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		<title><![CDATA[Terra - RSS - Distúrbios no Mundo Árabe]]></title>
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		<description><![CDATA[Últimas Notícias - Distúrbios no Mundo Árabe]]></description>
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		<copryright><![CDATA[Copyright 2000-2013 Terra Networks, S.A.]]></copryright>
		<category><![CDATA[Distúrbios no Mundo Árabe]]></category>
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			<title><![CDATA[Terra - RSS - Distúrbios no Mundo Árabe]]></title>
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			<title><![CDATA[Tropas sírias e Hezbollah atacam reduto rebelde; ao menos 32 mortos]]></title>
			<pubDate>Sun, 19 May 2013 15:07:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/disturbios-no-mundo-arabe/tropas-sirias-e-hezbollah-atacam-reduto-rebelde-ao-menos-32-mortos,e0d2781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA[O Exército sírio, apoiado por milicianos do partido xiita libanês Hezbollah, entrou neste domingo no centro de Qusair, reduto dos rebeldes na província de Homs, um dia depois do presidente Bashar al-Assad ter reafirmado que não pensa em abandonar o poder. Pelo menos 32 pessoas morreram no conflito entre rebeldes sírios, tropas do governo e combatentes do Hezbollah em Qusair, a dez quilômetros da fronteira com o Líbano, segundo ativistas contrários ao regime. Os opositores, no entanto, minimizaram o avanço do Exército, alegando que os rebeldes oferecem uma resistência intensa ao ataque das tropas oficiais na cidade de 25 mil habitantes. "O Exército sírio controla a principal praça de Qusair no centro da cidade, assim como os edifícios próximos, incluindo o do governo municipal, onde os soldados hastearam uma bandeira síria", afirmou uma fonte militar que pediu anonimato. A televisão estatal exibiu uma entrevista com um soldado em Qusair que afirmou que "os homens armados" fugiram para o norte, sentido em que seguirão avançando para acabar com qualquer manifestação armada". "Se o Exército conseguir tomar o controle de Qusair, toda a província de Homs cairá nas mãos do regime", afirmou Rami Abdel Rahman, diretor do Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH), ONG que tem uma ampla rede de militantes, além de fontes médicas e militares. Abdel Rahman disse temer um "massacre" se o Exército tomar a cidade. O soldado entrevistado pela televisão oficial afirmou que o Exército "deixou que os habitantes saíssem pelo acesso noroeste da cidade", versão desmentida pelos rebeldes, que denunciam um "asfixiante cerco imposto pelo regime sírio e pelo Hezbollah libanês". O ataque terrestre teve início neste domingo, depois de uma série de ataques aéreos e disparos de morteiro que deixaram pelo menos 30 mortos, incluindo uma mulher e 16 rebeldes. Pouco depois aconteceram confrontos violentos nos acessos de entrada da cidade, defendidos pelos rebeldes ante os tanques do exército e os combatentes do Hezbollah xiita. Os combatentes do Hezbollah, aliado do regime de Bashar al-Assad, "desempenham um papel central na batalha", destacou Abdel Rahman. Há várias semanas, o Exército, com o Hezbollah e milicianos leais ao regime, tentam tomar Qusair, reduto rebelde do centro do país que resiste há mais de um ano. Várias localidades ao redor da cidade já foram retomadas pelas forças do governo. Qusair é considerada uma cidade estratégica por ficar entre a capital e a costa mediterrânea. Além disso, fica perto da fronteira libanesa. O Conselho Nacional Sírio (CNS), principal coalizão da oposição, denunciou as "tentativas de invadir e apagar a cidade e seus habitantes do mapa e pediu uma reunião urgente da Liga Árabe para "deter o massacre". "Afirmamos aos países que trabalham para encontrar uma solução política ao conflito sírio que ignorar esta invasão provocará a perda de todo sentido de qualquer conferência e de qualquer esforço de paz", advertiu o CNS em um comunicado. Para tentar resolver o conflito, a comunidade internacional tenta organizar, em junho em Genebra, uma conferência de paz que reúna as grandes potências, os países árabes, a oposição e o regime de Damasco. A conferência deve estar baseada na declaração de Genebra assinada pelas grandes potências em junho de 2012 e que prevê o fim da violência, assim como um governo de transição, mas sem fazer referência ao destino de Assad, principal ponto de discórdia entre russos e americanos. Moscou, grande aliado de Damasco e a quem fornece armas, defende a manutenção de Assad até a celebração de eleições, enquanto Washington reclamou em várias ocasiões a sua saída, algo que a oposição considera uma condição imprescindível para qualquer iniciativa de paz. Mas em uma entrevista concedida à agência estatal de notícias argentina Télam e ao jornal Clarín, Bashar al-Assad insistiu na recusa a deixar o poder antes do fim de seu mandato em 2014 e deu a entender que será candidato no próximo ano. "Renunciar seria fugir", declarou Assad, antes de destacar que "quem deve sair e quem deve permanecer será determinado pelo povo sírio nas eleições presidenciais de 2014". Na entrevista, Assad negou que seu governo tenha utilizado armas químicas contra a população civil e afirmou que as acusações eram um pretexto para justificar uma intervenção estrangeira na Síria. Segundo o OSDH, 94 mil pessoas morreram no conflito, que começou em março de 2011 como uma revolta pacífica contra o regime, antes de virar uma guerra civil. Com informações adicionais da agência Reuters]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/05/19/siria-quseir-ap-1.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Qusair Lens /AP" title="Foto: Qusair Lens /AP"> <br>O Exército sírio, apoiado por milicianos do partido xiita libanês Hezbollah, entrou neste domingo no centro de Qusair, reduto dos rebeldes na província de Homs, um dia depois do presidente Bashar al-Assad ter reafirmado que não pensa em abandonar o poder....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/05/19/siria-quseir-ap-1.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Distúrbios no Mundo Árabe]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Material fotográfico conta os dois anos de guerra civil na Síria]]></title>
			<pubDate>Sun, 19 May 2013 13:36:32 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/disturbios-no-mundo-arabe/material-fotografico-conta-os-dois-anos-de-guerra-civil-na-siria,46b903fd294be310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/disturbios-no-mundo-arabe/material-fotografico-conta-os-dois-anos-de-guerra-civil-na-siria,46b903fd294be310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Parte da complexidade de se entender a guerra civil da Síria reside na dificuldade de acesso a informações seguras, resultado da violência disseminada pelo país e pela restrição ao trabalho jornalístico. Isso também se reflete na relativa escassez das imagens feitas da crise síria até agora. Tal qual sua narrativa, as fotografias do conflito são, em sua maioria, difundidas internacionalmente pelo governo do presidente Bashar al-Assad e pelos grupos de oposição como parte do esforço mútuo de minar a credibilidade e de denunciar o outro. Conflito político, a guerra civil é também uma guerra de informações. Abaixo, o Terra compila alguns dos principais materiais fotográficos disponibilizados ao longo destes mais de dois anos de guerra. Cada imagem leva a uma galeria que conta um episódio específico ou remete a uma situação importante do conflito. As imagens são em sua maioria obtidas pelas agências internacionais de fotografia através das partes envolvidas, e sua variação (há meses muito mais documentados que outros) reflete tanto os gradientes de intensidade do conflito como as diferenças de acessibilidade dos fotógrafos aos acontecimentos da guerra. Maio de 2013. Sem maioria qualificada, Assembleia Geral da ONU aprova resolução sobre a violência na Síria. Massacre em Banias. Conflito de informações sobre armas químias. Mortos no conflito passam de 80 mil. Atentado na Turquia. Abril de 2013. Os conflitos e o fluxo de refugiados persistem em meio aos debates infrutíferos sobre o uso de armas químicas. Internamente, 10 milhões de sírios são diretamente prejudicados pela guerra que varre o país. Março de 2013. A guerra completa dois anos com poucas chances de paz. Um quarto do país sofre com o conflito. Um atentado em Damasco mata um líder religioso. O duelo de versões da guerra química se mantém. A oposição ganha assento na Liga Árabe e elege um premiê. Fevereiro de 2013. A violência se dissemina por Aleppo e Damasco enquanto o total de mortos chega a 70 mil e o governo de Assad afirma que o país caminha rumo a um "diálogo nacional". Janeiro de 2013. Mortos chegam a 60 mil. Assad denuncia complô internacional, e Rússia vê sua saída como impossível. Rumores de ataque de Israel. Massacre em Aleppo deixa 80 mortos. Atentado à universidade de Aleppo mata 80 pessoas. Brahimi vê "horror sem precedentes" e considera plano de Assad "parcial" e "sectário". Dezembro de 2012. Potências mundiais reconhecem Coalizão Nacional Síria, que defende transição sem Assad. Rebeldes apresentam novo comando militar. Denúncia de novo massacre em Homs. Total de mortos chega a 45 mil; refugiados, a 500 mil. Novembro de 2012. Oposição cria Coalizão. HRW denuncia uso de crianças por rebeldes. Após 20 meses de guerra, mortos passam de 40 mil. Outubro de 2012. Governo e oposição aceitam trégua de quatro dias por ocasião do Eid al-Adha, mas cessar-fogo fracassa e termina com saldo de 400 mortos. Vítimas fatais do conflito passam de 36 mil. Refugiados chegam a 300 mil. Setembro de 2012. Brahmi: fim da guerra é "quase impossível". Liga Árabe denuncia crimes contra a humanidade. Otan descarta intervenção. ONU denuncia abusos dos rebeldes contra crianças. Mortos chegam a 29 mil. Agosto de 2012. Annan renuncia ao posto de mediador da crise, posto para o qual é escolhido Brahimi. Missão de observadores termina. Patrimônio arqueológico ameaçado. Massacre em Daraya. Agosto soma 4 mil mortes. Total de vítimas fatais: 23 mil. Julho de 2012. Massacre de Tremseh. Atentado em Damasco mata ministro. Brasil retira missão diplomática da Síria. Novo veto russo-chinês no CS. Assad aceita plano de Annan. O caos de Aleppo: patrimônio da humanidade, terror e mortes. Mortos no conflito chegam a 20 mil. Cruz Vermelha decreta estado de guerra civil. Junho de 2012. O terror de Al-Koubeir. O deserto de Haffa. Massacre de Douma. Síria em "real estado de guerra". ONU mantém missão. A fuga da morte. Conflito soma 15 mil mortes. Maio de 2012. Protestos contra Assad. Eleições boicotadas. Oposição começa a se fragmentar. Janela para a paz começa a se fechar. Massacre de Houla. Diplomatas expulsos. Abril de 2012. Partido Baath completa 65 anos. Cessar-fogo é insaturado, mas violência persiste. Denúncias em Idlib. Março de 2012. Homs devastada. Conselho de Segurança pede aplicação de plano de paz. Liga Árabe condena "crimes contra a humanidade". Mortos chegam a 9 mil. Fevereiro de 2012. Rússia e China vetam resolução. Terror em Homs. Assembleia Geral da ONU condena repressão. Kofi Annan eleito para chefiar missão de paz. Referendo constitucional. Líder opositor pede intervenção. ONU: 7,5 mil mortos no conflito. Janeiro de 2012. Queda do regime é "questão de tempo". Morte no Crescente Vermelho. "Nós vamos triunfar sobre a conspiração".  Hama, 30 anos. "50% do território". Dezembro de 2011. Homs: protestos, retirada e inspeção. Oposição assina acordo. Atentados em Damasco. ONU: conflito já deixa 5 mil mortos. Junho de 2011. Funerais, manifestações protestos. Refugiados na Turquia. Reformas "antes que seja tarde demais". Oposição forma Conselho Nacional. ONU: 1,1 mil mortos. Março de 2011. Início e disseminação dos protestos. Começo da repressão. Assad convoca comitê para analisar situação.]]></content>
			<description><![CDATA[Parte da complexidade de se entender a guerra civil da Síria reside na dificuldade de acesso a informações seguras, resultado da violência disseminada pelo país e pela restrição ao trabalho jornalístico. Isso também se reflete na relativa escassez das imagens feitas da crise síria até agora. Tal qual sua narrativa, as fotografias do conflito são, em sua maioria, difundidas internacionalmente pelo governo do presidente Bashar al-Assad e pelos grupos de oposição como parte do esforço mútuo de minar a credibilidade e de denunciar o outro. Conflito político, a guerra civil é também uma guerra de informações....]]></description>
			<category><![CDATA[Distúrbios no Mundo Árabe]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Israel atua para impedir entrega de armas ao Hezbollah]]></title>
			<pubDate>Sun, 19 May 2013 12:19:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/disturbios-no-mundo-arabe/israel-atua-para-impedir-entrega-de-armas-ao-hezbollah,9361ac993f2be310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/disturbios-no-mundo-arabe/israel-atua-para-impedir-entrega-de-armas-ao-hezbollah,9361ac993f2be310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Israel atua para impedir que as armas sírias acabem nas mãos do Hezbollah libanês e continuará agindo neste sentido, afirmou neste domingo o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu. Há duas semanas, Israel bombardeou a região de Damasco para, segundo fontes do governo, evitar a transferência de armas sofisticadas iranianas ao Hezbollah, grupo xiita libanês aliado do presidente sírio, Bashar al-Assad. Netanyahu disse que o Oriente Médio está passando pelo período mais sensível em décadas, com o conflito na Síria no centro da agitação. "Estamos acompanhando de perto as evoluções e mudanças aqui e estamos preparados para qualquer cenário", afirmou na reunião semanal de seu gabinete. "O governo israelense atua de forma responsável, determinada e prudente para assegurar o interesse supremo do Estado de Israel, que é a segurança de seus cidadãos, seguindo a política que fixamos: evitar o máximo possível a entrega de armas avançadas ao Hezbollah e a elementos terroristas" disse. Israel advertiu em várias ocasiões que não permitirá a entrega de armamento avançado ou de agentes químicos ao Hezbollah ou a qualquer outro grupo de militantes.]]></content>
			<description><![CDATA[Israel atua para impedir que as armas sírias acabem nas mãos do Hezbollah libanês e continuará agindo neste sentido, afirmou neste domingo o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu....]]></description>
			<category><![CDATA[Distúrbios no Mundo Árabe]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Síria: bombardeio contra reduto rebelde deixa ao menos 23 mortos]]></title>
			<pubDate>Sun, 19 May 2013 11:13:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/disturbios-no-mundo-arabe/siria-bombardeio-contra-reduto-rebelde-deixa-ao-menos-23-mortos,0e02781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/disturbios-no-mundo-arabe/siria-bombardeio-contra-reduto-rebelde-deixa-ao-menos-23-mortos,0e02781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[As forças do regime sírio e milicianos do grupo xiita libanês Hezbollah atacaram neste domingo a cidade de Al Quseir, na fronteira com o Líbano, e causaram a morte de pelo menos 23 pessoas, disse à agência EFE uma fonte do rebelde Exército Livre Sírio (ELS). Segundo o general Abdel Halim Ganun, comandante de brigadas do ELS em Al Quseir, a força combinada utilizou "todo tipo de mísseis, aviões Mig e barris de explosivos" para bombardear esta cidade e tentar invadi-la, pois lá se encontrava a resistência dos grupos rebeldes Entre os mortos, há tanto civis como combatentes do ELS, disse a fonte, que acrescentou que há centenas de feridos, incluindo várias mulheres e crianças. "Temos provas e corpos de milicianos do Hezbollah com suas carteiras de identidade em Al Quseir, que confirmam que este grupo participou da operação", afirmou o general. O grupo de ativistas Comitês de Coordenação Local informou em comunicado que pelo menos 30 pessoas morreram e outras dezenas ficaram feridas nos bombardeios em Al Quseir. O envolvimento do Hezbollah no conflito, sobretudo em áreas de fronteira de Homs como Al Quseir, foi denunciado há vários meses pela oposição síria. O líder do Hezbollah, Hassan Nasrallah, disse recentemente que "os verdadeiros amigos da Síria" não permitirão que este país caia nas mãos dos Estados Unidos nem dos grupos extremistas (takfiris)" e que seu grupo não hesitará em defender os libaneses que estão na Síria.]]></content>
			<description><![CDATA[As forças do regime sírio e milicianos do grupo xiita libanês Hezbollah atacaram neste domingo a cidade de Al Quseir, na fronteira com o Líbano, e causaram a morte de pelo menos 23 pessoas, disse à agência EFE uma fonte do rebelde Exército Livre Sírio (ELS). Segundo o general Abdel Halim Ganun, comandante de brigadas do ELS em Al Quseir, a força combinada utilizou "todo tipo de mísseis, aviões Mig e barris de explosivos" para bombardear esta cidade e tentar invadi-la, pois lá se encontrava a resistência dos grupos rebeldes...]]></description>
			<category><![CDATA[Distúrbios no Mundo Árabe]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Bombardeio do regime sírio mata 13 pessoas na Síria]]></title>
			<pubDate>Sun, 19 May 2013 08:37:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/disturbios-no-mundo-arabe/bombardeio-do-regime-sirio-mata-13-pessoas-na-siria,c0a1781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA[Pelo menos 13 pessoas morreram neste domingo e dezenas ficaram feridas por causa de um forte bombardeio do regime sírio contra a cidade Al Quseir, na fronteira com o Líbano, informou o Observatório Sírio de Direitos Humanos. Em comunicado, o grupo assinalou que há combatentes entre os mortos por esse ataque das forças governamentais, que estão ao redor da cidade e são apoiadas por supostos membros da milícia xiita libanesa Hezbollah. Enquanto isso, a opositora Comissão Geral da Revolução Síria fala em 18 mortos pelo bombardeio de Al Quseir. Esta cidade fronteiriça, localizada na castigada província de Homs (centro), é nos últimos meses palco de intensos combates entre os leais e os opositores do presidente sírio, Bashar al Assad.]]></content>
			<description><![CDATA[Pelo menos 13 pessoas morreram neste domingo e dezenas ficaram feridas por causa de um forte bombardeio do regime sírio contra a cidade Al Quseir, na fronteira com o Líbano, informou o Observatório Sírio de Direitos Humanos....]]></description>
			<category><![CDATA[Distúrbios no Mundo Árabe]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Explosão em Damasco deixa 8 mortos e 10 feridos, dizem ativistas]]></title>
			<pubDate>Sat, 18 May 2013 19:16:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/disturbios-no-mundo-arabe/explosao-em-damasco-deixa-8-mortos-e-10-feridos-dizem-ativistas,c6bf781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/disturbios-no-mundo-arabe/explosao-em-damasco-deixa-8-mortos-e-10-feridos-dizem-ativistas,c6bf781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Pelo menos oito pessoas morreram e dez ficaram feridas neste sábado após a explosão de um carro-bomba no bairro de Rukedin, em Damasco, segundo o Observatório Sírio de Direitos Humanos. O grupo apontou que o ataque teve como alvo vários veículos das forças da ordem que se encontravam nesse distrito. Os opositores Comitês de Coordenação Local assinalaram que o atentado ocorreu nas proximidades da mesquita de Tareq bin Ziad. A emissora de televisão pró-Governo Al Dunia confirmou que "uma explosão terrorista" em Rukedin deixou vários mortos e feridos, mas não deu mais detalhes. Por outro lado, a agência de notícias oficial Sana informou que pelo menos quatro civis sofreram ferimentos pela explosão de outro carro-bomba no bairro de Al Dueila, também em Damasco. Segundo a ONU, mais de 70 mil pessoas morreram na Síria desde o início do conflito, em março de 2011, embora o Observatório eleve esse número a mais de 94 mil.]]></content>
			<description><![CDATA[Pelo menos oito pessoas morreram e dez ficaram feridas neste sábado após a explosão de um carro-bomba no bairro de Rukedin, em Damasco, segundo o Observatório Sírio de Direitos Humanos. O grupo apontou que o ataque teve como alvo vários veículos das forças da ordem que se encontravam nesse distrito....]]></description>
			<category><![CDATA[Distúrbios no Mundo Árabe]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Pai de uma das figuras centrais do regime sírio sequestrado pelos rebeldes]]></title>
			<pubDate>Sat, 18 May 2013 17:34:10 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/disturbios-no-mundo-arabe/pai-de-uma-das-figuras-centrais-do-regime-sirio-sequestrado-pelos-rebeldes,9e2f781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/disturbios-no-mundo-arabe/pai-de-uma-das-figuras-centrais-do-regime-sirio-sequestrado-pelos-rebeldes,9e2f781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O pai do vice-ministro sírio das Relações Exteriores foi sequestrado neste sábado por rebeldes na província de Deraa, no sul do país. O Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH) informou à AFP que o homem foi sequestrado em represália pela detenção, pelas forças do regime, de um aliado. "O pai de Faysal Moqdad foi sequestrado por homens armados em sua casa no vilarejo de Ghossom", afirmou uma fonte do governo que pediu anonimato. "Eles o agrediram diante da família e o levaram para a cidade de Deraa", afirmou a fonte. O regime sírio usa os termos "homens armados" para designar os rebeldes. Faysal Moqdad é considerado uma das principais figuras do regime de Bashar al-Assad.]]></content>
			<description><![CDATA[O pai do vice-ministro sírio das Relações Exteriores foi sequestrado neste sábado por rebeldes na província de Deraa, no sul do país. O Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH) informou à AFP que o homem foi sequestrado em represália pela detenção, pelas forças do regime, de um aliado....]]></description>
			<category><![CDATA[Distúrbios no Mundo Árabe]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Assad critica acusações de uso de armas químicas e diz que não renuncia]]></title>
			<pubDate>Sat, 18 May 2013 16:07:13 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/disturbios-no-mundo-arabe/assad-critica-acusacoes-de-uso-de-armas-quimicas-e-diz-que-nao-renuncia,921eac993f2be310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/disturbios-no-mundo-arabe/assad-critica-acusacoes-de-uso-de-armas-quimicas-e-diz-que-nao-renuncia,921eac993f2be310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O presidente da Síria, Bashar al-Assad, negou que seu governo tenha usado armas químicas contra populações civis, ao afirmar que isto não poderia ser escondido, e disse que as acusações poderiam ser utilizadas para justificar uma guerra contra seu país. Estas e outras declarações sobre a guerra civil que assola o país há mais de dois anos foram dadas à agência Télam e ao jornal Clarín, ambos da Argentina (originais no espanhol). A extensa entrevista - cujas gravações originais foram apreendidas, segundo os dois meios de comunicação - aconteceu em Damasco, a capital e sede do governo. "As acusações contra a Síria a respeito do uso de armas químicas ou a minha renúncia mudam a cada dia. E é provável que se use como prelúdio de uma guerra contra nosso país", disse o presidente sírio. "Disseram que usamos armas químicas contra zonas residenciais. Se fossem usadas sobre uma cidade ou subúrbio com um saldo de 10 ou 20 vítimas acreditariam?". "O uso (de armas químicas) significaria a morte de milhares ou dezenas de milhares de pessoas em questão de minutos. Quem poderia esconder tal coisa?", questionou. Assad negou que pense em renunciar. "Renunciar seria fugir", disse ao ser perguntado sobre a possibilidade de dar um passo atrás, como pediu o secretário de Estado americano, John Kerry. "Não sei se Kerry ou outro receberam um poder do povo sírio para falar em seu nome sobre quem deve sair e quem deve permanecer. Isto será determinado pelo povo sírio nas eleições presidenciais de 2014", afirmou. "Os Estados Unidos mudaram os instrumentos, mas não os princípios e passaram da invasão direta para outro tipo de guerras, acrescentou. Segundo a ONU, o conflito sírio já deixou mais de 80 mil mortos - cifra que passou a aumentar expressivamente desde meados do ano passado, quando Kofi Annan renunciou ao posto de enviado especial ao conflito, que também passou então a ser considerado uma guerra civil pela Cruz Vermelha. Assad questionou o número da ONU. "Primeiramente devemos perguntar àqueles que defendem estas cifras sobre suas fontes e sobre sua credibilidade. Muitos dos mortos de que falam são extrangeiros que vieram matar o povo sírio, e há muitos sírios desaparecidos, de modo que não podemos dar um número preciso". Questionado sobre o eventual uso excessivo de força por parte do governo contra os rebeldes, Assad afirmou que seu exército age do modo que a situação lhe exige. "Como definir se houve uso se força excessiva ou não? Qual é a fórmula? É pouco objetivo falar (sobre a violência) a partir deste ângulo porque se responde de acordo com o tipo de terorrismo que se enfrenta. O Exército e as forças de segurança têm a obrigação de responder garantindo que a zona seja limpa e, ao mesmo tempo, que os civis fiquem em segurança."]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/05/18/assadentrevistaargentinarep.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Télam/Reprodução" title="Foto: Télam/Reprodução"> <br>O presidente da Síria, Bashar al-Assad, negou que seu governo tenha usado armas químicas contra populações civis, ao afirmar que isto não poderia ser escondido, e disse que as acusações poderiam ser utilizadas para justificar uma guerra contra seu país. Estas e outras declarações sobre a guerra civil que assola o país há mais de dois anos foram dadas à agência Télam e ao jornal Clarín, ambos da Argentina (originais no espanhol). A extensa entrevista - cujas gravações originais foram apreendidas, segundo os dois meios de comunicação - aconteceu em Damasco, a capital e sede do governo....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/05/18/assadentrevistaargentinarep.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Distúrbios no Mundo Árabe]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Rebeldes sírios tomam quatro localidades alauítas no centro do país]]></title>
			<pubDate>Sat, 18 May 2013 13:34:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/disturbios-no-mundo-arabe/rebeldes-sirios-tomam-quatro-localidades-alauitas-no-centro-do-pais,340e781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/disturbios-no-mundo-arabe/rebeldes-sirios-tomam-quatro-localidades-alauitas-no-centro-do-pais,340e781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Rebeldes sírios, em sua maioria sunitas, tomaram o controle de quatro localidades alauítas - a minoria a qual pertence o presidente Bashar al-Assad - no centro do país, informou o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH). A ONG destacou que "os moradores abandonaram as localidades no início dos combates". Ao mesmo tempo, na área Halbuni, centro de Damasco, as forças de segurança executaram uma operação com detenções e revistas, segundo o OSDH. Na província de Damasco, o exército bombardeou violentamente as localidades de Adar e Moadamiyat al-Sham, uma ação que deixou vários feridos. Em Yabrud, norte da capital, o exército "destruiu fábricas de bombas e matou terroristas procedentes da Arábia Saudita, Tunísia, Líbia e Afeganistão", segundo a imprensa oficial. Na sexta-feira, a violência deixou 116 mortos no país: 47 rebeldes, 44 civis e 25 soldados. Movimentos pré-conferência O regime de Assad, com o apoio da Rússia e do Irã, ganha pontos antes de uma eventual conferência internacional, ante uma rebelião fragmentada politicamente e ofuscada militarmente pelos jihadistas. As atividades diplomáticas são intensas para tentar acabar com o conflito que já matou mais de 94.000 pessoas em pouco mais de dois anos, segundo o opositor Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH), com sede em Londres.]]></content>
			<description><![CDATA[Rebeldes sírios, em sua maioria sunitas, tomaram o controle de quatro localidades alauítas - a minoria a qual pertence o presidente Bashar al-Assad - no centro do país, informou o Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH). A ONG destacou que "os moradores abandonaram as localidades no início dos combates"....]]></description>
			<category><![CDATA[Distúrbios no Mundo Árabe]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Regime de Assad prende e liberta famosa atriz de TV na Síria]]></title>
			<pubDate>Sat, 18 May 2013 11:40:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/disturbios-no-mundo-arabe/regime-de-assad-prende-e-liberta-famosa-atriz-de-tv-na-siria,6c9d781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/disturbios-no-mundo-arabe/regime-de-assad-prende-e-liberta-famosa-atriz-de-tv-na-siria,6c9d781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[May Skaf, uma famosa atriz síria de televisão contrária ao regime de Bashar al-Assad, passou várias horas detidas durante a semana, informou um advogado ligado à defesa dos direitos humanos. As forças de segurança prenderam a atriz em casa na quinta-feira e ela só foi liberada durante a madrugada, afirmou o advogado Anuar al-Buni. May Skaf critica com frequência o regime de Assad. Em 2012, ela passou três dias detidas depois de ter participado em uma manifestação de intelectuais contrários a Assad em Damasco. Ela é famosa especialmente por sua participação em Khan al-Harir, uma série de televisão na qual interpreta uma ativista que lidera manifestações. O regime de Assad, com o apoio de Rússia e Irã, ganha pontos antes de uma eventual conferência internacional, ante uma rebelião fragmentada politicamente e ofuscada militarmente pelos jihadistas. As atividades diplomáticas são intensas para tentar acabar com o conflito que já matou mais de 94 mil pessoas em pouco mais de dois anos, segundo o opositor Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH), com sede em Londres.]]></content>
			<description><![CDATA[May Skaf, uma famosa atriz síria de televisão contrária ao regime de Bashar al-Assad, passou várias horas detidas durante a semana, informou um advogado ligado à defesa dos direitos humanos....]]></description>
			<category><![CDATA[Distúrbios no Mundo Árabe]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[França não quer que Irã participe da conferência sobre a Síria]]></title>
			<pubDate>Fri, 17 May 2013 16:22:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/disturbios-no-mundo-arabe/franca-nao-quer-que-ira-participe-da-conferencia-sobre-a-siria,28f8ac993f2be310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA[A França não quer que o Irã participe da conferência internacional sobre a Síria, anunciou nesta sexta-feira o Ministério das Relações Exteriores. A declaração francesa contraria a Rússia, aliada de Damasco, que pediu a presença de autoridades iranianas na reunião. "(Não queremos) o Irã" na conferência agendada por Moscou e Washington prevista para junho, disse o porta-voz do Quai d'Orsay, Philippe Lalliot, durante uma coletiva de imprensa. "A crise síria, por contágio, afeta toda a região. Está em jogo a estabilidade regional. Não vemos com bons olhos um país (Irã) que ameaça a estabilidade participando desta conferência", acrescentou. Para a Rússia, Irã e Arábia Saudita são dois personagens-chave na busca por uma solução política para a crise e devem participar dos esforços. Ambos não participaram da reunião de Genebra, em junho de 2012, que deve servir de base para futuras negociações. O mediador para o conflito na Síria na época, Kofi Annan, propôs a sua presença, mas EUA e França se opuseram. "Cada um deve expressar seus pontos de vista. Vamos tentar garantir que a conferência seja realizada com as pessoas certas, no formato certo, para que seja útil e eficaz", declarou Lalliot. Ele também reconheceu que a questão da escolha dos interlocutores para negociar é um ponto-chave para o êxito desta reunião. O principal objetivo desta conferência é, de fato, reunir representantes da oposição e do regime sírio na mesma mesa e, desta forma, encontrar interlocutores que sejam aceitos pelos beligerantes e seus respectivos apoiadores. "Para nós, está claro que a Coalizão Nacional Síria (CNS), reconhecida como a única representante legítima do povo sírio, é o cerne das negociações. Mas não seremos intrusivos a ponto de colocar no papel os nomes das pessoas que representam a oposição nas negociações. Cabe a ela fazer escolhas", disse Lalliot. Paris é um dos principais apoiadores do CNS. Quanto aos representantes do regime, é necessário que "eles não tenham sangue em suas mãos", reiterou.      ]]></content>
			<description><![CDATA[A França não quer que o Irã participe da conferência internacional sobre a Síria, anunciou nesta sexta-feira o Ministério das Relações Exteriores. A declaração francesa contraria a Rússia, aliada de Damasco, que pediu a presença de autoridades iranianas na reunião....]]></description>
			<category><![CDATA[Distúrbios no Mundo Árabe]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Hackers sírios pró-Assad atacam site e Twitter do Financial Times]]></title>
			<pubDate>Fri, 17 May 2013 15:38:56 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/disturbios-no-mundo-arabe/hackers-sirios-pro-assad-atacam-site-e-twitter-do-financial-times,0538ac993f2be310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/disturbios-no-mundo-arabe/hackers-sirios-pro-assad-atacam-site-e-twitter-do-financial-times,0538ac993f2be310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O site e o perfil do jornal britânico Financial Times no Twitter foram invadidos nesta sexta-feira, aparentemente pelo Exército Eletrônico Sírio, um grupo de ativistas online que afirma apoiar o presidente sírio, Bashar al-Assad. O grupo publicou links para um vídeo no YouTube na página de atualizações do jornal no Twitter. O vídeo foi enviado na quarta-feira e mostra supostos membros do grupo rebelde sírio Frente Nusra, ligado à Al Qaeda, executando membros do Exército da Síria que estavam ajoelhados e vendados. O vídeo não pôde ser verificado de forma independente. Ataques de hackers a contas no Twitter de organizações de mídia provocaram apelos urgentes para o site de microblogs aumentar a segurança dos perfis, especialmente para agências de notícias. "Vários blogs do FT e contas de mídia social foram comprometidos por hackers e estamos trabalhando para resolver o problema o mais rápido possível", afirmou o jornal em comunicado. O jornal pertence ao grupo de mídia e educação britânico Pearson. Representantes do Twitter não estavam imediatamente disponíveis para comentar o assunto. Reportagens no site do FT tiveram seus títulos substituídos por "Hackeado pelo Exército Eletrônico Sírio", e mensagens na página do jornal no Twitter diziam: "Você quer saber a verdade sobre os 'rebeldes' da Síria?", com um link para o vídeo no YouTube. O grupo já havia direcionado ataques contra os perfis no Twitter do serviço de meteorologia da BBC, da Human Rights Watch e do serviço de notícias francês France 24. No caso mais grave até agora, alguém assumiu controle da página no Twitter da agência de notícias Associated Press no mês passado e enviou uma mensagem falsa sobre explosões na Casa Branca. As mensagens chegaram a causar quedas nos mercados financeiros. Além de pedir aos usuários, em especial os meios de comunicação, que ampliem suas medidas de segurança, o Twitter estaria, internamente, testando um novo modelo de autenticação em dois passos. ]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/05/17/twitter-finantial-times-ft-perfil-hackeado-sirios-exercito-hacker-repro.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Reprodução" title="Foto: Reprodução"> <br>O site e o perfil do jornal britânico Financial Times no Twitter foram invadidos nesta sexta-feira, aparentemente pelo Exército Eletrônico Sírio, um grupo de ativistas online que afirma apoiar o presidente sírio, Bashar al-Assad. O grupo publicou links para um vídeo no YouTube na página de atualizações do jornal no Twitter....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/05/17/twitter-finantial-times-ft-perfil-hackeado-sirios-exercito-hacker-repro.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Distúrbios no Mundo Árabe]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Número de refugiados sírios passa de 1,5 milhão, diz ONU]]></title>
			<pubDate>Fri, 17 May 2013 10:22:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/disturbios-no-mundo-arabe/numero-de-refugiados-sirios-passa-de-15-milhao-diz-onu,74d549210b8ae310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/disturbios-no-mundo-arabe/numero-de-refugiados-sirios-passa-de-15-milhao-diz-onu,74d549210b8ae310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Mais de 1,5 milhão de pessoas fugiram da Síria, à medida que as condições se deterioram rapidamente no país, disse nesta sexta-feira a agência da ONU para refugiados. O êxodo se acelerou nos últimos quatro meses, e o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur) estima que cerca de 1 milhão de pessoas se registraram como refugiadas desde janeiro, disseram autoridades da ONU. "O fato de que mais de 1,5 milhão se inscreveram ou tenham se encontrado com o Acnur, infelizmente, significa que o número real é muito maior", disse o Acnur em comunicado, sem dar uma estimativa para o total. "Os refugiados nos dizem que o aumento da violência e a mudança de controle de cidades e aldeias, em particular em áreas de conflito, resultam em cada vez mais civis decidindo ir embora", disse. A maioria dos refugiados fugiu para os vizinhos Líbano e Jordânia, onde o Acnur disse que contabilizou 470.457 e 473.587 refugiados, respectivamente, nesta semana. A população da Síria é de 23 milhões de pessoas.]]></content>
			<description><![CDATA[Mais de 1,5 milhão de pessoas fugiram da Síria, à medida que as condições se deterioram rapidamente no país, disse nesta sexta-feira a agência da ONU para refugiados. O êxodo se acelerou nos últimos quatro meses, e o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (Acnur) estima que cerca de 1 milhão de pessoas se registraram como refugiadas desde janeiro, disseram autoridades da ONU....]]></description>
			<category><![CDATA[Distúrbios no Mundo Árabe]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[ONG denuncia práticas de tortura na cidade síria de Raqa]]></title>
			<pubDate>Fri, 17 May 2013 09:16:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/disturbios-no-mundo-arabe/ong-denuncia-praticas-de-tortura-na-cidade-siria-de-raqa,b39549210b8ae310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/disturbios-no-mundo-arabe/ong-denuncia-praticas-de-tortura-na-cidade-siria-de-raqa,b39549210b8ae310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Uma investigação encontrou documentos e ferramentas de torturas em instalações dos serviços de segurança na cidade síria de Raqa, uma prova de que os detentos do local eram submetidos a agressões físicas, anunciou a organização humanitária Human Rights Watch (HRW). "Os documentos, celas de isolamento, salas de interrogatório e ferramentas de torturas que encontramos nos locais os serviços de segurança do governo correspondem às torturas denunciadas por ex-detentos desde o início da revolta na Síria", disse Nadim Houry, funcionário da HRW. A cidade de Raqa, norte da Síria, foi tomada em março pelos rebeldes que lutam contra o governo de Bashar al-Assad. "No entanto, a destruição ou manipulação equivocada dos documentos diminuem a possibilidade de que os responsáveis pelos crimes graves sejam um dia levados à justiça", destacou a HRW. A organização, que denuncia as violações aos direitos humanos cometidas pelo governo e pelos rebeldes, pediu aos grupos de oposição que agora controlam a cidade de Raqa que protejam as provas de torturas e detenções arbitrárias. Entre as ferramentas de tortura encontradas estava o "bsat al reeh", uma peça em formato de crucifixo, "utilizada segundo os ex-detentos para imobilizar e depois estirar ou torcer os membros" dos prisioneiros. De acordo com Lama Fakih, uma investigadora do HRW que entrevistou muitos ex-detentos desde o início do conflito, "encontrar-se nos locais (de tortura) tornou as denúncias mais reais". "Sabemos que há pessoas que continuam sofrendo com estas práticas", disse, antes de destacar que vários detentos que deram depoimento a HRW eram "militantes pacíficos que foram realmente maltratados".]]></content>
			<description><![CDATA[Uma investigação encontrou documentos e ferramentas de torturas em instalações dos serviços de segurança na cidade síria de Raqa, uma prova de que os detentos do local eram submetidos a agressões físicas, anunciou a organização humanitária Human Rights Watch (HRW)....]]></description>
			<category><![CDATA[Distúrbios no Mundo Árabe]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Ban Ki-moon acredita na pronta realização da conferência sobre a Síria]]></title>
			<pubDate>Fri, 17 May 2013 09:13:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/disturbios-no-mundo-arabe/ban-ki-moon-acredita-na-pronta-realizacao-da-conferencia-sobre-a-siria,138575434c8ae310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/disturbios-no-mundo-arabe/ban-ki-moon-acredita-na-pronta-realizacao-da-conferencia-sobre-a-siria,138575434c8ae310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, expressou nesta sexta-feira sua confiança na pronta realização da conferência internacional sobre a Síria, uma proposta apresentada por Moscou e Washington e que deve envolver todas as partes envolvidas no conflito. "Acredito que conseguiremos convocar a conferência sobre a Síria nos prazos mais breves e que todas as partes (envolvidas) deverão estar na mesa das negociações", afirmou Ban em uma entrevista coletiva conjunta com o ministro das Relações Exteriores russo, Sergei Lavrov, após suas conversas em Sochi, um balneário russo situado às margens do Mar Negro. Ban agradeceu a Lavrov e ao secretário de Estado americano, John Kerry, a iniciativa de convocar a conferência e insistiu em sua pronta realização devido à gravidade da situação na Síria. "Não podemos perder o impulso", disse Ban, destacando as "grandes expectativas" que a proposta russo-americano gerou. Lavrov expressou o desejo da Rússia de que a conferência sobre a Síria aconteça sob o patrocínio da ONU. Ele disse que toda a comunidade internacional está interessada em que a situação na Síria seja levada para o campo político. "O mais importante agora é entender quem dos sírios está disposto a participar da conferência. Se não for assim, não acontecerá nada", disse o ministro russo. Moscou, acrescentou, insiste em que na conferência devem participar não só os representantes dos países que foram no ano passado à reunião de Genebra, mas também delegados de Irã, Arábia Saudita e países vizinhos da Síria. Perguntado pelas provisões de armas russas ao regime de Bashar al-Assad, Lavrov declarou não compreender a repercussão que a notícia causa nos meios de imprensa. "Nunca escondemos que fornecemos armas à Síria em virtude dos contratos assinados, sem violar acordos internacionais nem transgredir a legislação russa, que em matéria de controle de exportações é uma das mais rigorosas do mundo", ressaltou. O secretário-geral da ONU se reunirá nesta sexta-feira com o presidente russo, Vladimir Putin.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/05/17/000par7561070.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: AFP" title="Foto: AFP"> <br>O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, expressou nesta sexta-feira sua confiança na pronta realização da conferência internacional sobre a Síria, uma proposta apresentada por Moscou e Washington e que deve envolver todas as partes envolvidas no conflito....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/05/17/000par7561070.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Distúrbios no Mundo Árabe]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Putin e Ban Ki-moon se reúnem para abordar conflito sírio]]></title>
			<pubDate>Fri, 17 May 2013 08:28:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/disturbios-no-mundo-arabe/putin-e-ban-ki-moon-se-reunem-para-abordar-conflito-sirio,9d6575434c8ae310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/disturbios-no-mundo-arabe/putin-e-ban-ki-moon-se-reunem-para-abordar-conflito-sirio,9d6575434c8ae310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O presidente da Rússia, Vladimir Putin, e o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, se reúnem nesta sexta-feira em Sochi, um balneário situado às margens do Mar Negro, com uma agenda centrada no conflito sírio. O encontro entre ambos as autoridades também abordará a situação do Oriente Médio em geral, do norte da África, da península da Coreia e outros assuntos em destaque no quadro internacional, adiantou a Chancelaria russa. O líder da ONU acredita que a Rússia pode colaborar na solução de diversos conflitos que afetam vários países do Oriente Médio. "Nas reuniões com os líderes russos tratarei de vários temas que preocupam a todos, incluindo a situação na Síria. (...) Confiamos na administração russa para solucionar um dos problemas mais importantes e urgentes de nosso tempo", declarou Ban à agência russa "Interfax" antes de viajar à Rússia. A visita de Ban, a sexta como líder da ONU, se produz no meio dos preparativos de uma conferência internacional sobre a Síria, proposta conjuntamente por Moscou e Washington e que espera contar com a participação de todas as partes envolvidas no conflito. De acordo com uma fonte diplomática russa em Nova York, citada pela agência "Interfax", a conferência sobre a Síria poderia ocorrer nos próximos dias 10 e 12 de junho em Genebra. Além do encontro com Putin, Ban também se reúne hoje com o ministro russo de Relações Exteriores, Sergei Lavrov.]]></content>
			<description><![CDATA[O presidente da Rússia, Vladimir Putin, e o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, se reúnem nesta sexta-feira em Sochi, um balneário situado às margens do Mar Negro, com uma agenda centrada no conflito sírio....]]></description>
			<category><![CDATA[Distúrbios no Mundo Árabe]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Após visita, diretor da CIA pede para Israel não intervir na Síria]]></title>
			<pubDate>Fri, 17 May 2013 08:04:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/disturbios-no-mundo-arabe/apos-visita-diretor-da-cia-pede-para-israel-nao-intervir-na-siria,946549210b8ae310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/disturbios-no-mundo-arabe/apos-visita-diretor-da-cia-pede-para-israel-nao-intervir-na-siria,946549210b8ae310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O diretor da CIA, John O.Brennan, pediu a Israel não intervir na guerra civil síria e que não se apodere da política americana em direção a esse país árabe, informou nesta sexta-feira o jornal Yedioth Ahronoth. Em uma rápida visita secreta, Brennan chegou ontem a Israel para pedir contenção ao governo do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e coordenar as políticas de ambos os países na cada vez mais complicada guerra civil síria. O diretor da CIA, cargo que ocupa de maneira interina desde o mês de março, se reuniu em Tel Aviv com Netanyahu; o ministro da Defesa, Moshe Yaalon; o chefe de Exército, Beni Gantz, e o diretor do Mossad, Tamir Pardo. Segundo a fonte, a visita responde ao "temor" dos Estados Unidos de que Israel intervenha no conflito interno sírio por supostas informações que supostamente indicam que o regime de Damasco está repassando sofisticados armamentos ao grupo libanês pró-iraniano Hezbollah. "Brennan foi enviado a Jerusalém com a intenção de coordenar posturas e evitar que Israel atue por si só na Síria", aponta o jornal local, que traz a citada "visita surpresa" em sua capa de hoje. No início de maio, segundo o governo sírio e fontes ocidentais, várias instalações militares e científicas ao redor de Damasco foram bombardeadas por aviões de guerra de Israel, embora Tel Aviv não tenha confirmado e nem desmentido oficialmente os ataques. Fontes ocidentais informaram que o alvo do ataque supostamente era uma carga de mísseis de alta precisão e longo alcance destinado à milícia libanêsa Hezbollah. O primeiro-ministro israelense advertiu publicamente que vê como uma linha vermelha a transferência de armas sofisticadas ou não convencionais da Síria ao Hezbollah e que isso poderia provocar uma intervenção de seu país. Essa mesma ameaça foi reiterada em público pelo chefe das Forças Armadas de Israel, Gaby Ashkenazi, que rebatia as declarações do secretário-geral do Hezbollah, Hassan Nasrallah. Na ocasião, Nasrallah afirmou que seus homens poderiam começar a atacar Israel nas Colinas do Golã, território ocupado da Síria na Guerra dos Seis Dias (1967). Os supostos bombardeios no início de maio e a linguagem de ameaças das últimas semanas convenceram Washington de que Israel poderia estar "frustrada" pela política de não-intervenção da Casa Branca. Isso porque, Israel teme que parte do arsenal biológico e químico da Síria - um dos maiores do mundo, segundo fontes especializadas - possa cair em mãos do Hezbollah e de grupos terroristas islâmicos se o regime de Bashar al Assad for derrubado pelos rebeldes. Um relatório confidencial do Exército divulgado nesta quinta-feira indica que grupos terroristas da região podem ter acesso a elementos químicos desse arsenal e adverte de que Israel não estaria preparada para essa eventualidade.]]></content>
			<description><![CDATA[O diretor da CIA, John O.Brennan, pediu a Israel não intervir na guerra civil síria e que não se apodere da política americana em direção a esse país árabe, informou nesta sexta-feira o jornal Yedioth Ahronoth....]]></description>
			<category><![CDATA[Distúrbios no Mundo Árabe]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Libertados soldados da ONU feitos reféns nos montes Golã]]></title>
			<pubDate>Fri, 17 May 2013 02:40:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/disturbios-no-mundo-arabe/libertados-soldados-da-onu-feitos-refens-nos-montes-gola,fdb475434c8ae310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA[Três boinas azuis da ONU, sequestrados na quarta de manhã nas Colinas de Golã por um grupo armado desconhecido, foram postos em liberdade algumas horas depois, disse nesta quinta-feira um funcionário das Nações Unidas. Os três observadores não armados "foram capturados e retidos por cerca de cinco horas e, depois, libertados ilesos", por homens armados que "invadiram o posto de observação 52 da ONU, na zona de separação" entre Israel e Síria nas Colinas de Golã, disse à imprensa o chefe de operações de manutenção da paz da organização, Hervé Ladsous. Na noite desta quinta, o Conselho de Segurança da ONU publicou uma declaração unânime, "condenando o episódio com rigor" e pedindo cooperação de todas as partes envolvidas. Desde 1974, a Força das Nações Unidas de Observação de Separação (UNDOF, na sigla em inglês) está encarregada de fazer respeitar o cessar-fogo entre Israel e Síria nas colinas de Golã, ocupadas em grande parte pelo estado hebreu.]]></content>
			<description><![CDATA[Três boinas azuis da ONU, sequestrados na quarta de manhã nas Colinas de Golã por um grupo armado desconhecido, foram postos em liberdade algumas horas depois, disse nesta quinta-feira um funcionário das Nações Unidas....]]></description>
			<category><![CDATA[Distúrbios no Mundo Árabe]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[EUA declara "terrorista global" líder de grupo atuante na guerra síria]]></title>
			<pubDate>Thu, 16 May 2013 22:52:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/disturbios-no-mundo-arabe/eua-declara-terrorista-global-lider-de-grupo-atuante-na-guerra-siria,161449210b8ae310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA[Os Estados Unidos classificaram Abu Mohammed al Jawlani, líder da Frente al-Nusra, um grupo filiado à Al Qaeda que opera na Síria contra as forças governamentais, como "terrorista global especialmente designado", informou nesta quinta-feira o Departamento de Estado em comunicado. Jawlani, que está à frente deste grupo terrorista, verá bloqueados todos seus bens sujeitos à jurisdição americana e não poderá fazer nenhum tipo de transação vinculada aos Estados Unidos. A Frente al-Nusra reivindicou vários atentados perpetrados na Síria e participou de muitos dos ataques rebeldes contra posições militares do regime sírio. Jawlani foi designado especificamente pela Al Qaeda no Iraque (AQI) para derrubar o regime sírio e impor no país a lei islâmica. "Sob a liderança de Jawlani, a Frente al-Nusra realizou vários ataques suicidas por toda a Síria. Estes ataques aconteceram principalmente em Damasco, mas o grupo se centrou também em outras áreas do país", aponta o comunicado do Departamento de Estado. Em um áudio divulgado em sites islamitas, Jawlani afirmou no último dia 10 de abril que seu grupo está ligado ao líder da Al Qaeda, Ayman al-Zawahiri. Um dia mais tarde, o regime sírio pediu ao Conselho de Segurança da ONU que incluísse este grupo extremista em sua lista de organizações vinculadas com a rede terrorista Al Qaeda. Também no mês de abril, Zawahiri assegurou em outro áudio que a Síria "está a ponto de conseguir sua libertação dos inimigos do Islã e estabelecer um estado islâmico". Os Estados Unidos já incluíram em dezembro do ano passado a Frente al-Nusra em sua lista de organizações terroristas, por considerar que tinha vínculos com o braço iraquiano da Al Qaeda.]]></content>
			<description><![CDATA[Os Estados Unidos classificaram Abu Mohammed al Jawlani, líder da Frente al-Nusra, um grupo filiado à Al Qaeda que opera na Síria contra as forças governamentais, como "terrorista global especialmente designado", informou nesta quinta-feira o Departamento de Estado em comunicado. Jawlani, que está à frente deste grupo terrorista, verá bloqueados todos seus bens sujeitos à jurisdição americana e não poderá fazer nenhum tipo de transação vinculada aos Estados Unidos....]]></description>
			<category><![CDATA[Distúrbios no Mundo Árabe]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Obama diz que mantém em aberto opções diplomática e militar para Síria]]></title>
			<pubDate>Thu, 16 May 2013 17:40:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/disturbios-no-mundo-arabe/obama-diz-que-mantem-em-aberto-opcoes-diplomatica-e-militar-para-siria,62b175434c8ae310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/disturbios-no-mundo-arabe/obama-diz-que-mantem-em-aberto-opcoes-diplomatica-e-militar-para-siria,62b175434c8ae310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse nesta quinta-feira que se reserva o direito de recorrer a uma variedade de opções, tanto diplomáticas como militares, se tiver uma prova conclusiva de que o governo do presidente sírio, Bashar al-Assad, usou armas químicas na guerra civil do país. Obama, em uma entrevista coletiva conjunta com o primeiro-ministro turco, Tayyip Erdogan, disse que havia evidência do uso de armas químicas na Síria, mas ressaltou que é importante obter "informações mais específicas" para confirmar isso antes de decidir como responder. O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e o primeiro-ministro da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, prometeram nesta quinta-feira manter a pressão sobre o regime de Bashar al-Assad, embora tenham advertido que não há uma solução fácil para a guerra na Síria. "Não há fórmulas mágicas para resolver situações extraordinariamente violentas e difíceis como a da Síria", ressaltou Obama. "Se as tivesse, creio que o primeiro-ministro e eu já as teríamos colocado em prática e a crise teria chegado ao fim", disse. Erdogan disse que os objetivos turcos e americanos são semelhantes, e indicou que continuarão discutindo como formar um governo de transição e dar maior apoio à oposição síria. O presidente também pediu que seu projeto orçamentário seja aprovado para que o Departamento de Estado possa melhorar a segurança das missões diplomáticas no exterior e evitar, assim, outro ataque como o ocorrido no consulado em Benghazi (Líbia). "Aprendemos as lições de Benghazi", disse Obama sobre esse ataque, ocorrido em 11 de setembro de 2012 e no qual morreram quatro americanos. "Estou decidido a assegurar que estamos fazendo todo o possível para evitar outra tragédia como esta", declarou Obama em referência ao ataque em Benghazi, onde morreram o embaixador americano na Líbia, Chris Stevens, e outros três cidadãos. O presidente lembrou, após a investigação independente realizada sobre o ataque, que seu Governo realizou medidas para revisar a segurança nas missões diplomáticas com um nível mais alto de ameaça e aumentar as capacidades de alerta e inteligência. "Estou pedindo ao Congresso que trabalhe conosco para apoiar e financiar plenamente nossa solicitação de orçamento para melhorar a segurança de nossas embaixadas no mundo todo", insistiu Obama. O plano orçamentário apresentado em abril por Obama para o ano fiscal de 2014 atribui US$ 47,8 bilhões para o Departamento de Estado, com prioridade para a melhora da segurança nas instalações diplomáticas e para a presença no Ásia-Pacífico. O projeto de Obama prevê destinar US$ 4 bilhões à segurança do pessoal e das missões diplomáticas no exterior, por causa das recomendações emitidas após o ataque em Benghazi. O pedido de Obama ao Congresso ocorre após as últimas acusações republicanas de que o Governo ocultou informações sobre o ataque em Benghazi por razões eleitorais. Na quarta-feira, a Casa Branca divulgou cerca de 100 páginas de e-mails internos e notas sobre esse atentado ao consulado. Os correios e as notas detalham os intercâmbios entre altos funcionários do Governo sobre a versão oficial sobre esse ataque. Nele, aponta-se que foi a CIA, e não o Departamento de Estado, como parecia em e-mails divulgados na semana passada, que apagou as referências iniciais relacionadas com o terrorismo das primeiras declarações públicas a respeito. Alguns republicanos acham que o governo de Obama mentiu deliberadamente sobre quem estavam por trás do ataque ao consulado por motivos políticos, já que aconteceu menos de dois meses antes das eleições presidenciais de 6 de novembro. A Casa Branca negou desde o princípio as acusações e, segundo Obama, a versão oficial que inicialmente atribuía o atentado aos protestos espontâneos, refletia a informação que recebida durante suas reuniões diárias com a Agência Central de Inteligência (CIA). Com agências internacionais. ]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/05/16/obamaerdoganap.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: AP" title="Foto: AP"> <br>O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse nesta quinta-feira que se reserva o direito de recorrer a uma variedade de opções, tanto diplomáticas como militares, se tiver uma prova conclusiva de que o governo do presidente sírio, Bashar al-Assad, usou armas químicas na guerra civil do país....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/05/16/obamaerdoganap.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Distúrbios no Mundo Árabe]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Hollande reconhece que não há provas de uso de armas químicas na Síria]]></title>
			<pubDate>Thu, 16 May 2013 17:37:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/disturbios-no-mundo-arabe/hollande-reconhece-que-nao-ha-provas-de-uso-de-armas-quimicas-na-siria,48d149210b8ae310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA[O presidente francês, François Hollande, admitiu nesta quinta-feira que não há "provas materiais" do uso de armas químicas na Síria, um aspecto que situou como uma "linha vermelha" que o regime de Bashar al-Assad não deveria ultrapassar. "Temos indícios disso", admitiu Hollande em entrevista coletiva, onde lembrou que a França pediu que se faça uma inspeção no país para comprovar se o regime sírio utilizou esse tipo de armas. "Por enquanto, o regime não respondeu", lembrou o presidente francês, defendendo uma "discussão franca" com a Rússia sobre a situação na Síria. Hollande também lembrou que uma das primeiras decisões de seu mandato, que começou há um ano, foi a de reconhecer a oposição síria, assim como organizar a ajuda humanitária para os refugiados pelo conflito naquele país. O presidente francês lamentou que "por enquanto, a guerra domine" sobre qualquer outra consideração, com "um agravamento nos dois lados". Hollande apelou para não se esquecer que a Síria fica em uma região na qual as eventuais soluções têm implicações nos países vizinhos.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/05/16/coletivahollandeap.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: AP" title="Foto: AP"> <br>O presidente francês, François Hollande, admitiu nesta quinta-feira que não há "provas materiais" do uso de armas químicas na Síria, um aspecto que situou como uma "linha vermelha" que o regime de Bashar al-Assad não deveria ultrapassar....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/05/16/coletivahollandeap.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Distúrbios no Mundo Árabe]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Síria: 30 corpos carbonizados são encontrados em posto de controle]]></title>
			<pubDate>Thu, 16 May 2013 16:52:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/disturbios-no-mundo-arabe/siria-30-corpos-carbonizados-sao-encontrados-em-posto-de-controle,2f3175434c8ae310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/disturbios-no-mundo-arabe/siria-30-corpos-carbonizados-sao-encontrados-em-posto-de-controle,2f3175434c8ae310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Pelo menos 30 corpos carbonizados foram achados nesta quinta-feira em um posto de controle perto de Damasco, denunciaram grupos de ativistas, que responsabilizaram as forças do regime sírio pela morte dessas pessoas. A representante da opositora Red Sham na região, Iman al Huda, disse à agência EFE que os cadáveres foram descobertos quando um grupo de insurgentes tomou o controle do posto de Al Atala, nas proximidades da prisão central de Damasco. A opositora Comissão Geral da Revolução Síria confirmou em comunicado o massacre, da mesma forma que os Comitês de Coordenação Local, que culparam as forças leais ao presidente sírio, Bashar al Assad, pelo ocorrido. Por sua vez, o Observatório Sírio de Direitos Humanos informou em uma nota que foram encontrados os corpos de pelo menos oito civis, que foram assassinados e queimados por soldados do regime destacados nesse posto de controle, apesar de ter advertido que esse número poderia aumentar. Segundo este grupo, mais de 94 mil pessoas morreram desde o início do conflito sírio, em março de 2011.]]></content>
			<description><![CDATA[Pelo menos 30 corpos carbonizados foram achados nesta quinta-feira em um posto de controle perto de Damasco, denunciaram grupos de ativistas, que responsabilizaram as forças do regime sírio pela morte dessas pessoas....]]></description>
			<category><![CDATA[Distúrbios no Mundo Árabe]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Número de mortos em massacre em cidade síria chega a 145]]></title>
			<pubDate>Thu, 16 May 2013 14:52:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/disturbios-no-mundo-arabe/numero-de-mortos-em-massacre-em-cidade-siria-chega-a-145,b80075434c8ae310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/disturbios-no-mundo-arabe/numero-de-mortos-em-massacre-em-cidade-siria-chega-a-145,b80075434c8ae310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Pelo menos 145 pessoas morreram no início de maio em Banias, no oeste da Síria, em um "massacre religioso" praticado pelas forças leais ao regime, afirmou nesta quinta-feira uma organização não-governamental síria em um novo registro. "Recolhemos provas sobre a morte de 145 pessoas, assassinadas em um massacre religioso" cometido em um bairro sunita da cidade de Banias no dia 3 de maio, indicou o Observatório Sírio de Direitos Humanos (OSDH), organização com sede na Grã-Bretanha. No dia 4 de maio, esta organização havia indicado 62 mortos. "Dezenas (de pessoas) estavam até agora desaparecidas, seus corpos foram encontrados em suas casas incendiadas ou sob os escombros", indicou a ONG, que obtém suas informações com base em uma rede de militantes e médicos no país. Outros foram "enterrados em segredo" em Banias. Entre as vítimas há 34 crianças de menos de 16 anos, incluindo bebês, e 40 mulheres, indicou o OSDH. No dia 2 de maio, pelo menos 51 pessoas foram assassinadas em Bayda, um povoado sunita perto de Banias, segundo a mesma fonte. Na quarta, ao menos 122 pessoas morreram na Síria em um conflito que já deixou mais de 94.000 mortos em dois anos, de acordo com o OSDH.]]></content>
			<description><![CDATA[Pelo menos 145 pessoas morreram no início de maio em Banias, no oeste da Síria, em um "massacre religioso" praticado pelas forças leais ao regime, afirmou nesta quinta-feira uma organização não-governamental síria em um novo registro....]]></description>
			<category><![CDATA[Distúrbios no Mundo Árabe]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Irã critica resolução da ONU contra o regime sírio]]></title>
			<pubDate>Thu, 16 May 2013 14:22:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/disturbios-no-mundo-arabe/ira-critica-resolucao-da-onu-contra-o-regime-sirio,abef49210b8ae310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/disturbios-no-mundo-arabe/ira-critica-resolucao-da-onu-contra-o-regime-sirio,abef49210b8ae310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O Irã criticou nesta quinta-feira a resolução adotada na véspera pela Assembleia Geral da ONU que condena a espiral "contínua" de ataques do exército sírio e as "violações flagrantes e sistemáticas" dos direitos humanos na Síria. "Isto não ajudará a resolver o conflito e provocará uma espiral de ações e crimes de grupos extremistas na Síria", declarou o porta-voz do ministério das Relações Exteriores iraniano, Abas Araghchi, citado pela agência Mehr. A votação também "vai contra os esforços internacionais para encontrar uma solução pacífica para a guerra", completou. Rússia, China e Irã votaram contra a resolução da ONU, não vinculante e de alcance simbólico.]]></content>
			<description><![CDATA[O Irã criticou nesta quinta-feira a resolução adotada na véspera pela Assembleia Geral da ONU que condena a espiral "contínua" de ataques do exército sírio e as "violações flagrantes e sistemáticas" dos direitos humanos na Síria....]]></description>
			<category><![CDATA[Distúrbios no Mundo Árabe]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Israel alerta Síria para o envio de armas ao Hezbollah]]></title>
			<pubDate>Thu, 16 May 2013 12:49:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/disturbios-no-mundo-arabe/israel-alerta-siria-para-o-envio-de-armas-ao-hezbollah,552f75434c8ae310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/disturbios-no-mundo-arabe/israel-alerta-siria-para-o-envio-de-armas-ao-hezbollah,552f75434c8ae310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Israel advertiu a Síria para o envio de armas avançadas para militantes islâmicos do Hezbollah, sugerindo possíveis novos ataques aéreos para impedir esta transferência, informou nesta quinta-feira o The New York Times. "Israel está determinado a continuar a impedir a transferência de armas avançadas para o Hezbollah. O envio de tais armas para o Hezbollah desestabilizará e colocará em risco toda a região", declarou um funcionário israelense ao jornal. "Se o presidente sírio (Bashar al-) Assad reage atacando Israel, ou tenta atacar Israel através de seus representantes terroristas, ele corre o risco de perder o seu regime, porque Israel vai responder", indicou o funcionário, que pediu para não ser identificado citando a necessidade de proteger as deliberações internas do governo israelense. Israel executou dois ataques aéreos na semana passada nas proximidades de Damasco, que, segundo uma fonte israelense, tinham como objetivo impedir a transferência de armas sofisticadas ao Hezbollah, a milícia libanesa aliada de Assad e do Irã, inimigo de Israel. Este novo alerta israelense ocorre dois dias depois do presidente russo Vladimir Putin advertir contra qualquer movimento que poderia desestabilizar a situação na Síria, após uma reunião em Moscou com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu. Netanyahu alertou Putin para o risco da entrega de mísseis S-300 para a Síria, o que complicaria qualquer futuro ataque aéreo contra o regime de Assad. Em suas declarações públicas, Netanyahu não indicou se tinha conseguido convencer Putin a interromper o fornecimento de armas para a Síria ou se os dois líderes chegaram a um acordo.]]></content>
			<description><![CDATA[Israel advertiu a Síria para o envio de armas avançadas para militantes islâmicos do Hezbollah, sugerindo possíveis novos ataques aéreos para impedir esta transferência, informou nesta quinta-feira o The New York Times....]]></description>
			<category><![CDATA[Distúrbios no Mundo Árabe]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA['BBC' tem acesso a indícios de uso de armas químicas na Síria]]></title>
			<pubDate>Thu, 16 May 2013 11:07:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/disturbios-no-mundo-arabe/bbc-tem-acesso-a-indicios-de-uso-de-armas-quimicas-na-siria,587e49210b8ae310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/disturbios-no-mundo-arabe/bbc-tem-acesso-a-indicios-de-uso-de-armas-quimicas-na-siria,587e49210b8ae310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[A BBC obteve acesso a evidências que reforçam relatos de que uma cidade síria teria sido alvo de um ataque com armas químicas no mês passado. Testemunhas teriam contado a um correspondente da BBC que visitou Saraqeb, no norte do Síria, que helicópteros do governo teriam soltado ao menos dois artefatos contendo um gás venenoso. O governo nega rumores de que esteja usando agentes químicos no conflito, que já dura dois anos e, segundo a ONU, deixou 80 mil mortos. Em abril, a cidade de Saraqeb, a sudoeste de Aleppo, foi vítima de bombardeios por forças do governo. Médicos do hospital local disseram à BBC terem atendido oito pessoas que sofriam de problemas respiratórios. Algumas estavam vomitando e outras estavam com as pupilas contraídas. Uma mulher, Maryam Khatib, morreu. Cheiro sufocante Vídeos aos quais a BBC teve acesso parecem sustentar a descrição dos médicos, mas é impossível verificá-los de forma independente. O filho de Khatib, Mohammed, que também ficou ferido no ataque, conta que foi correndo ajudar sua mãe. "O cheiro era horrível, sufocante", disse ele à BBC. "Parecia que eu tinha morrido, não conseguia ver nada. Não consegui ver nada durante três ou quatro dias", relembra. Um médico que atendeu a mãe de Mohammed disse que seus sintomas correspondiam a envenenamento por organofosforado, um composto orgânico altamente usado como pesticida. As amostras foram enviadas para testes. Hamish de Bretton-Gordon, ex-oficial-comandante do Regimento Britânico Químico Biológico Radiológico Nuclear disse que os depoimentos e evidências vindas de Saraqeb "eram fortes, porém incompletas". Ele disse que, recentemente, em Saraqeb e em outros lugares da Síria, pessoas ficaram doentes e morreram após apresentar sintomas de ataques por agentes químicos, como o gás nervoso sarin ou organofosforado. O oficial não visitou o local ou testou evidências, mas obteve acesso irrestrito ao material recebido pela BBC. Tanto a Grã-Bretanha como os Estados Unidos já mencionaram haver evidências crescentes de que o governo sírio tenha usado agentes químicos. No entanto, o presidente Barack Obama afirmou que os serviços de inteligência americanos que investigam o possível uso de armas químicas na Síria não coletaram provas suficientes até agora. Os rebeldes que lutam contra o governo também têm sido acusados de usar os agentes. Eles negam as acusações.  ]]></content>
			<description><![CDATA[A BBC obteve acesso a evidências que reforçam relatos de que uma cidade síria teria sido alvo de um ataque com armas químicas no mês passado....]]></description>
			<category><![CDATA[Distúrbios no Mundo Árabe]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Em novo vídeo, jihadistas executam homens favoráveis ao regime sírio]]></title>
			<pubDate>Thu, 16 May 2013 10:37:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/disturbios-no-mundo-arabe/em-novo-video-jihadistas-executam-homens-favoraveis-ao-regime-sirio,bf4e49210b8ae310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA[Um vídeo divulgado nesta quinta-feira pelo Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH) mostra jihadistas executando pessoas favoráveis ao regime do presidente Bashar al-Assad. A ONG, com sede em Londres, não informou a data das execuções nem se os homens são combatentes. Os homens mortos pela Frente Al-Nosra, uma organização que jura lealdade à Al-Qaeda, "são favoráveis ao regime de Assad, mas não sabemos se são soldados", afirmou à AFP o diretor do OSDH, Rami Abdel Rahman. O vídeo mostra um homem encapuzado, que lê um comunicado, e pelo menos outros nove com os olhos vendados, ajoelhados diante dele. Atrás aparecem duas bandeiras negras com a profissão de fé muçulmana. "De acordo com a sharia (lei islâmica), o tribunal da Frente Al-Nosra condenou à morte estes soldados apóstatas, que cometeram massacres contra nosso povo na Síria", afirma o jihadista no vídeo. Em seguida, ele pega o revólver e mata os prisioneiros um a um. Vários sites jihadistas divulgaram o vídeo e afirmaram que foi gravado em 2012.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/05/16/execucaosiriaafp.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: AFP" title="Foto: AFP"> <br>Um vídeo divulgado nesta quinta-feira pelo Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH) mostra jihadistas executando pessoas favoráveis ao regime do presidente Bashar al-Assad....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/05/16/execucaosiriaafp.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[Distúrbios no Mundo Árabe]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Ban Ki-moon chega à Rússia nesta 5ª feira para abordar conflito sírio]]></title>
			<pubDate>Thu, 16 May 2013 09:28:10 +0000</pubDate>
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			<content><![CDATA[O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, chega nesta quinta-feira à Rússia para abordar os principais problemas da atualidade internacional com as autoridades do Kremlin e, em particular, a situação no Oriente Médio e na Síria. Em sua sexta visita a este país como líder do organismo mundial, Ban se reunirá com o presidente russo, Vladimir Putin, o ministro das Relações Exteriores, Sergei Lavrov, e outras autoridades do país. Esta viagem se concretiza depois do anuncio das propostas articulada pela Rússia e Estados Unidos há uma semana, a qual visa realizar uma conferência internacional sobre a Síria com a participação de todas as partes envolvidas no conflito e poderia ocorrer já no final deste mês. O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciou na última terça-feira que essa conferência vai acontecer em Genebra "nas próximas semanas". "Naqueles países onde a luta continua, especialmente na Síria, nós, da comunidade internacional, temos o dever de atuar e pôr fim ao derramamento de sangue", ressaltou Ban em entrevista concedida à agência russa "Interfax" antes do início de sua viagem. O secretário-geral da ONU visitará Moscou e a cidade balneária de Sochi antes de empreender seu retorno a Nova York no próximo dia 19 de maio, segundo a agenda anunciada pelo organismo mundial. Outro dos assuntos centrais das conversas de Ban com Putin, que serão realizadas amanhã em Sochi, um balneário às margens do Mar Negro, será a situação na península de Coreia. Em relação a este assunto, o líder da ONU indicou que "a comunidade internacional respondeu com contundência e equilíbrio os testes nucleares, ameaças e outras provocações da República Popular Democrática da Coreia (do Norte)". Ban insistiu na necessidade do governo norte-coreano modificar sua política e voltar a mesa de negociações, ao mesmo tempo em que recomendou o regime de Pyongyang "centrar sua atenção no bem-estar da população do país".]]></content>
			<description><![CDATA[O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, chega nesta quinta-feira à Rússia para abordar os principais problemas da atualidade internacional com as autoridades do Kremlin e, em particular, a situação no Oriente Médio e na Síria....]]></description>
			<category><![CDATA[Distúrbios no Mundo Árabe]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Obama recebe premiê turco para falar sobre conflito na Síria]]></title>
			<pubDate>Thu, 16 May 2013 08:16:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/disturbios-no-mundo-arabe/obama-recebe-premie-turco-para-falar-sobre-conflito-na-siria,87cd75434c8ae310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/disturbios-no-mundo-arabe/obama-recebe-premie-turco-para-falar-sobre-conflito-na-siria,87cd75434c8ae310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, receberá nesta quinta-feira na Casa Branca o primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdogan e ambos terão uma reunião privada centrada previsivelmente na crise síria. A reunião privada entre Obama e Erdogan, que também será acompanhada pelo vice-presidente americano, Joe Biden, começará por volta das 11h (de Brasília), segundo a agenda fornecida pela Casa Branca. Depois, às 13h (de Brasília), ambos os líderes darão uma entrevista coletiva conjunta no Jardim da Casa Branca. Além disso, no final do dia, Obama será o anfitrião de um jantar de trabalho com Erdogan. A Turquia, que acolhe em seu território mais de 300 mil refugiados sírios, está há tempos reivindicando um envolvimento mais ativo dos EUA para resolver o conflito na Síria, sendo que Erdogan aproveitará sua reunião com Obama para esmiuçar o assunto, sobretudo por causa do atentado do último sábado que causou 51 mortos na cidade turca de Reyhanli. Na última segunda-feira, Erdogan assegurou que em seu encontro com Obama "apresentará solicitações" ao governo americano, mas não detalhou quais serão as exigências. A visita de Erdogan a Washington "ressalta a estreita amizade entre Estados Unidos e Turquia, além da importância estratégica de ampliar e fortalecer essa relação", indicou a Casa Branca. Erdogan estará em Washington acompanhado de sua mulher, Emine, que será recebida pela primeira-dama americana, Michelle Obama.]]></content>
			<description><![CDATA[O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, receberá nesta quinta-feira na Casa Branca o primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdogan e ambos terão uma reunião privada centrada previsivelmente na crise síria....]]></description>
			<category><![CDATA[Distúrbios no Mundo Árabe]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Síria volta a ter internet após apagão de oito horas]]></title>
			<pubDate>Wed, 15 May 2013 18:08:23 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/disturbios-no-mundo-arabe/siria-volta-a-ter-internet-apos-apagao-de-oito-horas,86e949210b8ae310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA[A internet voltou a funcionar na Síria na noite de quarta-feira, disse uma empresa de monitoramento dos Estados Unidos, e moradores relataram que as linhas telefônicas estavam de volta depois de um apagão de oito horas, que deixou grande parte da população isolada do mundo exterior. Redes de comunicação têm sido cruciais para ativistas da oposição para a divulgação de vídeos e informações sobre um conflito de dois anos que já matou pelo menos 80 mil pessoas, de acordo com um grupo de direitos humanos opositor ao presidente Bashar al-Assad. "A internet voltou às 18h26 (horário de Damasco). Duração de 8h25m", disse a empresa Renesys em sua conta no Twitter. Este é o sexto apagão nas comunicações desde a revolta, e empresas de monitoramento da web dizem que o governo provavelmente é responsável. Autoridades culparam um cabo de fibra óptica com defeito por um apagão na semana passada.]]></content>
			<description><![CDATA[A internet voltou a funcionar na Síria na noite de quarta-feira, disse uma empresa de monitoramento dos Estados Unidos, e moradores relataram que as linhas telefônicas estavam de volta depois de um apagão de oito horas, que deixou grande parte da população isolada do mundo exterior....]]></description>
			<category><![CDATA[Distúrbios no Mundo Árabe]]></category>
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