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		<title><![CDATA[Terra - RSS - América Latina]]></title>
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		<description><![CDATA[Últimas Notícias - América Latina]]></description>
		<language><![CDATA[pt-br]]></language>
		<copryright><![CDATA[Copyright 2000-2013 Terra Networks, S.A.]]></copryright>
		<category><![CDATA[América Latina]]></category>
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			<title><![CDATA[Terra - RSS - América Latina]]></title>
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			<title><![CDATA[Terremoto de magnitude 6,8 atinge costa do Chile]]></title>
			<pubDate>Mon, 20 May 2013 10:22:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/america-latina/terremoto-de-magnitude-68-atinge-costa-do-chile,2c07781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA[Um terremoto de magnitude 6,8 atingiu a costa do Chile nesta segunda-feira, informou o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês), mas os serviços de emergência chilenos disseram que não há expectativa de um tsunami ser gerado pelo tremor. Não há informações sobre danos ou vítimas.  O terremoto aconteceu  às 6h49 e 640 quilômetros a oeste de Puerto Aisen (1.532 quilômetros ao sul-sudoeste de Santiago), a uma profundidade de aproximadamente 10 quilômetros, de acordo com o USGS. O serviço de emergência do Chile informou pelo Twitter que o tremor não tinha as condições necessárias para gerar um tsunami. Segundo o órgão, o terremoto não foi sentido no país, nem provocou vítimas ou danos materiais. O último grande terremoto registrado no Chile aconteceu em 27 de fevereiro de 2010, com 8,8 graus na escala Richter, no centro-sul do país e deixou mais de 500 mortos, além de ter provocado um prejuízo de US$ 30 bilhões. Com informações adicionais da agência AFP  ]]></content>
			<description><![CDATA[Um terremoto de magnitude 6,8 atingiu a costa do Chile nesta segunda-feira, informou o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês), mas os serviços de emergência chilenos disseram que não há expectativa de um tsunami ser gerado pelo tremor. Não há informações sobre danos ou vítimas. ...]]></description>
			<category><![CDATA[América Latina]]></category>
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		<item>
			<title><![CDATA[Haiti: 1º hospital comunitário de referência fica pronto no fim do mês]]></title>
			<pubDate>Mon, 20 May 2013 09:17:09 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/america-latina/haiti-1-hospital-comunitario-de-referencia-fica-pronto-no-fim-do-mes,2fc6781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/america-latina/haiti-1-hospital-comunitario-de-referencia-fica-pronto-no-fim-do-mes,2fc6781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O primeiro hospital comunitário de referência (HCR), construído em parceria pelos governos do Brasil, de Cuba e do Haiti, ficará pronto no fim do mês em Bons Repos, na região metropolitana de Porto Príncipe, a capital haitiana. É a chamada cooperação tripartite Brasil-Cuba-Haiti. O hospital segue o modelo das unidades de Pronto Atendimento (UPAs) para gestantes e crianças, além de emergências e casos cirúrgicos. No total, o Brasil deve investir US$ 70 milhões. O Brasil coopera com o modelo e os recursos, Cuba participa com aproximadamente mil profissionais de saúde e o Haiti colabora com a formação de agentes comunitários de saúde e na gestão dos hospitais. A disposição é construir em até 120 dias UPAs a partir do modelo brasileiro. As três unidades hospitalares ficarão nas regiões de Bons Repos, Beudet e Carrefour - esta última é uma das principais concentrações populacionais de Porto Príncipe e apresenta mais dificuldades na área social - e deverão estar prontas até julho. Mas as cerimônias de inauguração ainda não estão marcadas. Cada hospital comunitário contará com atendimento materno-infantil - com salas de parto e cesariana, além de atendimento ao recém-nascido -, leitos de unidade de terapia intensiva (UTI), clínica médica, pediatria, ginecologia, quatro salas para cirurgias, atendimento ambulatorial, laboratório para exames básicos de urgência e serviços de radiologia e ultrassonografia. Em 2012, uma das ações desenvolvidas pelo governo brasileiro foi o financiamento da reconstrução de dois laboratórios especializados. As instalações foram reformadas e comprados equipamentos. Os laboratórios terão condições de fazer exames para detectar doenças como a malária, dengue, tuberculose, hanseníase e o cólera, além de manter o controle e a prevenção dos vetores. A chamada cooperação tripartite Brasil-Cuba-Haiti, segundo o Ministério da Saúde, permitiu a doação de mais de 6 milhões de doses de vacinas BCG (para a prevenção de formas graves de tuberculose), contra a poliomielite, DPT (difteria, tétano e coqueluche) e DT (difteria e tétano).]]></content>
			<description><![CDATA[O primeiro hospital comunitário de referência (HCR), construído em parceria pelos governos do Brasil, de Cuba e do Haiti, ficará pronto no fim do mês em Bons Repos, na região metropolitana de Porto Príncipe, a capital haitiana. É a chamada cooperação tripartite Brasil-Cuba-Haiti. O hospital segue o modelo das unidades de Pronto Atendimento (UPAs) para gestantes e crianças, além de emergências e casos cirúrgicos. No total, o Brasil deve investir US$ 70 milhões....]]></description>
			<category><![CDATA[América Latina]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Abrigado em embaixada brasileira, senador boliviano vê situação inalterada]]></title>
			<pubDate>Mon, 20 May 2013 08:54:44 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/america-latina/abrigado-em-embaixada-brasileira-senador-boliviano-ve-situacao-inalterada,7ca5ac993f2be310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/america-latina/abrigado-em-embaixada-brasileira-senador-boliviano-ve-situacao-inalterada,7ca5ac993f2be310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Ás vésperas de completar um ano abrigado na Embaixada do Brasil em La Paz, o senador boliviano Roger Pinto Molina, de 53 anos, vê sua situação praticamente inalterada. Em 28 de maio de 2012, ele recorreu ao governo brasileiro para pedir asilo político. O parlamentar teve o pedido atendido pelas autoridades brasileiras, mas o governo do presidente boliviano, Evo Morales, não concedeu o salvo conduto para que ele deixe o país. Sem autorização para deixar a Bolívia, Pinto Molina permanece abrigado na embaixada, sem previsão de quando deixará o local. O Ministério das Relações Exteriores informou à Agência Brasil que a permanência de Pinto Molina na embaixada segue as normas internacionais que regulamentam a concessão de asilo político e do direito diplomático. No mês passado, Pinto Molina fez o aniversário de 53 anos na embaixada. Por motivos de segurança, segundo as autoridades brasileiras, ele pode receber apenas os parentes mais próximos, os advogados e se necessário, profissionais da área de saúde. O senador argumenta que sofre perseguições políticas por parte do governo Morales, por isso quer deixar o país. As autoridades bolivianas alegam que Pinto Molina responde a uma série de ações judiciais que levantam suspeitas sobre a atuação dele no campo político. Pinto Molina aguarda uma definição, no mesmo momento em que 12 brasileiros permanecem detidos em Oruro, depois da morte de Kevin Espada, de 14, durante jogo do Corinthians com o San José. O adolescente morreu vítima de um sinalizador lançado por torcedores. O Itamaraty diz, porém, que é necessário manter discussões distintas sobre os casos do senador e dos torcedores do Corinthians. Em abril, o ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, participou de uma audiência pública no Senado e os parlamentares insistiram em associar o caso do senador ao dos torcedores brasileiros. O chanceler reiterou que 'não havia vantagens' em tratar dos assuntos de maneira conjunta.]]></content>
			<description><![CDATA[Ás vésperas de completar um ano abrigado na Embaixada do Brasil em La Paz, o senador boliviano Roger Pinto Molina, de 53 anos, vê sua situação praticamente inalterada. Em 28 de maio de 2012, ele recorreu ao governo brasileiro para pedir asilo político. O parlamentar teve o pedido atendido pelas autoridades brasileiras, mas o governo do presidente boliviano, Evo Morales, não concedeu o salvo conduto para que ele deixe o país....]]></description>
			<category><![CDATA[América Latina]]></category>
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		<item>
			<title><![CDATA[Venezuela declara interesse em normalizar relações com os EUA]]></title>
			<pubDate>Mon, 20 May 2013 06:52:07 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/america-latina/venezuela-declara-interesse-em-normalizar-relacoes-com-os-eua,b885a134980ce310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA[A Venezuela deseja reestabelecer relações diplomáticas plenas com os Estados Unidos, declarou neste domingo o ministro de Relações Exteriores do país sul-americano, Elias Jaua, em pronunciamento na televisão. De acordo com a Reuters, uma mostra do esforço de Caracas foi o envio de Calixto Ortega, um diplomata de alta patente, a Washington em missão de reaproximar as duas nações. Os governos americano e venezuelano se distanciaram durante os 14 anos de Hugo Chávez no poder, em processo que culminou na retirada dos respectivos embaixadores em ambas as capitais. "Envio uma messagem aos políticos americanos de que a Venezuela quer normalizar as relações através da designação de importantes diplomatas. Por quê? Porque os Estados Unidos seguem sendo um dos nossos mais importantes parceiros comerciais", afirmou Jaua. Sucessor político de Chávez, o novo presidente Nicolas Maduro disse recentemente que desejava se reaproximar dos Estados Unidos caso a "relação fosse respeitosa". Em outros momentos, porém, o mesmo Maduro acusou Washington de "desestabilizar" a Venezuela.]]></content>
			<description><![CDATA[A Venezuela deseja reestabelecer relações diplomáticas plenas com os Estados Unidos, declarou neste domingo o ministro de Relações Exteriores do país sul-americano, Elias Jaua, em pronunciamento na televisão. De acordo com a Reuters, uma mostra do esforço de Caracas foi o envio de Calixto Ortega, um diplomata de alta patente, a Washington em missão de reaproximar as duas nações....]]></description>
			<category><![CDATA[América Latina]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Após 30 anos, índios falam de genocídio na Guatemala]]></title>
			<pubDate>Sun, 19 May 2013 21:52:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/america-latina/apos-30-anos-indios-falam-de-genocidio-na-guatemala,7c24ac993f2be310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/america-latina/apos-30-anos-indios-falam-de-genocidio-na-guatemala,7c24ac993f2be310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Os indígenas ixis tiveram que esperar mais de 30 anos para poder testemunhar sobre o capítulo mais doloroso de sua história diante de um tribunal de justiça na Guatemala. Mas o tempo não diminuiu o horror do que tinham para contar. Durante dez dias, no julgamento que terminou há uma semana com a condenação por genocídio do ex-presidente Efraín Ríos Montt, uma centena de testemunhos â principalmente de mulheres â deu conta da violência exercida pelo Estado contra o povo maia entre março de 1982 e agosto de 1983. Ríos Montt foi condenado a 80 anos de prisão, 50 por genocídio e 30 por crimes contra a humanidade, cometidos durante os 15 meses que governou a Guatemala. Os juízes consideraram que Montt tinha conhecimento de que as Forças Armadas guatemaltecas "utilizaram a fome como arma militar" para destruir os ixis durante a guerra civil do país, que durou 36 anos. É a primeira condenação de um ex-chefe de Estado por violações de direitos humanos cometidas no período. De acordo com o jornalista El Salvador Carlos Dada â que escreveu sobre o julgamento para o portal e notícias da América central El Faro â os relatos foram cheios de "meninas apunhaladas no pescoço, bebês assassinados por soldados que esmagaram suas cabeças ou atravessaram seus corpos com baionetas, famílias inteiras amarradas em casas às quais os soldados atearam fogo". Os depoimentos são parte de uma história que a Guatemala e o mundo já conheciam, mas sobre a qual haviam deixado de falar. Racismo Relatórios como o projeto para a Recuperação da Memória História (REMHI) e a Comissão para o Esclarecimento Histórico das Nações Unidas (CEH) já haviam falado sobre a violência contra os ixis - um dos 22 povos maias que em seu conjunto conformam aproximadamente metade da população guatemalteca. Ambos os relatórios, publicados pouco depois da assinatura dos acordos de paz, documentaram exaustivamente as atrocidades cometidas durante a guerra civil, entre 1960 e 1996. Mas 1.771 ixis assassinados durante o governo de Montt foram apenas uma gota d'água no mar de violência na Guatemala, que deixou 200 mil mortos e 45 mil desaparecidos. A maioria deles eram indígenas caracterizados pelos governos ditatoriais como colaboradores da guerrilha de esquerda que estaria tentando tomar o controle do país. Nos primeiros anos da paz, tentar lançar luz sobre esse período da história da Guatemala poderia facilmente resultar em uma sentença de morte, como evidencia o assassinato do diretor do REMHI, monsenhor Juan José Gerardi, dois dias depois da publicação do relatório Guatemala: Nunca mais. "Acho que o Estado e os meios de comunicação, que foram calados e intimidados, nunca deram cobertura real ao que aconteceu no nosso país", disse à BBC Mundo Rosalina Tuyuc, fundadora da Coordenadoria Nacional de Viúvas da Guatemala (Conavigua). "Então a verdade da maioria das comunidades que foram afetadas ficou somente em seus corações e cabeças. E foram muito poucos os que as acompanharam em sua busca por justiça." Para Tuyuc, o fato de que a imensa maioria das vítimas â 83%, segundo a ONU â eram indígenas também ajuda a compreender que a tragédia do povo maia nunca tenha sido objeto de um verdadeiro debate nacional. "É parte do racismo estrutural, do racismo histórico e do racismo ideológico, que leva a minimizar o ocorrido, a querer desconhecer e ocultar e até a dizer: por que os índios não são exterminados, se só representam um fardo para o Estado?", disse Tuyuc, que pertence ao povo maia Kaqchikel. O presidente da comissão contra a Discriminação e o Racismo contra os Povos Indígenas na Guatemala, Jacobo Bolvito, também acredita que o racismo está por trás do silêncio sobre o genocídio e também da situação dos nativos no país. "Hoje em dia os efeitos do racismo podem ser vistos no fato de que os indicadores de desenvolvimento humano entre os povos indígenas são realmente lamentáveis." Caminho a percorrer De acordo com dados do Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas, enquanto aproximadamente sete de cada dez indígenas guatemaltecos vivem em situação de pobreza, a porcentagem de mestiços pobres é de apenas 36%. A exclusão econômica também tem sua expressão política, já que no Parlamento da Guatemala há somente 21 deputados indígenas de um total de 158. Os guatemaltecas concordam que a situação melhorou na medida em que acordos de paz foram implementados, mas reconhecem que há um longo caminho a percorrer. "Todos os espaços que se abriram até agora são também herança ou resultado dos 200 mil mortos em nosso país. Por isso é preciso lutar para manter esses espaços e denunciar a todos os que não querem reconhecer a outra Guatemala. Não podemos nos calar", diz Rosalina Tuyuc.  ]]></content>
			<description><![CDATA[Os indígenas ixis tiveram que esperar mais de 30 anos para poder testemunhar sobre o capítulo mais doloroso de sua história diante de um tribunal de justiça na Guatemala. Mas o tempo não diminuiu o horror do que tinham para contar....]]></description>
			<category><![CDATA[América Latina]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Venezuela: Maduro quer normalizar relações com os EUA]]></title>
			<pubDate>Sun, 19 May 2013 20:16:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/america-latina/venezuela-maduro-quer-normalizar-relacoes-com-os-eua,f2a4781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/america-latina/venezuela-maduro-quer-normalizar-relacoes-com-os-eua,f2a4781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O governo de Nicolás Maduro definiu como objetivo da política externa venezuelana a normalização das relações diplomáticas com os Estados Unidos, disse neste domingo o ministro das Relações Exteriores, Elías Jaua. Jaua assinalou à emissora local Televen que o Executivo de Maduro marcou esse objetivo "como garantia de paz", mas ressaltou que isso depende de "respeito mútuo" e do fim da "ingerência" americana em seus assuntos internos. Para avançar nessa meta, o ministro disse que também haverá aproximação com outros setores da sociedade americana. As relações se encontram em um de seus pontos mais baixos devido a contínuos incidentes diplomáticos, gerados principalmente por declarações de funcionários de diferentes categorias, o que mantém sem embaixadores desde 2010 as respectivas embaixadas em Caracas e Washington. As diferenças entre os dois países não afetaram a posição dos EUA como o principal parceiro comercial da Venezuela, que vende aos americanos cerca de 1,5 milhão dos 2,5 milhões de barris de petróleo que exporta todos os dias. "Nos interessa seguir aprofundando e cultivando uma relação de amizade com esse grande povo americano", disse Maduro em 23 de abril ao designar o deputado governista Calixto Ortega como o encarregado de contatos com a sociedade americana, acrescentou Jaua. O presidente venezuelano indicou nesse dia que Ortega terá a missão de "aumentar o diálogo com a sociedade americana", com o mundo acadêmico, social e sindical, com a comunidade afro-americana e latina, com senadores e deputados e, por fim, com os setores econômicos e sociais. "Os EUA não são só o governo, mas também os atores econômicos, sociais, políticos, parlamentares, governadores, movimentos sociais e religiosos, e Calixto Ortega conseguiu estabelecer um conjunto de relações com eles", finalizou.]]></content>
			<description><![CDATA[O governo de Nicolás Maduro definiu como objetivo da política externa venezuelana a normalização das relações diplomáticas com os Estados Unidos, disse neste domingo o ministro das Relações Exteriores, Elías Jaua....]]></description>
			<category><![CDATA[América Latina]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Argentina mantém mistério sobre funeral do ex-ditador Jorge Videla]]></title>
			<pubDate>Sun, 19 May 2013 18:55:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/america-latina/argentina-mantem-misterio-sobre-funeral-do-ex-ditador-jorge-videla,e154781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/america-latina/argentina-mantem-misterio-sobre-funeral-do-ex-ditador-jorge-videla,e154781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[A hora, o dia e o local do funeral do ex-ditador argentino Jorge Videla, falecido na sexta-feira aos 87 anos em uma cela onde cumpria pena por crimes contra a humanidade, eram mantidos em segredo este domingo. "Não temos nenhuma informação", declarou à AFP uma fonte do Poder Judiciário, que pediu para ter sua identidade preservada, e familiares e amigos do falecido tampouco deram quaisquer detalhes. Segundo a imprensa local, o hermetismo é resultado de um acordo de intimidade acertado com a Justiça pela família do militar, que cumpria duas penas de prisão perpétua e outra de 50 anos por terrorismo de Estado. O corpo tinha sido levado ao Necrotério Judicial para fazer a autópsia, sem que tenham sido informados oficialmente os resultados nem tampouco se continua depositado no local. Videla foi encontrado sem vida na sexta-feira às 8h25 locais (mesmo horário em Brasília) "sentado no sanitário de sua cela" na prisão de Marcos Paz, 50 km a oeste de Buenos Aires, segundo um comunicado do Serviço Penitenciário Nacional, ao qual a AFP teve acesso. O general, destituído no Julgamento aos Comandantes em 1985, foi o líder do golpe de Estado que depôs a presidente Isabel Perón (1974-1976). Durante a ditadura, dezenas de milhares de pessoas desapareceram, foram assassinadas e exiladas, foi implantada a censura em rádio e TV, suspendeu-se a liberdade de imprensa, os partidos políticos foram proibidos, o Parlamento, dissolvido, e se ordenou a queima de milhões de livros considerados "subversivos", como o Pequeno Príncipe, do francês Antoine de Saint Exupery, os romances do colombiano Gabriel García Márquez e os poemas do chileno Pablo Neruda. Os restos mortais não receberão quaisquer honras militares em seu funeral, pois desde 2009 rege uma disposição do Ministério da Defesa que os proíbe em casos de militares condenados por violações aos direitos humanos. Neste domingo, a imprensa argentina especulou que o enterro poderia ser realizado na cidade de Mercedes, terra natal do ex-ditador, 110 km a oeste da capital. Videla foi indultado em 1990 pelo ex-presidente Carlos Menem (1989-1999), mas a reabertura dos julgamentos o levou novamente ao banco dos réus, onde uma das condenações foi pelo roubo de bebês. Cerca de 500 filhos de presos políticos desaparecidos foram apropriados e tiveram a identidade alterada, mas a organização humanitária Avós da Praça de Maio conseguiu restituir a identidade de 108 deles. O ex-general, um integrista católico, carecia atualmente de apoio, salvo minúsculos grupos de ex-militares e sua família. Ele exerceu o poder nos piores anos da repressão, que foi ilegal e exercida em centros clandestinos, até 1981, quando foi substituído pelo chefe do Exército Roberto Viola. A ditadura se estendeu até dezembro de 1983, quando foram convocadas eleições após o ex-ditador Leopoldo Galtieri ser derrotado na guerra contra a Grã-Bretanha pelas ilhas Malvinas, em 1982.]]></content>
			<description><![CDATA[A hora, o dia e o local do funeral do ex-ditador argentino Jorge Videla, falecido na sexta-feira aos 87 anos em uma cela onde cumpria pena por crimes contra a humanidade, eram mantidos em segredo este domingo....]]></description>
			<category><![CDATA[América Latina]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Governo argentino prepara grande festa por 10 anos de kirchnerismo]]></title>
			<pubDate>Sun, 19 May 2013 18:40:15 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/america-latina/governo-argentino-prepara-grande-festa-por-10-anos-de-kirchnerismo,7644781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/america-latina/governo-argentino-prepara-grande-festa-por-10-anos-de-kirchnerismo,7644781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O governo argentino começou neste domingo a convocar formalmente uma grande festa em Buenos Aires para o próximo sábado, quando se completa dez anos de kirchnerismo, cuja aceitação popular será posta à toda prova novamente nas eleições legislativas de outubro. A presidência argentina começou a transmitir mensagens na TV convidando o povo para a comemoração, cujo epicentro será a emblemática Praça de Maio, em frente à sede do governo e a mesma que em 25 de maio de 2003 foi testemunha do início da gestão de Néstor Kircnher, que chegou ao poder com apenas 22% dos votos e um país em quebra econômica e social após a crise de 2001-2002. No principal passeio público da capital já se montava desde a sexta-feira um gigantesco palco, onde, sob o tema "a década ganha", no próximo sábado haverá shows e espetáculos de luzes e sons. "A pé, de caminhão ou ônibus temos que fazer com que a Praça de Maio exploda de alegria, a alegria do povo argentino", disse há poucos dias o secretário-geral da presidência, Oscar Parrilli. Embora o governo não tenha revelado ainda detalhes de como será o programa do festejo, Parrilli pediu que haja uma "grande mobilização de todos os argentinos que estão comprometidos" com o "modelo" kirchnerista e que não querem que se perca "o que foi conseguido nestes 10 anos". Em declarações divulgadas pelo governo, Parrilli pediu aos argentinos o "apoio" que a presidente Cristina Kirchner, esposa e sucessora do falecido Néstor Kirchner, "precisa para continuar transformando a Argentina". O festejo coincidirá com um novo aniversário da Revolução de Maio, fato histórico que em 1810 marcou o iniciou do processo que culminou com a declaração da independência, em 1816. Cristina assistirá ao tradicional Te Deum, que neste ano será realizado na basílica de Luján (a 70 quilômetros de Buenos Aires), em um gesto que confirma uma nova etapa da relação do governo com a Igreja Católica após a eleição do papa Francisco, depois de anos de frias relações. A comemoração na Praça de Maio será a primeira grande concentração pública após os grandes protestos contra o governo contra o ocorridos em todo o país no dia 18 de abril. Os protestos nas ruas eram contra polêmicas medidas do Executivo, como as restrições cambiais e a reforma judicial, e contra suspeitas de supostos atos de corrupção em círculos próximos ao poder, entre outros fatores. Cristina, 60 anos, foi reeleita em outubro de 2011 para outro período de quatro anos com 54% dos votos e uma imagem positiva que era de 63,3%, segundo a agência Management & Fit. Mas, segundo as últimas medições realizadas por esta empresa de consultoria privada, em abril deste ano o nível de desaprovação da gestão da governante chegava a 59,6%. O analista Patrício Giusto, da empresa de consultoria Diagnóstico Político, disse à agência EFE que o pleito legislativo de outubro será essencial pois vai marcar não só "as armas da oposição" visando as eleições presidenciais de 2015 como também o futuro do governo, que, segundo os resultados, determinará se o projeto de "re-reeleição" de Cristina continuará em vigor ou não. Embora a presidente não tenha se pronunciado explicitamente sobre o assunto, dirigentes governistas expressaram seu desejo de que ela concorra em 2015 a um terceiro mandato, o que exigiria uma reforma da Constituição, uma mudança que precisa do aval de maiorias especiais em um Parlamento que mudará parte de sua composição no final deste ano.]]></content>
			<description><![CDATA[O governo argentino começou neste domingo a convocar formalmente uma grande festa em Buenos Aires para o próximo sábado, quando se completa dez anos de kirchnerismo, cuja aceitação popular será posta à toda prova novamente nas eleições legislativas de outubro....]]></description>
			<category><![CDATA[América Latina]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Colômbia: diálogo de paz continua sem solução para questão agrária]]></title>
			<pubDate>Sun, 19 May 2013 18:04:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/america-latina/colombia-dialogo-de-paz-continua-sem-solucao-para-questao-agraria,1d14781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/america-latina/colombia-dialogo-de-paz-continua-sem-solucao-para-questao-agraria,1d14781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Os diálogos de paz que o Governo da Colômbia e as Farc sustentam em Cuba completaram seis meses neste domingo sem superar o primeiro ponto da agenda, a questão agrária, enquanto prossegue o conflito no país. As duas partes admitem aproximações no tema agrário, mas o certo é que a mesa de diálogos em Havana ainda não alcançou resultados concretos que permitam avançar na agenda definida para tentar pôr fim aos conflitos. Ainda assim, as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) fizeram hoje um balanço positivo dos seis meses de conversas, período em que se progrediu "em meio a dificuldades, tentando aproximar duas posições diametralmente opostas", segundo "Ivan Márquez", número dois da guerrilha e chefe de sua delegação de paz. Embora estejam pessimistas com a possibilidade de fechar em breve o primeiro ponto da agenda, as Farc voltaram neste domingo a pedir tempo para o processo em geral e discordaram de quem critica sua lentidão. "Não entendo por que dizem que o ritmo é lento. Precisamos tratar esses temas com serenidade, com profundidade, se realmente queremos criar bases sólidas para a construção de uma paz estável e duradoura", avaliou à imprensa "Ivan Márquez", cujo nome verdadeiro é Luciano Marín Arango. As diferenças entre a guerrilha e o Governo sobre a duração e o ritmo das conversas foram constantes nos seis meses de diálogos em Havana, onde os negociadores do presidente Juan Manuel Santos advertem que não se pode conversar "indefinidamente" e pedem agilidade às Farc para dar resultados ao povo colombiano. A guerrilha, por sua vez, não quer ser forçada a agir com mais pressa e rejeita trabalhar sob a pressão dos períodos legislativos e eleitorais que marcam o pleito presidencial de 2014. Nesse sentido, os guerrilheiros apontaram hoje que o anúncio do presidente Santos de tentar a reeleição é uma decisão que "liberta" o processo de paz de "pressões desnecessárias de tempo", segundo disse "Ivan Márquez". Como foi habitual nos últimos seis meses, durante a chegada das equipes negociadoras ao Palácio de Convenções de Havana não houve declarações à imprensa por parte dos delegados do Governo, liderados pelo ex-vice-presidente Humberto de la Calle, que só fala, e sem responder a perguntas feitas pelos jornalistas, ao final de cada rodada de negociação. Uma das características marcantes dos diálogos de Havana foi a discrição midiática dos delegados de Santos frente a uma guerrilha que aproveitou diariamente as câmeras e os microfones da imprensa para ler comunicados, dar declarações sobre diversos temas e divulgar suas propostas em matéria agrária. Desde que em 19 de novembro de 2012 foram instaladas em Cuba as conversas para a paz na Colômbia, houve nove rodadas de diálogo, as primeiras dedicadas a projetar mecanismos de participação cidadã, como uma série de foros para debater cada um dos pontos da agenda e levar propostas à mesa de negociações. Enquanto o diálogo na ilha caribenha segue estagnado no tema agrário, na Colômbia já foram realizados os foros sobre esse ponto e o seguinte: as garantias para a participação política das Farc assim que for alcançado o acordo definitivo para a paz. Nesta segunda-feira, representantes do Centro do Pensamento da Universidade de Bogotá e do escritório das Nações Unidas na Colômbia viajarão a Havana para entregar às equipes negociadoras as propostas que saíram desse evento. Nesses seis meses, Governo e guerrilha também dedicaram muitas horas (a metade do tempo de trabalho conjunto, segundo as Farc) a questões "relacionadas com a metodologia" das conversas, como, por exemplo, "unificar" o significado das palavras e termos sobre os diferentes temas. Foi necessário "elaborar uma espécie de glossário que nos permita ficar seguros, tanto do lado do Governo como da insurgência, para que quando nos refiramos a um tema estejamos entendendo a questão da mesma maneira. Isso é fundamental para compreender os problemas e poder avançar", explicou "Ivan Márquez".]]></content>
			<description><![CDATA[Os diálogos de paz que o Governo da Colômbia e as Farc sustentam em Cuba completaram seis meses neste domingo sem superar o primeiro ponto da agenda, a questão agrária, enquanto prossegue o conflito no país....]]></description>
			<category><![CDATA[América Latina]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Taxa de aprovação de Humala no Peru cai para mínima em 6 meses]]></title>
			<pubDate>Sun, 19 May 2013 17:52:13 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/america-latina/taxa-de-aprovacao-de-humala-no-peru-cai-para-minima-em-6-meses,1e04781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA[A taxa de aprovação do presidente Ollanta Humala caiu cinco pontos para uma mínima em seis meses de 46%, o que reflete a impopularidade de sua proposta para comprar uma refinaria de petróleo de propriedade da espanhola Repsol e seu apoio ao novo governo da Venezuela, mostrou uma pesquisa da Ipsos no domingo. A pesquisa nacional foi publicada pelo jornal El Comercio. Humala abandonou a ideia de comprar a refinaria da Repsol depois da reclamação de líderes empresariais de que a compra prejudicaria o setor privado e colocaria uma das principais refinarias do país nas mãos de uma empresa estatal ineficiente. Embora Humala tenha se inclinado para a direita desde que disputou as eleições em 2011 como um esquerdista moderado, seus críticos têm insistido sobre sua amizade com o falecido presidente da Venezuela, Hugo Chávez, e o apoio diplomático do Peru ao seu sucessor, Nicolás Maduro, que venceu uma eleição disputada em abril prometendo avançar com a unidade socialista de Chávez. El Comercio informou que três quartos dos peruanos entrevistados disseram que não aprovam a maneira que Maduro venceu. A pesquisa com 1.221 pessoas foi conduzida entre 15 e 17 maio e tem uma margem de erro de 2,1 pontos.]]></content>
			<description><![CDATA[A taxa de aprovação do presidente Ollanta Humala caiu cinco pontos para uma mínima em seis meses de 46%, o que reflete a impopularidade de sua proposta para comprar uma refinaria de petróleo de propriedade da espanhola Repsol e seu apoio ao novo governo da Venezuela, mostrou uma pesquisa da Ipsos no domingo. A pesquisa nacional foi publicada pelo jornal El Comercio....]]></description>
			<category><![CDATA[América Latina]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Milhares marcham no Chile por descriminalização da maconha]]></title>
			<pubDate>Sun, 19 May 2013 00:52:13 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/america-latina/milhares-marcham-no-chile-por-descriminalizacao-da-maconha,0621781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/america-latina/milhares-marcham-no-chile-por-descriminalizacao-da-maconha,0621781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Milhares de pessoas participaram este sábado na marcha pela maconha realizada na capital chilena e em outras 14 cidades do país, que busca a descriminalização do autocultivo da planta. Na manifestação foi distribuído aos presentes um folheto com conselhos para os usuários da maconha, no qual vinha uma semente. Segundo seus organizadores, para a iniciativa em Santiago, que culminou com um ato artístico na Praça Almagro, chegaram cerca de 50 mil pessoas, em sua maioria jovens. Os jovens marcharam da Praça dos Heróis, a cerca de 350 metros de seu destino final, com cartazes e dançando ao ritmo de várias bandas que participaram do ato. A manifestação quer colocar em debate presidencial a modificação do artigo 50 da Lei 20.000 sobre tráfico ilícito de entorpecentes, que sanciona o consumo de drogas ilícitas em lugares públicos, em particulares próprios para este fim ou levem algum tipo de substância ilegal. A ideia busca também que seja permitido o autocultivo da maconha, como ocorre em outros países, se esta for feita com fins terapêuticos e não com fins comerciais ou de tráfico.]]></content>
			<description><![CDATA[Milhares de pessoas participaram este sábado na marcha pela maconha realizada na capital chilena e em outras 14 cidades do país, que busca a descriminalização do autocultivo da planta. Na manifestação foi distribuído aos presentes um folheto com conselhos para os usuários da maconha, no qual vinha uma semente....]]></description>
			<category><![CDATA[América Latina]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Gays e lésbicas protestam em Caracas para exigir direitos]]></title>
			<pubDate>Sat, 18 May 2013 23:07:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/america-latina/gays-e-lesbicas-protestam-em-caracas-para-exigir-direitos,d100ac993f2be310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/america-latina/gays-e-lesbicas-protestam-em-caracas-para-exigir-direitos,d100ac993f2be310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Uma centena de homossexuais e lésbicas protestaram neste sábado em Caracas para pedir mais direitos civis, como o casamento entre pessoas do mesmo sexo e o fim da discriminação. "Não à homofobia, sim à inclusão", gritavam os participantes desta marcha, convocada pelas organizações Diversa Venezuela e COMAC, que recorreu uma área do centro de Caracas. Cesar Sequera, coordenador geral da COMAC, disse à AFP que o objetivo é exigir que cesse o assédio que ainda sofrem os homossexuais, lésbicas e transexuais na Venezuela e que se aprovem leis que permitam o casamento igualitário. "Em certos pontos da capital não podem ver dois homens de mãos dadas porque os seguranças os tiram do lugar", comentou Sequera. Explicou que quanto às uniões legais de mesmo sexo, vários grupos apresentaram iniciativas, mas estas permanecem "engavetadas como resultado do fundamentalismo religioso que domina a Assembleia Nacional" venezolana. Génesis Sánchez, de 17 anos, comentou que a situação das lésbicas não é tão complicada, como ocorre com homossexuais e transexuais. "É mais aceito ver duas mulheres de mãos dadas", disse. Segundo Sequera, na Venezuela não se apresentaram formalmente iniciativas de reformas legais que permitam a união entre pessoas do mesmo sexo. A marcha em Caracas foi convocada depois da celebração, na sexta-feira, do Dia Mundial de Luta contra a Homofobia, quando completam 23 anos desde que a Organização Mundial de Saúde deixou de classificar a homossexualidade como uma doença mental.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/05/18/venezuelapasseatacontrahomofobiaafp.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: AFP" title="Foto: AFP"> <br>Uma centena de homossexuais e lésbicas protestaram neste sábado em Caracas para pedir mais direitos civis, como o casamento entre pessoas do mesmo sexo e o fim da discriminação....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/05/18/venezuelapasseatacontrahomofobiaafp.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[América Latina]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Conflito não diminuiu na Colômbia nos 6 meses do diálogo de paz]]></title>
			<pubDate>Sat, 18 May 2013 22:46:10 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/america-latina/conflito-nao-diminuiu-na-colombia-nos-6-meses-do-dialogo-de-paz,f9c0781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/america-latina/conflito-nao-diminuiu-na-colombia-nos-6-meses-do-dialogo-de-paz,f9c0781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O conflito armado na Colômbia manteve sua intensidade durante os seis primeiros meses de diálogos que o governo e as Farc completam neste domingo, ao tempo que cresceu a violência política e também o apoio dos cidadãos a esse processo de paz. Esse é o diagnóstico do diretor do Centro de Recursos para a Análise de Conflitos (Cerac), Jorge Restrepo, que em entrevista à Agência Efe considerou que a guerrilha pode estar usando esse período "para promover treinamentos, descansar com a redução do confronto armado e retomar as forças". Os negociadores das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) e do Governo de Juan Manuel Santos negociam em Havana ainda sem terem alcançado acordos conclusivos, enquanto na Colômbia prosseguem os enfrentamentos, pois o fogo não cessará até que haja um acordo. É por isso que as comunidades das áreas mais castigadas pelo conflito no oeste (Chocó, Cauca, Nariño e Putumayo) e no leste do país (Catatumbo e Arauca) ainda testemunham atentados da guerrilha contra as forças de segurança e também bombardeios e grandes operações por parte da Polícia e do Exército. Segundo Restrepo, nesses seis meses "não houve grandes mudanças" nas frentes nem no recrutamento, e a única redução das atividades aconteceu pela trégua unilateral de dois meses que foi decretada pelas Farc em Navidad, que "teve valor como demonstração de paz para a sociedade" e consolidou "o controle interno" da guerrilha. O diretor do Cerac destacou que a queda no número de sequestros vem de antes das negociações e que há "uma muito provável redução da atividade em Cauca", porém, também maior movimento em Arauca e Caquetá, no sul da Colômbia. Nos combates ocorridos nesses seis meses morreram dezenas de membros da Polícia e das Farc, com destaque para as mortes do ex-chefe da coluna móvel de elite Jacobo Arenas, conhecido como "Caliche", e do chefe do Bloco 5, no norte colombiano, conhecido como "Jacobo Arango". Restrepo explicou que, embora "não tenha havido grandes mudanças no conflito nesses seis meses, houve um aumento da violência que viola os direitos humanos de comunidades afrocolombianas e indígenas". Ele também citou o aumento da "violência política" derivada das tensões sociais na aplicação da Lei de Vítimas e Restituição de Terras, dos enfrentamentos entre guerrilhas, do "ressurgimento do paramilitarismo político no sentido de ameaçar e atentar contra ativistas" e de disputas internas entre grupos do crime organizado. Restero alerta que organizações narcotraficantes de origem paramilitar como Los Urabeños estão comprando rotas da droga pertencentes às Farc e começaram a incorporar membros da guerrilha "um por um". Com isso, lançou a advertência de que já está "começando a violência do pós-conflito sem ter terminado o conflito com as Farc". "Temos que nos preparar para uma negociação longa, e isso inclui nos preparar para essas formas de violência que aumentaram", advertiu, ao assinalar que "a Colômbia vive muitas violências". Desde o início do processo de paz, em novembro de 2012, o Governo e as Farc convocaram a sociedade civil em foros em Bogotá e nas regiões para que apresente suas propostas ao processo em matéria agrária e política, o que, além disso, procura criar uma consciência de construção de paz no país. As mensagens das duas partes buscam a unidade dos colombianos em torno da paz e também tentam seduzir os mais críticos, liderados pelo ex-presidente Álvaro Uribe. O presidente colombiano, Juan Manuel Santos, citou hoje o reconhecimento internacional do processo ao remarcar que no último mês recebeu o apoio de personalidades como o papa Francisco, o ex-primeiro-ministro do Reino Unido Tony Blair, o ex-mandatário dos EUA Bill Clinton e o ex-presidente do Governo espanhol Felipe González. Segundo a mais recente pesquisa do instituto Gallup, divulgada em 2 de maio, 64% dos colombianos respaldam esse processo de paz, índice que traz alta significativa sobre os 54% de fevereiro.]]></content>
			<description><![CDATA[O conflito armado na Colômbia manteve sua intensidade durante os seis primeiros meses de diálogos que o governo e as Farc completam neste domingo, ao tempo que cresceu a violência política e também o apoio dos cidadãos a esse processo de paz....]]></description>
			<category><![CDATA[América Latina]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Partido da oposição venezuelana processará Maduro por 'ato criminoso']]></title>
			<pubDate>Sat, 18 May 2013 21:16:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/america-latina/partido-da-oposicao-venezuelana-processara-maduro-por-ato-criminoso,e48fac993f2be310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/america-latina/partido-da-oposicao-venezuelana-processara-maduro-por-ato-criminoso,e48fac993f2be310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O Partido Social Cristão (Copei) da Venezuela anunciou neste sábado que requisitará ao Supremo Tribunal de Justiça que processe por "ato criminoso" o presidente do país, Nicolás Maduro, depois que o líder assegurou conhecer a identidade de 900 mil pessoas que não votaram nele nas eleições de abril. "É claramente um ato criminoso de Maduro contra todos os venezuelanos e a Constituição quando ele diz ter a lista dessas 900 mil pessoas", declarou em entrevista coletiva o vice-presidente do Copei, Enrique Naime. Com essa afirmação, Maduro teria "violentado" o artigo 63 da Constituição, "que estabelece claramente que o sufrágio é um direito, livre, universal, direto e secreto", lembrou o opositor. "De onde Maduro tirou essas listas? Quem as entregou? Foram os senhores reitores do Conselho Nacional Eleitoral?", questionou Naime. Em um ato televisionado na quinta-feira, Maduro disse que conhecia a identidade de 900 mil pessoas que, mesmo sendo governistas, votaram em abril no líder opositor, Henrique Capriles, o que atribuiu à "tristeza" que os abatia pela morte de Hugo Chávez. Em 14 de abril, Maduro derrotou Capriles por uma margem de apenas 1,49%, índice que representa 225 mil votos. No entanto, o líder da oposição não reconheceu esses resultados, denunciou uma fraude, impugnou todo o processo eleitoral perante o Supremo e disse esperar que os venezuelanos sejam novamente convocados às urnas. A afirmação do presidente venezuelano também foi rejeitada por Vicente Díaz, um dos cinco reitores principais do Conselho Nacional Eleitoral (CNE), que a rotulou de "coação pública".]]></content>
			<description><![CDATA[O Partido Social Cristão (Copei) da Venezuela anunciou neste sábado que requisitará ao Supremo Tribunal de Justiça que processe por "ato criminoso" o presidente do país, Nicolás Maduro, depois que o líder assegurou conhecer a identidade de 900 mil pessoas que não votaram nele nas eleições de abril....]]></description>
			<category><![CDATA[América Latina]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Justiça argentina pode usar entrevistas de Videla em julgamento]]></title>
			<pubDate>Sat, 18 May 2013 17:16:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/america-latina/justica-argentina-pode-usar-entrevistas-de-videla-em-julgamento,ed0f781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/america-latina/justica-argentina-pode-usar-entrevistas-de-videla-em-julgamento,ed0f781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[As entrevistas concedidas à imprensa pelo ex-ditador argentino Jorge Rafael Videla, falecido na sexta-feira, podem ser usadas em um julgamento sobre delitos cometidos no marco do "Plano Condor", que coordenava as ditaduras no Cone Sul nas décadas de 1970 e 80, disse neste sábado o promotor do caso. O representante do Ministério Público Fiscal nessa causa, Pablo Ouviña, disse a uma emissora de rádio de Buenos Aires que as entrevistas concedidas pelo ex-militar serão levadas em conta, mas esclareceu que não terão o mesmo peso de um testemunho no tribunal. Videla, que morreu aos 87 anos quando cumpria pena de prisão perpétua na província de Buenos Aires, era um dos principais acusados no julgamento oral iniciado em março por conta da perseguição de opositores durante o "Plano Condor". Nesta causa judicial, a maioria das vítimas eram cidadãos uruguaios que foram transferidos ao centro de detenção clandestino Automotores Orletti, em Buenos Aires, mas também serão julgados os casos de sequestrados de nacionalidades paraguaia, chilena, boliviana e peruana. Em declarações à Radio América, de Buenos Aires, Ouviña disse hoje que, com a morte Videla, o julgamento, onde outras 24 pessoas são acusadas, "não será o mesmo". "O que morreu com Videla foi um pouquinho de esperança. Por todas as coisas que ele não disse e que poderia dizer. Minha esperança era que em algum momento ele fizesse isso", avaliou o promotor. Na terça-feira passada, em uma audiência desse julgamento, o ex-ditador se negou a dar declarações ao tribunal oral. León Arslanian, que integrou o tribunal que processou a Junta Militar em 1985, lamentou hoje que Videla tenha morrido sem revelar detalhes das operações militares que causaram o desaparecimento de 30 mil pessoas durante a ditadura (1976-1983). "Levou para o túmulo segredos sobre cada uma das operações e o destino das pessoas desaparecidas", disse Arslanian em declarações à Radio Mitre, de Buenos Aires.]]></content>
			<description><![CDATA[As entrevistas concedidas à imprensa pelo ex-ditador argentino Jorge Rafael Videla, falecido na sexta-feira, podem ser usadas em um julgamento sobre delitos cometidos no marco do "Plano Condor", que coordenava as ditaduras no Cone Sul nas décadas de 1970 e 80, disse neste sábado o promotor do caso....]]></description>
			<category><![CDATA[América Latina]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Assad critica acusações de uso de armas químicas e diz que não renuncia]]></title>
			<pubDate>Sat, 18 May 2013 16:07:13 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/america-latina/assad-critica-acusacoes-de-uso-de-armas-quimicas-e-diz-que-nao-renuncia,921eac993f2be310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/america-latina/assad-critica-acusacoes-de-uso-de-armas-quimicas-e-diz-que-nao-renuncia,921eac993f2be310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O presidente da Síria, Bashar al-Assad, negou que seu governo tenha usado armas químicas contra populações civis, ao afirmar que isto não poderia ser escondido, e disse que as acusações poderiam ser utilizadas para justificar uma guerra contra seu país. Estas e outras declarações sobre a guerra civil que assola o país há mais de dois anos foram dadas à agência Télam e ao jornal Clarín, ambos da Argentina (originais no espanhol). A extensa entrevista - cujas gravações originais foram apreendidas, segundo os dois meios de comunicação - aconteceu em Damasco, a capital e sede do governo. "As acusações contra a Síria a respeito do uso de armas químicas ou a minha renúncia mudam a cada dia. E é provável que se use como prelúdio de uma guerra contra nosso país", disse o presidente sírio. "Disseram que usamos armas químicas contra zonas residenciais. Se fossem usadas sobre uma cidade ou subúrbio com um saldo de 10 ou 20 vítimas acreditariam?". "O uso (de armas químicas) significaria a morte de milhares ou dezenas de milhares de pessoas em questão de minutos. Quem poderia esconder tal coisa?", questionou. Assad negou que pense em renunciar. "Renunciar seria fugir", disse ao ser perguntado sobre a possibilidade de dar um passo atrás, como pediu o secretário de Estado americano, John Kerry. "Não sei se Kerry ou outro receberam um poder do povo sírio para falar em seu nome sobre quem deve sair e quem deve permanecer. Isto será determinado pelo povo sírio nas eleições presidenciais de 2014", afirmou. "Os Estados Unidos mudaram os instrumentos, mas não os princípios e passaram da invasão direta para outro tipo de guerras, acrescentou. Segundo a ONU, o conflito sírio já deixou mais de 80 mil mortos - cifra que passou a aumentar expressivamente desde meados do ano passado, quando Kofi Annan renunciou ao posto de enviado especial ao conflito, que também passou então a ser considerado uma guerra civil pela Cruz Vermelha. Assad questionou o número da ONU. "Primeiramente devemos perguntar àqueles que defendem estas cifras sobre suas fontes e sobre sua credibilidade. Muitos dos mortos de que falam são extrangeiros que vieram matar o povo sírio, e há muitos sírios desaparecidos, de modo que não podemos dar um número preciso". Questionado sobre o eventual uso excessivo de força por parte do governo contra os rebeldes, Assad afirmou que seu exército age do modo que a situação lhe exige. "Como definir se houve uso se força excessiva ou não? Qual é a fórmula? É pouco objetivo falar (sobre a violência) a partir deste ângulo porque se responde de acordo com o tipo de terorrismo que se enfrenta. O Exército e as forças de segurança têm a obrigação de responder garantindo que a zona seja limpa e, ao mesmo tempo, que os civis fiquem em segurança."]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/05/18/assadentrevistaargentinarep.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Télam/Reprodução" title="Foto: Télam/Reprodução"> <br>O presidente da Síria, Bashar al-Assad, negou que seu governo tenha usado armas químicas contra populações civis, ao afirmar que isto não poderia ser escondido, e disse que as acusações poderiam ser utilizadas para justificar uma guerra contra seu país. Estas e outras declarações sobre a guerra civil que assola o país há mais de dois anos foram dadas à agência Télam e ao jornal Clarín, ambos da Argentina (originais no espanhol). A extensa entrevista - cujas gravações originais foram apreendidas, segundo os dois meios de comunicação - aconteceu em Damasco, a capital e sede do governo....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/05/18/assadentrevistaargentinarep.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[América Latina]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Imprensa argentina destaca que Videla morreu sem dar respostas]]></title>
			<pubDate>Sat, 18 May 2013 15:04:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/america-latina/imprensa-argentina-destaca-que-videla-morreu-sem-dar-respostas,1d4e781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/america-latina/imprensa-argentina-destaca-que-videla-morreu-sem-dar-respostas,1d4e781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Jorge Videla, o símbolo da ditadura argentina (1976/83), morreu nesta sexta-feira na prisão, sem demonstrar arrependimento nem dar respostas sobre o destino dos desaparecidos, destaca a imprensa de Buenos Aires. "Morreu Videla, o símbolo da ditadura", afirmam em suas primeiras páginas os influentes jornais Clarín e La Nación, enquanto o Tiempo Argentino ressalta que "morreu na prisão o genocida Videla". "Golpe no inferno", ironizou Página/12, um jornal criado depois do retorno da democracia em dezembro de 1983 e que fez das denúncias dos crimes da ditadura um dos eixos de sua política editorial. Os jornais dedicam muitas páginas das edições de sábado ao ex-ditador, que faleceu aos 87 anos de causas naturais em uma prisão ao sudoeste de Buenos Aires. Condenado duas vezes à prisão perpétua por assassinatos e torturas, além de uma pena de 50 anos de prisão pelo roubo de bebês, Videla morreu praticamente sem apoio, como demonstram os breves 18 avisos fúnebres publicados em sua memória no La Nación, nenhum no Clarín. O ex-ditador é "o rosto de um regime que sequestrou, torturou e assassinou. No governo de Videla (1976/1981), o desaparecimento de pessoas se instaurou como método", recorda o Clarín. O jornal completa que entre suas "últimas provocações", o militar destituído calculou em "7 ou 8 mil pessoas o número de desaparecidos contra a cifra emblemática de 30.000 que denunciam os organismos de direitos humanos". Videla "foi um hipócrita, que, ajoelhado nas igrejas. se atribuiu uma missão sangrenta. Deu um rosto adusto à pior ditadura que viveu a Argentina. Ninguém poderá recordar apenas um ato público que o redima das manchas morais indeléveis", afirmou a escritora Beatriz Sarlo no La Nación. Sarlo adverte que "para outro capítulo da história resta a análise de por que foi possível e como se conduziram milhões de argentinos nos primeiros anos da ditadura, onde esteve a imprensa, onde os políticos, onde os poucos resistentes; como foram mudando condutas e revendo posições". "Pôs o Estado de joelhos a serviço do poder econômico", recordou o Tiempo Argentino. "Em março de 1976, (o ex-ministro da Economia José) Martínez de Hoz apresentou um plano liberal ao ditador, que poucos dias depois concretizaria o último e mais violento golpe da história argentina". "O que nunca aprendeu a se arrepender", destaca o Página/12, que recorda declarações recentes de Videla publicadas na revista espanhola Cambio 16, nas quais "repetiu as ideias de sempre sobre 'delinquentes subversivos' e ordem".]]></content>
			<description><![CDATA[Jorge Videla, o símbolo da ditadura argentina (1976/83), morreu nesta sexta-feira na prisão, sem demonstrar arrependimento nem dar respostas sobre o destino dos desaparecidos, destaca a imprensa de Buenos Aires....]]></description>
			<category><![CDATA[América Latina]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[OEA sugere possível legalização da maconha nas Américas]]></title>
			<pubDate>Sat, 18 May 2013 13:13:10 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/america-latina/oea-sugere-possivel-legalizacao-da-maconha-nas-americas,67fd781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/america-latina/oea-sugere-possivel-legalizacao-da-maconha-nas-americas,67fd781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Um relatório sobre drogas divulgado pela Organização dos Estados Americanos (OEA) na noite desta sexta-feira na Colômbia sugere a possibilidade da legalização da maconha no continente americano. O documento é o primeiro de uma organização multilateral a admitir a possibilidade de legalização. A OEA reúne os 35 Estados independentes das Américas. O relatório foi entregue pelo secretário-geral da OEA, o chileno José Miguel Insulza, ao presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, anfitrião da Sexta Cúpula das Américas, realizada no ano passado, quando se encomendou o relatório para analisar a chamada "guerra às drogas". O estudo da organização concluiu que a questão do uso de drogas deveria ser tratada primordialmente como uma questão de saúde pública e que os usuários deveriam ser tratados como doentes, não processados criminalmente. O documento também destaca as grandes somas de dinheiro que poderiam ser poupadas pelos governos com a reavaliação da guerra às drogas. Apesar disso, o relatório diz que não há apoio suficiente entre os países membros da OEA para a legalização das drogas ilícitas consideradas mais sérias, como cocaína e heroína. Discussões políticas "O relatório que a OEA nos entregou hoje é uma peça importante para a construção de um caminho que nos permita enfrentar esse problema", afirmou o presidente colombiano, um dos principais defensores de mudanças na guerra às drogas. "Agora que o trabalho real começa, que é a discussão (do relatório) no nível político", disse. "Vamos deixar claro que ninguém aqui está defendendo nenhuma posição, nem legalização, nem regulação, nem guerra a qualquer custo. O que precisamos fazer é usar estudos sérios e bem considerados como esse que a OEA nos apresentou hoje para buscar melhores soluções", disse. Insulza, por sua vez, disse que o objetivo do relatório era "não esconder nada" e mostrar como o problema das drogas "afeta cada país e região, o volume de dinheiro que as drogas fazem circular e quem se beneficia dele, mostrar como as drogas corroem a organização social, a saúde pública, a qualidade do governo e até mesmo a democracia". O relatório chama a atenção para o fato de que as Américas são a única região do mundo na qual todas as etapas relacionadas às drogas estão presentes: cultivo, produção, distribuição e consumo. Além disso, indica o documento, a região concentra aproximadamente 45% dos usuários de cocaína do mundo, cerca de 50% dos usuários de heroína e um quarto dos consumidores de maconha. O consumo de drogas no continente gera, segundo a OEA, US$ 151 bilhões anuais somente com a venda do produto. "A relação entre as drogas e a violência é uma das muitas causas de temor entre nossos cidadãos e contribui para tornar a segurança uma das questões mais preocupantes para os cidadãos de todo o hemisfério", afirmou Insulza. "Esta situação precisa ser enfrentada com maior realismo e efetividade se quisermos avançar", disse.]]></content>
			<description><![CDATA[Um relatório sobre drogas divulgado pela Organização dos Estados Americanos (OEA) na noite desta sexta-feira na Colômbia sugere a possibilidade da legalização da maconha no continente americano....]]></description>
			<category><![CDATA[América Latina]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Venezuela: opositor acusado por atos de violência é libertado]]></title>
			<pubDate>Sat, 18 May 2013 03:16:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/america-latina/venezuela-opositor-acusado-por-atos-de-violencia-e-libertado,836cac993f2be310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/america-latina/venezuela-opositor-acusado-por-atos-de-violencia-e-libertado,836cac993f2be310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O general reformado e dirigente opositor Antonio Rivero foi libertado nesta sexta-feira após ter passado mais de 20 dias na prisão, acusado de ter incitado os atos de violência registrados após as eleições do último 14 de abril na Venezuela, os quais deixaram pelo menos nove mortos e outros 70 feridos. Rivero assinalou que sua prisão "arbitrária e ilegítima" na sede do Serviço Bolivariano de Inteligência Nacional (SEBIN) não interromperá sua luta, embora tenha ressaltado que agora "simplesmente" cuidará de sua saúde, já que passou mais de duas semanas em greve de fome. "Quero saber como estou de saúde após a greve. Tenho uma infecção respiratória que pôde ter sido causa pelas condições de alojamento onde estive preso", declarou Rivero à emissora "Globovisión" ao ser libertado. Segundo o dirigente opositor, na próxima segunda-feira, ele deve se apresentar perante o tribunal para receber a medida cautelar que substituiu sua prisão. "Em nome de Deus, eu vou lutar e seguir trabalhando. A Venezuela tem potencial humano e de recursos para poder ser o melhor país da América Latina", apontou Rivero. No último dia 27 de abril, quando foi preso, o general reformado declarou sua "absoluta inocência" em relação aos crimes de incitação a violência e formação de quadrilha, dos quais foram acusados formalmente pelo Ministério Público venezuelano dois dias após sua prisão. No mesmo dia, Rivero iniciou uma greve que se estendeu até a última segunda-feira, um dia depois da própria mãe do opositor, Nelly González de Rivero, ter feito um emotivo pedido. O militar retirado foi preso depois que o governo divulgasse um vídeo no qual Rivero aparece dando instruções a um grupo de jovens durante um protesto, fato pelo qual as autoridades o consideraram como um suposto mentor de um plano desestabilizador organizado pela oposição, que, por sinal, não reconheceu os resultados das eleições. O líder da oposição e ex-candidato à Presidência, Henrique Capriles, que impugnou o processo eleitoral por considerá-lo fraudulento, celebrou a libertação de Rivero logo após a saída do mesmo da prisão. "A liberdade do Gral. Antonio Rivero é um ato de justiça! Nunca deveria ter sido preso! Basta ao uso dos Tribunais com fins políticos!", escreveu Capriles em sua conta do Twitter.]]></content>
			<description><![CDATA[O general reformado e dirigente opositor Antonio Rivero foi libertado nesta sexta-feira após ter passado mais de 20 dias na prisão, acusado de ter incitado os atos de violência registrados após as eleições do último 14 de abril na Venezuela, os quais deixaram pelo menos nove mortos e outros 70 feridos....]]></description>
			<category><![CDATA[América Latina]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Fujimori é internado em clínica de Lima com problemas digestivos]]></title>
			<pubDate>Sat, 18 May 2013 02:34:14 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/america-latina/fujimori-e-internado-em-clinica-de-lima-com-problemas-digestivos,045cac993f2be310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/america-latina/fujimori-e-internado-em-clinica-de-lima-com-problemas-digestivos,045cac993f2be310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O ex-presidente peruano Alberto Fujimori, que cumpre prisão por crimes contra a humanidade, foi internado nesta sexta-feira em uma clínica de Lima por causa de problemas digestivos, informou o médico e congressista Alejandro Aguinaga. "O presidente Fujimori não passou bem nos últimos dias. Além de sofrer de hipertensão, ele apresenta dificuldades digestivas e continua perdendo peso", indicou Aguinaga à emissora Rádio Programas del Perú (RPP). Segundo o legislador, Fujimori, de 74 anos, será submetido à exames médicos para determinar seu atual estado de saúde e, posteriormente, passará por uma avaliação para saber quando poderá voltar à prisão. Atualmente, Fujimori aguarda uma resposta do pedido de indulto humanitário que foi apresentado por seus quatro filhos (Hiro, Keiko, Sachi e Kenji) no último mês de outubro. Entre os argumentos usados a favor de Fujimori, está o de ele ter sofrido um câncer de alto risco, além de ter sofrido outras doenças, enquanto a prisão poderia prejudicar sua saúde. A Comissão de Graças Presidenciais, que avalia seu caso, assinalou que Fujimori, que cumpre uma pena de 25 anos de prisão pela autoria mediata de 25 assassinatos e dois sequestros durante seu Governo (1990-2000), não sofre de câncer na atualidade. Os opositores a Fujimori indicaram que o eventual indulto representaria um gesto de impunidade à violação de direitos humanos. Nas últimas semanas, o ex-presidente enviou cartas à imprensa local pedindo a aceleração dos processos. O presidente Ollanta Humala, que é quem terá a última palavra sobre o tema do indulto, tomará essa decisão em uma data indeterminada, após receber o relatório da comissão citada.]]></content>
			<description><![CDATA[O ex-presidente peruano Alberto Fujimori, que cumpre prisão por crimes contra a humanidade, foi internado nesta sexta-feira em uma clínica de Lima por causa de problemas digestivos, informou o médico e congressista Alejandro Aguinaga....]]></description>
			<category><![CDATA[América Latina]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Vice-ministros da Unasul acertam cooperação contra narcotráfico]]></title>
			<pubDate>Sat, 18 May 2013 02:10:13 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/america-latina/vice-ministros-da-unasul-acertam-cooperacao-contra-narcotrafico,dd4cac993f2be310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/america-latina/vice-ministros-da-unasul-acertam-cooperacao-contra-narcotrafico,dd4cac993f2be310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Cooperação na luta contra o narcotráfico e um Centro de Estudos Estratégicos de Defesa são alguns dos pontos acordados nesta sexta-feira, em Lima, pelos vice-ministros da Defesa da Unasul, durante a VIII Reunião da Instância Executiva do Conselho de Defesa. "Dentro dos quatro eixos que acordamos está (...) a cooperação na luta contra o narcotráfico e a segurança regional", disse o vice-ministro peruano da Defesa, Mario Sánchez. No encontro de dois dias (16 e 17 de maio), foram fechados importantes acordos, como a instalação, pela primeira vez, do Conselho Executivo do Centro de Estudos Militares de Defesa, integrado pelos vice-ministros da Defesa dos 12 países-membros da União de Nações Sul-Americanas (Unasul). O vice-ministro argentino da Defesa argentino, Alfredo Forti, é o diretor do centro. Segundo Sánchez, os eixos acordados no último dia de reunião foram: políticas de defesa, cooperação militar, ações militares, operações de paz, tecnologia e equipamento para a defesa, além de capacitação e treinamento.]]></content>
			<description><![CDATA[Cooperação na luta contra o narcotráfico e um Centro de Estudos Estratégicos de Defesa são alguns dos pontos acordados nesta sexta-feira, em Lima, pelos vice-ministros da Defesa da Unasul, durante a VIII Reunião da Instância Executiva do Conselho de Defesa....]]></description>
			<category><![CDATA[América Latina]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Corpo de Videla chega ao Necrotério Judicial para autópsia]]></title>
			<pubDate>Sat, 18 May 2013 00:10:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/america-latina/corpo-de-videla-chega-ao-necroterio-judicial-para-autopsia,631cac993f2be310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA[O corpo do ex-ditador argentino Jorge Rafael Videla, que morreu nesta sexta-feira aos 87 anos na prisão onde cumpria prisão perpétua, foi levado hoje ao Necrotério Judicial do Corpo Médico Legista de Buenos Aires, onde será submetido à autópsia. O corpo do ex-ditador foi transportado em um furgão do complexo penitenciário de Marcos Paz, onde permanecia internado, até o necrotério portenho, após a tramitação da ordem judicial federal que autorizava sua transferência, segundo constatou a Agência Efe. Embora a família tenha mantido absoluto silêncio e se desconheça a data e o local de seu enterro, meios oficiais confirmaram que será sepultado sem honras, de acordo com a atual legislação argentina. Videla, protagonista dos anos de terror da ditadura militar argentina (1976-1983), morreu nesta sexta-feira, sozinho e na prisão onde cumpria pena por crimes de lesa-humanidade. Sua morte provocou uma reação praticamente unânime entre os grupos de direitos humanos da Argentina, que celebraram sua condenação e seu encarceramento, mas não deixaram de lembrar que leva para o túmulo valiosa informação que teria permitido avançar na identificação de vítimas da repressão. Por sua vez, o governo da presidente argentina, Cristina Kirchner, destacou o fato de que Videla morreu "preso, julgado por uma Justiça da democracia e condenado por genocídio".]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/05/17/videlarts.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Reuters" title="Foto: Reuters"> <br>O corpo do ex-ditador argentino Jorge Rafael Videla, que morreu nesta sexta-feira aos 87 anos na prisão onde cumpria prisão perpétua, foi levado hoje ao Necrotério Judicial do Corpo Médico Legista de Buenos Aires, onde será submetido à autópsia....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/05/17/videlarts.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[América Latina]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Capriles lembra que voto é secreto e rebate ameaças de Maduro]]></title>
			<pubDate>Fri, 17 May 2013 23:43:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/america-latina/capriles-lembra-que-voto-e-secreto-e-rebate-ameacas-de-maduro,44fbac993f2be310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/america-latina/capriles-lembra-que-voto-e-secreto-e-rebate-ameacas-de-maduro,44fbac993f2be310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O líder opositor venezuelano, Henrique Capriles, afirmou nesta sexta-feira que o voto é secreto, rebatendo as advertências do presidente Nicolás Maduro de que o governo tem a identificação dos 900 mil eleitores que não votaram nele em 14 de abril. "Todos sabemos que o voto é secreto e, além disso, quase um milhão de seguidores do presidente Chávez votaram no 'flaco' (como Capriles é conhecido). (...) Se esse cavalheiro diz que ele sabe quem não votou nele, então está dizendo que a eleição é fraudulenta, porque a lei diz que o voto é secreto", disse Capriles a uma multidão, durante uma assembleia no Estado Anzoátegui, no leste venezuelano. Ele acrescentou que as declarações de Maduro têm como objetivo amedrontar a população. "Nosso povo pode ficar tranquilo, porque fazem isso para ver quem, entre aqueles que trabalham em instituições do Estado ou estão em um programa social do governo, cai na armadilha para depois se lançarem contra eles", denunciou. Na quinta-feira à tarde, o presidente Maduro advertiu que sabe a identidade dos que não votaram nele: "900.000 compatriotas, já sabemos, com carteira de identidade e tudo". "Ninguém sabe em quem você votou", insistiu Capriles, que ainda não reconheceu os resultados da eleição presidencial, da qual Maduro saiu vencedor com uma estreita margem de 1,49%.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/05/03/venezuelacaprilescoletivaafp.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: AFP" title="Foto: AFP"> <br>O líder opositor venezuelano, Henrique Capriles, afirmou nesta sexta-feira que o voto é secreto, rebatendo as advertências do presidente Nicolás Maduro de que o governo tem a identificação dos 900 mil eleitores que não votaram nele em 14 de abril....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/05/03/venezuelacaprilescoletivaafp.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[América Latina]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[HRW: Videla liderou a "ditadura militar mais cruel" da América]]></title>
			<pubDate>Fri, 17 May 2013 22:16:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/america-latina/hrw-videla-liderou-a-ditadura-militar-mais-cruel-da-america,93eb781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/america-latina/hrw-videla-liderou-a-ditadura-militar-mais-cruel-da-america,93eb781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[A organização humanitária Human Rights Watch (HRW) afirmou que o ex-ditador Jorge Rafael Videla, que morreu nesta sexta-feira aos 87 anos, liderou "a ditadura militar mais cruel na história da América" e destacou o bom funcionamento do sistema judiciário argentino que o condenou. "Videla será recordado como o homem que liderou a ditadura mais cruel da história da América", indicou em comunicado José Miguel Vivanco, diretor da HRW para o continente. "Felizmente", acrescentou Vivanco, "o sistema judiciário argentino fez seu trabalho e o julgou e condenou pelos graves crimes que cometeu, permitindo que as vítimas de suas atrocidades tivessem acesso à Justiça". A organização humanitária lembrou que cerca de 30 mil pessoas foram "desaparecidas", milhares torturadas e arbitrariamente detidas, e centenas de bebês foram raptados e ilegalmente entregues a outras famílias durante a ditadura militar que terminou em 1983. Videla, condenado à prisão perpétua por crimes de lesa-humanidade cometidos durante a ditadura militar (1976-1983), morreu hoje em um centro penitenciário de Buenos Aires por causas naturais. Além disso, a HRW destacou que o ex-ditador argentino foi um dos primeiros ditadores latino-americanos a ser condenado por crimes contra a humanidade, no emblemático Julgamento das Juntas Militares de 1985. Por último, o organismo defensor dos direitos humanos ressaltou o trabalho dos juízes federais argentinos que a partir de 2005 revogaram indultos outorgados pelo então presidente Carlos Menem entre 1989 e 1990 a ex-oficiais da ditadura, inclusive Videla, que tinham sido condenados ou estavam sendo julgados por violações dos direitos humanos.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/05/17/000arp1543143.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: AFP" title="Foto: AFP"> <br>A organização humanitária Human Rights Watch (HRW) afirmou que o ex-ditador Jorge Rafael Videla, que morreu nesta sexta-feira aos 87 anos, liderou "a ditadura militar mais cruel na história da América" e destacou o bom funcionamento do sistema judiciário argentino que o condenou....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/05/17/000arp1543143.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[América Latina]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Lula recebe 8 títulos de doutor honoris causa na Argentina]]></title>
			<pubDate>Fri, 17 May 2013 20:22:15 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/america-latina/lula-recebe-8-titulos-de-doutor-honoris-causa-na-argentina,46698c04124be310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/america-latina/lula-recebe-8-titulos-de-doutor-honoris-causa-na-argentina,46698c04124be310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu nesta sexta-feira oito títulos de doutor honoris causa na Argentina. As universidades de Cuyo, San Juan, Córdoba, La Plata, Tres de Febrero, Lanús, San Martín e a Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais homenagearam o ex-presidente em uma cerimônia que aconteceu no Senado argentino. Em seu discurso, Lula lembrou que o primeiro diploma que desejou foi o de torneiro mecânico, do qual sua mãe tinha muito orgulho. "A emoção ao receber este primeiro diploma foi a mesma ao receber meu segundo diploma, o de Presidente da República", disse. Para Lula, os oito títulos recebidos hoje reviveram aquela emoção. "Esses títulos não são um reconhecimento (apenas) ao Lula, mas a uma década de transformações democráticas que viveu o Brasil, a Argentina e toda América Latina", afirmou. Ele lembrou também o papel crucial do "companheiro Néstor Kirchner" neste processo e dedicou a homenagem ao ex-presidente argentino. "Néstor, esses títulos também são para você." O ex-presidente Lula falou também da importância da integração latino-americana, um dos focos de trabalho do Instituto que fundou. "Temos que trabalhar juntos, destruindo as barreiras que nos separam e construindo pontes que nos unam", afirmou. Ele incentivou maior cooperação entre as universidades brasileiras e argentinas e homenageou os professores e alunos das universidades argentinas que lutaram contra a ditadura militar. Lula falou do papel crucial das relações entre Brasil e Argentina para a integração e brincou dizendo que a Argentina só não pode fazer na Copa do Mundo o que o Boca Juniors fez com o Corinthians na última quarta-feira - o clube argentino eliminou o brasileiro da Copa Libertadores da América - , ou haverá um "grande problema para a integração". Lula terminou seu discurso falando da crise internacional. "Os que hoje estão em crise, sabiam resolver todos os problemas do meu país", declarou. Ele citou a falta de peso das decisões dos organismos multilaterais e afirmou que "um dos grandes problemas que vivemos hoje é a falta de decisão política, porque faltam líderes políticos". O ex-presidente terminou apontando uma saída para a crise: "Deem menos dinheiro para salvar os bancos e mais para salvar vidas humanas." O senador Daniel Filmus, presidente da Comissão de Relações Exteriores e Culto do Senado argentino, fez o discurso inicial em que declarou que os títulos estavam sendo entregues a "um homem que lutou contra a adversidade". Ele também lembrou que é a primeira vez que a Argentina tem 30 anos ininterruptos de democracia. Filmus reconheceu que os argentinos sempre foram ensinados a ter medo do Brasil e que Lula teve um importante papel em desfazer essa imagem. "Hoje, tirando no futebol, não temos grandes disputas", brincou. O senador terminou seu discurso falando da importância das lutas pontuais e constantes dos homens e afirmou que Lula é "um homem imprescindível ao Brasil, para os mais humildes, para os que lutam pela paz no mundo, para Argentina e para toda a América Latina". Os oito reitores entregaram os certificados dos títulos a Lula e o vice-presidente argentino, Amado Boudou, homenageou Lula com a Menção Honrosa Domingo Faustino Sarmiento. Boudou destacou a importância do desenvolvimento de um corpo de pensamento próprio da América Latina e lembrou a histórica decisão de Lula e Néstor Kirchner de dizer não à Alca e optar por uma integração regional. Reunião com reitores Antes da cerimônia, Lula se reuniu com os reitores das universidades que propuseram os títulos. O ex-presidente abriu a reunião falando da honra de receber a homenagem, mas também da responsabilidade dos títulos. Cada um dos dirigentes universitários falou de suas realidades locais e dos motivos para a escolha do ex-presidente brasileiro. Carlos Ruta, reitor da Universidade de San Martín, disse que Lula é um "símbolo para nossos jovens, que precisam de exemplos de dignidade". O vice-presidente Amado Boudou falou da importância do ato para a "Luta contra o colonialismo intelectual, que talvez seja o mais profundo colonialismo". Lula citou duas ações da educação brasileira: o Prouni e a aprovação da política de cotas, que permitiram um acesso muito mais democrático à educação.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/05/17/argentinavice-presidenteamado-boudoumencao-honrosaricardo-stuckertinstituto-lula.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Ricardo Stuckert / Instituto Lula/Divulgação" title="Foto: Ricardo Stuckert / Instituto Lula/Divulgação"> <br>O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu nesta sexta-feira oito títulos de doutor honoris causa na Argentina. As universidades de Cuyo, San Juan, Córdoba, La Plata, Tres de Febrero, Lanús, San Martín e a Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais homenagearam o ex-presidente em uma cerimônia que aconteceu no Senado argentino....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/05/17/argentinavice-presidenteamado-boudoumencao-honrosaricardo-stuckertinstituto-lula.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[América Latina]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Ditadores julgados que ainda estão vivos na América Latina]]></title>
			<pubDate>Fri, 17 May 2013 19:31:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/america-latina/ditadores-julgados-que-ainda-estao-vivos-na-america-latina,d48aac993f2be310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA[Lista com alguns dos maiores ditadores latino-americanos dos anos 1970 e 1980 que foram julgados por crimes durante seus regimes e ainda estão vivos: Efraín Ríos Montt: cumpre sentença de 80 anos de prisão por genocídio e crimes contra a Humanidade durante o seu regime (1982-1983), um dos mais sangrentos da guerra civil na Guatemala (1960-1996), que deixou 200.000 mortos ou desaparecidos, segundo a ONU. Manuel Noriega: extraditado pela França em 11 de dezembro de 2011, cumpre no Panamá três condenações de 20 anos de prisão cada pelo desaparecimento de opositores durante o seu regime (1983-1989). Reynaldo Bignone: condenado à prisão perpétua por crimes contra a Humanidade, foi o último governante (1982-1983) da ditadura (1976-1983) que deixou 30.000 desaparecidos na Argentina, de acordo com agências humanitárias. Luis Garcia Meza: conhecido como "narcoditador" por suas ligações com o tráfico de drogas na Bolívia, foi condenado em 1995 a 30 anos de prisão por crimes cometidos após um golpe de Estado em 1980. Gregorio Álvarez: ditador entre 1981-1985, durante o regime militar que governou o Uruguai (1973-1985). Ele está preso desde 2009, condenado a 25 anos por 37 acusações de "homicídio qualificado" cometidos entre 1977 e 78, como parte da Operação Condor de repressão entre os países do Cone Sul. Jean-Claude Duvalier: atualmente julgado no tribunal de apelações do Haiti, "Baby Doc", filho do ex-ditador François "Papa Doc" Duvalier, assumiu o poder aos 19 anos, em 1971, e foi deposto em 1986 por uma revolta popular, retornando ao país em janeiro de 2011 depois de 25 anos vivendo na França. Francisco Morales Bermúdez: substituiu o general Juan Velasco (1968-1975) como chefe da ditadura militar no Peru entre 1975 e 1980, entregando o poder a um governo civil após a convocação de uma Assembleia Constituinte. Em fevereiro do ano passado foi acusado por um juiz argentino de fazer parte da Operação Condor. Em 2007, a Justiça italiana também pediu sua prisão e extradição pelo desaparecimento de 25 italianos na América do Sul durante a mesma Operação Condor. No Peru, nunca foi acusado.]]></content>
			<description><![CDATA[Lista com alguns dos maiores ditadores latino-americanos dos anos 1970 e 1980 que foram julgados por crimes durante seus regimes e ainda estão vivos:...]]></description>
			<category><![CDATA[América Latina]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Videla e as frases que revelaram suas obscuras convicções]]></title>
			<pubDate>Fri, 17 May 2013 19:28:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/america-latina/videla-e-as-frases-que-revelaram-suas-obscuras-conviccoes,59ba781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA["Não estão nem mortos nem vivos, estão desaparecidos" - esta frase do ex-ditador argentino Jorge Rafael Videla, que morreu nesta sexta-feira aos 87 anos, reflete cabalmente as obscuras convicções que lhe transformaram em um dos principais ideólogos e executores da mais sangrenta ditadura argentina. Foi dita em 1979, quando, como presidente de fato, deu uma entrevista coletiva na qual um jornalista lhe perguntou sobre uma menção que o papa João Paulo II tinha feito sobre o desaparecimento de pessoas. "Se o homem aparecesse teria um tratamento X, se a aparição se transformasse em certeza de seu falecimento teria um tratamento Z, mas enquanto for desaparecido não pode ter um tratamento especial: é um desaparecido, não tem entidade, não está nem morto nem vivo, está desaparecido. Diante disso não podemos fazer nada", afirmou sem pestanejar. Por esses que "não estão", cerca de 30 mil, segundo organismos de direitos humanos, Videla seria processado, submetido a julgamento e condenado à reclusão perpétua, mas não se arrependeu nunca e inclusive reivindicou a ação do regime militar. "Não, não se podia fuzilar. Ponhamos um número, ponhamos cinco mil. A sociedade argentina não teria suportado os fuzilamentos. (...) Não havia outra maneira. Todos estivemos de acordo com isto. E quem não estava de acordo se foi. Informar onde estão os restos? O que podemos dizer? O mar, o rio de La Plata...", disse em 1998. Revelou que então chegou a pensar em divulgar as listas dos desaparecidos pela ditadura, mas que depois pensou que, se fossem dados como mortos, "em seguida viriam as pergunta que não podiam responder: quem matou, onde, como". Em 2011, em entrevista, disse que o objetivo do regime militar "era disciplinar uma sociedade anarquizada; com relação ao peronismo, sair de uma visão populista, demagógica; com relação à economia, ir a uma economia de mercado, liberal; queríamos também disciplinar o sindicalismo e o capitalismo prebendário". Sua "cruzada" contra os insurgentes ia além da guerrilha para cujo extermínio justificou o golpe de Estado. Assim, declarou certa vez que "um terrorista não é só alguém com um revólver ou uma bomba, mas também aquele que propaga ideias contrárias à civilização ocidental e cristã". Condenado a 50 anos de prisão pelo roubo de bebês de mulheres sequestradas pelo regime, chegou a afirmar perante um tribunal que "as parturientes eram militantes ativas da maquinaria do terror" e inclusive sustentou que "muitas usaram seus filhos como escudos humanos". Nos julgamentos, garantiu ser um "preso político". Videla afirmou em 2012 que o atual governo de Cristina Kirchner e antes o de seu marido, Néstor Kirchner, não buscavam justiça, mas vingança, com seu estímulo aos julgamentos dos militares envolvidos na ditadura. "São todos julgamentos políticos, como parte dessa vingança, dessa revanche, como parte desse castigo coletivo com que se quer punir todas as Forças Armadas", assinalou Videla em uma entrevista à revista espanhola "Cambio 16". Em declarações publicadas por essa mesma revista no último mês de março, o ex-presidente de fato convocou os militares a pegar em armas. "Quero recordar a meus camaradas, principalmente aos mais jovens, que hoje têm idades entre 58 e 68 anos, que ainda estão em aptidão física de combater; que, caso continue este injusto encarceramento e denotação dos valores básicos, façam valer o dever de armar-se novamente em defesa das instituições básicas da República", afirmou. Segundo Videla, as instituições estão "hoje avassaladas por este regime kirchnerista liderado pela presidente Cristina e seus seguidores, que, crescendo com o sangue dos outrora mal chamados jovens idealistas, continuam afundando a pátria no abismo anacrônico do marxismo". Suas palavras, quando este ano se completarão três décadas de retorno à vida democrática na Argentina, causaram um repúdio generalizado na sociedade. "Deus sabe o que faz, por que faz e para que faz. Eu aceito a vontade de Deus. Acho que Deus nunca soltou minha mão", comentou há dois anos o ex-ditador, que morreu sem pronunciar, pelo menos publicamente, palavras de arrependimento.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/05/17/videlarts.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Reuters" title="Foto: Reuters"> <br>"Não estão nem mortos nem vivos, estão desaparecidos" - esta frase do ex-ditador argentino Jorge Rafael Videla, que morreu nesta sexta-feira aos 87 anos, reflete cabalmente as obscuras convicções que lhe transformaram em um dos principais ideólogos e executores da mais sangrenta ditadura argentina....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/05/17/videlarts.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[América Latina]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Anistia Internacional destaca que Videla 'não escapou da Justiça']]></title>
			<pubDate>Fri, 17 May 2013 18:22:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/america-latina/anistia-internacional-destaca-que-videla-nao-escapou-da-justica,542a781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/america-latina/anistia-internacional-destaca-que-videla-nao-escapou-da-justica,542a781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[A organização Anistia Internacional (AI) ressaltou nesta sexta-feira que o ex-ditador argentino Jorge Rafael Videla, que morreu em uma prisão de Buenos Aires aos 87 anos, "não escapou da Justiça". A AI lembrou, em comunicado, que em novembro de 1976 enviou seus primeiros investigadores para avaliar as denúncias sobre violações de direitos humanos na Argentina. O ex-ditador foi condenado em 2010 à prisão perpétua por delitos de lesa-humanidade. Além disso, no ano passado, um tribunal lhe condenou a 50 anos de prisão pelo plano sistemático de roubo de bebês que eram filhos de perseguidos ou desaparecidos, enquanto seguia em curso um julgamento por sua participação no Plano Condor, operação para perseguir e fazer desaparecer opositores políticos na América Latina. "A Argentina liderou o caminho para perseguir os responsáveis pela tortura, assassinato e desaparecimento de milhares de pessoas durante os governos militares em toda América Latina", declarou Mariel Belski, responsável da organização em Buenos Aires. A Anistia estimulou os países da região a "continuar com os esforços para levar perante a Justiça os responsáveis dos terríveis crimes cometidos durante a época mais obscura" do continente. "Desde que Videla chegou ao poder, a AI recebeu denúncias sobre violações de direitos humanos e, em novembro de 1976, enviou uma missão de investigação à Argentina. O resultado foi um relatório detalhando sobre detenções sem ordem judicial e torturas", lembrou hoje a organização. Videla comandou o golpe de março de 1976 e liderou até 1981 uma Junta militar que, segundo as organizações de direitos humanos argentinas, sequestrou, torturou e fez desaparecer pelo menos 30 mil pessoas.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/05/17/videlarts.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: Reuters" title="Foto: Reuters"> <br>A organização Anistia Internacional (AI) ressaltou nesta sexta-feira que o ex-ditador argentino Jorge Rafael Videla, que morreu em uma prisão de Buenos Aires aos 87 anos, "não escapou da Justiça". A AI lembrou, em comunicado, que em novembro de 1976 enviou seus primeiros investigadores para avaliar as denúncias sobre violações de direitos humanos na Argentina....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/05/17/videlarts.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[América Latina]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Santos indica que vai concorrer à reeleição da Colômbia em 2014]]></title>
			<pubDate>Fri, 17 May 2013 17:07:14 +0000</pubDate>
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			<content><![CDATA[O presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, indicou nesta sexta-feira que vai buscar a reeleição no próximo ano para garantir a continuidade de suas políticas, embora não tenha anunciado explicitamente a candidatura. Santos disse a repórteres que fará um anúncio formal dentro do prazo, até novembro. "Eu quero ver clara e firmemente que as políticas do governo continuarão após 7 de agosto de 2014", disse Santos, referindo-se à data em que o novo governo tomaria posse. "Quero que a política de paz seja reeleita, quero a política habitacional reeleita, aqueles que reduziram a pobreza -- reeleitos." Santos também anunciou que o ministro da Habitação, Germán Vargas Lleras, que liderou um programa para dar 100 mil casas aos pobres, renunciou ao cargo e vai administrar uma fundação que ajudou Santos a vencer a eleição presidencial de 2010.  ]]></content>
			<description><![CDATA[O presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, indicou nesta sexta-feira que vai buscar a reeleição no próximo ano para garantir a continuidade de suas políticas, embora não tenha anunciado explicitamente a candidatura....]]></description>
			<category><![CDATA[América Latina]]></category>
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			<title><![CDATA[Morre ex-ditador argentino Jorge Videla aos 87 anos]]></title>
			<pubDate>Fri, 17 May 2013 16:55:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/america-latina/morre-ex-ditador-argentino-jorge-videla-aos-87-anos,b249ac993f2be310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/america-latina/morre-ex-ditador-argentino-jorge-videla-aos-87-anos,b249ac993f2be310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O ex-ditador argentino Jorge Videla, condenado a duas penas de prisão perpétua por crimes contra a Humanidade durante o governo militar de 1976/83, faleceu nesta sexta-feira aos 87 anos em uma prisão da periferia de Buenos Aires. Videla, que estava detido na penitenciária Marcos Paz, 45 km a sudoeste de Buenos Aires, morreu de causas naturais, segundo o boletim médico. Ele foi "encontrado em sua cela sem pulsação nem reação das pupilas. Um ECG (eletrocardiograma) foi realizado e constatou o óbito, às 08h25 do dia de hoje", afirma o boletim médico. "Durante a noite, ele não se sentia bem, não queria jantar e esta manhã o encontraram morto na cela", disse à imprensa Cecilia Pando, presidente da Associação de Familiares e Amigos de Presos Políticos da Argentina (AFYAPPA), como se autodenominam os militares condenados por crimes na ditadura. O secretário dos Direitos Humanos argentino, Martín Fresneda, afirmou que "é importante que tenha falecido de morte natural e em uma prisão comum". "Houve justiça, não houve vingança e se vai como uma pessoa que foi responsável pelos principais horrores que o povo argentino viveu", disse o ministro, em referência aos julgamentos dos crimes da ditadura. A presidente da organização Avós da Praça de Maio, Estela de Carlotto, foi sincera: "Fico um pouco mais tranquila de que um ser desprezível tenha deixado o mundo". "A história certamente considerará o genocídio que os argentinos sofreram o opróbrio da ditadura cívico-militar que liderou (Videla) e do qual não se arrependeu, sobre o qual fez declarações tardias para reivindicar todos os seus crimes", completou. Nora Cortiñas, das Mães da Praça de Maio, disse que não festeja a morte e lembrou que "ditadores como Videla morrem e levam com eles os segredos mais importantes da história". O prêmio Nobel da Paz (1980) Adolfo Pérez Esquivel reagiu da mesma forma, ao afirmar que o ex-ditador "leva consigo muita informação" sobre os desaparecidos do regime militar argentino. "Nunca se arrependeu dos crimes e leva muita informação consigo, mas a justiça deve continuar trabalhando para descobrir o que aconteceu com os desaparecidos e com as crianças" sequestradas, disse Pérez Esquivel ao canal C5N. O líder humanitário, que recebeu o prêmio Nobel por suas denúncias contra a ditadura, disse que "os militares guardam tudo e algum dia essas informações serão divulgadas". "Avançou-se muito na Argentina pela verdade e pela justiça, é o país que mais avançou no mundo, mas ainda há um longo caminho", disse Pérez Esquivel, de 81 anos, diretor do Serviço de Paz e Justiça. Além de ter sido condenado duas vezes à prisão perpétua, Videla foi sentenciado a 50 anos como responsável por um plano para o roubo de bebês na ditadura. Quase 500 crianças foram roubadas por militares, policiais ou outras pessoas durante a ditadura, de acordo com as Avós da Praça de Maio, que permitiram com suas iniciativas que 108 delas recuperassem a verdadeira identidade. O ex-general, que perdeu a patente militar pela justiça civil, que ele nunca reconheceu, foi presidente entre 1976 e 1981, os anos mais duros da ditadura, que deixou 30.000 desaparecidos, segundo as organizações de defesa dos direitos humanos. "Como fiz antes, quero manifestar que este tribunal carece de competência e jurisdição para me julgar pelos casos protagonizados pelo Exército na luta contra a subversão", disse na terça-feira passada ao se negar a depor em um julgamento sobre a Operação Condor, a coordenação da repressão entre as ditaduras do Cone Sul. Depois da morte de Videla, o único dos comandantes da ditadura que permanece vivo é Reynaldo Bignone, que foi o último presidente militar antes do retorno à democracia com a posse de Raúl Ricardo Alfonsín (1983/89) em dezembro de 1983. No livro "Disposição Final", publicado em 2012, Videla admitiu pela primeira vez que o regime havia provocado o desaparecimento de "sete ou oito mil pessoas" para evitar protestos dentro e fora do país. "Digamos que eram 7 mil ou 8 mil as pessoas que deviam morrer para ganharmos a guerra contra a subversão; não podíamos fuzilá-las. Também não podíamos levá-las à justiça", disse Videla em uma entrevista em sua cela ao jornalista Ceferino Reato. O jornalista o entrevistou durante 20 horas entre outubro de 2011 e março de 2012. Videla foi condenado à prisão perpétua ao lado do comandante da Marinha Emilio Massera, no histórico julgamento das juntas militares de 1985, que colocou no banco dos réus três das quatro juntas militares que governaram a Argentina entre 1976 e 1983. Foi indultado em 1990 pelo ex-presidente Carlos Menem (1989/99) e voltou a ser detido em 1998, tendo sido condenado à prisão domiciliar pelo caso do roubo de bebês. Em 2010, a Suprema Corte de Justiça anulou os indultos. O ex-ditador foi levado para uma prisão dentro de um quartel militar até que, finalmente, em 2008, foi levado para a prisão comum de Marcos Paz, onde estão detidos os condenados por crimes contra a Humanidade.]]></content>
			<description><![CDATA[O ex-ditador argentino Jorge Videla, condenado a duas penas de prisão perpétua por crimes contra a Humanidade durante o governo militar de 1976/83, faleceu nesta sexta-feira aos 87 anos em uma prisão da periferia de Buenos Aires....]]></description>
			<category><![CDATA[América Latina]]></category>
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