publicada por cientistas da Universidade de Standford em 2010. Na verificação de 1.372 publicações, entre 98% e 99% dos pesquisadores apontavam a participação humana nas mudanças climáticas. Para meteorologista, "negacionistas" Os números deixam claro como as publicações céticas quanto ao papel do homem nas mudanças climáticas são minoria. Pesquisadores desta linha – alguns de universidades renomadas– argumentam que as medições que apontam o aquecimento não seriam precisas, que a terra já foi mais quente do que é hoje em um passado recente ou ainda que o sol teria uma influência muito maior nas mudanças climáticas do que os gases do efeito estufa. Para o coordenador geral da Rede Brasileira de Pesquisas sobre Mudanças Climáticas e Globais (Rede Clima), Paulo Nobre, os pesquisadores que discordam da participação do homem não deveriam ser chamados de céticos, e sim de “negacionistas”. “Ceticismo é um pilar da ciência. É formular uma hipótese e ser cético com relação a ela para buscar respostas”, compara. Segundo ele, diante das evidências científicas existentes, não há como negar a participação humana no processo de aquecimento global: “Há 20 anos até poderia haver espaço para o ceticismo, mas hoje não existe mais.” A interpretação equivocada de dados de variabilidade climática são, na opinião do meteorologista, uma das bases para a negação da responsabilidade humana. Na Rede Clima, que busca prover substrato científico para embasar programas governamentais, por exemplo, a parcela humana no processo de mudanças é levada em conta. Os dados levantados buscam entender exatamente a dimensão humana dessas alterações e as formas de adaptação que permitam garantir a segurança energética, hídrica e alimentar do país. “É um processo em curso e precisamos propor formas de adaptação e mitigação”, resume Nobre. O artigo publicado por Cook rompeu as fronteiras da comunidade científica e virou notícia em populares blogs de ciência e na imprensa internacional. A repercussão reflete outra face do trabalho do pesquisador australiano. Além do pós-doutorado no Instituto de Mudanças Globais da Universidade de Queensland, o cientista mantém o blog científico Skeptical Science. No site, ele e outros colaboradores contrapõem os argumentos usados para negar a interferência humana nas mudanças climáticas em uma linguagem simples e mais acessível para quem está fora do circuito acadêmico.]]></content>
			<description><![CDATA[Um estudo divulgado nesta semana com base na análise de publicações científicas das últimas duas décadas mostrou que 99% dos artigos apontam a ação humana como a causa das mudanças climáticas – um consenso frente aos chamados céticos do clima, que atribuem o aquecimento global a fatores exclusivamente naturais....]]></description>
			<category><![CDATA[Clima]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Estudo diz que clima impulsionou o desenvolvimento humano]]></title>
			<pubDate>Tue, 21 May 2013 18:04:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/clima/estudo-diz-que-clima-impulsionou-o-desenvolvimento-humano,b5422278212ce310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA[Os primeiros humanos que viveram na África do Sul deram saltos culturais e industriais em períodos de clima mais úmido, apontou nesta terça-feira um estudo que comparou os registros arqueológicos da evolução do homem com as mudanças climáticas. Os humanos modernos ou Homo sapiens apareceram pela primeira vez na África durante a Média Idade da Pedra, que durou de 280 mil a 30 mil anos atrás. Alguns dos exemplos mais remotos da cultura e da tecnologia humana foram encontrados na África do Sul, com evidências fósseis com picos inovadores cuja causa deixou os cientistas intrigados. O registro revela que um período notável de avanço humano ocorreu cerca de 71,5 mil anos atrás e outro, entre 64 mil e 59 mil anos atrás. Exemplos desta inovação incluem o uso de símbolos, vinculados ao desenvolvimento da linguagem complexa, em gravuras, a manufatura e o uso de ferramentas de pedra e adornos pessoais como jóias feitas de conchas. "Nós mostramos pela primeira vez que o ritmo destes períodos de inovação coincidiu com mudanças climáticas abruptas", disse à AFP o co-autor do estudo, Martin Ziegler, da Escola de Ciências da Terra e dos Oceanos da Universidade Cardiff, no artigo publicado na revista Nature Communications. "Nós descobrimos que a África do Sul registrou condições mais úmidas durante estes períodos de avanço cultural", acrescentou. "Ao mesmo tempo, grandes áreas da África Subsaariana experimentaram condições mais secas, sendo assim a África do Sul atuou potencialmente como um refúgio para os primeiros humanos", emendou. Ziegler e sua equipe reconstituíram o clima sul-africano dos últimos 100 mil anos usando amostras sedimentares extraídas da costa leste do país. As amostras mostram mudanças na descarga dos rios e no padrão de chuvas. "Oferecem pela primeira vez a possibilidade de comparar o registro arqueológico com o registro das mudanças climáticas no mesmo período, e portanto, nos ajuda a compreender as origens dos humanos modernos", escreveu Ziegler por e-mail. O co-autor do estudo, Chris Stringer, do Museu de História Natural de Londres, afirmou que as descobertas apoiaram a visão de que o crescimento populacional incentivou o avanço cultural através das crescentes interações humanas. "Estas pulsações influenciadas pelo clima no sul da África e além, provavelmente, foram fundamentais para a origem dos elementos-chave do comportamento do humano moderno na África e para a subsequente dispersão do Homo sapiens a partir de sua terra ancestral", concluiu o estudo.]]></content>
			<description><![CDATA[Os primeiros humanos que viveram na África do Sul deram saltos culturais e industriais em períodos de clima mais úmido, apontou nesta terça-feira um estudo que comparou os registros arqueológicos da evolução do homem com as mudanças climáticas....]]></description>
			<category><![CDATA[Clima]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Suprema Corte dos EUA rejeita caso ligado a aquecimento global]]></title>
			<pubDate>Mon, 20 May 2013 20:52:14 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/clima/suprema-corte-dos-eua-rejeita-caso-ligado-a-aquecimento-global,92db2278212ce310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/clima/suprema-corte-dos-eua-rejeita-caso-ligado-a-aquecimento-global,92db2278212ce310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[A Suprema Corte dos Estados Unidos recusou-se nesta segunda-feira a estudar o caso de um povoado do Alasca que pedia o direito de processar um grupo petroleiro pelos danos provocados pelo degelo atribuído ao aquecimento global. Com esta decisão, a mais alta instância judicial americana confirmou a sentença de uma Corte de Apelações federal de São Francisco (Califórnia, oeste), que em 2012 considerou que o caso não lhe competia. Os advogados representantes do povoado de Kivalina, no extremo noroeste do Alasca, tentavam responsabilizar pelas emissões de gases de efeito estufa várias companhias de petróleo, entre elas a ExxonMobile e empresas de geração de energia elétrica, e pedir um ressarcimento pelos danos provocados por inundações e pela erosão devido ao degelo das plataformas de gelo, todos efeitos atribuídos ao aquecimento. A Corte de Apelações de São Francisco havia decidido que o povo não podia processar estas empresas, amparando-se em leis federais de direito comum. "A solução diante da situação dramática em que se encontra Kivalina está nas mãos dos poderes Executivo e Legislativo do governo federal e não no direito federal comum", redigiu o juiz de apelações, Sidney Thomas. A sentença da Corte de Apelações se baseava, em grande parte, na decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos em 2011, no âmbito de um processo do Estado de Connecticut (nordeste) contra a firma de produção de energia elétrica American Electric Power Company. De forma unânime, os juízes desse tribunal resolveram que o caso não lhes competia, alegando que uma empresa não podia ser processada por suas emissões de gases de efeito estufa no âmbito do direito federal comum. O povo inuit (nativo) de Kivalina, que em 2010 tinha 376 habitantes, vive no extremo de uma faixa de terra de 13 km que separa o Mar de Chukotka e a lagoa na desembocadura do rio Kivalina, a 130 km da cidade de Kotzebue. O custo do deslocamento do povo foi avaliado em US$ 95 milhões pelo Corpo de Engenheiros Civis do Exército americano.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/05/20/kivalina-alasca-processo-petroleiras-wikimedia.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Wikimedia" title="Foto: Wikimedia"> <br>A Suprema Corte dos Estados Unidos recusou-se nesta segunda-feira a estudar o caso de um povoado do Alasca que pedia o direito de processar um grupo petroleiro pelos danos provocados pelo degelo atribuído ao aquecimento global....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/05/20/kivalina-alasca-processo-petroleiras-wikimedia.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Clima]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Perda de geleiras terrestres contribui para aumento do nível do mar]]></title>
			<pubDate>Thu, 16 May 2013 22:28:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/clima/perda-de-geleiras-terrestres-contribui-para-aumento-do-nivel-do-mar,66e375434c8ae310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/clima/perda-de-geleiras-terrestres-contribui-para-aumento-do-nivel-do-mar,66e375434c8ae310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O derretimento das geleiras terrestres provocado pelo aquecimento global contribuiu em um terço para a elevação do nível dos oceanos entre 2003 e 2009, segundo novas estimativas mais precisas realizadas por um grupo internacional de pesquisadores a partir de imagens de satélites. "Pela primeira vez, estamos prontos para estimar muito precisamente quanto estas geleiras juntas contribuíram para a elevação dos oceanos", disse Alex Gardner, professor de geografia da Universidade de Clark em Worcester, em Massachusetts, principal encarregado deste estudo publicado esta quinta-feira. "Estas massas glaciares muito pequenas, que não representam mais de um 1% do gelo do planeta, perderam tanto gelo quanto as banquisas (nr: gelo marinho) do Ártico e da Antártica combinadas" entre 2003 e 2009, destacou. As maiores perdas de gelo ocorreram nas geleiras do Ártico canadense, no Alasca, no sul dos Andes e no Himalaia. As geleiras fora das calotas glaciares da Groenlândia e da Antártica perderam, em média, 260 bilhões de toneladas de gelo anualmente durante este período de sete anos, provocando uma elevação de 0,7 milímetro por ano bos oceanos, determinaram os cientistas no estudo publicado na edição desta sexta-feira da revista científica Science. Para fazer estas estimativas, eles compararam as medições tradicionais efetuadas no solo àquelas dos satélites ICESat (Ice, Cloud and Land Elevation Satellite) e GRACE (Gravity Recovery and Climate Experiment), da Nasa. "Uma vez que a massa das geleiras terrestres é relativamente fraca em comparação com a das calotas glaciares da Groenlândia e da Antártica, seu derretimento suscita infelizmente menos ou nenhuma inquietação" no público, revela o glaciologista Tad Pfeffer, professor do Instituto Ártico da Universidade do Colorado em Boulder, um dos co-autores do estudo. "É como um pequeno balde de água com um grande buraco no fundo: isto não durará muito tempo, apenas um século ou dois, mas enquanto houver gelo nestas geleiras, elas serão uma causa importante de elevação do nível dos oceanos", explicou. Segundo as estimativas atuais, se todas as geleiras do mundo derretessem completamente, o nível dos mares se elevaria 61 centímetros. Mas se todo o gelo na Groenlândia derretesse, isto elevaria os oceanos em 6,1 metros, o que aumentaria para perto dos 61 metros se a calota glaciar da Antártica derretesse. Atualmente, a elevação do nível dos mares é causada em um terço pelo derretimento das geleiras terrestres, um terço pelo derretimento do gelo da Antártica e da Groenlândia e o terço final, pela expansão térmica da água sob o efeito do aquecimento global.]]></content>
			<description><![CDATA[O derretimento das geleiras terrestres provocado pelo aquecimento global contribuiu em um terço para a elevação do nível dos oceanos entre 2003 e 2009, segundo novas estimativas mais precisas realizadas por um grupo internacional de pesquisadores a partir de imagens de satélites....]]></description>
			<category><![CDATA[Clima]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Pico histórico de CO2 se tornará média anual, afirmam meteorologistas]]></title>
			<pubDate>Tue, 14 May 2013 19:28:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/clima/pico-historico-de-co2-se-tornara-media-anual-afirmam-meteorologistas,0ce269953cd9e310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/clima/pico-historico-de-co2-se-tornara-media-anual-afirmam-meteorologistas,0ce269953cd9e310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[A Organização Meteorológica Mundial (OMM) avaliou nesta terça-feira que, após superado o limite histórico de concentração de dióxido de carbono na atmosfera na semana passada, este pico pode se tornar a média anual mundial. "No ritmo de aumento atual, a média anual mundial de concentração de CO2 superará o limite das 400 partes por milhão (ppm) em 2015 ou 2016", informou a agência da ONU em um comunicado. Um observatório, situado no vulcão de Mauna Loa, no Havaí, registrou nesta quinta-feira, 9 de maio, uma concentração de CO2 de 400,03 ppm, segundo a agência americana oceânica e atmosférica (NOAA). Embora se trate de uma medida pontual, segundo especialistas, a média anual de 2013 superará sem dúvida as 400 ppm, um número simbólico que marca uma tendência inquietante do planeta rumo ao aquecimento. A última vez que o planeta registrou uma concentração de CO2 na atmosfera superior às 400 ppm foi entre 3 e 5 milhões de anos atrás, durante a era do Plioceno. A temperatura era, então, de 3 a 4 graus acima da atual. A encarregada das Nações Unidas para o Clima, Christiana Figueres, advertiu na segunda-feira que a concentração de CO2 na atmosfera põe o planeta em uma "zona de perigo". O objetivo fixado pela comunidade internacional em 2009 é manter o aquecimento global a um máximo de +2°C em relação aos níveis de antes da era industrial. Se estes 2ºC forem superados, os cientistas consideram que o planeta entrará em um sistema climático marcado por fenômenos extremos. Com uma média anual de 400 ppm de concentração de CO2, o aquecimento global previsto será de pelo menos 2,4°C, segundo o último relatório dos especialistas da ONU sobre o clima (IPCC). As emissões de CO2 na atmosfera não param de aumentar e se a tendência se mantiver, a temperatura pode aumentar entre 3ºC e 5 °C. Figueres assegurou que "ainda há uma oportunidade para evitar os piores efeitos das mudanças climáticas" e fez um apelo à comunidade internacional para que dê uma "resposta política capaz de enfrentar este desafio". O próximo grande encontro será a cúpula climática da ONU, que será realizada na França em 2015. Mas estas negociações, que envolvem os grandes poluidores do planeta, com China e Estados Unidos à frente, não serão fáceis. A última tentativa de implementar um acordo desse tipo, feita em 2009, em Copenhague, fracassou.]]></content>
			<description><![CDATA[A Organização Meteorológica Mundial (OMM) avaliou nesta terça-feira que, após superado o limite histórico de concentração de dióxido de carbono na atmosfera na semana passada, este pico pode se tornar a média anual mundial....]]></description>
			<category><![CDATA[Clima]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Não deveríamos ter superado os 350, diz especialista sobre nível do CO2]]></title>
			<pubDate>Tue, 14 May 2013 13:22:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/clima/nao-deveriamos-ter-superado-os-350-diz-especialista-sobre-nivel-do-co2,80af95d82cd9e310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA[A concentração recorde de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera, de 400 partes por milhão de moléculas, não se traduz em uma "ameaça imediata" para o ser humano, mas deveria ter sido evitada. "É um patamar ao qual não deveríamos ter chegado. De fato, não seria preciso ter superado os 350", declarou à Agência EFE o geoquímico Ralph Keeling, do Centro Oceanográfico de San Diego, na Califórnia, e um dos responsáveis do relatório publicado na sexta-feira pela Administração Nacional de Oceanos e Atmosfera (NOAA, em inglês) dos Estados Unidos. A marca registrada pela estação atmosférica Mauna Loa, no Havaí, considerada o epicentro mundial para o estudo dos gases do efeito estufa desde que começou a operar em 1958, é, segundo analistas, a realidade de um aquecimento global de consequências imprevisíveis e cada vez mais preocupantes. Keeling sustenta que a civilização se encontra "em zona de perigo" sem que no horizonte próximo se vejam sinais de melhoria. Em 25 anos, estima-se que o CO2 representará 450 partes por milhão de moléculas de ar devido ao contínuo uso de combustíveis fósseis para o desenvolvimento dos países. A queima de carvão, petróleo e gás natural está sendo o motor da dramática aceleração do aumento do CO2 na atmosfera, disse em conversa telefônica com a EFE o diretor da divisão de vigilância global da NOAA em seu laboratório do Colorado, James Butler. "Durante a história da civilização humana, o dióxido de carbono esteve em níveis de entre 180 a 280 partes por milhão. Em pouco mais de 100 anos, a espécie humana o elevou a 400. Não há ciclo natural neste planeta capaz de fazer algo assim tão rápido", esclareceu Butler. Ainda não se sabe se existe um ponto sem retorno, aquele que uma vez superado gere uma desestabilização tão drástica que condene o ser humano a calamidades climáticas globais que, por enquanto, são mais próprias dos filmes; um ultimato que, apesar de trágico, nos ajudaria a tomar medidas para frear as emissões. "As pessoas não veem perigos em curto prazo, portanto, não se assustam. Isso é parte do problema. Se nos concentrarmos no longo prazo, nos daremos conta que a magnitude do que estamos fazendo é muito preocupante", insistiu Keeling, cujo pai foi pioneiro no estudo do dióxido de carbono. A chamada "Curva de Keeling", criada por Charles David Keeling, está na base das demonstrações que validam as teorias da mudança climática que deram origem às cúpulas ambientais de Kioto e Copenhague. Charles Keeling faleceu em 2005 e seu filho, Ralph, continuou seu legado. "Não penso que meu pai teria se surpreendido muito por termos chegado a este ponto, embora ele esperasse que, uma vez sabendo da existência de uma rápida mudança no clima, teríamos feito mais", comentou. Para Butler, as pessoas têm que fazer um esforço para "entender suficientemente" que o aquecimento global "é verdade" e "têm que confiar em quem sabe mais", mas admite que "isso é difícil". "Leva entre 10 e 20 anos para que se notem os efeitos", indicou Butler. Uma vez na atmosfera, o CO2 permanece ali durante milhares de anos, o que faz com que as mudanças climatológicas radiquem nas emissões acumulativas. A taxa de aumento de dióxido de carbono se acelerou desde que começaram as análises contínuas em 1958, ao passar de 0,7 partes por milhão ao ano então a uma média de 2,1 partes por milhão na última década. Devido ao aumento da temperatura no planeta, se prevê que nos próximos anos os gases metano que se encontram em sedimentos superficiais nos oceanos e sob o gelo do ártico se liberem na atmosfera. Esse gás poderia acelerar até cinco vezes mais o aquecimento global. Algo similar já ocorreu em tempos pré-históricos, lembrou Butler. Também não é a primeira vez que o CO2 se situa nos níveis atuais, mas isso ocorreu de forma gradual em períodos de milhares de anos quando o homem ainda dava seus primeiros passos como australopiteco. Extinções em massa<a data-cke-saved-href="http://noticias.terra.com.br/ciencia/infograficos/extincao-massa/iframe.htm" href="http://noticias.terra.com.br/ciencia/infograficos/extincao-massa/iframe.htm">veja o infográfico</a> &lt;a data-cke-saved-href="http://noticias.terra.com.br/ciencia/infograficos/iframe.htm" href="http://noticias.terra.com.br/ciencia/infograficos/iframe.htm"&gt;veja o infográfico&lt;/a&gt;]]></content>
			<description><![CDATA[A concentração recorde de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera, de 400 partes por milhão de moléculas, não se traduz em uma "ameaça imediata" para o ser humano, mas deveria ter sido evitada. "É um patamar ao qual não deveríamos ter chegado. De fato, não seria preciso ter superado os 350", declarou à Agência EFE o geoquímico Ralph Keeling, do Centro Oceanográfico de San Diego, na Califórnia, e um dos responsáveis do relatório publicado na sexta-feira pela Administração Nacional de Oceanos e Atmosfera (NOAA, em inglês) dos Estados Unidos....]]></description>
			<category><![CDATA[Clima]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[ONU alerta que concentração de CO2 deixa Terra em perigo]]></title>
			<pubDate>Mon, 13 May 2013 18:49:13 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/clima/onu-alerta-que-concentracao-de-co2-deixa-terra-em-perigo,de0b95d82cd9e310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/clima/onu-alerta-que-concentracao-de-co2-deixa-terra-em-perigo,de0b95d82cd9e310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[A concentração de CO2 na atmosfera, que superou pela primeira vez as 400 partes por milhão (ppm), coloca o planeta em uma "zona de perigo", advertiu nesta segunda-feira a encarregada das Nações Unidas para o Clima, Christiana Figueres. "Com 400 ppm de CO2 na atmosfera, superamos o limite histórico e nos encontramos em uma zona de perigo", disse Figueres em um comunicado publicado em Bonn (Alemanha). "O mundo tem que acordar e notar o que isto significa para a segurança dos seres humanos, para seu bem-estar e seu desenvolvimento econômico", acrescentou. Um observatório situado no vulcão de Mauna Loa, no Havaí, registrou na quinta-feira passada uma concentração de CO2 de 400,03 ppm, informou a agência oceânica e atmosférica americana (NOAA). Embora se trate de uma medida pontual, a média anual de 2013 sem dúvida superará os 400 ppm que, segundo os especialistas, é um valor simbólico que marca uma tendência preocupante do planeta rumo ao aquecimento. Em 2009, a meta estabelecida pela comunidade internacional era manter o aquecimento global a uma elevação máxima da temperatura de +2°C com relação aos níveis anteriores à era industrial. Se estes 2ºC forem superados, os cientistas consideram que o planeta entrará em um sistema climático marcado por fenômenos extremos. Com uma média anual de 400 ppm de concentração de CO2, o aquecimento global previsto será de pelo menos 2,4°C, segundo o último relatório do Painel Intergovernamental da ONU sobre Mudanças Climáticas (IPCC). E as perspectivas são pessimistas: as emissões de CO2 na atmosfera não param de crescer e se a tendência se mantiver, a temperatura pode aumentar entre 3º e 5°C. Figueres assegurou que "ainda há uma oportunidade de evitar os piores efeitos das mudanças climáticas" e fez um apelo à comunidade internacional para que dê uma "resposta política capaz de enfrentar este desafio". O próximo grande encontro será a cúpula climática da ONU, em 2015 na França. Mais de 190 países concordaram em assinar um acordo global que limite as emissões de gases de efeito estufa de todos os países. Mas estas negociações, que envolvem os grandes poluidores do planeta, com China e Estados Unidos à frente, não serão fáceis. A última tentativa para estabelecer um acordo deste tipo - Copenhague, em 2009 - fracassou. A última vez que o planeta registrou uma concentração de C02 na atmosfera superior às 400 partes por milhão (ppm) foi entre 3 e 5 milhões de anos, durante a era do Plioceno. A temperatura na época era de 3° a 4°C superior à atual. "Estamos criando um clima pré-histórico no qual a nossa sociedade terá que enfrentar riscos enormes e potencialmente catastróficos", advertiu no final da semana passada Bob Ward, diretor de comunicações do Instituto de Pesquisas Grantham sobre Mudanças climáticas e Meio Ambiente, da London School of Economics and Political Science. Um estudo publicado no domingo alertou para os efeitos previstos das mudanças climáticas na biodiversidade. Segundo especialistas, se a tendência atual se mantiver, o espaço propício para a existência de mais da metade das espécies vegetais e de um terço das espécies animais será reduzido em 50% até 2080. Extinções em massa<a data-cke-saved-href="http://noticias.terra.com.br/ciencia/infograficos/extincao-massa/iframe.htm" href="http://noticias.terra.com.br/ciencia/infograficos/extincao-massa/iframe.htm">veja o infográfico</a> &lt;a data-cke-saved-href="http://noticias.terra.com.br/ciencia/infograficos/iframe.htm" href="http://noticias.terra.com.br/ciencia/infograficos/iframe.htm"&gt;veja o infográfico&lt;/a&gt;]]></content>
			<description><![CDATA[A concentração de CO2 na atmosfera, que superou pela primeira vez as 400 partes por milhão (ppm), coloca o planeta em uma "zona de perigo", advertiu nesta segunda-feira a encarregada das Nações Unidas para o Clima, Christiana Figueres....]]></description>
			<category><![CDATA[Clima]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Concentração de CO2 alcança "zona de perigo", avalia ONU]]></title>
			<pubDate>Mon, 13 May 2013 11:07:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/clima/concentracao-de-co2-alcanca-zona-de-perigo-avalia-onu,a1e6901143f8e310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/clima/concentracao-de-co2-alcanca-zona-de-perigo-avalia-onu,a1e6901143f8e310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[A concentração de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera, que superou pela primeira vez a marca de 400 partes por milhão (ppm), deixa o mundo em uma "zona de perigo", advertiu nesta segunda-feira a diretora das Nações Unidas para o clima, Christiana Figueres. "O mundo tem que acordar e perceber o que isto significa para a segurança dos seres humanos, para seu bem-estar e seu desenvolvimento econômico", afirma Figueres em um comunicado divulgado em Bonn (Alemanha). Ela destaca que "ainda existe uma oportunidade para evitar os piores efeitos da mudança climática" e faz um pedido à comunidade internacional para dar uma "resposta política capaz de enfrentar este desafio". O observatório situado no vulcão de Mauna Loa, no Havaí, registrou na quinta-feira passada uma concentração de CO2 de 400,03 ppm, informou a agência americana oceânica e atmosférica (NOAA). Apesar desta ser uma medida pontual, a média anual de 2013 superará sem dúvida os 400 ppm, um número simbólico que marca uma tendência inquietante do planeta para o aquecimento, segundo os analistas. O objetivo fixado pela comunidade internacional em 2009 é manter o aquecimento global a um máximo de +2°C em relação aos níveis registrados antes da era industrial. Caso os 2ºC sejam superados, os cientistas consideram que o planeta entrará em um sistema climático marcado pelos fenômenos extremos. Com uma média anual de 400 ppm de concentração de CO2, o aquecimento global previsto será de pelo menos 2,4°C, segundo o relatório mais recente do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC). E as perspectivas são pessimistas: as emissões de CO2 na atmosfera não param de aumentar e, caso a tendência persista, a temperatura pode aumentar entre 3 e 5 graus.]]></content>
			<description><![CDATA[A concentração de dióxido de carbono (CO2) na atmosfera, que superou pela primeira vez a marca de 400 partes por milhão (ppm), deixa o mundo em uma "zona de perigo", advertiu nesta segunda-feira a diretora das Nações Unidas para o clima, Christiana Figueres....]]></description>
			<category><![CDATA[Clima]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Aquecimento global pode tirar metade do espaço de plantas e animais]]></title>
			<pubDate>Sun, 12 May 2013 18:34:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/clima/aquecimento-global-pode-tirar-metade-do-espaco-de-plantas-e-animais,4314901143f8e310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/clima/aquecimento-global-pode-tirar-metade-do-espaco-de-plantas-e-animais,4314901143f8e310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Mais da metade das espécies vegetais e um terço das animais mais comuns terão seu espaço vital reduzido à metade até 2080 se o aquecimento global continuar aumentando, segundo estudo publicado neste domingo. O aumento das emissões de gás de efeito estufa colocam o planeta em uma trajetória de aquecimento de cerca de 4°C até o final do século, em relação aos níveis pré-industriais. Os pesquisadores da universidade britânica de East Anglia estudaram o impacto de um aumento de temperatura nas "zonas climáticas" de 48.786 espécies, ou seja, nos locais em que as condições climáticas são propícias a sua existência. Segundo suas conclusões, publicadas na revista Nature Climate Change, cerca de 55% das plantas e 35% dos animais poderiam ver esse espaço reduzido à metade até 2080. O risco será maior para as plantas, os anfíbios e os répteis, porque o ritmo de sua capacidade de adaptação é mais lento que o da mudança climática, dizem os pesquisadores. As áreas mais afetadas seriam a África subsaariana, América Central, Amazônia e Austrália. Segundo a pesquisadora Rachel Warren, essas estimativas provavelmente são menores que as condições reais, já que levam em conta apenas o impacto do aumento de temperatura e não considera os eventos extremos provocados pela mudança climática como os ciclones ou as inundações. "As populações de animais em particular poderiam desaparecer em maior proporção do que a que estimamos pela diminuição das plantas disponíveis para se alimentar", explica em um comunicado apresentado pelo estudo. "Também haverá consequências para o homem porque há espécies que são importantes para a purificação da água e do ar, para limitar as inundações e para o ciclo de alimentação", acrescenta. Segundo o estudo, esse impacto sobre as zonas climáticas das espécies poderia ser limitado de forma significativa, se forem tomadas medidas, rapidamente, para reduzir as emissões de gases de efeito estufa. Se a emissão de gases de efeito estufa for limitada até 2016, uma possibilidade considerada irreal, as perdas de zonas climáticas seriam reduzidas 60% e se esse ponto máximo for alcançado em 2030, a cifra seria de 40%, conclui.]]></content>
			<description><![CDATA[Mais da metade das espécies vegetais e um terço das animais mais comuns terão seu espaço vital reduzido à metade até 2080 se o aquecimento global continuar aumentando, segundo estudo publicado neste domingo. O aumento das emissões de gás de efeito estufa colocam o planeta em uma trajetória de aquecimento de cerca de 4°C até o final do século, em relação aos níveis pré-industriais....]]></description>
			<category><![CDATA[Clima]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[SP: nova medição de poluição do ar estreia e com sete 'bom']]></title>
			<pubDate>Sat, 11 May 2013 12:11:06 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/clima/sp-nova-medicao-de-poluicao-do-ar-estreia-e-com-sete-bom,d46919e6f739e310VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/clima/sp-nova-medicao-de-poluicao-do-ar-estreia-e-com-sete-bom,d46919e6f739e310VgnVCM4000009bcceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[São Paulo começou na sexta-feira a usar os novos parâmetros de medição de poluição do ar, adotados em nível estadual, e registrou uma única estação com ar ruim, em Cubatão, no litoral. A nova análise não só altera a quantidade das substâncias para considerar a poluição, como inclui critérios antes inexistentes - como da concentração do material particulado ultrafino (MP2,5), segundo o jornal O Estado de S. Paulo. Entraram em vigor ontem também as metas de concentração máxima de poluentes. Das 46 unidades paulistas de análise, 22 estavam em boa situação e 23 moderadas. Na capital, das 14 estações, metade apresentava avaliação boa e a metade, moderada. Os números da cidade de São Paulo se beneficiaram da baixa umidade na cidade, na casa dos 38%. A previsão é de que neste sábado o percentual cai para 20% a 30%, faixa na qual há estado de atenção por causa da alta incidência de problemas respiratórios, sangramentos no nariz e irritação nos olhos. Só deve chover de novo na capital no final da próxima semana.  ]]></content>
			<description><![CDATA[São Paulo começou na sexta-feira a usar os novos parâmetros de medição de poluição do ar, adotados em nível estadual, e registrou uma única estação com ar ruim, em Cubatão, no litoral. A nova análise não só altera a quantidade das substâncias para considerar a poluição, como inclui critérios antes inexistentes - como da concentração do material particulado ultrafino (MP2,5), segundo o jornal O Estado de S. Paulo. Entraram em vigor ontem também as metas de concentração máxima de poluentes....]]></description>
			<category><![CDATA[Clima]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Emissões de CO² elevam acidez de mares árticos]]></title>
			<pubDate>Tue, 7 May 2013 09:43:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/clima/emissoes-de-co-elevam-acidez-de-mares-articos,f59e94174c97e310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/clima/emissoes-de-co-elevam-acidez-de-mares-articos,f59e94174c97e310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Os mares árticos estão ficando mais ácidos como resultado de emissões de dióxido de carbono (CO²), segundo um relatório científico. Cientistas do Center for International Climate and Environmental Research em Oslo, na Noruega, vêm monitorando mudanças na composição química das águas em vastas porções dos oceanos da região. Segundo os especialistas, mesmo que as emissões cessassem agora, levaria milhares de anos para que a composição química do Oceano Ártico fosse revertida para seu estado original, anterior ao início da atividade industrial no planeta. Muitas criaturas, incluindo espécies de peixes com alto valor comercial, pode ser afetadas. Os especialistas preveem grandes mudanças no ecossistema marinho, mas dizem não saber ao certo quais serão essas mudanças. É sabido que o CO² aquece o planeta, mas muitos desconhecem o fato de que, ao ser absorvido do ar, o gás também torna os mares alcalinos mais ácidos. A absorção é particularmente rápida em água fria, então o Ártico é mais suscetível. As diminuições recentes nas quantidades de gelo presentes nos mares durante o verão vêm expondo mais superfícies do mar ao CO² existente na atmosfera. A vulnerabilidade do Ártico é exacerbada por quantidades cada vez maiores de água fresca provenientes de rios e gelo terrestre derretido - já que a água fresca é menos efetiva em neutralizar quimicamente os efeitos acidificantes do CO². Os pesquisadores dizem que os mares nórdicos estão se acidificando em diferentes profundidades, embora mais rapidamente nas camadas mais superficiais. Experimento imenso Em entrevista à BBC, o coordenador do relatório, Richard Bellerby, disse que a equipe mapeou um mosaico de índices diferentes de pH na região. O nível de alteração, ele explicou, foi determinado pela quantidade de água fresca entrando na área. "Grandes rios fluem para o Ártico", disse Bellerby. "Temos uma espécie de lente de água fresca na superfície do mar em algumas áreas, e a água fresca diminui a concentração de íons que impedem a mudança no pH. O gelo no mar tem sido uma 'tampa' no Ártico, então a perda de gelo está permitindo a absorção rápida do CO²". Esse processo está sendo piorado, o cientista disse, por carbono orgânico que chega pela terra - um efeito secundário do aquecimento regional. "Mudanças rápidas e contínuas são uma certeza", ele disse. "Já ultrapassamos limites críticos. Mesmo se pararmos as emissões agora, a acidificação vai durar milhares de anos. É um experimento imenso". Nos mares da Islândia e Barents, a equipe de pesquisadores monitorou diminuições de cerca de 0,02 no pH da água a cada década desde o final dos anos 60. Efeitos químicos associados à acidificação também foram encontrados nas águas de superfície do Estreito de Bering e Bacia do Canadá do Oceano Ártico central. Cientistas calculam que hoje a acidez média das águas superficiais dos oceanos no mundo é cerca de 30% mais alta do que antes da Revolução Industrial. Eles dizem que é muito provável que haja mudanças profundas no ecossistema marinho do Ártico como resultado. Por exemplo, algumas espécies importantes de presas, como as borboletas do mar, podem ser prejudicadas. Outras espécies podem ser beneficiadas. É provável que peixes adultos sejam bastante resistentes, mas o amadurecimento dos ovos dos peixes pode ser prejudicado. Ainda é muito cedo para saber.]]></content>
			<description><![CDATA[Os mares árticos estão ficando mais ácidos como resultado de emissões de dióxido de carbono (CO²), segundo um relatório científico....]]></description>
			<category><![CDATA[Clima]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Merkel propõe acordo internacional para redução do efeito estufa]]></title>
			<pubDate>Mon, 6 May 2013 20:04:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/clima/merkel-propoe-acordo-internacional-para-reducao-do-efeito-estufa,2aab94174c97e310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/clima/merkel-propoe-acordo-internacional-para-reducao-do-efeito-estufa,2aab94174c97e310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[A chanceler alemã, Angela Merkel, propôs durante seu discurso de abertura do Diálogo do Clima de Petersberg, um acordo internacional para redução do efeito estufa, a ser implementado a partir de 2020. Segundo ela, a Europa ainda é pioneira, mas o apoio de parceiros internacionais é crucial para proteção do clima. "Não tenho ilusões sobre o volume de trabalho que ainda há pela frente", declarou nesta segunda, em Berlim. A conferência reúne 35 nações na busca de soluções para a proteção do clima global. Juntos, esses países são responsáveis por 80% da produção mundial de gases do efeito estufa. Merkel propôs que até 2015 seja firmado um acordo climático global vinculativo, com o fim de evitar que o aquecimento global supere os 2°C em relação à era pré-industrial. O documento deveria entrar em vigor a partir de 2020, estipulando para mais de 190 países uma meta de redução obrigatória das emissões de gases-estufa. A chefe de governo enfatizou que "esperar não é uma opção" e que não fazer nada acabará saindo, no total, "muito, muito mais caro" do que reagir. Golpes na luta contra o efeito estufa Em termos de proteção do clima global, nos últimos tempos a Europa tem feito mais retrocessos do que apresentado vitórias. A queda dos preços dos créditos de emissão de dióxido carbono, por exemplo, é responsável por manter a lucratividade do carvão mineral como fonte de energia. Até a Alemanha, autointitulada pioneira em termos da proteção do clima, registrou aumento de 2% das emissões de CO2 em 2012, pela primeira vez em muitos anos. Isso, apesar do avanço da energia solar e eólica no país. Apesar desses dados negativos, Merkel observou que considera "totalmente inadequado" afirmar-se que a Europa não é mais pioneira na proteção do clima. Tanto a Alemanha quanto a União Europeia desejam continuar esse papel, assegurou, mas sem novos parceiros internacionais a Europa nada conseguirá, apontou, antes de insistir que todos os países industrializados devem se comprometer a uma redução substancial de suas emissões de CO2, além de ajudar as nações mais pobres a igualmente contribuir nesse sentido, com tecnologias inovadoras e sem colocar em risco o crescimento econômico. A premiê lembrou ainda que há muitas iniciativas individuais relevantes no mundo, como a introdução do comércio de créditos de poluição na Califórnia, ou a coibição do desmatamento no Brasil. No entanto concluir um novo acordo internacional sobre o clima ainda é o começo de uma longa caminhada, afirmou. Merkel defendeu uma "reforma total" do sistema de comércio de certificados de CO2. Devido à crise financeira na UE, os preços dos certificados caíram, e com eles o incentivo em reduzir a emissão de gases-estufa. No entanto, quando se cria um instrumento de economia de mercado para o qual as taxas de crescimento econômico são "essenciais" - como é o caso do comércio de emissões -, "então não pode ser tabu a pergunta se não é possível revisá-lo". Rumo à Polônia Ainda defendendo a posição europeia como pioneira, a chanceler lembrou que os países da UE estão discutindo a possibilidade de elevar de 20% para 30% a meta de redução de emissões de CO2, até 2020. Assim se poderia aumentar a pressão sobre os demais países, para que façam mais nesse sentido. No entanto há resistência, sobretudo por parte da Polônia, que possui numerosas usinas termoelétricas a carvão. No final de 2013, Varsóvia será sede da próxima conferência climática da ONU. Segundo o ministro polonês do Meio Ambiente, Marcin Korolec, seu país faz bastante em prol do clima: mesmo havendo duplicado seu rendimento econômico, nos últimos 20 anos, a Polônia conseguiu reduzir em quase um terço suas emissões CO2, apontou. Os Diálogos do Clima de Petersberg servem como preparativo para as conferências mundiais do clima das Nações Unidas. Os encontros devem seu nome ao local, nas proximidades da cidade alemã de Bonn, em que se realizaram pela primeira vez, em 2010.]]></content>
			<description><![CDATA[A chanceler alemã, Angela Merkel, propôs durante seu discurso de abertura do Diálogo do Clima de Petersberg, um acordo internacional para redução do efeito estufa, a ser implementado a partir de 2020. Segundo ela, a Europa ainda é pioneira, mas o apoio de parceiros internacionais é crucial para proteção do clima. "Não tenho ilusões sobre o volume de trabalho que ainda há pela frente", declarou nesta segunda, em Berlim....]]></description>
			<category><![CDATA[Clima]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Ano de 2012 foi 9º mais quente desde 1850, diz organização]]></title>
			<pubDate>Fri, 3 May 2013 17:31:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/clima/ano-de-2012-foi-9-mais-quente-desde-1850-diz-organizacao,f33c98cffb76e310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/clima/ano-de-2012-foi-9-mais-quente-desde-1850-diz-organizacao,f33c98cffb76e310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[A Organização Meteorológica Mundial (OMM) confirmou nesta sexta-feira que 2012 foi o nono ano mais quente desde 1850 e antecipou que a tendência de aquecimento do planeta continuará. "Embora o ritmo do aquecimento mude de um ano para outro devido à variação natural causada por fenômenos como o El Niño ou as erupções vulcânicas, o aquecimento sustentado da baixa atmosfera é um indício preocupante", afirmou o secretário-geral da OMM, Michel Jarraud. Segundo Jarraud, "a contínua tendência de aumento dos gases do efeito estufa na atmosfera confirma que o aquecimento vai continuar". A organização corroborou assim as estimativas que divulgou em novembro do ano passado e que já prediziam a forte tendência de aquecimento. Com meio grau a mais que a média histórica de 14°C, o ano de 2012 ficou entre os dez mais quentes desde que se tem registro, há mais de 150 anos. No ano passado ocorreram muitos fenômenos extremos, tais como secas e ciclones tropicais. Na América do Norte, houve várias ondas de calor, na Europa foram quebrados recordes de altas temperaturas, e a Rússia viveu o segundo verão mais quente de sua história. As secas também foram mais intensas do que o normal, afetando 65% do território dos Estados Unidos e o norte do Brasil, onde houve a pior seca dos últimos 50 anos. O fenômeno oposto, as inundações, afetaram vários países africanos, e certas regiões do sul da China viram cair as chuvas mais abundantes dos últimos 32 anos. Quanto a nevascas e frio extremo, o oriente da Rússia chegou a experimentar temperaturas de 45°C a -50°C no final de janeiro. Várias regiões do leste europeu sofreram com mínimas de -30°C, e no norte da Europa os termômetros registraram -40°C. A respeito, Jarraud afirmou que "a variabilidade natural do clima sempre provocou fenômenos extremos, mas as características físicas dos fenômenos meteorológicos e climáticos extremos têm cada vez mais sua origem na mudança climática". Dia da Terra 2013: veja imagens incríveis do nosso planeta  ]]></content>
			<description><![CDATA[A Organização Meteorológica Mundial (OMM) confirmou nesta sexta-feira que 2012 foi o nono ano mais quente desde 1850 e antecipou que a tendência de aquecimento do planeta continuará....]]></description>
			<category><![CDATA[Clima]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[ONU adverte que gelo do Ártico derreteu em ritmo recorde em 2012]]></title>
			<pubDate>Thu, 2 May 2013 09:58:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/clima/onu-adverte-que-gelo-do-artico-derreteu-em-ritmo-recorde-em-2012,d5ff10ac7bc5e310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/clima/onu-adverte-que-gelo-do-artico-derreteu-em-ritmo-recorde-em-2012,d5ff10ac7bc5e310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O gelo do Oceano Ártico derreteu em ritmo recorde em 2012, o nono ano mais quente desde o início dos registros, anunciou nesta quinta-feira a Organização Meteorológica Mundial (OMM), uma agência da ONU. No relatório sobre o ano de 2012, a OMM afirma que, em agosto e setembro do ano passado, as zonas geladas do Ártico cobriam apenas 3,4 milhões de quilômetros quadrados, 18% a menos que em 2007, quando havia sido registrado o recorde anterior. Para o secretário-geral da OMM, Michel Jarraud, este é um "preocupante sinal da mudança climática". "O ano de 2012 também registrou outros extremos, como secas e ciclones tropicais. A variabilidade natural do clima sempre resultou em extremos deste tipo, mas a mudança climática determina cada vez mais as características físicas dos acontecimentos meteorológicos e climáticos extremos", disse. "Por exemplo, dado que os níveis globais do mar são atualmente 20 centímetros maiores que o que eram em 1880, tempestades como o furacão Sandy estão produzindo mais inundações costeiras", completou. A OMM afirma que a temperatura global média de terras e superfícies marinhas é estimada 0,45 grau centígrado acima da média do período que vai de 1961 a 1990, que é de 14 graus Celsius. Este foi o nono ano mais quente desde 1850, primeiro do qual se tem registro, e o 27º ano consecutivo no qual a temperatura de terras e superfícies marinhas supera a média de 1961-1990. "A tendência continua de alta das concentrações atmosféricas de gases do efeito estufa confirma que o aquecimento prosseguirá", disse Jarraud. Temperaturas elevadas Temperaturas superiores à média foram registradas em quase todo o planeta, particularmente na América do Norte, Europa meridional, Rússia ocidental, partes do norte da África e América do Sul meridional, destacou a OMM. Paralelamente, foram registradas temperaturas inferiores à média no Alasca, partes do norte e leste da Austrália e Ásia Central. As precipitações também mudaram, com condições mais secas que a média em grande parte do centro dos Estados Unidos, México setentrional, nordeste do Brasil, centro da Rússia e centro-sul da Austrália. A umidade aumentou no norte da Europa, oeste da África, centro-norte da Argentina, oeste do Alasca e na maior parte do norte da China. O furacão Sandy afetou primeiro o Caribe e depois a costa leste dos Estados Unidos no fim de outubro. Pelo menos 300 pessoas morreram na região e foram registradas perdas materiais de mais de 75 bilhões de dólares apenas nos Estados Unidos. A destruição provocada pelo Sandy levou a OMM a retirar este nome da lista rotativa de nomes de tempestades, informou a agência da ONU. "Sandy" será substituída por "Sara", depois que os meteorologistas decidiram que o uso futuro do nome poderia gerar tristeza. "Sandy" é o 77º nome retirado da lista de tempestades tropicais do Atlântico, como já havia acontecido nos casos "Irene" (2011), Igor e Tomás (2010), Gustav e Paloma (2008) e Denis, Katrina, Rita e Wilma (2005).]]></content>
			<description><![CDATA[O gelo do Oceano Ártico derreteu em ritmo recorde em 2012, o nono ano mais quente desde o início dos registros, anunciou nesta quinta-feira a Organização Meteorológica Mundial (OMM), uma agência da ONU....]]></description>
			<category><![CDATA[Clima]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Concentração de CO2 se aproxima de limite aceitável e preocupa a ONU]]></title>
			<pubDate>Mon, 29 Apr 2013 15:04:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/clima/concentracao-de-co2-se-aproxima-de-limite-aceitavel-e-preocupa-a-onu,93507a7af4d4e310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/clima/concentracao-de-co2-se-aproxima-de-limite-aceitavel-e-preocupa-a-onu,93507a7af4d4e310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[A funcionária da ONU responsável pelo clima, Christiana Figueres, expressou nesta segunda-feira sua "preocupação" e fez um apelo a uma ação "urgente" ante a evolução da concentração de CO2 na atmosfera, a ponto de superar o limiar simbólico dos 400 partes por milhão (ppm). De acordo com o Observatório Mauna Loa, no Havaí, que depende da Agência americana Oceânica e Atmosférica (NOAA), a concentração de CO2 em nosso planeta chegou a 399,72 ppm em 25 de abril. "Estamos perto de exceder o limite de 400 ppm", declarou Figueres às delegações de mais de 190 países reunidas para preparar a rodada anual de negociações sobre a luta contra as mudanças climáticas, que terá lugar no final do ano em Varsóvia, de acordo com um comunicado da ONU. Além disso, "recebo-os com grande ansiedade", lançou aos negociadores, expressando a necessidade "de um senso de urgência mais forte". Esta é a primeira reunião das delegações desde a conferência em Doha, no final de 2012. A comunidade internacional fixou como meta chegar a um acordo até 2015 que exija todos os países, incluindo os dois maiores poluidores, China e Estados Unidos, a reduzir suas emissões de gases do efeito estufa (GEE). O acordo deveria entrar em vigor em 2020. O objetivo é conter o aumento de 2°C acima dos níveis pré-industriais, o limite além do qual os cientistas acreditam que o sistema climático entrará em colapso. Para se manter em uma temperatura entre 2°C e 2,4°C exigiria picos de concentração de CO2 entre 350 e 400 ppm (ou entre 445 e 490 ppm para todos os GEE), de acordo com o último relatório do grupo dos peritos da ONU sobre o clima, o IPCC. Segundo o Scripps Institution of Oceanography, que trabalha com o Observatório de Mauna Loa, a concentração de CO2 poderá exceder 400 ppm em maio pela primeira vez na história humana. Os primeiros dados registrados em março de 1958 situava-se em 316 ppm. Antes da era industrial e da utilização de combustíveis fósseis, a concentração de CO2 era estimada em 280 ppm. O nível de CO2, o principal gás do efeito estufa, provavelmente era de 400 ppm durante o período geológico do Plioceno, entre 3,2 milhões e 5 milhões de anos atrás, quando a Terra marcava de 2 a 3 graus a mais, indica o Scripps em um comunicado.]]></content>
			<description><![CDATA[A funcionária da ONU responsável pelo clima, Christiana Figueres, expressou nesta segunda-feira sua "preocupação" e fez um apelo a uma ação "urgente" ante a evolução da concentração de CO2 na atmosfera, a ponto de superar o limiar simbólico dos 400 partes por milhão (ppm)....]]></description>
			<category><![CDATA[Clima]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Estudo aponta China como líder frente às mudanças climáticas]]></title>
			<pubDate>Sun, 28 Apr 2013 21:19:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/clima/estudo-aponta-china-como-lider-frente-as-mudancas-climaticas,51f92ccbd315e310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/clima/estudo-aponta-china-como-lider-frente-as-mudancas-climaticas,51f92ccbd315e310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[A China está rapidamente assumindo um papel de liderança global frente às mudanças climáticas, juntamente com os Estados Unidos, revela um estudo que será publicado na segunda-feira, o qual alertou que as emissões globais de gases de efeito estufa continuam a crescer com força. O informe da Comissão do Clima, uma organização independente sediada na Austrália, intitulado "A Década Crítica: Ação Internacional contra as Mudanças Climáticas" (The Critical Decade: International Action on Climate Change), oferece um panorama geral das ações empreendidas nos últimos nove meses. O estudo é divulgado no mesmo dia do início de uma nova rodada de negociações da Organização das Nações Unidas (ONU), em Bonn, sobre como estimular as ações contra as mudanças climáticas, um processo que dura duas décadas e tem sido marcado por disputas processuais e defesa de interesses nacionais. O documento revelou que todas as grandes economias do mundo têm políticas em andamento para abordar a questão, mas que a China assume um papel de liderança ao fortalecer suas respostas, "dando passos ambiciosos para inserir as energias renováveis à sua matriz". "A China está acelerando as ações", afirmou Tim Flannery, co-autor do estudo e figura chave da Comissão do Clima, que reúne cientistas internacionalmente reconhecidos, assim como líderes políticos e de negócios. "Depois de anos de um forte crescimento do uso do carvão, ele começou a se estabilizar. Estão começando a colocar em andamento sete esquemas de comércio de emissões, que cobrirão 250 milhões de pessoas", afirmou. O estudo acrescentou que a China, que este mês concordou em trabalhar com os Estados Unidos para fazer frente ao aquecimento global, quer "posicionar os dois países na liderança mundial em energias renováveis". "Qualquer que seja a razão, os resultados falam por si. A China está rapidamente movendo-se rumo ao topo da liderança no que diz respeito às mudanças climáticas", afirmou Flannery. Segundo o estudo, só em 2012 a China investiu US$ 65,1 bilhões em energias limpas, 20% mais que em 2011, um feito comparação com outros países e que representou 30% de todos os investimentos dos membros do G20 no ano passado. O informe apontou ainda que a capacidade elétrica chinesa a partir da energia solar se expandiu 75% no ano passado, enquanto o volume de eletricidade gerada a partir do vento em 2012 foi 36% maior do que em 2011. Os Estados Unidos, que ao lado da China produzem 37% das emissões mundiais de gases estufa, também fortaleceram significativamente sua resposta às mudanças climáticas, investindo US$35,6 bilhões em energias renováveis no ano passado, sendo superados apenas por Pequim. O informe destacou que o impacto do declínio econômico e a mudança progressiva do carvão para o gás manteve Washington no caminho de alcançar suas metas de redução de emissões em 17% em 2020 com base nos níveis de 2005. "Foram estabelecidos importantes alicerces que são propensos a ter um impacto duradouro nas próximas décadas", acrescentou, apontando para a Califórnia, a nona maior economia do mundo, e que inicia um esquema de comércio de emissões em janeiro. Mais da metade dos Estados americanos agora tem políticas para encorajar o uso das energias renováveis. Além de China e Estados Unidos, atualmente 98 países assumiram compromissos para limitar suas emissões. "A energia renovável aumenta em todo o mundo, com a capacidade solar crescendo 42% e eólica, 21% em apenas um ano", disse Flannery. "Com tanto dinamismo global, esta é claramente o início da era da energia limpa", emendou. Mas apesar dos avanços, o informe alertou que estes "não são suficientes". "As emissões continuam a crescer fortemente em todo o mundo, trazendo sérios riscos para a nossa sociedade", afirmou.]]></content>
			<description><![CDATA[A China está rapidamente assumindo um papel de liderança global frente às mudanças climáticas, juntamente com os Estados Unidos, revela um estudo que será publicado na segunda-feira, o qual alertou que as emissões globais de gases de efeito estufa continuam a crescer com força....]]></description>
			<category><![CDATA[Clima]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Desaceleração do aquecimento global intriga cientistas]]></title>
			<pubDate>Tue, 16 Apr 2013 12:55:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/clima/desaceleracao-do-aquecimento-global-intriga-cientistas,952c264e5101e310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/clima/desaceleracao-do-aquecimento-global-intriga-cientistas,952c264e5101e310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Cientistas estão em dificuldades para explicar uma desaceleração do aquecimento global que expôs lacunas no seu conhecimento, e buscam entender as causas para determinar se esse alívio será breve ou se o fenômeno é duradouro. A maioria dos modelos climáticos, geralmente focados em tendências que duram séculos, foi incapaz de prever que a elevação das temperaturas iria se desacelerar a partir do ano 2000, aproximadamente. Isso é crucial para o planejamento em curto e médio prazo de governos e empresas em setores tão díspares quanto energia, construção, agricultura e seguros. Muitos cientistas preveem um novo aumento do aquecimento nos próximos anos. Uma das teorias para explicar essa pausa diz que os oceanos teriam absorvido mais calor pelo fato de sua superfície ficar mais fria do que se esperava. Outras especulam que a poluição industrial da Ásia ou nuvens estariam bloqueando o calor do sol, ou então que os gases do efeito estufa retêm menos calor do que se acreditava. A mudança pode também decorrer de um declínio já observado na presença de vapor de água (que absorve calor) na alta atmosfera, por razões desconhecidas. Os cientistas dizem que pode estar ocorrendo uma combinação de vários fatores, ou variações naturais ainda desconhecidas. O fraco crescimento econômico mundial e a redução na tendência de aquecimento global estão afetando a disposição dos governos para fazerem uma rápida transição dos combustíveis fósseis para as energias renováveis, o que exige bilhões de dólares. Quase 200 governos já concordaram em definir até 2015 um plano para combater o aquecimento global. "O sistema climático não é tão simples quanto as pessoas acham", disse o estatístico dinamarquês Bjon Lomborg, autor do livro O Ambientalista Cético. Ele estima que um aquecimento moderado seria benéfico para as lavouras e para a saúde humana. O químico sueco Svante Arrhenius mostrou pela primeira vez na década de 1890 como as emissões de dióxido de carbono a partir do carvão, por exemplo, prendem o calor na atmosfera. Muitos dos efeitos exatos ainda são desconhecidos. As emissões de gases do efeito estufa atingiram níveis recordes repetidamente com um crescimento anual de cerca de 3% na maior parte da década até 2010, em parte alimentada por aumentos na China e na Índia. Emissões mundiais foram 75% maiores em 2010 do que em 1970, segundo dados da ONU. Um rápido aumento das temperaturas globais nos anos 1980 e 1990 - quando as leis de ar limpo em países desenvolvidos reduziram a poluição e deixaram o sol mais forte na superfície da Terra - serviu como um argumento convincente de que as emissões de gases do efeito estufa eram culpadas pelo aquecimento. O painel de especialistas sobre clima da ONU (IPCC) vai procurar explicar a pausa atual no aquecimento em um relatório que será divulgado em três partes a partir de final de 2013, com o objetivo de servir como um roteiro científico principal para os governos na mudança de combustíveis fósseis para as energias renováveis, como a energia solar ou eólica. Antártida: imensa plataforma de gelo pode desmoronar em breve:]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/03/19/aquecimentoglobalusinas2009getty.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Getty Images" title="Foto: Getty Images"> <br>Cientistas estão em dificuldades para explicar uma desaceleração do aquecimento global que expôs lacunas no seu conhecimento, e buscam entender as causas para determinar se esse alívio será breve ou se o fenômeno é duradouro....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/03/19/aquecimentoglobalusinas2009getty.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Clima]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Degelo na Antártida é 10 vezes mais rápido que há 600 anos]]></title>
			<pubDate>Mon, 15 Apr 2013 10:46:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/clima/degelo-na-antartida-e-10-vezes-mais-rapido-que-ha-600-anos,c2ee880ab590e310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/clima/degelo-na-antartida-e-10-vezes-mais-rapido-que-ha-600-anos,c2ee880ab590e310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O degelo da Antártida durante o verão é 10 vezes mais rápido que há 600 anos e acelerou nos últimos 50 anos, revela um estudo internacional divulgado nesta segunda-feira. Os cientistas perfuraram a 364 metros de profundidade na ilha de James Ross, norte da geleira antártica, para medir as temperaturas de centenas de anos. As camadas sucessivas nas mostram revelam o movimento de degelo e de congelamento. "Constatamos que há 600 anos havia condições mais frias na península antártida e uma menor quantidade de gelo derretido", explicou Nerilie Abram, do British Antarctic Survey de Cambridge. "Naquela época, as temperaturas eram aproximadamente 1,6 grau centígrado menor que as temperaturas registradas no fim do século XX e a quantidade de neve que derretia a cada ano e depois voltava a congelar era de 0,5%. Hoje, a quantidade de neve que derrete a cada ano é 10 vezes maior", disse Abram. Apesar do aumento regular das temperaturas há centenas de anos, o degelo se intensificou a partir da metade do século XX, afirma o estudo publicado na revista Nature Geoscience. Isto significa que o aquecimento na Antártida alcançou um nível no qual até leves aumentos de temperatura podem provocar uma forte aceleração do degelo.  ]]></content>
			<description><![CDATA[O degelo da Antártida durante o verão é 10 vezes mais rápido que há 600 anos e acelerou nos últimos 50 anos, revela um estudo internacional divulgado nesta segunda-feira. Os cientistas perfuraram a 364 metros de profundidade na ilha de James Ross, norte da geleira antártica, para medir as temperaturas de centenas de anos....]]></description>
			<category><![CDATA[Clima]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Pesquisadores tentam salvar o café das mudanças climáticas]]></title>
			<pubDate>Sat, 13 Apr 2013 16:13:18 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/clima/pesquisadores-tentam-salvar-o-cafe-das-mudancas-climaticas,10c1f62483efd310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/clima/pesquisadores-tentam-salvar-o-cafe-das-mudancas-climaticas,10c1f62483efd310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Com um quarto da produção mundial, o Brasil é o maior produtor e exportador de café do planeta, e o consumo da bebida aumenta cada vez mais. Segundo o IBGE, a estimativa para o ano de 2013 no Brasil é de colher 47,8 milhões de sacas de 60kg de café, mais de 2 milhões de toneladas. No entanto, pesquisadores afirmam que as alterações no clima podem influenciar na produção do grão. Especialmente o café do tipo arábica, sensível a altas temperaturas, pode ter a produção seriamente prejudicada. Para evitar problemas no futuro, pesquisadores fazem simulações e tentam achar uma maneira de manter o cultivo, mesmo em situações adversas. Previsões pessimistas O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês) estima que as temperaturas ao redor do globo podem subir de 1,8ºC a 4ºC até o final do século 21. O que, segundo especialistas, apresenta sérios desafios para a indústria cafeeira nas próximas décadas. No Brasil, o tipo café mais ameaçado é o arábica, que representa 73% do grão colhido no país. A temperatura ideal para este tipo de café é de 18ºC a 22ºC. De acordo com o professor Hilton Silveira Pinto, pesquisador e professor da Unicamp, o aumento de 1ºC na temperatura já implicaria na perda de cerca de 25% da produção. Isso porque se durante o florescimento das árvores houver um único dia de temperatura acima de 23ºC, a perda de flores é significativa. O professor comenta ainda que, nos últimos anos, em algumas regiões como São Paulo, foram registrados até 10 dias com temperaturas acima de 23ºC no período de setembro a outubro. Pinto explica que, numa previsão mais pessimista e extrema, em que o aumento da temperatura fosse de 3ºC – o que aconteceria entre 2030 e 2040 –, a queda na produção de café poderia chegar a 30 milhões de sacas. O que significaria uma quebra de safra de 90%, ou seja, 10,6 milhões de hectares de café a menos. Atualmente são produzidos cerca de 2 milhões de toneladas de café por ano. Com o aumento de 1ºC, esse número cairia para 1,54 milhão. Com 3ºC a mais, a produção seria de apenas 840 mil toneladas por ano. E num caso crítico, com 5,8ºC de aumento na temperatura, a produção cairia para 160 mil toneladas. Soluções encontradas Para fugir das altas temperaturas, a solução encontrada pelos especialistas é ganhar altitude. Pinto diz que já se está perdendo café nas áreas mais baixas de Minas Gerais e São Paulo. No entanto, o Paraná está ganhando áreas para os cafezais, já que, com o aquecimento, em muitas regiões altas praticamente não há mais geadas. O pesquisador explica que as plantações são feitas agora em áreas acima de 650 metros, com temperaturas mais amenas, o que favorece também a qualidade do café. De acordo com o professor, em uma situação extrema, a saída seria mudar a região de plantio para Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Mas embora a temperatura venha a ser adequada, no Sul não ocorre o período de seca necessário para a secagem do café. Projeto piloto Com o objetivo de capacitar produtores de café, sobretudo de base familiar, para reagir aos impactos das mudanças climáticas, foi criada em 2010 a iniciativa internacional Coffee & Climate (Café e Clima). O projeto está sendo executado em quatro países-chave para a cafeicultura: Brasil, Guatemala, Tanzânia e Vietnã.  O Coffe & Climate criou uma série de práticas que ajudam os produtores rurais a buscar saídas contra a falta de água e o aumento da temperatura. Os produtores locais participam ativamente do projeto. "Nós desenvolvemos uma metodologia de triangulação de informações entre produtores rurais, extensionistas de campo, pesquisadores e cientistas para analisar os pontos convergentes em relação às alterações climáticas e buscar formas para atenuar ou se adaptar a esta mudança" diz Patrik Avelar Lage, coordenador do projeto no Brasil pela Fundação Hans Neumann. O Brasil é o primeiro país em que o projeto entrou em execução. De acordo com Lage, foram desenvolvidas no país oito práticas para monitorar e ajudar na adaptação às mudanças no clima. "A ideia é estabelecer unidades demonstrativas para colher informações sobre as novas práticas, como a utilização de mudas de café de um ano, em vez de mudas de seis meses. Assim, as raízes já estão mais profundas e reagem melhor às condições adversas do clima, como em períodos de seca", diz. Segundo o coordenador, produtores rurais e líderes comunitários estão ajudando a monitorar o clima, ao registrar regularmente temperatura e precipitação local. "As estações de coleta de dados climáticos geralmente têm um nível muito abrangente, então nós identificamos produtores que podem fazer este monitoramento local", diz Lage. Ele comenta que, pelos resultados obtidos, as oito práticas desenvolvidas no projeto podem ser uma boa saída para salvar as plantações das alterações climáticas. O projeto é desenvolvido em Minas Gerais, nos municípios de Perdões, Santo Antônio do Amparo, Lambari, São Francisco de Paula, Ribeirão Vermelho e Cana Verde.]]></content>
			<description><![CDATA[Com um quarto da produção mundial, o Brasil é o maior produtor e exportador de café do planeta, e o consumo da bebida aumenta cada vez mais. Segundo o IBGE, a estimativa para o ano de 2013 no Brasil é de colher 47,8 milhões de sacas de 60kg de café, mais de 2 milhões de toneladas....]]></description>
			<category><![CDATA[Clima]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Cuba pode perder quase 3 mil km2 de terra por avanço do mar até 2050]]></title>
			<pubDate>Thu, 11 Apr 2013 15:52:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/clima/cuba-pode-perder-quase-3-mil-km2-de-terra-por-avanco-do-mar-ate-2050,423fdc4a3e5fd310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/clima/cuba-pode-perder-quase-3-mil-km2-de-terra-por-avanco-do-mar-ate-2050,423fdc4a3e5fd310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Cuba corre o risco de perder 2.700 km2 de terra e milhares de moradias até 2050 devido ao aumento do nível do mar, apesar de um programa do governo para diminuir seu impacto, alertou nesta quinta-feira o diretor da Agência Nacional de Meio Ambiente, Tomás Escobar. Em um painel sobre política ambiental cubana, informado pela agência Prensa Latina, Escobar afirma que o nível do mar "afetará os ecossistemas, a produtividade dos salários agrícolas, incrementará a vulnerabilidade dos assentamentos costeiros, reduzirá as áreas florestais e de cultivos, e a qualidade e disponibilidade dá água". O arquipélago cubano tem uma superfície de 109.884 km2 e seu litoral se estende por 5.746 km de forma irregular e com variados acidentes.]]></content>
			<description><![CDATA[Cuba corre o risco de perder 2.700 km2 de terra e milhares de moradias até 2050 devido ao aumento do nível do mar, apesar de um programa do governo para diminuir seu impacto, alertou nesta quinta-feira o diretor da Agência Nacional de Meio Ambiente, Tomás Escobar....]]></description>
			<category><![CDATA[Clima]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Inverno rigoroso na Europa renova debate sobre aquecimento global]]></title>
			<pubDate>Wed, 10 Apr 2013 19:43:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/clima/inverno-rigoroso-na-europa-renova-debate-sobre-aquecimento-global,c0c6358b04fed310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/clima/inverno-rigoroso-na-europa-renova-debate-sobre-aquecimento-global,c0c6358b04fed310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Se tomada como parâmetro a temperatura média em períodos de cinco anos, nos últimos 15 anos pode-se verificar uma redução na curva de aquecimento global. E para Ed Hawkins isso não é uma surpresa."Temos certeza que as emissões de dióxido de carbono foram responsáveis por grande parte do aumento da temperatura nos últimos 150 anos. Porém, não partimos do princípio de que todo ano será mais quente que o anterior", explica o pesquisador da Universidade de Reading, da Inglaterra. Durante as décadas de 1960 e 1970, diz Hawkins, também houve anos em que as temperaturas diminuíram – e isso pode ser atribuído a oscilações naturais. Segundo ele, em determinados intervalos de tempo ocorrem mudanças nos oceanos, e o aquecimento dos últimos anos foi absorvido no fundo do mar, seguindo um ciclo natural. Assim, esse calor acaba não sendo mais constatado na superfície. Outro motivo possível para esse resfriamento, segundo o cientista, seria o aumento da queima de carvão em países como China e Índia. A poeira fina resultante desse processo forma uma camada na atmosfera que pode resfriar a terra, uma vez que ela reflete a radiação solar. Mesmo assim, Hawkins ainda é reticente em afirmar se a atual atenuação do aquecimento global é uma oscilação natural ou não. Peter Lemke, diretor do setor de pesquisas climáticas do Instituto alemão Alfred-Wegener para pesquisa polar e marítima, adverte sobre a utilização de estatísticas quinquenais para nivelar o desenvolvimento do clima. "Processos climáticos devem ser avaliados em um período de 30 anos", explica Lemke à DW. "Nos últimos 30 anos há uma tendência de aumento." Lemke cita como exemplo 1998, ano considerado extremamente quente. E a escolha de um ano especialmente quente ou frio para o início de uma pesquisa, afirma, pode comprovar uma tendência crescente ou decrescente. O especialista garante que a temperatura subiu nos últimos 15 anos de forma significativa – assim não é possível se basear em um período curto. "A partir de uma perspectiva global, 2010 foi o ano mais quente, mas a temperatura em 2005 não foi muito menor do que a medida em 2010. Desde 1978, as temperaturas não estão mais no nível normal – em comparação com uma média de um período de 30 anos – há um nítido aquecimento", explica. "O quão sensível é o nosso sistema climático a interferências como o aumento das emissões de dióxido de carbono? Como o sistema climático se comporta em relação à precipitação pluvial, aumento da temperatura ou derretimento das calotas polares?", questiona Lemke. Responder a essas perguntas, garante, "é muito complicado". Medição controversa Mas justamente essas questões são importantes para quem precisa se preparar para as mudanças climáticas. Dependendo do modelos de medição, está previsto um aumento da temperatura de 1,5 até 6 graus nos próximos cem anos. Segundo Lemke, o relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), que será publicado em 2014, não resolverá o problema da margem de flutuação dessa estimativa, causado por esses modelos de medição diferentes. O atual retardamento do aquecimento não é um motivo para o fim do alerta. Hawkins acredita que o novo relatório do IPCC pode admitir que o clima reage de forma menos sensível do que se acreditava às emissões de dióxido de carbono. "Mesmo assim nós esperamos um grande aquecimento na próxima década. Mas nós teremos eventualmente mais tempo", diz Hawkins. O longo período de frio intenso, que dá a impressão no oeste europeu de um resfriamento global, é causado por uma zona de alta pressão estável sobre a Escandinávia, ou seja, é um fenômeno meteorológico e não climático. Em uma perspectiva global, o inverno foi mais quente do que o normal, lembra Lemke. "O interessante é que alguns estudos climáticos revelaram que essa zona de alta pressão estável sobre a Escandinávia surge com mais frequência quando há uma redução no volume do gelo flutuante no Ártico no verão e no outono", explica Lemke. "Essa redução esquenta o oceano, que devolve esse calor para a atmosfera, interferindo no modelo de circulação normal e causando, assim, essa zona de alta pressão mais estável que a habitual." A dimensão do gelo flutuante no Ártico alcançou o seu menor tamanho em 2012. Este início de primavera europeia com temperaturas de inverno parece justificar a tese de Vladimir Petoukhov, do Instituto de Pesquisas Climáticas de Potsdam. Em pesquisa publicada em 2010, o pesquisador explica: "Invernos fortes não contradizem o aquecimento global, e sim o completam."]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/03/27/neve-hungria-primavera-rtr-2.JPG&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Reuters" title="Foto: Reuters"> <br>Se tomada como parâmetro a temperatura média em períodos de cinco anos, nos últimos 15 anos pode-se verificar uma redução na curva de aquecimento global. E para Ed Hawkins isso não é uma surpresa."Temos certeza que as emissões de dióxido de carbono foram responsáveis por grande parte do aumento da temperatura nos últimos 150 anos. Porém, não partimos do princípio de que todo ano será mais quente que o anterior", explica o pesquisador da Universidade de Reading, da Inglaterra....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/03/27/neve-hungria-primavera-rtr-2.JPG]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Clima]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Verões estão mais quentes perto do Círculo Polar Ártico]]></title>
			<pubDate>Wed, 10 Apr 2013 19:34:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/clima/veroes-estao-mais-quentes-perto-do-circulo-polar-artico,5977673b3feed310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/clima/veroes-estao-mais-quentes-perto-do-circulo-polar-artico,5977673b3feed310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Os verões dos últimos anos nas regiões próximas ao Círculo Polar Ártico foram mais quentes do que aqueles que os antecederam em seis séculos, segundo um estudo publicado nesta quarta-feira na revista Nature. Após uma análise de sulcos circulares nos troncos das árvores, calotas de gelo, sedimentos de lagos e registros de temperaturas, pesquisadores da Universidade de Harvard asseguraram que os recordes de calor em altas latitudes "atingiram níveis sem precedentes em 600 anos", em frequência e amplitude. "Os verões de 2005, 2007, 2010 e 2011 foram mais quentes do que aqueles que os precederam até 1400", escreveram. "O verão de 2010 foi o mais quente em seis séculos na Rússia ocidental e, provavelmente, também foi o mais quente no oeste da Groenlândia e no norte do Canadá", acrescentaram.]]></content>
			<description><![CDATA[Os verões dos últimos anos nas regiões próximas ao Círculo Polar Ártico foram mais quentes do que aqueles que os antecederam em seis séculos, segundo um estudo publicado nesta quarta-feira na revista Nature....]]></description>
			<category><![CDATA[Clima]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[ONU chama Thatcher de pioneira no combate às mudanças climáticas]]></title>
			<pubDate>Mon, 8 Apr 2013 20:55:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/clima/onu-chama-thatcher-de-pioneira-no-combate-as-mudancas-climaticas,00b25440736ed310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/clima/onu-chama-thatcher-de-pioneira-no-combate-as-mudancas-climaticas,00b25440736ed310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon, elogiou a ex-primeira-ministra britânica, Margaret Thatcher, que morreu nesta segunda-feira, a quem chamou de pioneira na luta contra o aquecimento global. Ban "presta homenagem à sua contribuição para abordar as mudanças climáticas; ela foi um dos primeiros líderes mundiais a advertir sobre seus efeitos e pedir ação na Assembleia Geral da ONU em 1989", disse o porta-voz do organismo internacional, Martin Nesirky. Naquele ano, Thatcher fez um discurso nas Nações Unidas que, segundo muitos ambientalistas, ajudou a pôr na mesa as mudanças climáticas. "O que estamos fazendo agora com o mundo, degradando as superfícies, contaminando a água e carregando o ar com gases de efeito estufa a um nível nunca visto, tudo isto é novo para a Terra", disse Thatcher naquele discurso memorável. Depois, no entanto, ela se distanciou desta postura quando a causa começou a ser defendida por partidos de esquerda. Durante um encontro com a imprensa em Haia, Ban disse a jornalistas: "Sentiremos muita falta de sua liderança. Foi uma pioneira por sua contribuição para a paz e a segurança, em particular no apogeu da Guerra Fria. Conhecida como Dama de Ferro, após governar o Reino Unido entre 1979 e 1990, Thatcher morreu esta segunda-feira, em Londres, aos 87 anos, em consequência de um derrame. Voc&amp;amp;amp;amp;ecirc; sabia? Veja quem foi Margaret Thatcher&amp;amp;amp;amp;lt;a data-cke-saved-href=&amp;amp;amp;amp;quot;http://www.terra.com.br/noticias/educacao/infograficos/thatcher/iframe.htm&amp;amp;amp;amp;quot; href=&amp;amp;amp;amp;quot;http://www.terra.com.br/noticias/educacao/infograficos/thatcher/iframe.htm&amp;amp;amp;amp;quot;&amp;amp;amp;amp;gt;veja o infogr&amp;amp;amp;amp;aacute;fico&amp;amp;amp;amp;lt;/a&amp;amp;amp;amp;gt; &amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;lt;a data-cke-saved-href=&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;quot;http://www.terra.com.br/noticias/educacao/infograficos/thatcher/iframe.htm&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;quot; href=&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;quot;http://www.terra.com.br/noticias/educacao/infograficos/thatcher/iframe.htm&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;quot;&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;gt;veja o infogr&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;aacute;fico&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;lt;/a&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;gt;]]></content>
			<description><![CDATA[O secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon, elogiou a ex-primeira-ministra britânica, Margaret Thatcher, que morreu nesta segunda-feira, a quem chamou de pioneira na luta contra o aquecimento global. Ban "presta homenagem à sua contribuição para abordar as mudanças climáticas; ela foi um dos primeiros líderes mundiais a advertir sobre seus efeitos e pedir ação na Assembleia Geral da ONU em 1989", disse o porta-voz do organismo internacional, Martin Nesirky....]]></description>
			<category><![CDATA[Clima]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Erosão marinha deixou 18 cidades em situação de emergência desde 2010]]></title>
			<pubDate>Sun, 7 Apr 2013 20:59:04 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/clima/erosao-marinha-deixou-18-cidades-em-situacao-de-emergencia-desde-2010,6c17e89a54bdd310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/clima/erosao-marinha-deixou-18-cidades-em-situacao-de-emergencia-desde-2010,6c17e89a54bdd310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[A cena é conhecida dos brasileiros. De tempos em tempos, o mar fica agitado e fortes ondas atingem a costa brasileira. Junto com a elevação das marés, essas ondulações invadem as praias e quebram bem próximas das ruas e de construções localizadas na orla. Quando as ondas e a maré recuam, boa parte da areia que compõe essas praias é levada para o fundo do mar (ou para outros pontos do litoral), ameaçando a integridade dos calçadões, ruas e casas litorâneas pelo Brasil afora. O fenômeno é conhecido como erosão marinha e afeta muitos pontos do litoral brasileiro. Desde 2010, o Ministério da Integração Nacional reconheceu situação de emergência em 18 municípios brasileiros por causa da erosão marinha. Apenas neste ano, foram três municípios: Caucaia (CE), Jaboatão dos Guararapes (PE) e Pirambu (SE). O caso mais recente desse fenômeno é o município de Caucaia, vizinho à capital cearense Fortaleza, e conhecido por praias como Cumbuco e Tabuba. Já há alguns anos assolada pela erosão de suas praias, a cidade foi atingida por fortes ressacas no início de março e teve situação de emergência decretada pelo Ministério da Integração Nacional no último dia 4. Uma maré alta aliada a um swell (ondas que viajam milhares de quilômetros pelos oceanos) castigaram o município, fazendo com que as águas do mar invadissem condomínios localizados na orla. O efeito mais grave foi a destruição de parte de um muro de contenção de 1.400 metros, construído há cerca de três anos justamente para proteger a cidade da erosão. O muro, que fica na praia de Icaraí, já havia sido parcialmente destruído em maio do ano passado. "Além de reconstruir o muro, pretendemos expandi-lo por cerca de 1 quilômetro para o lado de Iparana (leste) e Tabuba-Cumbuco (oeste). Há ameaças para as casas e condomínios e para nossas praias, que são belezas naturais e patrimônio inestimável", disse o vice-prefeito de Caucaia, Paulo Guerra. Outros municípios cearenses sofrem a ameaça constante de erosão de suas costas, entre eles Beberibe, onde ficam as famosas falésias multicoloridas de Morro Branco, e Aracati, onde fica a vila de Canoa Quebrada. Natal, capital do vizinho Rio Grande do Norte, também decretou, no final de março, situação de emergência na orla da praia de Ponta Negra, devido à erosão. O problema já vem afetando o local há algum tempo. O Ministério da Integração Nacional chegou a decretar estado de calamidade pública no ano passado. Outro Estado nordestino, Pernambuco, também sofre com a erosão marinha. Os efeitos são sentidos principalmente nos quatro municípios litorâneos da região metropolitana do Recife: a capital e as cidades de Jaboatão dos Guararapes, Olinda e Paulista. Ação do homem quebra 'equilíbrio' O oceanógrafo Pedro Pereira, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), explica que a erosão marinha é um processo natural. O problema é quando há ocupação e intervenção humanas do litoral. Urbanização de faixas de areia, construção de píeres e quebra-mares sem critérios técnicos e intervenções em cursos de rios contribuem para piorar a erosão na área do Recife e em vários pontos do país. "Os sedimentos da praia são móveis, ficam toda hora mudando de lugar. Ora fica dentro da água, ora fica fora. Mesmo quando vem um swell forte, a praia perde areia, mas depois recupera. Quando você ocupa essa área, quebra essa mudança de sedimentos. O sedimento deveria estar livre, se movimentando de acordo com as marés e as ondas. No momento que a gente constrói, a gente quebra essa balança natural", explicou Pereira. A ocupação de áreas sujeitas a erosão também põe em risco vidas e patrimônio humano. "A erosão é um processo natural. Ela vira um problema quando [oferece risco ao] patrimônio público e privado. Se não há nenhuma construção, o homem não sente o impacto", continua Pereira. Segundo o pesquisador, no Rio Grande do Sul, por exemplo, há um lugar onde não há nenhuma construção, com exceção de um farol. Esse farol já caiu em 1993 e um novo está prestes a cair, por causa da erosão. "A erosão tem quase 30 quilômetros de extensão. Só que não é vista como um problema, porque a área não é ocupada. A erosão só é notada onde existe benfeitoria", resume. Um estudo de 2006 do Ministério do Meio Ambiente mostra que os 17 estados litorâneos do Brasil sofrem com erosão em algum grau. O pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Dieter Muehe, especialista em geomorfologia, estima que cerca de 40% do litoral do país sofram erosão. No próprio Rio de Janeiro, por exemplo, Muehe cita a localidade de Atafona, no município de São João da Barra, que vem sofrendo bastante com o avanço do mar. Várias casas e até prédios foram destruídos pela erosão. Segundo ele, no futuro, com as mudanças climáticas e a elevação do nível dos oceanos, os moradores do litoral enfrentarão mais problemas com a erosão marinha. "O aumento do nível do mar vai provocar um ajuste da linha de costa. De um modo grosseiro, se o nível do mar subir um metro, a linha de costa tende a recuar 50 metros. A linha de costa é uma linha instável. O mais certo é manter uma faixa de segurança, de não edificação", disse Muehe.]]></content>
			<description><![CDATA[A cena é conhecida dos brasileiros. De tempos em tempos, o mar fica agitado e fortes ondas atingem a costa brasileira. Junto com a elevação das marés, essas ondulações invadem as praias e quebram bem próximas das ruas e de construções localizadas na orla....]]></description>
			<category><![CDATA[Clima]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Pioneiro em alertar sobre aquecimento global, James Hansen deixa a Nasa]]></title>
			<pubDate>Tue, 2 Apr 2013 20:25:10 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/clima/pioneiro-em-alertar-sobre-aquecimento-global-james-hansen-deixa-a-nasa,9f293e50dfbcd310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/clima/pioneiro-em-alertar-sobre-aquecimento-global-james-hansen-deixa-a-nasa,9f293e50dfbcd310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O climatologista James Hansen, um dos primeiros cientistas a alertar sobre a influência das atividades humanas nas mudanças climáticas, deixa a agência espacial americana (Nasa) depois de 46 anos de carreira, informou nesta terça-feira uma de suas colaboradoras. Hansen, 72 anos, que chefia o Instituto Goddard de estudos espaciais da Nasa em Nova York, tinha anunciado sua retirada em um correio eletrônico ao jornal The New York Times (NYT) na segunda-feira à tarde. Em sua mensagem, ele explica que deixa a agência espacial para "poder se dedicar completamente à pesquisa científica, a mobilizar a atenção dos jovens sobre as implicações (do aquecimento global) e a explicar o que a ciência recomenda". Hansen foi um dos primeiros, em 1988, nos Estados Unidos, a fazer soar o alarme contra o aquecimento global e suas consequências em uma midiática audiência no Congresso, rapidamente tornando-se mal visto perante os céticos do aquecimento global. Seu envolvimento pessoal no problema lhe rendeu críticas de outros cientistas e tensões com a hierarquia do governo federal, particularmente sob o mandato do presidente George W. Bush, quando foi proibido de falar à imprensa. Em e-mail ao NYT, o diretor-adjunto do Instituto Goddard, Gavin Schmidt escreve que "James Hansen esteve na vanguarda de quase todos os avanços conceptuais à climatologia em 40 anos". "O que Jim escreveu há vinte anos dá o tom em todo este campo de pesquisa e suas previsões se concretizaram geralmente, infelizmente para o planeta", acrescentou. Os 19 anos mais quentes desde 1880, quando começaram os registros da temperatura ocorreram em todos os casos após o primeiro testemunho de James Hansen no Congresso em 1988, segundo o The New York Times.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/04/02/james-hansen-nasa-ambiente.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: AFP" title="Foto: AFP"> <br>O climatologista James Hansen, um dos primeiros cientistas a alertar sobre a influência das atividades humanas nas mudanças climáticas, deixa a agência espacial americana (Nasa) depois de 46 anos de carreira, informou nesta terça-feira uma de suas colaboradoras....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/04/02/james-hansen-nasa-ambiente.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Clima]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Ártico deve sofrer 'esverdeamento' explosivo nas próximas décadas]]></title>
			<pubDate>Mon, 1 Apr 2013 22:22:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/clima/artico-deve-sofrer-esverdeamento-explosivo-nas-proximas-decadas,70d0b907071cd310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/clima/artico-deve-sofrer-esverdeamento-explosivo-nas-proximas-decadas,70d0b907071cd310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[As porções de terra no entorno do círculo polar ártico devem passar por um "esverdeamento" explosivo nas próximas décadas, à medida que capim, arbustos e árvores começarem a crescer no solo despido de gelo e "permafrost" devido ao aquecimento global, alertou um estudo publicado no domingo. As áreas com florestas no Ártico devem aumentar em até 52% até 2050 quando a chamada linha de árvores - a latitude máxima onde a vegetação consegue crescer - variar centenas de quilômetros para o norte, segundo simulações de computador publicadas na revista Nature Climate Change. "Esta redistribuição generalizada da vegetação no Ártico teria impactos que reverberariam no ecossistema global", explicou Richard Pearson, do Centro de Biodiversidade e Conservação do Museu Americano de História Natural. O Ártico se tornou um dos 'pontos quentes' do mundo quando se fala em aquecimento global. No último quarto de século, as temperaturas ali tem aumentado duas vezes mais rápido do que no resto do mundo. "Estes impactos se estenderiam muito além da região do Ártico", destacou Pearson em um comunicado. "Por exemplo, algumas espécies de aves migram sazonalmente para latitudes mais baixas e confiam em encontrar hábitats polares em particular, como espaços abertos para construir ninhos no chão", acrescentou.]]></content>
			<description><![CDATA[As porções de terra no entorno do círculo polar ártico devem passar por um "esverdeamento" explosivo nas próximas décadas, à medida que capim, arbustos e árvores começarem a crescer no solo despido de gelo e "permafrost" devido ao aquecimento global, alertou um estudo publicado no domingo....]]></description>
			<category><![CDATA[Clima]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Estudo diz que aquecimento global gera mais bancos de gelo na Antártica]]></title>
			<pubDate>Sun, 31 Mar 2013 19:37:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/ciencia/clima/estudo-diz-que-aquecimento-global-gera-mais-bancos-de-gelo-na-antartica,6719adee541cd310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA[O aquecimento global está aumentando a área de bancos de gelo em volta da Antártica durante o inverno. A mudança é resultado do efeito da água que derrete do gelo durante o verão e que volta a se congelar rapidamente quando a temperatura cai. A conclusão é de um estudo divulgado neste domingo. Um derretimento de gelo crescente nos limites da Antártica durante o verão, associado com menos nevascas do que o esperado no continente, está aumentando levemente o nível do mar, diz o estudo. Cientistas têm se esforçado para explicar porque, por exemplo, os bancos de gelo em volta da Antártica alcançaram uma extensão recorde no inverno de 2010, quando o gelo no Oceano Ártico, no outro limite do planeta, diminuiu e chegou a uma baixa recorde em 2012. "Os bancos de gelo em volta da Antártica aumentam apesar do clima global esquentar", disse Richard Bintanja, do holandês Instituto Real Meteorológico, líder do estudo. "Isso é causado pelo derretimento das camadas de gelo, afirmou ele à Reuters sobre os resultados da pesquisa, publicados no jornal Nature Geoscience. Quando o gelo da costa da Antártica derrete no verão por causa do aumento da temperatura do mar, a água produzida flutua sobre a mais densa e quente água salgada. No inverno, a água do derretimento do gelo sobre o mar volta a se congelar. No pico do inverno, o gelo sobre o mar em volta da Antártica cobre uma área de cerca de 19 milhões de quilômetros quadrados, maior do que a extensão terrestre do continente. À medida que o verão se aproxima, ele derrete no oceano. Ventos Paul Holland, da organização britânica British Antarctic Survey, defende as conclusões da sua pesquisa feita no ano passado. Segundo o estudo, uma mudança nos ventos, relacionada às transformações no clima, está levando para mais distante a camada de água derretida sobre mar e aumentando o volume de gelo no inverno. "A possibilidade é que o aumento real se deve ao vento e aos efeitos da água derretida. Essa seria a minha hipótese, com o efeito da água derretida sendo o menor entre os dois", afirmou ele. O estudo de Bintanja também afirma que a camada mais fria de água sobre o mar pode limitar a quantidade de água que sai do oceano e volta como neve sobre a Antártica, já que o ar mais frio é menos úmido.]]></content>
			<description><![CDATA[O aquecimento global está aumentando a área de bancos de gelo em volta da Antártica durante o inverno. A mudança é resultado do efeito da água que derrete do gelo durante o verão e que volta a se congelar rapidamente quando a temperatura cai. A conclusão é de um estudo divulgado neste domingo....]]></description>
			<category><![CDATA[Clima]]></category>
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