<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom">
	<channel>
		<atom:link href="http://noticias.terra.com.br/rss/Controller?channelid=4fd5316871bf3310VgnVCM3000009af154d0RCRD&amp;ctName=atomo-noticia" rel="self" type="application/rss+xml" />
		<title><![CDATA[Terra - RSS - Oriente Médio]]></title>
		<link>http://noticias.terra.com.br/rss/Controller?channelid=4fd5316871bf3310VgnVCM3000009af154d0RCRD&amp;ctName=atomo-noticia</link>
		<description><![CDATA[Últimas Notícias - Oriente Médio]]></description>
		<language><![CDATA[pt-br]]></language>
		<copryright><![CDATA[Copyright 2000-2013 Terra Networks, S.A.]]></copryright>
		<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>
		<image>
			<title><![CDATA[Terra - RSS - Oriente Médio]]></title>
			<width>132</width>
			<height>54</height>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/rss/Controller?channelid=4fd5316871bf3310VgnVCM3000009af154d0RCRD&amp;ctName=atomo-noticia]]></link>
			<url><![CDATA[http://img.terra.com.br/i/logo.gif]]></url>
		</image>
		<item>
			<title><![CDATA[Armas da guerra líbia podem estar matando elefantes na África, diz ONU]]></title>
			<pubDate>Mon, 20 May 2013 22:49:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/armas-da-guerra-libia-podem-estar-matando-elefantes-na-africa-diz-onu,1a5baa33a92ce310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/armas-da-guerra-libia-podem-estar-matando-elefantes-na-africa-diz-onu,1a5baa33a92ce310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Grupos armados da África Central estão usando armas poderosas, algumas possivelmente remanescentes da guerra civil da Líbia, para matar elefantes, denunciou a Organização das Nações Unidas (ONU) nesta segunda-feira. Em relatório ao Conselho de Segurança, o secretário-geral Ban Ki-moon disse que a caça de elefantes para a extração do marfim causa crescente preocupação, especialmente em Camarões, República Centro-Africana, Chade e Gabão. Ban disse que o tráfico de marfim pode ser uma importante fonte de financiamento para grupos armados como o Exército de Resistência do Senhor, do fugitivo comandante rebelde Joseph Kony. "Também preocupa que alguns caçadores estejam usando armas cada vez mais sofisticadas e poderosas, algumas das quais, acredita-se, podem ser originárias da Líbia", afirmou o relatório. Segundo a ONU, mais de 11 mil elefantes foram mortos entre 2004 e 2013 no parque Minkebe, no Gabão, e 86 animais - inclusive 33 fêmeas prenhas - foram abatidos durante uma semana em março no Chade. Em um parque nacional de Camarões, disse o relatório, mais de 300 foram mortos durante dois meses no ano passado. Funcionários da ONU dizem que a crescente demanda da Ásia por marfim está ajudando a estimular a caça ilegal de elefantes. "A situação ficou tão séria que as autoridades nacionais em alguns países, como Camarões, decidiram usar o Exército, em complemente à aplicação da lei, e ordenar que agências de segurança procurem os caçadores", disse Ban.  ]]></content>
			<description><![CDATA[Grupos armados da África Central estão usando armas poderosas, algumas possivelmente remanescentes da guerra civil da Líbia, para matar elefantes, denunciou a Organização das Nações Unidas (ONU) nesta segunda-feira. Em relatório ao Conselho de Segurança, o secretário-geral Ban Ki-moon disse que a caça de elefantes para a extração do marfim causa crescente preocupação, especialmente em Camarões, República Centro-Africana, Chade e Gabão....]]></description>
			<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Irã e Argentina investigam atentado contra judeus em Buenos Aires]]></title>
			<pubDate>Mon, 20 May 2013 21:49:15 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/ira-e-argentina-investigam-atentado-contra-judeus-em-buenos-aires,653c2278212ce310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/ira-e-argentina-investigam-atentado-contra-judeus-em-buenos-aires,653c2278212ce310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O Irã aprovou um memorando de entendimento com a Argentina para formar uma comissão encarregada de investigar o atentado contra a associação judaica AMIA, em Buenos Aires, que em 1994 deixou 85 mortos e mais de 300 feridos. Segundo o encarregado iraniano de negócios na Argentina, Ali Pakdaman, "o memorando foi aprovado ontem (domingo) no Irã". O Congresso da Argentina aprovou em 28 de fevereiro passado um acordo entre os dois países que permite às autoridades argentinas interrogar ex-dirigentes iranianos denunciados pelo ataque. O acordo foi rejeitado pela oposição e por diversos dirigentes da comunidade judaica argentina, que reúne cerca de 300 mil membros. Buenos Aires e Teerã firmaram em 27 de janeiro passado um memorando para criar uma Comissão da Verdade, integrada por cinco membros, nenhum deles iraniano ou argentino. O acordo estabelece a possibilidade de que os cinco juristas e o juiz argentino encarregado do processo possam interrogar em Teerã os oito denunciados pelo ataque, entre eles o atual ministro da Defesa, Ahmad Vahidi, e o ex-presidente Alí Rafsanjani (1989-1997).]]></content>
			<description><![CDATA[O Irã aprovou um memorando de entendimento com a Argentina para formar uma comissão encarregada de investigar o atentado contra a associação judaica AMIA, em Buenos Aires, que em 1994 deixou 85 mortos e mais de 300 feridos....]]></description>
			<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Obama recebe presidente de Mianmar na Casa Branca]]></title>
			<pubDate>Mon, 20 May 2013 21:46:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/obama-recebe-presidente-de-mianmar-na-casa-branca,f23c2278212ce310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/obama-recebe-presidente-de-mianmar-na-casa-branca,f23c2278212ce310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O presidente americano, Barack Obama, elogiou nesta segunda-feira as reformas de seu homólogo birmanês, Thein Sein, mas advertiu que deve impedir a violência contra a minoria muçulmana. Ao receber Thein Sein, que realiza a primeira visita de um mandatário birmanês aos Estados Unidos em quase meio século, Obama manifestou o apoio de Washington às iniciativas que possam levar a uma democracia plena no país asiático. Sentado ao lado de Thein Sein no Salão Oval, Obama disse que as relações entre Estados Unidos e Mianmar, antes tensas, melhoraram graças à "liderança que o presidente Sein demonstrou ao conduzir Mianmar pelo caminho de reformas políticas e econômicas." "Para que a democracia floresça em seu país, temos que seguir adiante, e precisaremos promover reformas políticas e econômicas", disse. O Exército assumiu o comando do país, na época conhecido como Birmânia, em 1962, iniciando um período de décadas de isolamento. O dirigente militar Ne Win foi o último líder a visitar a Casa Branca, em 1966, quando se reuniu com o presidente Lyndon Johnson. Thein Sein, que assumiu o comando do país como civil em 2011, surpreendeu até os céticos ao libertar centenas de presos políticos, aliviar a censura e permitir a entrada no Parlamento da líder opositora, Aung San Kyi, que deixou a prisão domiciliar após cerca de 15 anos. Mas o presidente americano também manifestou sua "grande preocupação com a violência comunitária que tem sido dirigida contra comunidades muçulmanas dentro de Mianmar. "O deslocamento de pessoas, a violência dirigida precisam parar," disse Obama. Em um relatório divulgado recentemente, a organização humanitária Human Rights Watch acusou Mianmar de fazer uma "campanha de limpeza étnica" contra os Rohingya, integrantes de uma minoria predominantemente muçulmana que sequer são considerados cidadãos do país, de maioria budista. Pouco depois, o líder do antigo Estado pária disse que deseja "uma identidade nacional mais inclusiva", sem mencionar diretamente a comunidade Rohingya. "O povo de Mianmar, de todas as origens étnicas e todos os credos -- budistas, muçulmanos, cristãos, entre outros -- precisa se sentir parte desta nova identidade nacional," disse Sein. "Precisamos acabar com todas as formas de discriminação e garantir não somente o fim da violência comunitária, mas que todos os culpados sejam levados à justiça," disse Sein na Escola de Estudos Internacionais Avançados da Universidade Johns Hopkins.]]></content>
			<description><![CDATA[O presidente americano, Barack Obama, elogiou nesta segunda-feira as reformas de seu homólogo birmanês, Thein Sein, mas advertiu que deve impedir a violência contra a minoria muçulmana....]]></description>
			<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Rússia diz que oposição síria não deveria impor condições para o diálogo]]></title>
			<pubDate>Mon, 20 May 2013 21:28:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/russia-diz-que-oposicao-siria-nao-deveria-impor-condicoes-para-o-dialogo,f8eaaa33a92ce310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/russia-diz-que-oposicao-siria-nao-deveria-impor-condicoes-para-o-dialogo,f8eaaa33a92ce310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O chanceler russo, Sergei Lavrov, disse nesta segunda-feira que é crucial que a oposição síria participe de negociações de paz sem pré-condições, em uma aparente referência à exigência de que o presidente sírio, Bashar al-Assad, se afaste do poder. Lavrov também reiterou que o Irã deverá ser convidado para a conferência que a Rússia e os Estados Unidos decidiram tentar organizar na busca por uma solução para um conflito que começou há dois anos e já matou estimadas 80 mil pessoas. Ele disse também que não pode haver pressa na realização da conferência. "É importante colocar as coisas principais em primeiro lugar, e nesse sentido estou convencido de que o cronograma é a última coisa que deveria ser decidida, quando as coisas mais importantes já estiverem acertadas", afirmou ele após receber visita do secretário-geral do Conselho da Europa, Thorbjorn Jagland. "O principal é assegurar a concordância dos grupos da oposição em participar na conferência sem condições preliminares", disse Lavrov em entrevista coletiva. Segundo ele, os governos ocidentais devem pressionar os inimigos de Assad para que não exijam "coisas não-realistas". (Reportagem de Denis Dyomkin)]]></content>
			<description><![CDATA[O chanceler russo, Sergei Lavrov, disse nesta segunda-feira que é crucial que a oposição síria participe de negociações de paz sem pré-condições, em uma aparente referência à exigência de que o presidente sírio, Bashar al-Assad, se afaste do poder....]]></description>
			<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Obama recebe presidente de Mianmar na Casa Branca]]></title>
			<pubDate>Mon, 20 May 2013 20:49:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/obama-recebe-presidente-de-mianmar-na-casa-branca,2fcb2278212ce310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/obama-recebe-presidente-de-mianmar-na-casa-branca,2fcb2278212ce310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O presidente americano, Barack Obama, elogiou nesta segunda-feira as reformas de seu homólogo birmanês, Thein Sein, mas advertiu que deve impedir a violência contra a minoria muçulmana. Ao receber Thein Sein, que realiza a primeira visita de um mandatário birmanês aos Estados Unidos em quase meio século, Obama manifestou o apoio de Washington às iniciativas que possam levar a uma democracia plena no país asiático. Sentado ao lado de Thein Sein no Salão Oval, Obama disse que as relações entre Estados Unidos e Mianmar, antes tensas, melhoraram graças à "liderança que o presidente Sein demonstrou ao conduzir Mianmar pelo caminho de reformas políticas e econômicas." "Para que a democracia floresça em seu país, temos que seguir adiante, e precisaremos promover reformas políticas e econômicas", disse. O Exército assumiu o comando do país, na época conhecido como Birmânia, em 1962, iniciando um período de décadas de isolamento. O dirigente militar Ne Win foi o último líder a visitar a Casa Branca, em 1966, quando se reuniu com o presidente Lyndon Johnson. Thein Sein, que assumiu o comando do país como civil em 2011, surpreendeu até os céticos ao libertar centenas de presos políticos, aliviar a censura e permitir a entrada no Parlamento da líder opositora, Aung San Kyi, que deixou a prisão domiciliar após cerca de 15 anos. Mas o presidente americano também manifestou sua "grande preocupação com a violência comunitária que tem sido dirigida contra comunidades muçulmanas dentro de Mianmar. "O deslocamento de pessoas, a violência dirigida precisam parar," disse Obama. Em um relatório divulgado recentemente, a organização humanitária Human Rights Watch acusou Mianmar de fazer uma "campanha de limpeza étnica" contra os Rohingya, integrantes de uma minoria predominantemente muçulmana que sequer são considerados cidadãos do país, de maioria budista.]]></content>
			<description><![CDATA[O presidente americano, Barack Obama, elogiou nesta segunda-feira as reformas de seu homólogo birmanês, Thein Sein, mas advertiu que deve impedir a violência contra a minoria muçulmana....]]></description>
			<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Irã: blogueiros criticam transformação de execuções em espetáculos]]></title>
			<pubDate>Mon, 20 May 2013 17:27:08 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/ira-blogueiros-criticam-transformacao-de-execucoes-em-espetaculos,d4992278212ce310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/ira-blogueiros-criticam-transformacao-de-execucoes-em-espetaculos,d4992278212ce310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[A execução pública de dois jovens provocou debates na blogosfera iraniana. Entre outras coisas, foi criticado que os enforcamentos tenham acontecido no Parque dos Artistas em Teerã. O número de execuções no Irã ainda é alto. Segundo a Anistia Internacional (AI), no ano de 2012, a pena de morte foi executada mais de 500 vezes no país. Uma em cada dez pessoas foi executada em público, afirmam organizações de direitos humanos. O número de execuções públicas vem crescendo já há alguns anos. Em 20 de janeiro último, dois jovens que haviam sido condenados à morte por roubo e extorsão foram executados publicamente. Ambos tinham menos de 25 anos de idade. Como de costume nas execuções públicas no Irã, eles foram enforcados em guindastes instalados sobre carros de polícia. Mas, dessa vez, a execução não aconteceu, como de costume, num ginásio de esportes ou numa praça de mercado, mas no meio do chamado Parque de Artistas, um ponto de encontro de escritores e músicos no centro de Teerã. Recado para intelectuais e dissidentes Essas recentes execuções públicas levaram a um intenso debate na blogosfera iraniana. Muitos se perguntam por que justamente o Parque dos Artistas fora escolhido para servir como lugar de execuções. Um blogueiro de Teerã levantou a suposição de que o governo queria mandar um recado para intelectuais e dissidentes. "Por meio de um arrepiante espetáculo de execuções, o governo quer mostrar que a pena de morte também pode ser possível para críticos do regime." Esse ponto de vista foi reiterado por outro blogueiro: "Ontem, execução no ginásio de esportes; hoje, execução no Parque dos Artistas. Por que a execução da pena de morte acontece em tais locais públicos? Talvez se queira intimidar ainda mais a população". Outros internautas acham que o local das execuções seria algo secundário. Eles exigem a abolição da pena de morte. Um usuário apontou ainda para o fato de que muito pouco tempo se passou entre a prisão e o enforcamento dos dois jovens. Por isso, ele questionou o processo jurídico e as audiências. Reações à página do Facebook da Deutsche Welle Também na página do Facebook da redação persa da Deutsche Welle, em poucas horas, milhares de usuários reagiram ao acontecimento, comentando publicamente a execução e criticando o governo. Muitos eram da opinião de que nem a pena de morte nem as execuções públicas foram capazes de reduzir, nos últimos anos, o número de crimes no Irã. "Se a pena de morte tivesse funcionado como forma de intimidação, menos crimes teriam sido cometidos", escreveu um usuário. "Os números aumentaram significativamente." Críticas a espectadores Na blogosfera e redes sociais iranianas, todavia, as críticas não se dirigem somente a opositores do governo. Os comentários de muitos usuários se aplicam também contra as massas de pessoas que assistem, amontoadas, a uma execução pública. "Hoje em dia, presenciar uma execução se tornou uma espécie de atividade de lazer", criticou um usuário. Da mesma forma, outros usuários também criticam em seus postings que principalmente pessoas jovens e até mesmo crianças se aglomeram nas filas para assistir a um enforcamento. "Violência gera violência", escreveu um usuário do Facebook questionando: "Por que vocês trazem suas crianças quando querem celebrar uma execução em público? Execuções públicas são uma aplicação estatal de violência. Quem pode garantir que os filhos de vocês, que vivenciam tal violência nesta idade, não sofrerão transtornos mentais e mais tarde se tornarão criminosos?" Também o blogueiro iraniano Amir Hadi Anyari advertiu de mais contenção. Ele aponta para uma responsabilidade da sociedade iraniana. "Enquanto houver pessoas que sobem em árvores para conseguir um lugar melhor para assistir a um enforcamento e que registram a execução em seus celulares, é difícil imaginar o fim da pena de morte. Aqueles que exigem o fim das execuções no Irã não têm a menor ideia da realidade da sociedade iraniana." Defensores da pena de morte também se manifestaram na blogosfera. Eles consideram essa penalidade uma forma de intimidação. No entanto, os opositores e simpatizantes estão de acordo numa questão: as execuções não devem acontecer em locais públicos.]]></content>
			<description><![CDATA[A execução pública de dois jovens provocou debates na blogosfera iraniana. Entre outras coisas, foi criticado que os enforcamentos tenham acontecido no Parque dos Artistas em Teerã....]]></description>
			<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Iraque: premiê revisa política de segurança em meio a onde de violência]]></title>
			<pubDate>Mon, 20 May 2013 16:49:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/iraque-premie-revisa-politica-de-seguranca-em-meio-a-onde-de-violencia,dbc92278212ce310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/iraque-premie-revisa-politica-de-seguranca-em-meio-a-onde-de-violencia,dbc92278212ce310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O primeiro-ministro iraquiano, Nuri al-Maliki, anunciou nesta segunda-feira uma mudança iminente em sua política de segurança, no momento em que o país sofre uma nova onda de ataques que deixou 72 mortos desde a noite de domingo. "Estamos perto de substituir centenas de pessoas encarregadas da segurança, de nível alto e intermediário, e de mudar a estratégia de segurança", disse Maliki em uma coletiva de imprensa organizada em um antigo palácio de Saddam Hussein. Maliki anunciou que seriam tomadas decisões neste sentido na terça-feira no conselho de ministros. O primeiro-ministro xiita, muito criticado pela minoria sunita, que se sente estigmatizada, e por alguns sócios de sua coalizão, quis passar a imagem de um governo unido. Flanqueado por pesos-pesados de seu governo, incluindo os ministros da Defesa e da Justiça e por seus dois vice-primeiros-ministros, Maliki assegurou ao povo iraquiano que (os insurgentes) não voltarão a mergulhar o país em um conflito religioso, como o registrado em 2006 e 2007. Na época, o número mensal de vítimas da violência superava mil. O envio de tropas americanas adicionais, ao lado de combatentes sunitas anti-Al-Qaeda das milícias Sahwa (Despertar, em árabe), permitiram reduzir claramente esses ataques a partir de 2007. Mas o país foi sacudido nas últimas semanas por uma nova onda de violência acompanhada por uma profunda crise política. Desde o início do ano, os episódios de violência deixaram mais de 200 mortos por mês, com um novo pico de mais de 460 em abril, segundo um balanço da AFP. Desde a noite de domingo, 72 pessoas morreram em diversos ataques. Nesta segunda-feira, vários atentados, a maioria deles praticado com carros-bomba, atingiram bairros majoritariamente xiitas de Bagdá. O ataque mais violento na capital deixou 12 mortos em um mercado. Outras onze pessoas morreram em outros atentados na cidade. Em Basra, grande cidade portuária de maioria xiita do sul do país, dois atentados com carros-bomba deixaram 13 mortos e 48 feridos, segundo o chefe dos serviços médicos municipais, Riyad Abdelamir. Perto de Samarra, 100 km ao norte da capital, um atentado com carro-bomba contra peregrinos xiitas iranianos deixou oito mortos. E, na mesma zona, três milicianos das Sahwa morreram em dois incidentes. Em Mossul (norte), o proprietário de uma loja morreu enquanto trabalhava no domingo à noite. E em Al-Anbar, a oeste do país, foram registrados confrontos entre a polícia e homens armados na noite de domingo. Um comando das forças especiais tentou libertar policiais que haviam sido sequestrados no sábado, indicou à AFP o tenente-coronel da polícia Majid al-Jlaybayu. Mas, durante a operação, doze reféns morreram e quatro ficaram feridos, acrescentou. Em outros dois incidentes registrados na noite de domingo, homens armados atacaram duas delegacias de polícia em Haditha, 210 km a noroeste de Bagdá. Doze policiais morreram nestes ataques, segundo um oficial da polícia e uma fonte médica. A província de Al-Anbar também é um dos centros de protestos contra o governo que os sunitas iniciaram em dezembro, acusando Maliki de acumular o poder e as autoridades de utilizar a legislação antiterrorista contra eles. O governo fez algumas concessões, libertando prisioneiros e aumentando os salários das milícias Sahwa. No entanto, o problema central não foi resolvido e as manifestações prosseguem.]]></content>
			<description><![CDATA[O primeiro-ministro iraquiano, Nuri al-Maliki, anunciou nesta segunda-feira uma mudança iminente em sua política de segurança, no momento em que o país sofre uma nova onda de ataques que deixou 72 mortos desde a noite de domingo....]]></description>
			<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Explosão de carro-bomba provoca morte de 8 peregrinos iranianos no Iraque]]></title>
			<pubDate>Mon, 20 May 2013 15:19:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/explosao-de-carro-bomba-provoca-morte-de-8-peregrinos-iranianos-no-iraque,58f82278212ce310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/explosao-de-carro-bomba-provoca-morte-de-8-peregrinos-iranianos-no-iraque,58f82278212ce310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[A explosão de um carro-bomba próximo a um ônibus causou a morte de oito peregrinos iranianos e deixou outros 19 feridos, no norte do Iraque nesta segunda-feira, informou à Agência Efe uma fonte do Ministério do Interior do país. O atentado aconteceu em uma estrada na proximidade da cidade de Balad, na província de Salah ad-Din. Além disso, dois iraquianos também se feriram na explosão, que coincide com uma onda de ataques ao país, que provocou 23 mortes nas últimas horas. Cinco dos iranianos feridos estão em estado grave, explicou a fonte, que explicou que as vítimas iraquianas são o motorista do ônibus e seu ajudante. Os peregrinos voltavam ao Irã, após visita a locais santos na cidade de Samarra, onde está a Mesquita de al-Askari, que abriga os mausoléus de Ali al-Hadi, um dos quatro santuários mais importantes para o xiismo. Ao todo, 23 pessoas morreram e 132 ficaram feridas em uma série de atentados em diversas províncias do Iraque. O maior dos ataques aconteceu na cidade de Basra, ao sul de Bagdá, onde a explosão seguida de dois carros-bombas matou 11 pessoas e feriu 33.]]></content>
			<description><![CDATA[A explosão de um carro-bomba próximo a um ônibus causou a morte de oito peregrinos iranianos e deixou outros 19 feridos, no norte do Iraque nesta segunda-feira, informou à Agência Efe uma fonte do Ministério do Interior do país....]]></description>
			<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Carros-bomba contra alvos xiitas matam ao menos 43 no Iraque]]></title>
			<pubDate>Mon, 20 May 2013 13:07:13 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/carros-bomba-contra-alvos-xiitas-matam-ao-menos-43-no-iraque,f6f7781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/carros-bomba-contra-alvos-xiitas-matam-ao-menos-43-no-iraque,f6f7781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Pelo menos 43 pessoas morreram em explosões de carros-bomba contra alvo muçulmanos xiitas na capital iraquiana e em Basra, no sul petrolífero do país, nesta segunda-feira, disseram a polícia e equipes médicas. Os ataques fizeram subir para 200 o número de mortos pela violência sectária desde a semana passada. A tensão entre xiitas, que agora comandam o Iraque, e a minoria de muçulmanos sunitas atingiu seu nível mais alto desde que as tropas dos Estados Unidos se retiraram em dezembro de 2011. Nenhum grupo reivindicou imediatamente a responsabilidade pelos ataques. O Iraque possui diversos grupos insurgentes islâmicos sunitas, incluindo o Estado Islâmico do Iraque, filiado a Al-Qaeda, que já concentraram ataques contra os xiitas anteriormente em uma tentativa de provocar um confronto sectário mais amplo. Nove pessoas foram mortas em uma das duas explosões de carros-bomba em Basra, uma cidade predominantemente xiita, 20 km a sudeste de Bagdá, disse a polícia e equipes médicas. "Eu estava de plantão quando uma poderosa explosão sacudiu o chão", disse um oficial da polícia perto do local do ataque no bairro de Hayaniya. "A explosão atingiu um grupo de trabalhadores diaristas reunidos perto de um quiosque de lanches", disse ele à Reuters, descrevendo cadáveres espalhados no chão. "Um dos corpos ainda segurava um sanduíche encharcado de sangue em sua mão." Outras cinco pessoas foram mortas em uma segunda explosão dentro de um terminal de ônibus na praça Saad, também em Basra, disseram a polícia e equipes médicas. Em Bagdá, um carro estacionado explodiu em um movimentado mercado no bairro de maioria xiita de Kamaliya, matando sete pessoas, segundo a polícia. Outras 22 pessoas foram mortas em explosões em Ilaam, Diyala Bridge, al-Shurta, Shula e Sadr City - todas áreas com alta concentração de xiitas. O delicado tecido social do Iraque tem estado sob a pressão crescente do conflito na vizinha Síria, que tem provocado conflitos entre sunitas e xiitas de toda a região. Na província de Anbar, os corpos de 14 pessoas sequestradas no sábado, incluindo seis policiais, foram encontrados jogados no deserto, com ferimentos de bala na cabeça e no peito, disseram fontes policiais e de segurança. Quando o derramamento de sangue entre sunitas e xiitas atingiu o auge entre 2006 e 2007, Anbar estava sob domínio da ala iraquiana da Al-Qaeda, que recuperou a força nos últimos meses.]]></content>
			<description><![CDATA[Pelo menos 43 pessoas morreram em explosões de carros-bomba contra alvo muçulmanos xiitas na capital iraquiana e em Basra, no sul petrolífero do país, nesta segunda-feira, disseram a polícia e equipes médicas....]]></description>
			<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Israel cancela missão da Unesco em Jerusalém]]></title>
			<pubDate>Mon, 20 May 2013 12:40:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/israel-cancela-missao-da-unesco-em-jerusalem,4db6ac993f2be310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/israel-cancela-missao-da-unesco-em-jerusalem,4db6ac993f2be310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Israel anunciou nesta segunda-feira o cancelamento de uma missão da Unesco para avaliar o estado do patrimônio na Cidade Velha de Jerusalém Oriental, ocupada e anexada, acusando os palestinos de terem "politizado" a missão. Entrevistado, um porta-voz da Unesco em Paris, Sue Williams, declarou à AFP que "a missão não foi cancelada, mas adiada", indicando que ainda não há nova data. "Os palestinos não cumpriram os acordos. A visita era para ser profissional, eles tomaram medidas que politizariam o evento sem deixar a delegação se concentrar nos aspectos profissionais", afirmou à AFP uma funcionária do ministério israelense das Relações Exteriores. Ela culpou os palestinos "de querer discutir questões políticas com a missão" e de "fazer com que a delegação visitasse o Monte do Templo", nome judeu da Esplanada das Mesquitas, na Cidade Velha. Pouco antes, o assessor do presidente palestino Mahmoud Abbas para as questões de Jerusalém, Ahmad Rouweidi, tinha dito à rádio Voz da Palestina que a missão deveria chegar durante o dia e começar a trabalhar na terça-feira. A missão "encontrará um comitê palestino composto por especialistas que irão relatar as violações israelenses, tais como as construções sob (a mesquita) Al-Aqsa", localizada na esplanada, declarou. "A esperança é que a missão produza um relatório no qual constem as violações israelenses em Jerusalém", acrescentou. "De acordo com o programa, a missão visitará Al-Aqsa, mas sabemos que Israel fará todo o possível para impedi-la", ressaltou. A Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura) havia anunciado em um comunicado em 24 de abril o envio em maio de uma "missão de peritos para examinar o estado de conservação do Patrimônio Mundial da Cidade Velha de Jerusalém e seus muros", pela primeira vez desde 2004. As conclusões e recomendações da missão serão "apresentadas ao Comitê do Patrimônio Mundial na sua próxima sessão a ser realizada em Phnom Penh, no Camboja, em junho de 2013", disse. A esplanada, que os muçulmanos chamam de "Nobre Santuário" (Haram al-Sharif) e os judeus de "Monte do Templo" é um lugar sagrado para o islã como no judaísmo e uma fonte de tensão entre as duas comunidades .]]></content>
			<description><![CDATA[Israel anunciou nesta segunda-feira o cancelamento de uma missão da Unesco para avaliar o estado do patrimônio na Cidade Velha de Jerusalém Oriental, ocupada e anexada, acusando os palestinos de terem "politizado" a missão....]]></description>
			<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Após distúrbios, Tunísia prende quase 200 supostos salafistas]]></title>
			<pubDate>Mon, 20 May 2013 12:04:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/apos-disturbios-tunisia-prende-quase-200-supostos-salafistas,ea66ac993f2be310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/apos-disturbios-tunisia-prende-quase-200-supostos-salafistas,ea66ac993f2be310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Cerca de 200 membros da Ansar al-Sharia foram detidos no domingo durante confrontos com a polícia após a proibição de um congresso deste movimento salafista, anunciou o primeiro-ministro tunisiano em uma declaração publicada nesta segunda-feira pelo jornal árabe Al-Hayat. "O número de pessoas detidas chega a 200", declarou Ali Larayedh, que participa de uma conferência em Doha. Larayedh expressou firmeza diante da Ansar al-Sharia, que classificou na véspera de movimento "terrorista" em uma declaração à televisão estatal tunisiana. "Este grupo exerce a violência, se opõe ao Estado e se rebela", acusou no Al-Hayat. Um jovem manifestante morreu no domingo na capital da Tunísia e mais de 15 policiais e militantes salafistas ficaram feridos nos confrontos ocorridos na cidade de Kairuán entre as forças de segurança e partidários da Ansar al-Sharia. Já o chefe deste movimento salafista que proclama a guerra santa, Abu Iyadh, declarou que seus partidários não poderão ser derrotados, apesar da perseguição da qual são vítimas, segundo uma gravação divulgada na noite de domingo. Nesta gravação de cinco minutos, que parece ter sido produzida antes dos confrontos, Iyadh se dirige aos participantes do congresso proibido. "Mostraram ao mundo inteiro que seus esforços não podem ser derrotados, apesar da perseguição de seus chefes", afirma este homem, foragido desde 2012. Iyadh foi detido entre 2003 e 2011 na Tunísia. Antes de sua detenção, era um dos chefes do grupo combatente tunisiano no Afeganistão, uma célula da Al-Qaeda.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/05/19/confrontos-tunisia-ap.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: AP" title="Foto: AP"> <br>Cerca de 200 membros da Ansar al-Sharia foram detidos no domingo durante confrontos com a polícia após a proibição de um congresso deste movimento salafista, anunciou o primeiro-ministro tunisiano em uma declaração publicada nesta segunda-feira pelo jornal árabe Al-Hayat. "O número de pessoas detidas chega a 200", declarou Ali Larayedh, que participa de uma conferência em Doha....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/05/19/confrontos-tunisia-ap.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Homem-bomba mata autoridade e mais 14 no norte do Afeganistão]]></title>
			<pubDate>Mon, 20 May 2013 11:58:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/homem-bomba-mata-autoridade-e-mais-14-no-norte-do-afeganistao,9166ac993f2be310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/homem-bomba-mata-autoridade-e-mais-14-no-norte-do-afeganistao,9166ac993f2be310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Um homem-bomba matou 15 pessoas, incluindo uma autoridade local, em frente a um prédio público da província de Baghlan (norte), nesta segunda-feira, informou a polícia. O alvo do ataque era Mohammad Rasoul Mohseni, chefe de gabinete do conselho provincial, órgão consultivo que se reporta ao governador provincial. Ele foi morto imediatamente junto ao portão do prédio quando o militante detonou explosivos amarrados ao corpo. Pelo menos 13 outras pessoas ficaram feridas no atentado, ocorrido no meio da manhã (hora local). Um porta-voz da polícia provincial disse que o suicida vestia uniforme da polícia nacional afegã. Ataques de insurgentes do Talibã contra civis e funcionários públicos têm aumentado nos últimos meses. Em nota, o presidente Hamid Karzai qualificou o atentado de "não-islâmico".]]></content>
			<description><![CDATA[Um homem-bomba matou 15 pessoas, incluindo uma autoridade local, em frente a um prédio público da província de Baghlan (norte), nesta segunda-feira, informou a polícia. O alvo do ataque era Mohammad Rasoul Mohseni, chefe de gabinete do conselho provincial, órgão consultivo que se reporta ao governador provincial....]]></description>
			<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Acidente de balão mata duas brasileiras na Turquia]]></title>
			<pubDate>Mon, 20 May 2013 11:28:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/acidente-de-balao-mata-duas-brasileiras-na-turquia,d857781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/acidente-de-balao-mata-duas-brasileiras-na-turquia,d857781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Um balão de ar quente que sobrevoava a Capadócia, um destino turístico na região central da Turquia, caiu depois de colidir com outro balão nesta segunda-feira, matando duas passageiras brasileiras e ferindo mais de 20 pessoas, informou a agência de notícias turca Anatolian. O acidente ocorreu perto da cidade de Nevsehir. A maioria dos feridos sofreu fraturas. Segundo a agência, as duas mulheres que morreram tinham 71 e 65 anos. Os balões carregavam turistas na maioria de Brasil, Argentina e Espanha, acrescentou a agência. A Capadócia é famosa por suas formas geológicas chamadas chaminés de fada. Passeios de balão são uma maneira popular de ver as formações cônicas, criadas pela erosão de cinzas vulcânicas em torno delas. (Por Ece Toksabay)]]></content>
			<description><![CDATA[Um balão de ar quente que sobrevoava a Capadócia, um destino turístico na região central da Turquia, caiu depois de colidir com outro balão nesta segunda-feira, matando duas passageiras brasileiras e ferindo mais de 20 pessoas, informou a agência de notícias turca Anatolian....]]></description>
			<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Brasileiro morre em acidente de balão na Turquia]]></title>
			<pubDate>Mon, 20 May 2013 10:58:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/brasileiro-morre-em-acidente-de-balao-na-turquia,5827781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/brasileiro-morre-em-acidente-de-balao-na-turquia,5827781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Um balão de ar quente sobrevoando a Capadócia, um destino turístico na região central da Turquia, caiu depois de colidir com outro balão nesta segunda-feira, matando um passageiro brasileiro e ferindo outras 24 pessoas, segundo a agência de notícias Anatolian. O acidente ocorreu perto da cidade de Nevsehir. A maioria dos feridos sofreu fraturas, e um estava em estado grave. A Capadócia é famosa por suas formas geológicas chamadas chaminés de fada. Passeios de balão são uma maneira popular de ver as formações cônicas, criadas pela erosão de cinzas vulcânicas em torno delas. (Por Ece Toksabay)]]></content>
			<description><![CDATA[Um balão de ar quente sobrevoando a Capadócia, um destino turístico na região central da Turquia, caiu depois de colidir com outro balão nesta segunda-feira, matando um passageiro brasileiro e ferindo outras 24 pessoas, segundo a agência de notícias Anatolian....]]></description>
			<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Com Hezbollah, regime sufoca Qusair; "só tem mato para comer", diz rebelde]]></title>
			<pubDate>Mon, 20 May 2013 08:37:10 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/com-hezbollah-regime-sufoca-qusair-so-tem-mato-para-comer-diz-rebelde,12a5ac993f2be310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/com-hezbollah-regime-sufoca-qusair-so-tem-mato-para-comer-diz-rebelde,12a5ac993f2be310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O Hezbollah libanês lutava nesta segunda-feira na linha de frente de combate junto com o Exército sírio contra os rebeldes em Qusair, uma cidade estratégica onde o movimento xiita perdeu ao menos 28 de seus combatentes. No norte de Damasco, o Exército avançou em parte do bairro de Barzé, sob controle rebelde, que foi bombardeado incessantemente pela artilharia. As forças de Bashar al-Assad e de seu aliado xiita Hezbollah lançaram no domingo um ataque a Qusair, localidade estratégica para o regime, já que liga a capital Damasco com o litoral, mas também para os rebeldes, porque serve de passagem para as armas e combatentes do Líbano. Segundo uma fonte militar síria, o Exército se apoderou do sul, do leste e do centro da cidade, e se dirigia ao norte, onde os rebeldes se entrincheiraram. Os rebeldes, que controlam a área há mais de um ano, negaram esse avanço. Segundo a rede de televisão oficial, "o Exército persegue os terroristas (rebeldes) nos setores norte e oeste de Qusair". O jornal Al-Watan, ligado ao regime, indicou que o Exército tem o controle da "maioria dos locais vitais" da cidade e "destruiu o quartel-general dos rebeldes". Muitos comandantes rebeldes retiraram-se em direção a Trípoli, grande cidade do norte do Líbano. Fortemente presente nos combates de rua, o Hezbollah libanês, que se envolveu em guerras contra Israel, tem um papel importante nos combates na Síria, onde perdeu 28 "membros de elite" no domingo, segundo o Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH). Uma fonte do partido xiita libanês indicou 20 mortos e 30 feridos nos combates. "Foram eles que começaram o ataque no domingo, entraram na frente e por isso perderam 28 homens", explicou Rami Abdel Rahman, presidente do OSDH. O corpo de um deles, Fadi Jazar, que já havia sido preso por Israel antes de ser libertado em 2004 durante uma troca de prisioneiros, foi levado para Beirute, onde um funeral foi organizado nesta segunda. Civis encurralados Os rebeldes de Qusair denunciaram "um ataque asfixiante efetuado pelo regime e pelo Hezbollah libanês". "Qusair era bombardeada por todos os lados", afirmou via Skype à AFP Hadi Abdullah, um insurgente na frente de batalha. "Ao contrário do que o regime diz, não há saída para os civis. Cada vez que tentamos retirar alguém, atiradores emboscados disparam contra nós, inclusive contra crianças e mulheres", acrescentou. "O Exército controla a parte leste e o Hezbollah tenta avançar para o interior da cidade", indicou, acrescentando que "as pessoas dormem no chão. Se escondem porque tentar deixar a cidade é suicídio". "A água foi cortada e não há eletricidade há quatro meses. Só resta mato para comer. O estado dos feridos é dramático. Hoje, quarenta pessoas foram feridas e nós não temos medicamentos, nem equipamentos, para tratá-los", relatou. EUA condenam ofensiva Os Estados Unidos condenaram nesta segunda o ataque do governo sírio ao reduto rebelde e o envolvimento do Hezbollah nesta ofensiva. "Os Estados Unidos condenam energicamente os intensos ataques aéreos e de artilharia do regime de Assad neste fim de semana à cidade de Qusair, na fronteira libanesa", declarou o porta-voz adjunto do Departamento de Estado, Patrick Ventrell. "O regime de Assad provoca deliberadamente tensões sectárias com estes ataques", acrescentou Ventrell, antes de "condenar também o envolvimento direto do Hezbollah na ofensiva em Qusair, onde seus combatentes têm um papel importante". Batalhas às vésperas de encontros importantes Na mesma província de Homs, a artilharia síria bombardeou a cidade rebelde de Rastan, segundo o OSDH. Na cidade de Raqqa, no norte do país, um ataque aéreo causou a morte de uma mulher e de oito crianças. A batalha decisiva de Qusair é travada dois dias antes da reunião na quarta-feira em Amã do grupo "Amigos da Síria", formado por países hostis ao regime de Assad. Onze ministros participarão da reunião, entre eles o secretário americano de Estado, John Kerry. Outra reunião será realizada posteriormente em Istambul com a participação dos grupos opositores sírios, e nela se decidirá se estes participarão da conferência internacional que os Estados Unidos e a Rússia pretendem organizar em junho para tentar acabar com dois anos de uma guerra civil que já deixou ao menos 94.000 mortos, de acordo com o OSDH. No domingo, 164 pessoas - 27 civis, 102 rebeldes, 35 soldados - morreram em meio à violência na Síria. No plano humanitário, a organização Oxfam lançou um apelo urgente por doações, alertando que o verão aumentará os problemas de saúde entre os milhares de refugiados sírios, particularmente na Jordânia e no Líbano, devido às más condições de higiene nos locais.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/05/20/funeralbeirutelibanoafp.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: AFP" title="Foto: AFP"> <br>O Hezbollah libanês lutava nesta segunda-feira na linha de frente de combate junto com o Exército sírio contra os rebeldes em Qusair, uma cidade estratégica onde o movimento xiita perdeu ao menos 28 de seus combatentes. No norte de Damasco, o Exército avançou em parte do bairro de Barzé, sob controle rebelde, que foi bombardeado incessantemente pela artilharia....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/05/20/funeralbeirutelibanoafp.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Série de atentados com carros-bomba mata 14 pessoas no Iraque]]></title>
			<pubDate>Mon, 20 May 2013 08:07:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/serie-de-atentados-com-carros-bomba-mata-14-pessoas-no-iraque,f2a6781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/serie-de-atentados-com-carros-bomba-mata-14-pessoas-no-iraque,f2a6781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Pelo menos 14 pessoas morreram nesta segunda-feira e mais de 70 ficaram feridas em uma série de atentados cometidos com carros-bomba em várias províncias do Iraque, informaram à Agência Efe fontes do Ministério do Interior iraquiano. Dois carros-bomba explodiram de maneira consecutiva no centro da cidade de Basra, a 500 quilômetros ao sul de Bagdá, e causaram dez mortos e 30 feridos. As explosões afetaram vários veículos e prédios próximos ao local da explosão. Outro carro bomba explodiu perto de um mercado popular na região de Al Kamaliya, de maioria xiita, leste de Bagdá, e causou dois mortos e 11 feridos. No bairro de Alalam, no sudoeste da capital iraquiana, duas pessoas morreram e outras dez ficaram feridas pela explosão de um carro-bomba perto de um mercado popular. Em dois fatos separados, outros dois veículos explodiram no bairro de maioria xiita de Al Shola, no noroeste da capital, e na região de Al Zafaraniya, sudeste de Bagdá, o que deixou 16 feridos. As fontes explicaram que estas informações são preliminares e não descartaram que aumente o número de vítimas por causa dos atentados.]]></content>
			<description><![CDATA[Pelo menos 14 pessoas morreram nesta segunda-feira e mais de 70 ficaram feridas em uma série de atentados cometidos com carros-bomba em várias províncias do Iraque, informaram à Agência Efe fontes do Ministério do Interior iraquiano....]]></description>
			<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Atentado suicida contra chefe provincial mata 10 pessoas no Afeganistão]]></title>
			<pubDate>Mon, 20 May 2013 07:55:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/atentado-suicida-contra-chefe-provincial-mata-10-pessoas-no-afeganistao,2b85ac993f2be310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/atentado-suicida-contra-chefe-provincial-mata-10-pessoas-no-afeganistao,2b85ac993f2be310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Pelo menos dez pessoas, entre elas um chefe provincial, morreram nesta segunda-feira em um atentado suicida contra prédios do Governo em Pul-e-Khumri, capital da província de Baghlan, no norte do Afeganistão, informou à Agência Efe uma fonte oficial. Mohammed Rasul Mohsini, responsável da administração provincial, morreu no atentado realizado esta manhã junto com três de seus guarda-costas e vários civis. O terrorista que ia a pé detonou as bombas que levava em frente ao edifício do Governo provincial, disse à Efe um porta-voz da Polícia, Javid Bashara. Um porta-voz do departamento de saúde da província, Zubai Akbari, falou que o os mortos são 11. Um funcionário que preferiu manter o anonimato relatou à Efe que o terrorista vestia um uniforme da Polícia afegã e atacou o carro de Mohsini. Embora nenhum grupo tenha assumido a autoria do ataque, os talibãs costumam recorrer aos atentados suicidas em sua luta por derrubar o Governo afegão, conseguir a saída das tropas internacionais enviadas ao país e implantar um regime de corte radical islâmico.]]></content>
			<description><![CDATA[Pelo menos dez pessoas, entre elas um chefe provincial, morreram nesta segunda-feira em um atentado suicida contra prédios do Governo em Pul-e-Khumri, capital da província de Baghlan, no norte do Afeganistão, informou à Agência Efe uma fonte oficial....]]></description>
			<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Ban Ki-moon pede que Coreia do Norte cesse teste de mísseis]]></title>
			<pubDate>Sun, 19 May 2013 22:04:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/ban-ki-moon-pede-que-coreia-do-norte-cesse-teste-de-misseis,f145781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/ban-ki-moon-pede-que-coreia-do-norte-cesse-teste-de-misseis,f145781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, advertiu neste domingo para os riscos de uma "perigosa escalada" depois dos disparos de mísseis de curto alcance realizados pela Coreia do Norte, enquanto pediu uma redução das tensões.  "Espero que a Coreia do Norte se abstenha de ações futuras similares", disse Ban à agência de notícias russa RIA Novosti. Ban estava em Moscou após se encontrar com o presidente russo, Vladimir Putin, na cidade de Sochi. A Coreia do Norte disparou este domingo, pela quarta vez em dois dias, um míssil de curto alcance de sua costa leste, aparentemente durante manobras militares, informou um alto funcionário sul-coreano. Pyongyang já tinha efetuado na véspera três disparos similares. Estes mísseis são de curto alcance, mas Washington e Seul temem que no futuro próximo testes de mísseis Musudan, de médio alcance, reavivem as tensões na região, após o teste nuclear de fevereiro.  Ban disse que Pyongyang deve retomar as negociações. "É tempo de retomar o diálogo e reduzir as tensões. As Nações Unidas estão dispostas a cooperar", disse Ban. O chefe da ONU disse esperar que a Rússia "use seus contatos para diminuir a tensão e abrir o diálogo com a Coreia do Norte". Horas depois, falando através de seu porta-voz, Martin Neserky, Ban disse estar "preocupado com as provocações e as tensões na península coreana, sobretudo devido aos riscos de erros de cálculo e de uma perigosa escalada". O secretário-geral das Nações Unidas, ex-ministro sul-coreano das Relações Exteriores, "está disposto a ajudar a facilitar o processo de paz e instauração da confiança na península coreana", acrescentou o porta-voz em um comunicado. Tens&atilde;o na pen&iacute;nsula coreana&lt;a data-cke-saved-href=&quot;http://noticias.terra.com.br/mundo/infograficos/tensao-na-coreia/iframe.htm&quot; href=&quot;http://noticias.terra.com.br/mundo/infograficos/tensao-na-coreia/iframe.htm&quot;&gt;veja o infogr&aacute;fico&lt;/a&gt; &amp;amp;lt;a data-cke-saved-href=&amp;quot;http://noticias.terra.com.br/mundo/infograficos/tensao-na-coreia/iframe.htm&amp;quot; href=&amp;quot;http://noticias.terra.com.br/mundo/infograficos/tensao-na-coreia/iframe.htm&amp;quot;&amp;amp;gt;veja o infogr&amp;aacute;fico&amp;amp;lt;/a&amp;amp;gt;]]></content>
			<description><![CDATA[O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, advertiu neste domingo para os riscos de uma "perigosa escalada" depois dos disparos de mísseis de curto alcance realizados pela Coreia do Norte, enquanto pediu uma redução das tensões. ...]]></description>
			<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Quatro policiais são assassinatos no oeste do Iraque]]></title>
			<pubDate>Sun, 19 May 2013 21:22:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/quatro-policiais-sao-assassinatos-no-oeste-do-iraque,0705781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/quatro-policiais-sao-assassinatos-no-oeste-do-iraque,0705781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Pelo menos quatro policiais morreram nas mãos de homens armados que também atacaram um quartel militar, na noite deste domingo, na província de Anbar, no oeste do Iraque, informou uma autoridade local. Os atacantes mataram quatro policiais e feriram outros três durante o ataque a uma delegacia de Rawa, cidade situada 260 quilômetros a noroeste da capital iraquiana, informou Qais al Rawi, responsável político local. Segundo a mesma fonte, os homens armados atacaram um quartel militar, ao qual atearam fogo. No total, 16 soldados, entre eles um oficial, estavam no interior do prédio, mas por enquanto foi impossível obter um balanço. Província situada no oeste do Iraque, Anbar foi cenário de ataques frequentes contra as forças de segurança nas últimas semanas. Ao menos 10 pessoas foram sequestradas no sábado, segundo fontes de segurança. Nesta região é especialmente forte o movimento iniciado há cinco meses pela minoria sunita do país que assegura que as autoridades estigmatizaram sua comunidade com detenções e acusações de "terrorismo".]]></content>
			<description><![CDATA[Pelo menos quatro policiais morreram nas mãos de homens armados que também atacaram um quartel militar, na noite deste domingo, na província de Anbar, no oeste do Iraque, informou uma autoridade local....]]></description>
			<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Presidente de Mianmar faz visita histórica à Casa Branca nesta segunda]]></title>
			<pubDate>Sun, 19 May 2013 21:10:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/presidente-de-mianmar-faz-visita-historica-a-casa-branca-nesta-segunda,d1f4781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/presidente-de-mianmar-faz-visita-historica-a-casa-branca-nesta-segunda,d1f4781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O presidente de Mianmar, Thein Sein, se tornará na segunda-feira o primeiro líder do país a visitar a Casa Branca em quase meio século, um dos sinais mais simbólicos do apoio dos Estados Unidos às reformas o governo da antiga Birmânia vem adotando. Em um cenário que seria inimaginável alguns anos atrás, o ex-general se reunirá com o presidente americano, Barack Obama, e posteriormente falará com líderes de empresas americanas dispostos a investir em um país que durante muito tempo foi um pária para o Ocidente. Críticos afirmam que o convite de Obama foi prematuro e tira pressão de Mianmar sobre as desejadas respostas a abusos alarmantes, como a recente violência antimuçulmana para a qual as forças de segurança supostamente teriam feito vista grossa. Thein Sein, que assumiu o comando do país como civil em 2011, surpreendeu até os céticos ao libertar centenas de presos políticos, aliviar a censura e permitir à líder oposicionista, Aung San Kyi, em longa prisão domiciliar, entrar no Parlamento. O presidente americano tem se mostrado entusiasmado sobre Mianmar. Em novembro, ele visitou o país e suspendeu a maior parte das sanções em sinal de reconhecimento às mudanças. A Casa Branca informou em um comunicado que a visita de Thein Sein "reforça o compromisso do presidente Obama de apoiar e auxiliar aqueles governos que tomam a importante decisão de adotar reformas". Zaw Htay, diretor do gabinete de Thein Sein, saudou o apoio americano e repudiou os temores de que o país vá recuar. Mianmar libertou outros 20 prisioneiros políticos na semana passada, embora ativistas afirmem que cerca de 200 mais continuem na prisão. "A Primavera de Mianmar é mais concreta do que a Primavera Árabe. Esta primavera representa os valores que os Estados Unidos vem promovendo ao redor do mundo", declarou à AFP. O momento mais crítico será em 2015, quando Mianmar tem previsto celebrar eleições, um teste para verificar se os militares e seus aliados estariam dispostos a ceder o poder, potencialmente a Suu Kyi. O Exército assumiu o comando do país, na época conhecido como Birmânia, em 1962, ao que se seguiram décadas de isolamento. O dirigente militar Ne Win foi, em 1966, o último líder a visitar a Casa Branca, onde se reuniu com o presidente Lyndon Johnson. Muitos especialistas acreditam que a motivação principal para as reformas em Mianmar é aliviar sua dependência da vizinha China, que desenvolveu uma influência esmagadora em país orgulhosamente independente, tendo como pano de fundo sanções americanas e europeias. Os Estados Unidos tem avançado em novos esforços para demonstrar benefícios tangíveis para o caminho da reforma. Em um movimento há muito buscado por seus dirigentes, os Estados Unidos se referem cada vez mais ao país como Mianmar, enquanto oficialmente apoia o nome Birmânia, preferido pelos grupos em exílio. Nas últimas semanas, os Estados Unidos deram um fim a vastas restrições a vistos e o alto encarregado comercial Demetrios Marantis visitou Mianmar para dar início a discussões sobre medidas econômicas, tais como oferecer acesso isento de tarifas a alguns produtos. Mas em um sinal prévio à visita de Thein Sein, o representante democrata por Nova York Joe Crowley, que tem sido ativo sobre a questão de Mianmar, introduziu uma legislação para estender por um ano a proibição sobre as pedras preciosas do país, importante fonte de renda para os militares. Crowley disse estar "muito preocupado" com as violações aos direitos humanos em Mianmar, inclusive os "ataques brutais" nos últimos meses contra a minoria muçulmana. Um relatório da organização humanitária Human Rights Watch, divulgado recentemente, acusou Mianmar de fazer uma "campanha de limpeza étnica" contra os Rohingya, integrantes de uma minoria predominantemente muçulmana que sequer são considerados cidadãos do país, de maioria budista. Ativistas do grupo Campaign for Burma, que planeja protestos contra Thein Sein, informaram que os Estados Unidos deveriam ter recuado ou pelo menos congelado as medidas como condição de deter o abuso contra os Rohingya. "O presidente Obama está enviando a mensagem de que crimes contra a humanidade praticados por forças do Estado contra minorias étnicas e religiosas serão ignorados por sua administração", afirmou Jennifer Quigley, diretora-executiva do grupo. Autoridades do governo argumentam que Thein Sein tem feito esforços sinceros para responder a violência étnica e religiosa, cujas origens afetam seu governo.]]></content>
			<description><![CDATA[O presidente de Mianmar, Thein Sein, se tornará na segunda-feira o primeiro líder do país a visitar a Casa Branca em quase meio século, um dos sinais mais simbólicos do apoio dos Estados Unidos às reformas o governo da antiga Birmânia vem adotando....]]></description>
			<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Líbano: tiroteio em Trípoli deixa um morto]]></title>
			<pubDate>Sun, 19 May 2013 20:07:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/libano-tiroteio-em-tripoli-deixa-um-morto,1aa3ac993f2be310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/libano-tiroteio-em-tripoli-deixa-um-morto,1aa3ac993f2be310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Uma pessoa morreu e dezenas ficaram feridas por tiros no domingo, na cidade libanesa de Trípoli, disseram fontes de segurança no mais recente surto de violência sectária alimentada pela guerra civil na vizinha Síria. As fontes disseram que o homem morto era do distrito Jabal Mohsen, em Trípoli, um enclave de moradores alauítas na cidade portuária habitada principalmente por muçulmanos sunitas. A maioria dos muçulmanos sunitas no Líbano apoia a revolta contra o presidente Bashar al-Assad, que é da minoria alauíta da Síria. Três pessoas ficaram feridas em Jabal Mohsen e outros 10 ficaram feridos no bairro muçulmano sunita adjacente de Bab Tabbaneh, disseram as fontes de segurança. Tiros ainda podiam ser ouvidos após o anoitecer, disseram moradores, mas a presença do Exército nos principais cruzamentos e os confrontos pareciam ter desaparecido. Tensões sobre a crise síria frequentemente levaram a combates de rua em Trípoli. Em dezembro, pelo menos 12 pessoas foram mortas em alguns dos confrontos mais pesados a atingir o porto da cidade.]]></content>
			<description><![CDATA[Uma pessoa morreu e dezenas ficaram feridas por tiros no domingo, na cidade libanesa de Trípoli, disseram fontes de segurança no mais recente surto de violência sectária alimentada pela guerra civil na vizinha Síria....]]></description>
			<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Palestinos recuperam controle de zona confiscada por Israel]]></title>
			<pubDate>Sun, 19 May 2013 17:10:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/palestinos-recuperam-controle-de-zona-confiscada-por-israel,02b3781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/palestinos-recuperam-controle-de-zona-confiscada-por-israel,02b3781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Israel devolverá aos palestinos o controle de uma zona onde estava instalado um assentamento israelense na Cisjordânia. O anúncio foi feito pela organização israelense de direitos humanos Yesh Din. A área foi confiscada há 30 anos. Segundo a organização, que havia apresentado um recurso no supremo tribunal em nome dos proprietários do povoado palestino de Burka, o estado de Israel anunciou a decisão de "anular a ordem de confiscar as terras". As terras foram confiscadas por "razões de segurança" em 1978 para estabelecer um posto militar, indicou a Yesh Din. "Mas o assentamento de Homesh foi instalado ilegalmente", afirmou. O assentamento foi evacuado em agosto de 2005, bem como outros três situados no norte da Cisjordânia, no marco da evacuação de todos os assentamentos e bases militares israelenses da Faixa de Gaza. "Agora devemos garantir que os proprietários tenham acesso a suas terras. O reconhecimento de propriedade privada palestina por parte de Israel não significa necessariamente que os donos possam usufruir de suas terras", lamentou a organização.]]></content>
			<description><![CDATA[Israel devolverá aos palestinos o controle de uma zona onde estava instalado um assentamento israelense na Cisjordânia. O anúncio foi feito pela organização israelense de direitos humanos Yesh Din. A área foi confiscada há 30 anos....]]></description>
			<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Primeiro-ministro de Israel fala sobre "vazamento" de armas na Síria]]></title>
			<pubDate>Sun, 19 May 2013 16:49:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/primeiro-ministro-de-israel-fala-sobre-vazamento-de-armas-na-siria,4792ac993f2be310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/primeiro-ministro-de-israel-fala-sobre-vazamento-de-armas-na-siria,4792ac993f2be310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu sinalizou no domingo sobre a perspectiva de ataques israelenses dentro da Síria, comprometendo-se a agir para impedir que armas avançadas cheguem ao Hezbollah e outros grupos militantes. Embora Israel não tenha tomado publicamente lados na guerra civil entre o presidente sírio, Bashar al-Assad, e os rebeldes que tentam derrubá-lo, fontes ocidentais e israelenses dizem que o país lançou ataques aéreos na Síria para destruir as armas que acreditava ser destinadas para o Hezbollah. Em declarações públicas durante a reunião semanal de seu gabinete, Netanyahu não fez menção direta a esses ataques, mas disse que Israel estava preparada para agir no futuro e se "preparando para todos os cenários" no conflito sírio. Israel tinha uma política "para evitar, tanto quanto possível, o vazamento de armas avançadas para o Hezbollah e elementos de terror", disse ele. "Vamos agir para garantir o interesse na segurança dos cidadãos de Israel no futuro também." Tzipi Livni, membro do gabinete de segurança de Netanyahu e um ex-ministro das Relações Exteriores, disse: "Eu não acho que há alguém em Israel ansioso para agir" na Síria. Em entrevista à Rádio do Exército de Israel, Livni também disse que os políticos israelenses devem evitar tomar partido. "Israel não é popular na Síria. Portanto, tal declaração só poderia ser usada como munição por um dos lados para tentar desviar o debate ou a violência contra Israel -- e esta é a última coisa de que precisamos", disse Livni. Israel não confirmou nem negou que atacou mísseis fornecidos por iranianos armazenados perto de Damasco neste mês, os quais se acreditava que seriam entregues para o Hezbollah, que travou uma guerra com Israel em 2006 e é aliado Assad.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/05/19/netanyahu-reuniao-afp.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: AFP" title="Foto: AFP"> <br>O primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu sinalizou no domingo sobre a perspectiva de ataques israelenses dentro da Síria, comprometendo-se a agir para impedir que armas avançadas cheguem ao Hezbollah e outros grupos militantes....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/05/19/netanyahu-reuniao-afp.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Criticado, Obama falará sobre Al-Qaeda, drones e Guantánamo em discurso]]></title>
			<pubDate>Sun, 19 May 2013 16:13:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/criticado-obama-falara-sobre-al-qaeda-drones-e-guantanamo-em-discurso,1062ac993f2be310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/criticado-obama-falara-sobre-al-qaeda-drones-e-guantanamo-em-discurso,1062ac993f2be310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, criticado por falhas de segurança em uma missão do país na Líbia, vai falar em um discurso na quinta-feira sobre sua política de combate ao terrorismo. Obama abordará desde o uso controverso de drones (aeronaves não tripuladas) até os esforços para fechar a prisão militar dos EUA na Baía de Guantánamo, Cuba. Conheça mais sobre os drones e as polêmicas que os envolvem O uso por Obama de avião-robô militar para atacar os extremistas aumentou as tensões em países como Paquistão e é criticado por ativistas de direitos humanos nos Estados Unidos. A incapacidade em realizar o compromisso de campanha de 2008 de fechar a prisão de Guantánamo seguiu-se de uma greve de fome entre muitos dos suspeitos de terrorismo detidos no local. Além disso, o ressurgimento nas últimas semanas de perguntas sobre a morte do embaixador dos Estados Unidos na Líbia, Christopher Stevens, e de outros três americanos em um ataque contra uma instalação do país em Benghazi, no ano passado, colocou Obama na defensiva. Em seu discurso no início deste ano, chamado "State of the Union" (Estado da União), Obama prometeu trabalhar com o Congresso para ter certeza de que a investigação, detenção e julgamento de suspeitos de terrorismo estava consistente com a lei dos EUA. Um funcionário da Casa Branca disse que Obama irá abordar estas questões em um discurso na quinta-feira na Universidade de Defesa Nacional em Washington. Ele vai dizer que a Al-Qaeda foi significativamente degradada, mas continua sendo uma ameaça, em conjunto com suas afiliadas, disse o funcionário sob condição de anonimato. "Ele vai analisar o estado das ameaças que enfrentamos, sobretudo como o núcleo da Al-Qaeda se enfraqueceu, mas novos perigos surgiram", disse o funcionário. Obama também vai discutir o quadro político e legal que os Estados Unidos usa para agir contra ameaças de terrorismo, incluindo o uso de drones. "Ele vai rever a nossa política de detenção e esforços para fechar o centro de detenção na Baía de Guantánamo, e ele vai falar sobre o futuro de nossos esforços contra a Al-Qaeda, suas afiliadas e adeptos", disse o funcionário.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/04/30/obamacoletivaap.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: AP" title="Foto: AP"> <br>O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, criticado por falhas de segurança em uma missão do país na Líbia, vai falar em um discurso na quinta-feira sobre sua política de combate ao terrorismo. Obama abordará desde o uso controverso de drones (aeronaves não tripuladas) até os esforços para fechar a prisão militar dos EUA na Baía de Guantánamo, Cuba....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/04/30/obamacoletivaap.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Tropas sírias e Hezbollah atacam reduto rebelde; ao menos 32 mortos]]></title>
			<pubDate>Sun, 19 May 2013 15:07:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/tropas-sirias-e-hezbollah-atacam-reduto-rebelde-ao-menos-32-mortos,e0d2781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/tropas-sirias-e-hezbollah-atacam-reduto-rebelde-ao-menos-32-mortos,e0d2781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O Exército sírio, apoiado por milicianos do partido xiita libanês Hezbollah, entrou neste domingo no centro de Qusair, reduto dos rebeldes na província de Homs, um dia depois do presidente Bashar al-Assad ter reafirmado que não pensa em abandonar o poder. Pelo menos 32 pessoas morreram no conflito entre rebeldes sírios, tropas do governo e combatentes do Hezbollah em Qusair, a dez quilômetros da fronteira com o Líbano, segundo ativistas contrários ao regime. Os opositores, no entanto, minimizaram o avanço do Exército, alegando que os rebeldes oferecem uma resistência intensa ao ataque das tropas oficiais na cidade de 25 mil habitantes. "O Exército sírio controla a principal praça de Qusair no centro da cidade, assim como os edifícios próximos, incluindo o do governo municipal, onde os soldados hastearam uma bandeira síria", afirmou uma fonte militar que pediu anonimato. A televisão estatal exibiu uma entrevista com um soldado em Qusair que afirmou que "os homens armados" fugiram para o norte, sentido em que seguirão avançando para acabar com qualquer manifestação armada". "Se o Exército conseguir tomar o controle de Qusair, toda a província de Homs cairá nas mãos do regime", afirmou Rami Abdel Rahman, diretor do Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH), ONG que tem uma ampla rede de militantes, além de fontes médicas e militares. Abdel Rahman disse temer um "massacre" se o Exército tomar a cidade. O soldado entrevistado pela televisão oficial afirmou que o Exército "deixou que os habitantes saíssem pelo acesso noroeste da cidade", versão desmentida pelos rebeldes, que denunciam um "asfixiante cerco imposto pelo regime sírio e pelo Hezbollah libanês". O ataque terrestre teve início neste domingo, depois de uma série de ataques aéreos e disparos de morteiro que deixaram pelo menos 30 mortos, incluindo uma mulher e 16 rebeldes. Pouco depois aconteceram confrontos violentos nos acessos de entrada da cidade, defendidos pelos rebeldes ante os tanques do exército e os combatentes do Hezbollah xiita. Os combatentes do Hezbollah, aliado do regime de Bashar al-Assad, "desempenham um papel central na batalha", destacou Abdel Rahman. Há várias semanas, o Exército, com o Hezbollah e milicianos leais ao regime, tentam tomar Qusair, reduto rebelde do centro do país que resiste há mais de um ano. Várias localidades ao redor da cidade já foram retomadas pelas forças do governo. Qusair é considerada uma cidade estratégica por ficar entre a capital e a costa mediterrânea. Além disso, fica perto da fronteira libanesa. O Conselho Nacional Sírio (CNS), principal coalizão da oposição, denunciou as "tentativas de invadir e apagar a cidade e seus habitantes do mapa e pediu uma reunião urgente da Liga Árabe para "deter o massacre". "Afirmamos aos países que trabalham para encontrar uma solução política ao conflito sírio que ignorar esta invasão provocará a perda de todo sentido de qualquer conferência e de qualquer esforço de paz", advertiu o CNS em um comunicado. Para tentar resolver o conflito, a comunidade internacional tenta organizar, em junho em Genebra, uma conferência de paz que reúna as grandes potências, os países árabes, a oposição e o regime de Damasco. A conferência deve estar baseada na declaração de Genebra assinada pelas grandes potências em junho de 2012 e que prevê o fim da violência, assim como um governo de transição, mas sem fazer referência ao destino de Assad, principal ponto de discórdia entre russos e americanos. Moscou, grande aliado de Damasco e a quem fornece armas, defende a manutenção de Assad até a celebração de eleições, enquanto Washington reclamou em várias ocasiões a sua saída, algo que a oposição considera uma condição imprescindível para qualquer iniciativa de paz. Mas em uma entrevista concedida à agência estatal de notícias argentina Télam e ao jornal Clarín, Bashar al-Assad insistiu na recusa a deixar o poder antes do fim de seu mandato em 2014 e deu a entender que será candidato no próximo ano. "Renunciar seria fugir", declarou Assad, antes de destacar que "quem deve sair e quem deve permanecer será determinado pelo povo sírio nas eleições presidenciais de 2014". Na entrevista, Assad negou que seu governo tenha utilizado armas químicas contra a população civil e afirmou que as acusações eram um pretexto para justificar uma intervenção estrangeira na Síria. Segundo o OSDH, 94 mil pessoas morreram no conflito, que começou em março de 2011 como uma revolta pacífica contra o regime, antes de virar uma guerra civil. Com informações adicionais da agência Reuters]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/05/19/siria-quseir-ap-1.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Qusair Lens /AP" title="Foto: Qusair Lens /AP"> <br>O Exército sírio, apoiado por milicianos do partido xiita libanês Hezbollah, entrou neste domingo no centro de Qusair, reduto dos rebeldes na província de Homs, um dia depois do presidente Bashar al-Assad ter reafirmado que não pensa em abandonar o poder....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/05/19/siria-quseir-ap-1.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Policiais egípcios bloqueiam fronteira com Israel]]></title>
			<pubDate>Sun, 19 May 2013 13:22:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/policiais-egipcios-bloqueiam-fronteira-com-israel,1b91ac993f2be310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/policiais-egipcios-bloqueiam-fronteira-com-israel,1b91ac993f2be310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Policiais egípcios, indignados com o sequestro de sete colegas por extremistas islâmicos, bloquearam um fronteira comercial com Israel neste domingo, segundo fontes da área de segurança. Desde sexta-feira, policiais já bloqueavam outra fronteira, o posto de Rafah, com a Faixa de Gaza, como forma de pressionar o governo do presidente Mohamed Mursi, integrante da Irmandade Muçulmana, a ajudar na libertação dos sete sequestrados. Dezenas de policiais intensificaram o protesto neste domingo ao fronteira de al-Awja, 40 quilômetros ao sul de Rafah. A fronteira é usada por caminhões que transportam bens entre o Egito e Israel. "O movimento de caminhões está totalmente interrompido", disse uma fonte da área de segurança. Ofer Lefler, porta-voz do serviço que controla as fronteiras de Israel, confirmou que o tráfego havia parado em al-Awja, fronteira conhecida em Israel como Nitzana, nas duas direções. De acordo com ele, a maioria do movimento na fronteira fechada corresponde a bens chegando e saindo da Faixa de Gaza. Extremistas armados sequestraram os policiais na quinta-feira, numa estrada entre el-Arish e Rafah, cidades do Sinai. Eles exigem a libertação de militantes islâmicos presos. Grupos de extremistas islâmicos no norte do Sinai têm explorado a erosão da autoridade do Estado egípcio desde a queda de Hosni Mubarak, em 2011, para atacar alvos egípcios e israelenses. Omar Amer, porta-voz da Presidência do Egito, disse à TV estatal do país que não há negociações com os sequestradores, e que tampouco seria aceitável negociar com criminosos.]]></content>
			<description><![CDATA[Policiais egípcios, indignados com o sequestro de sete colegas por extremistas islâmicos, bloquearam um fronteira comercial com Israel neste domingo, segundo fontes da área de segurança. Desde sexta-feira, policiais já bloqueavam outra fronteira, o posto de Rafah, com a Faixa de Gaza, como forma de pressionar o governo do presidente Mohamed Mursi, integrante da Irmandade Muçulmana, a ajudar na libertação dos sete sequestrados....]]></description>
			<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Israel atua para impedir entrega de armas ao Hezbollah]]></title>
			<pubDate>Sun, 19 May 2013 12:19:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/israel-atua-para-impedir-entrega-de-armas-ao-hezbollah,9361ac993f2be310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/israel-atua-para-impedir-entrega-de-armas-ao-hezbollah,9361ac993f2be310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Israel atua para impedir que as armas sírias acabem nas mãos do Hezbollah libanês e continuará agindo neste sentido, afirmou neste domingo o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu. Há duas semanas, Israel bombardeou a região de Damasco para, segundo fontes do governo, evitar a transferência de armas sofisticadas iranianas ao Hezbollah, grupo xiita libanês aliado do presidente sírio, Bashar al-Assad. Netanyahu disse que o Oriente Médio está passando pelo período mais sensível em décadas, com o conflito na Síria no centro da agitação. "Estamos acompanhando de perto as evoluções e mudanças aqui e estamos preparados para qualquer cenário", afirmou na reunião semanal de seu gabinete. "O governo israelense atua de forma responsável, determinada e prudente para assegurar o interesse supremo do Estado de Israel, que é a segurança de seus cidadãos, seguindo a política que fixamos: evitar o máximo possível a entrega de armas avançadas ao Hezbollah e a elementos terroristas" disse. Israel advertiu em várias ocasiões que não permitirá a entrega de armamento avançado ou de agentes químicos ao Hezbollah ou a qualquer outro grupo de militantes.]]></content>
			<description><![CDATA[Israel atua para impedir que as armas sírias acabem nas mãos do Hezbollah libanês e continuará agindo neste sentido, afirmou neste domingo o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu....]]></description>
			<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Irã enforca dois condenados por espionagem]]></title>
			<pubDate>Sun, 19 May 2013 12:04:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/ira-enforca-dois-condenados-por-espionagem,d851ac993f2be310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/ira-enforca-dois-condenados-por-espionagem,d851ac993f2be310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Dois iranianos condenados à morte por espionagem a favor de Israel e dos Estados Unidos foram enforcados neste domingo em Teerã. Um dos enforcados, Mohammad Heydari, havia sido condenado por "entregar informações sobre a segurança e os segredos do país" aos serviços secretos israelenses "em troca de dinheiro, afirma um comunicado da procuradoria. O outro condenado, Kourosh Ahmadi, "entregou informações à CIA", acrescenta a mesma nota, que não revela mais detalhes. O serviço secreto iraniano anuncia com frequência a detenção de pessoas acusadas de espionagem a favor dos Estados Unidos, Grã-Bretanha e Israel". O Irã acusa os serviços secretos israelense e americano de terem estimulado os atentados que mataram vários cientistas nucleares iranianos nos últimos anos. Em maio de 2012, Makhid Jamali Fashi foi enforcado depois de ter sido condenado por espionagem a favor de Israel. Fashi foi acusado de ter recebido US$ 120 mil para colaborar na organização dos assassinatos. Um ex-marine americano, Amir Mirzai Hekmati, que tem cidadania iraniana, está detido desde 2012 acusado de espionagem, o que o governo dos Estado Unidos nega.]]></content>
			<description><![CDATA[Dois iranianos condenados à morte por espionagem a favor de Israel e dos Estados Unidos foram enforcados neste domingo em Teerã. Um dos enforcados, Mohammad Heydari, havia sido condenado por "entregar informações sobre a segurança e os segredos do país" aos serviços secretos israelenses "em troca de dinheiro, afirma um comunicado da procuradoria....]]></description>
			<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Síria: bombardeio contra reduto rebelde deixa ao menos 23 mortos]]></title>
			<pubDate>Sun, 19 May 2013 11:13:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/siria-bombardeio-contra-reduto-rebelde-deixa-ao-menos-23-mortos,0e02781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/siria-bombardeio-contra-reduto-rebelde-deixa-ao-menos-23-mortos,0e02781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[As forças do regime sírio e milicianos do grupo xiita libanês Hezbollah atacaram neste domingo a cidade de Al Quseir, na fronteira com o Líbano, e causaram a morte de pelo menos 23 pessoas, disse à agência EFE uma fonte do rebelde Exército Livre Sírio (ELS). Segundo o general Abdel Halim Ganun, comandante de brigadas do ELS em Al Quseir, a força combinada utilizou "todo tipo de mísseis, aviões Mig e barris de explosivos" para bombardear esta cidade e tentar invadi-la, pois lá se encontrava a resistência dos grupos rebeldes Entre os mortos, há tanto civis como combatentes do ELS, disse a fonte, que acrescentou que há centenas de feridos, incluindo várias mulheres e crianças. "Temos provas e corpos de milicianos do Hezbollah com suas carteiras de identidade em Al Quseir, que confirmam que este grupo participou da operação", afirmou o general. O grupo de ativistas Comitês de Coordenação Local informou em comunicado que pelo menos 30 pessoas morreram e outras dezenas ficaram feridas nos bombardeios em Al Quseir. O envolvimento do Hezbollah no conflito, sobretudo em áreas de fronteira de Homs como Al Quseir, foi denunciado há vários meses pela oposição síria. O líder do Hezbollah, Hassan Nasrallah, disse recentemente que "os verdadeiros amigos da Síria" não permitirão que este país caia nas mãos dos Estados Unidos nem dos grupos extremistas (takfiris)" e que seu grupo não hesitará em defender os libaneses que estão na Síria.]]></content>
			<description><![CDATA[As forças do regime sírio e milicianos do grupo xiita libanês Hezbollah atacaram neste domingo a cidade de Al Quseir, na fronteira com o Líbano, e causaram a morte de pelo menos 23 pessoas, disse à agência EFE uma fonte do rebelde Exército Livre Sírio (ELS). Segundo o general Abdel Halim Ganun, comandante de brigadas do ELS em Al Quseir, a força combinada utilizou "todo tipo de mísseis, aviões Mig e barris de explosivos" para bombardear esta cidade e tentar invadi-la, pois lá se encontrava a resistência dos grupos rebeldes...]]></description>
			<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Bombardeio do regime sírio mata 13 pessoas na Síria]]></title>
			<pubDate>Sun, 19 May 2013 08:37:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/bombardeio-do-regime-sirio-mata-13-pessoas-na-siria,c0a1781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/oriente-medio/bombardeio-do-regime-sirio-mata-13-pessoas-na-siria,c0a1781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Pelo menos 13 pessoas morreram neste domingo e dezenas ficaram feridas por causa de um forte bombardeio do regime sírio contra a cidade Al Quseir, na fronteira com o Líbano, informou o Observatório Sírio de Direitos Humanos. Em comunicado, o grupo assinalou que há combatentes entre os mortos por esse ataque das forças governamentais, que estão ao redor da cidade e são apoiadas por supostos membros da milícia xiita libanesa Hezbollah. Enquanto isso, a opositora Comissão Geral da Revolução Síria fala em 18 mortos pelo bombardeio de Al Quseir. Esta cidade fronteiriça, localizada na castigada província de Homs (centro), é nos últimos meses palco de intensos combates entre os leais e os opositores do presidente sírio, Bashar al Assad.]]></content>
			<description><![CDATA[Pelo menos 13 pessoas morreram neste domingo e dezenas ficaram feridas por causa de um forte bombardeio do regime sírio contra a cidade Al Quseir, na fronteira com o Líbano, informou o Observatório Sírio de Direitos Humanos....]]></description>
			<category><![CDATA[Oriente Médio]]></category>
		</item>
	</channel>
</rss>