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		<title><![CDATA[Terra - RSS - África]]></title>
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		<description><![CDATA[Últimas Notícias - África]]></description>
		<language><![CDATA[pt-br]]></language>
		<copryright><![CDATA[Copyright 2000-2013 Terra Networks, S.A.]]></copryright>
		<category><![CDATA[África]]></category>
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			<title><![CDATA[Terra - RSS - África]]></title>
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			<title><![CDATA[Combates entre Exército e rebeldes na RDC deixam 19 mortos]]></title>
			<pubDate>Tue, 21 May 2013 14:49:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/africa/combates-entre-exercito-e-rebeldes-na-rdc-deixam-19-mortos,ab602278212ce310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA[Quinze rebeldes do Movimento 23 de Março (M23) foram mortos e 21 ficaram feridos, enquanto o Exército congolês registrou quatro mortos e seis feridos em suas fileiras durante combates nesta segunda-feira perto de Goma, no leste da República Democrática do Congo, anunciou nesta terça-feira o governo de Kinshasa. "O registro dos combates de segunda, 20 de maio, indica 15 elementos mortos e 21 feridos nos combates (...) entre os pseudo-insurgentes do M23, enquanto as forças governamentais registraram quatro mortos e seis feridos", declarou nesta terça o porta-voz do governo, Lambert Mende, em uma entrevista coletiva à imprensa. A retomada dos combates entre o Exército e os rebeldes ocorre antes da chegada na quarta do secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, em viagem pela região dos Grandes Lagos, com uma etapa prevista em Goma, capital de Kivu Norte, antes de Kigali. No dia 17 deste mês, o chefe da ONU anunciou a escolha do tenente-general brasileiro Carlos Alberto dos Santos Cruz como novo chefe da Missão de Estabilização da ONU na República Democrática do Congo (Monusco). Cruz substituirá o indiano Chander Prakash Wadhwa. Segundo o porta-voz do governo, o M23 recebe o apoio de "reforços estrangeiros", vindos de um país que não teve seu nome indicado. Ele acrescentou que "armas pesadas e várias caixas com munições provenientes do exterior foram apreendidas em dois postos avançados do inimigo tomados pelas forças regulares congolesas".]]></content>
			<description><![CDATA[Quinze rebeldes do Movimento 23 de Março (M23) foram mortos e 21 ficaram feridos, enquanto o Exército congolês registrou quatro mortos e seis feridos em suas fileiras durante combates nesta segunda-feira perto de Goma, no leste da República Democrática do Congo, anunciou nesta terça-feira o governo de Kinshasa....]]></description>
			<category><![CDATA[África]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Sobrevivente de sequestro no deserto conta história de torturas]]></title>
			<pubDate>Tue, 21 May 2013 09:22:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/africa/sobrevivente-de-sequestro-no-deserto-conta-historia-de-torturas,654e2278212ce310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA[Depois de sofrer sete meses de surras, queimaduras, choques elétricos e ameaças de morte, um refugiado da Eritreia foi finalmente libertado por seus sequestradores no deserto do Sinai, no Egito. Com o corpo coberto de cicatrizes, sofrendo de problemas respiratórios e ferimentos ósseos, Philemon Semere, hoje no Cairo, descreveu à BBC a sensação de estar finalmente em liberdade. "Palavras não são suficientes para expressar quão bem me sinto agora. Estou tão aliviado após tudo o que passei. A morte estava tão perto de mim e por um momento toda a esperança se foi". É difícil acreditar que este é o homem cuja história terrível foi manchete na Grã-Bretanha e vários países do mundo há alguns meses. Durante uma entrevista telefônica para a BBC em novembro do ano passado, petrificado de medo, Philemon balbuciou, em inglês precário: "Não tenho comida nem água suficiente. Me batem com paus, me queimam com fogo e eletricidade. Meu corpo está queimando. Por favor me ajude, por favor me ajude". Os beduínos que o sequestraram forçaram-no a fazer chamadas telefônicas frequentes à família, dizendo que ele seria morto se não pagassem o resgate de US$ 33 mil. Com a permissão da família de Philemon, a BBC telefonou várias vezes - e sem sucesso - para o número de onde ele havia telefonado. Até que, finalmente, alguém atendeu. Frieza e escárnio Uma pessoa que não se identificou quis saber quem estava chamando e por quê. Após a resposta, houve um longo silêncio. Então Philemon pegou o telefone. Chorando, ele disse que sua família não podia pagar o imenso resgate e que temia ser morto em breve. De repente, um outro homem pegou o telefone. Sua voz era fria e cheia de desprezo. "Se ele não tiver nenhum dinheiro, vou matar Philemon". A reportagem perguntou ao homem - que mais tarde me disse ser o líder da gangue de sequestradores - se ele tinha matado outras vítimas por não haverem pago os resgates. Ele pareceu deliciado com a pergunta. "Matei muitas pessoas aqui". As evidências parecem confirmar isso. Implorando por dinheiro A ONU calcula que, em média, 3 mil eritreus fugiram para o leste do Sudão a cada mês no ano passado. Durante o percurso, muitos foram sequestrados, torturados e mortos por gangues de beduínos que praticam o tráfico de pessoas. Seus corpos são com frequência jogados no deserto do Sinai, península montanhosa e desértica do Egito. Philemon contou que ele e um grande número de eritreus haviam sido aprisionados por sequestradores logo depois de cruzarem a fronteira do Sudão. No entanto, eles tinham conseguido fugir para o deserto. Morrendo de sede, tiveram de beber sua própria urina para sobreviver a quatro dias de calor intenso. Conseguiram, no entanto, chegar a uma pequena cidade, onde pediram ajuda. Porém, em vez de ajudá-los, os moradores do vilarejo chamaram os sequestradores. Dentro de horas, acorrentados e amarrados, os refugiados foram jogados dentro de um caminhão e levados para o norte do Sinai. "Quando chegamos lá, ficamos surpresos, porque a casa para onde nos levaram era bem bonita. Mas minutos depois, fizeram com que deitássemos no chão e disseram que morreríamos a não ser que nossas famílias pagassem US$ 33 mil", ele explicou. Nos dias e meses que se seguiram, Philemon e outros 19 reféns eritreus foram obrigados a telefonar várias vezes para suas famílias e implorar para que conseguissem dinheiro para pagar seus resgates. "Ela ouviu meus gritos" Os sequestradores sabem que muitos eritreus têm parentes que trabalham em países ocidentais e podem apelar a eles por ajuda. Assim que os reféns recebiam os telefones, começavam as surras, as queimaduras e os choques elétricos. "Queriam que nossos parentes nos ouvissem gritar e chorar de dor. Assim, havia mais chance de que pagassem o resgate", explicou Philemon. Ele descreveu o que aconteceu na primeira vez que telefonou para sua mãe. "Ela ouviu meus gritos e não conseguia parar de chorar. Eu também estava chorando. Nós dois choramos e choramos até que não sobraram mais lágrimas". Philemon disse que nos primeiros dias após o telefonema da BBC foi mais bem tratado por seus algozes. Mas os espancamentos e a tortura logo recomeçaram. Apenas 11 do grupo de 20 reféns capturados sobreviveram àqueles sete meses de cativeiro. "Havia morte todos os dias, bem diante dos meus olhos. O sequestrador que falou com você não estava mentindo. Ele matou muitas pessoas e ainda está matando muitas pessoas." Os sequestradores finalmente concordaram em libertar Philemon após aceitarem que os US$ 13,2 mil que sua família - agora na penúria - havia pago eram tudo o que eles podiam oferecer. Mas voltaram atrás e pediram que ele e outros dois reféns aprisionados junto com ele pagassem  US$ 10 mil adicionais. Várias semanas mais tarde, o dinheiro foi pago e os homens libertados. Futuro incerto Philemon seguiu para o Cairo, onde vivem outras centenas de vítimas de sequestros. Até o momento, no entanto, sua busca por uma vida melhor trouxe apenas horrores e deixou sua família ainda mais pobre. E seu futuro é incerto. Ele não sabe se receberá permissão para trabalhar de forma a poder devolver parte do dinheiro. E também não sabe se receberá asilo político para poder viver no Egito. "Deus me tirou da mais profunda escuridão e somente ele sabe o que me espera agora".]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/05/21/sequestrado-deserto-bbc.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: BBCBrasil.com" title="Foto: BBCBrasil.com"> <br>Depois de sofrer sete meses de surras, queimaduras, choques elétricos e ameaças de morte, um refugiado da Eritreia foi finalmente libertado por seus sequestradores no deserto do Sinai, no Egito. Com o corpo coberto de cicatrizes, sofrendo de problemas respiratórios e ferimentos ósseos, Philemon Semere, hoje no Cairo, descreveu à BBC a sensação de estar finalmente em liberdade....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/05/21/sequestrado-deserto-bbc.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[África]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[África do Sul: suspeitos de estuprar adolescente epiléptica são espancados]]></title>
			<pubDate>Tue, 21 May 2013 06:54:47 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/africa/africa-do-sul-suspeitos-de-estuprar-adolescente-epileptica-sao-espancados,a0dc7923a85ce310VgnVCM5000009ccceb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA[Dois homens foram espancados por moradores da cidade sul-africana de Khayelitsha após serem acusados de estuprar uma adolescente epiléptica. As informações são do site IOL News. A garota, de 15 anos, brincava na rua de casa quando os dois suspeitos teriam oferecido dinheiro para que os acompanhasse até um barraco. No local, ela foi torturada e estuprada por cerca de duas horas, até conseguir escapar.  Cerca de 24 horas após o ocorrido, moradores da região fizeram uma busca própria pelos dois homens, que foram localizados na rua. Eles foram agredidos por dezenas de pessoas, armadas com paus.  Já bastante feridos, os suspeitos foram entregues a policiais e serão julgados pela corte local. Segundo pessoas da comunidade, os dois conheciam a família da vítima, que, segundo os pais, teve uma piora no quadro de epilepsia após o incidente.    ]]></content>
			<description><![CDATA[Dois homens foram espancados por moradores da cidade sul-africana de Khayelitsha após serem acusados de estuprar uma adolescente epiléptica. As informações são do site IOL News....]]></description>
			<category><![CDATA[África]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Armas da guerra líbia podem estar matando elefantes na África, diz ONU]]></title>
			<pubDate>Mon, 20 May 2013 22:49:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/africa/armas-da-guerra-libia-podem-estar-matando-elefantes-na-africa-diz-onu,1a5baa33a92ce310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA[Grupos armados da África Central estão usando armas poderosas, algumas possivelmente remanescentes da guerra civil da Líbia, para matar elefantes, denunciou a Organização das Nações Unidas (ONU) nesta segunda-feira. Em relatório ao Conselho de Segurança, o secretário-geral Ban Ki-moon disse que a caça de elefantes para a extração do marfim causa crescente preocupação, especialmente em Camarões, República Centro-Africana, Chade e Gabão. Ban disse que o tráfico de marfim pode ser uma importante fonte de financiamento para grupos armados como o Exército de Resistência do Senhor, do fugitivo comandante rebelde Joseph Kony. "Também preocupa que alguns caçadores estejam usando armas cada vez mais sofisticadas e poderosas, algumas das quais, acredita-se, podem ser originárias da Líbia", afirmou o relatório. Segundo a ONU, mais de 11 mil elefantes foram mortos entre 2004 e 2013 no parque Minkebe, no Gabão, e 86 animais - inclusive 33 fêmeas prenhas - foram abatidos durante uma semana em março no Chade. Em um parque nacional de Camarões, disse o relatório, mais de 300 foram mortos durante dois meses no ano passado. Funcionários da ONU dizem que a crescente demanda da Ásia por marfim está ajudando a estimular a caça ilegal de elefantes. "A situação ficou tão séria que as autoridades nacionais em alguns países, como Camarões, decidiram usar o Exército, em complemente à aplicação da lei, e ordenar que agências de segurança procurem os caçadores", disse Ban.  ]]></content>
			<description><![CDATA[Grupos armados da África Central estão usando armas poderosas, algumas possivelmente remanescentes da guerra civil da Líbia, para matar elefantes, denunciou a Organização das Nações Unidas (ONU) nesta segunda-feira. Em relatório ao Conselho de Segurança, o secretário-geral Ban Ki-moon disse que a caça de elefantes para a extração do marfim causa crescente preocupação, especialmente em Camarões, República Centro-Africana, Chade e Gabão....]]></description>
			<category><![CDATA[África]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Exército nigeriano anuncia retomada de cinco cidades de grupo radical]]></title>
			<pubDate>Mon, 20 May 2013 21:34:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/africa/exercito-nigeriano-anuncia-retomada-de-cinco-cidades-de-grupo-radical,75faaa33a92ce310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/africa/exercito-nigeriano-anuncia-retomada-de-cinco-cidades-de-grupo-radical,75faaa33a92ce310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O Exército nigeriano anunciou nesta segunda-feira ter retomado cinco cidades que estavam em poder de islamitas no estado de Borno (nordeste) e decidiu enviar mil homens em reforço, no sexto dia da ofensiva contra os insurgentes do grupo Boko Haram nesta região. O Exército "colocou em segurança as imediações de New Marte, Hausari, Krenoa, Wulgo e Chikun Ngulalo depois de ter destruído todas as bases terroristas situadas em torno dessas localidades (...) e garante a proteção e a liberdade" de seus habitantes, declarou o general Olukolade, porta-voz do Exército nigeriano, em um comunicado. Essas localidades estão situadas nas imediações da fronteira com Camarões e eram consideradas redutos do grupo islamita. Quando decretou estado de emergência, no dia 14 de maio, nos estados vizinhos de Borno, Yobe e Adamawa, o presidente Goodluck Jonathan reconheceu que os insurgentes tinham tomado o controle de algumas regiões de onde haviam retirado bandeiras nigerianas e expulsado representantes do Estado. Segundo testemunhos obtidos anteriormente pela AFP com moradores locais, New Marte e Krenoa tinham sido alvos de ataques aéreos efetuados pelas forças de segurança nigerianas, no início da ofensiva, na semana passada. Até o momento, a ofensiva deixou "algumas dezenas" de mortos entre os insurgentes e três vítimas entre os soldados, segundo o Exército. É difícil verificar essas informações com fontes independentes e medir o impacto do conflito na população civil, porque as linhas telefônicas estão cortadas nos estados de Yobe e Borno. As forças de ordem nigerianas têm sido acusadas com frequência de violações dos direitos humanos durante a repressão à insurreição islamita. Segundo a ONG Human Rights Watch, os ataques do Boko Haram e a repressão aos insurgentes islamitas por parte das forças de segurança deixaram 3.600 mortos desde 2009.]]></content>
			<description><![CDATA[O Exército nigeriano anunciou nesta segunda-feira ter retomado cinco cidades que estavam em poder de islamitas no estado de Borno (nordeste) e decidiu enviar mil homens em reforço, no sexto dia da ofensiva contra os insurgentes do grupo Boko Haram nesta região....]]></description>
			<category><![CDATA[África]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Marroquinos são condenados a 4 meses de prisão pela suspeita de serem gays]]></title>
			<pubDate>Mon, 20 May 2013 21:13:17 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/africa/marroquinos-sao-condenados-a-4-meses-de-prisao-pela-suspeita-de-serem-gays,3fcaaa33a92ce310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/africa/marroquinos-sao-condenados-a-4-meses-de-prisao-pela-suspeita-de-serem-gays,3fcaaa33a92ce310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Dois marroquinos foram condenados nesta segunda-feira a quatro meses de prisão pelo Tribunal de Primeira Instância de Temara, na periferia sul de Rabat, pela suspeita de serem homossexuais. Levando em conta que a homossexualidade pode ser castigada com até três anos de prisão, os dois processados, um estudante de pós-graduação de engenharia de 28 anos e um desempregado de 20, foram sentenciados a uma pena leve. Os dois foram detidos no último dia 2 de maio dentro do carro de um deles, que se encontrava estacionado em um jardim público de Temara. Em suas primeiras confissões perante a Polícia Judiciária, que no Marrocos têm valor de prova, disseram que tinham se conhecido em uma página de contatos pela internet e um deles admitiu que fazia sexo em troca de dinheiro, alegações que foram negadas hoje pelos dois acusados. Os três advogados dos dois jovens evitaram o tempo todo defender o direito à homossexualidade e centraram sua defesa em assegurar que seus clientes não eram gays nem estavam incorrendo em nenhuma prática sexual ao serem detidos. De fato, um dos advogados ressaltou que não defenderia seus clientes se tivesse consciência que eram homossexuais; outro destacou que a falta de testemunhas anulava o delito de "atentado contra a moral"; e o terceiro minimizou a dureza da pena de prisão ao considerar que os jovens já foram condenados pela sociedade e suas famílias. Em processo que se desenvolveu em um silêncio excepcional, com um grande número de jornalistas, o promotor, que pediu "uma pena exemplar", disse que não pensava em entrar em detalhes do crime "para não ferir os sentimentos do tribunal nem do público". Este é o segundo processo do mês contra homossexuais; no anterior, dois homens foram condenados à pena máxima, três anos de prisão cada um e uma multa de mil dirhams (pouco mais de R$ 200) também por homossexualidade, uma prática que, além de estar no Código Penal, tem uma severa condenação social.]]></content>
			<description><![CDATA[Dois marroquinos foram condenados nesta segunda-feira a quatro meses de prisão pelo Tribunal de Primeira Instância de Temara, na periferia sul de Rabat, pela suspeita de serem homossexuais....]]></description>
			<category><![CDATA[África]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Naufrágio na República Democrática do Congo deixa 14 mortos]]></title>
			<pubDate>Mon, 20 May 2013 20:34:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/africa/naufragio-na-republica-democratica-do-congo-deixa-14-mortos,c98aaa33a92ce310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/africa/naufragio-na-republica-democratica-do-congo-deixa-14-mortos,c98aaa33a92ce310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Pelo menos 14 pessoas morreram e outras 17 estão desaparecidas devido ao naufrágio de uma embarcação no rio Congo, perto da cidade de Mbaza Nzadi, na República Democrática do Congo (RDC). O administrador da região de Luozi, onde fica a cidade, Jean Germain Kapula, afirmou à Agência Efe que estavam a bordo 30 pessoas que tinham saído do município de Madimba para ir a um casamento em Maselele. No entanto, quando estavam chegando a Mbanza Nzadi, o barco virou devido aos fortes ventos e só dois passageiros conseguiram nadar até a margem do rio. Kapula declarou ainda que foi montada uma operação de busca pelos 17 desaparecidos e confirmou que foram encontrados os corpos de 14 pessoas.]]></content>
			<description><![CDATA[Pelo menos 14 pessoas morreram e outras 17 estão desaparecidas devido ao naufrágio de uma embarcação no rio Congo, perto da cidade de Mbaza Nzadi, na República Democrática do Congo (RDC)....]]></description>
			<category><![CDATA[África]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Unicef: 44% das crianças africanas não têm registro de nascimento]]></title>
			<pubDate>Mon, 20 May 2013 17:22:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/africa/unicef-44-das-criancas-africanas-nao-tem-registro-de-nascimento,c8f8aa33a92ce310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/africa/unicef-44-das-criancas-africanas-nao-tem-registro-de-nascimento,c8f8aa33a92ce310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[A metade das crianças da África são consideradas "invisíveis" diante das autoridades por não terem registro de nascimento, denunciou nesta segunda-feira o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). Em comunicado emitido em Adis-Abeba, na Etiópia, durante a XXI Cúpula da União Africana (UA), foi apresentado relatório que aponta que apenas "44% das crianças da África menores de cinco anos têm seu nascimento registrado". Segundo o organismo da ONU, "em muitos países africanos, as crianças das regiões rurais, têm menos possibilidades de serem registradas, portanto, são invisíveis perante os governos, ficando fora dos serviços sociais e da proteção legal, cruciais para sua sobrevivência e futuro". Sem identidade legal, segundo a Unicef, as crianças podem ter acesso à escola negado, ficam desprotegidos quando a exploração de mão de obra infantil, o recrutamento por guerrilhas, o tráfico de seres humanos, entre outras formas de aliciamento. De acordo com Unicef, a população infantil do continente deve subir até 130 milhões antes de 2025. Segundo o organismo, na metade deste século, "quase uma em cada três crianças do mundo viverá na África". "O maior recurso da África são as crianças", afirmou o subdiretor executivo do Unicef, Martin Mogwanja. Segundo o representante do organismo, o primeiro passo para reduzir os crimes contra infância, são garantir que cada criança receba "identidade legal". Para a Unicef, esse compromisso implicaria em garantir os direitos "para mais de um bilhão de pessoas na África".]]></content>
			<description><![CDATA[A metade das crianças da África são consideradas "invisíveis" diante das autoridades por não terem registro de nascimento, denunciou nesta segunda-feira o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). Em comunicado emitido em Adis-Abeba, na Etiópia, durante a XXI Cúpula da União Africana (UA), foi apresentado relatório que aponta que apenas "44% das crianças da África menores de cinco anos têm seu nascimento registrado"....]]></description>
			<category><![CDATA[África]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Comandante militar é o único brasileiro em missão de paz no Congo]]></title>
			<pubDate>Mon, 20 May 2013 12:25:04 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/africa/comandante-militar-e-o-unico-brasileiro-em-missao-de-paz-no-congo,acc5ac993f2be310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/africa/comandante-militar-e-o-unico-brasileiro-em-missao-de-paz-no-congo,acc5ac993f2be310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[A partir desta semana, o general brasileiro Carlos Alberto dos Santos Cruz, 60 anos, comandará a missão de paz das Nações Unidas no Congo, chamada de Monusco. Ele foi escolhido para a missão no mês passado. A designação oficial foi anunciada pelo secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon. Santos Cruz sucede o general indiano Chander Prakash. O brasileiro vai coordenar cerca de 20 mil militares, de 20 países. Ele será o único brasileiro das tropas. No mês passado, o ministro da Defesa, Celso Amorim, disse que a escolha de Santos Cruz é a demonstração do prestígio e respeito conquistados pelo Brasil no cenário internacional. Em entrevista à Agência Brasil, o general disse que considerava a missão "desafiadora". "Em 44 anos de Exército, deu para aprender alguma coisa", brincou o general durante a entrevista. "Mas, sem dúvida alguma, será uma missão desafiadora. É um desafio fantástico buscar a paz em um país que tem a dimensão da Europa Central e conflitos enraizados desde sua origem", ressaltou. Santos Cruz comandou a Missão de Estabilização da ONU no Haiti (Minustah) entre janeiro de 2007 e abril de 2009. Na ocasião, ele liderou 12 mil homens. Na reserva há cinco meses, o general estava na Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) da Presidência da República. A missão de paz no Congo foi aprovada pelos líderes de 11 países africanos e representantes de quatro organizações regionais e internacionais. A decisão de enviar uma missão ao país foi tomada há três meses. O general enfrentará o desafio de tentar a paz em um país cujos conflitos têm cerca de dez anos. Desde a Segunda Guerra do Congo (1998-2003), que envolveu várias nações africanas, o país vive em clima de instabilidade. Durante a guerra, mais de 5 milhões de pessoas morreram. Com 3,9 milhões de habitantes e um passado recente da colonização francesa, o Congo é cenário também de conflitos étnicos, políticos, econômicos e de disputas por recursos naturais. Os confrontos no país africano têm raízes em um genocídio em Ruanda, ocorrido em 1994. Rebeldes hutus, grupo étnico rival dos tutsis, agem nas florestas do Leste do Congo desde então, segundo a ONU. Com informações da agência pública de notícias de Portugal, Lusa.]]></content>
			<description><![CDATA[A partir desta semana, o general brasileiro Carlos Alberto dos Santos Cruz, 60 anos, comandará a missão de paz das Nações Unidas no Congo, chamada de Monusco. Ele foi escolhido para a missão no mês passado. A designação oficial foi anunciada pelo secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon. Santos Cruz sucede o general indiano Chander Prakash....]]></description>
			<category><![CDATA[África]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Após distúrbios, Tunísia prende quase 200 supostos salafistas]]></title>
			<pubDate>Mon, 20 May 2013 12:04:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/africa/apos-disturbios-tunisia-prende-quase-200-supostos-salafistas,ea66ac993f2be310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/africa/apos-disturbios-tunisia-prende-quase-200-supostos-salafistas,ea66ac993f2be310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Cerca de 200 membros da Ansar al-Sharia foram detidos no domingo durante confrontos com a polícia após a proibição de um congresso deste movimento salafista, anunciou o primeiro-ministro tunisiano em uma declaração publicada nesta segunda-feira pelo jornal árabe Al-Hayat. "O número de pessoas detidas chega a 200", declarou Ali Larayedh, que participa de uma conferência em Doha. Larayedh expressou firmeza diante da Ansar al-Sharia, que classificou na véspera de movimento "terrorista" em uma declaração à televisão estatal tunisiana. "Este grupo exerce a violência, se opõe ao Estado e se rebela", acusou no Al-Hayat. Um jovem manifestante morreu no domingo na capital da Tunísia e mais de 15 policiais e militantes salafistas ficaram feridos nos confrontos ocorridos na cidade de Kairuán entre as forças de segurança e partidários da Ansar al-Sharia. Já o chefe deste movimento salafista que proclama a guerra santa, Abu Iyadh, declarou que seus partidários não poderão ser derrotados, apesar da perseguição da qual são vítimas, segundo uma gravação divulgada na noite de domingo. Nesta gravação de cinco minutos, que parece ter sido produzida antes dos confrontos, Iyadh se dirige aos participantes do congresso proibido. "Mostraram ao mundo inteiro que seus esforços não podem ser derrotados, apesar da perseguição de seus chefes", afirma este homem, foragido desde 2012. Iyadh foi detido entre 2003 e 2011 na Tunísia. Antes de sua detenção, era um dos chefes do grupo combatente tunisiano no Afeganistão, uma célula da Al-Qaeda.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/05/19/confrontos-tunisia-ap.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: AP" title="Foto: AP"> <br>Cerca de 200 membros da Ansar al-Sharia foram detidos no domingo durante confrontos com a polícia após a proibição de um congresso deste movimento salafista, anunciou o primeiro-ministro tunisiano em uma declaração publicada nesta segunda-feira pelo jornal árabe Al-Hayat. "O número de pessoas detidas chega a 200", declarou Ali Larayedh, que participa de uma conferência em Doha....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/05/19/confrontos-tunisia-ap.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[África]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Premiê da Tunísia classifica Ansar al-Sharia de terrorista]]></title>
			<pubDate>Sun, 19 May 2013 21:22:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/africa/premie-da-tunisia-classifica-ansar-al-sharia-de-terrorista,2705781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA[O primeiro-ministro tunisiano, Ali Larayedh, afirmou neste domingo que o movimento salafista Ansar al-Sharia mantém "relações com o terrorismo" e assegurou que o governo da Tunísia não autorizará a realização do seu congresso, suspenso hoje após os distúrbios ocorridos em Kairouan e na capital, Túnis. A agência oficial tunisiana TAP apontou que o primeiro-ministro deu essas declarações a um programa da emissora catariana Al Jazeera durante sua atual visita ao Catar. O chefe do executivo ressaltou que o governo "não terá contatos com o Ansar al-Sharia", organização "ilegal, que cometeu atos de violência e está relacionada com o terrorismo". Larayedh ressaltou que deu "instruções claras que proíbem qualquer negociação com o Ansar Al Sharia", assim como com o seu líder, Abu Iyad, que "está envolvido em diversos atos de terrorismo e atualmente é procurado pelas forças da ordem". Essa é a primeira vez que o chefe do governo tunisiano classifica o movimento salafista como terrorista.]]></content>
			<description><![CDATA[O primeiro-ministro tunisiano, Ali Larayedh, afirmou neste domingo que o movimento salafista Ansar al-Sharia mantém "relações com o terrorismo" e assegurou que o governo da Tunísia não autorizará a realização do seu congresso, suspenso hoje após os distúrbios ocorridos em Kairouan e na capital, Túnis....]]></description>
			<category><![CDATA[África]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Egito: jornalistas de oposição vão a julgamento por difamação]]></title>
			<pubDate>Sun, 19 May 2013 19:25:14 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/africa/egito-jornalistas-de-oposicao-vao-a-julgamento-por-difamacao,ba73ac993f2be310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/africa/egito-jornalistas-de-oposicao-vao-a-julgamento-por-difamacao,ba73ac993f2be310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Dois jornalistas egípcios de um jornal crítico ao presidente Mohamed Mursi foram ordenados a enfrentar um julgamento criminal por difamação neste domingo. Vários jornalistas, apresentadores e comediantes foram acusados de difamação ao longo dos últimos meses e ativistas acusam o governo de usar os tribunais para atingir seus adversários liberais e seculares. O promotor público Talaat Ibrahim - nomeado por Mursi em novembro - ordenou o julgamento de Magdy El Gilad, editor-chefe do jornal El-Watan, e Alaa El-Ghatrify, seu editor-executivo, informou o jornal estatal Al-Ahram. O El-Watan é um crítico feroz de Mursi e da Irmandade Muçulmana, movimento islâmico que domina a era pós-Hosni Mubarak no Egito. Secularistas e liberais denunciaram o que eles chamam de "irmandadização" do Judiciário. Mursi disse que respeita a independência do sistema jurídico e nega usar os tribunais para suprimir a dissidência na mídia. No início deste mês, El Galad foi acusado pelo Ministério Público de "publicar notícias falsas com o intuito de perturbar a paz pública e causar pânico" depois que o El-Watan divulgou os nomes de pessoas que militantes islâmicos supostamente planejavam assassinar. As últimas acusações foram pela difamação do diretor de um centro de pesquisa de opinião pública local. Não ficou claro como a ordem deste domingo afetaria as acusações anteriores, mas uma fonte judicial disse à Reuters que a data para o julgamento sobre as acusações anteriores ainda não havia sido definida.]]></content>
			<description><![CDATA[Dois jornalistas egípcios de um jornal crítico ao presidente Mohamed Mursi foram ordenados a enfrentar um julgamento criminal por difamação neste domingo. Vários jornalistas, apresentadores e comediantes foram acusados de difamação ao longo dos últimos meses e ativistas acusam o governo de usar os tribunais para atingir seus adversários liberais e seculares....]]></description>
			<category><![CDATA[África]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Manifestante islamista tunísio morre em confronto com polícia]]></title>
			<pubDate>Sun, 19 May 2013 17:37:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/africa/manifestante-islamista-tunisio-morre-em-confronto-com-policia,b2f3781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/africa/manifestante-islamista-tunisio-morre-em-confronto-com-policia,b2f3781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Um manifestante morreu e uma quinzena de policiais e militantes ficaram feridos durante confrontos entre partidários do movimento jihadista Ansar Ashariaa e forças de segurança. A confusão ocorreu neste domingo, em Túnis, após o congresso do grupo salafista na cidade de Kairouan ter sido proibido. De acordo com a supervisora geral do hospital Mongi Slim de la Marsa, Mounira Ben Ghazi, a vítima seria Moez Dahmani, nascido em 1986. Ela afirmou que a morte foi provocada por ferimentos de bala. A morte foi confirmada pelas autoridades tunisianas. O ministério do interior da Tunísia informou que os confrontos nos bairros da periferia de Túnis deixaram onze policiais e três manifestantes feridos. Um agente da polícia e um militante estão em estado grave. Com a proibição do congresso na cidade de Kairouan, a 150 km da capital tunisiana, o grupo Ansar al-Sharia, tido como próximo à Al-Qaeda, convocou os partidários para uma reunião no bairro de Ettadhamen, reduto salafista a 15 km de Túnis. Os confrontos eclodiram no início da tarde e seguiram para o bairro vizinho de Intikala, onde centenas de manifestantes munidos de pedras, armas brancas e coquetéis Molotov se esconderam após terem sido coagidos por tiros de advertência e gás lacrimogêneo. As forças de segurança também usaram tratores e canhões. Por volta das 19h locais (15h de Brasília), alguns confrontos esporádicos ainda eram registrados. De acordo com um jornalista da AFP, a polícia conseguiu retomar o controle dos bairros atingidos pela violência. O governo tunisiano, dirigido pelo partido islamita Ennahda, proibiu o congresso do Ansar al-Sharia em Kairouan por acreditar se tratar de uma "ameaça" à segurança local. O grupo salafista diz ter cerca de 40 mil partidários, número não confirmado pelas autoridades. Ligado ao movimento islamita radical, o grupo é acusado de ser autor de alguns dos ataques mais graves no país.]]></content>
			<description><![CDATA[Um manifestante morreu e uma quinzena de policiais e militantes ficaram feridos durante confrontos entre partidários do movimento jihadista Ansar Ashariaa e forças de segurança. A confusão ocorreu neste domingo, em Túnis, após o congresso do grupo salafista na cidade de Kairouan ter sido proibido....]]></description>
			<category><![CDATA[África]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Após confrontos, grupo extremista da Tunísia adia congresso]]></title>
			<pubDate>Sun, 19 May 2013 16:34:15 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/africa/apos-confrontos-grupo-extremista-da-tunisia-adia-congresso,c863781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/africa/apos-confrontos-grupo-extremista-da-tunisia-adia-congresso,c863781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Os distúrbios ocorridos na cidade de Kairouan e em um bairro na periferia da capital tunisiana, Túnis, levaram o grupo extremista islâmico Ansar al-Sharia a adiar para o próximo domingo o congresso que estava previsto para hoje. Segundo afirmou o governador de Kairouan, Abdelmayid Laguan, o "Ansar al-Sharia adiou seu congresso para o domingo, dia 26", após a obtenção de um acordo com o líder salafista, Mohammed Klif, informou a agência oficial tunisiana TAP. Pelo menos 11 policiais e três simpatizantes do grupo extremista islâmico ficaram feridos neste domingo em confrontos na periferia da capital da Tunísia, informou o Ministério do Interior. O Ansar al-Sharia iria realizar o congresso na cidade de Kairouan (a cerca de 160 quilômetros da capital tunisiana), mas o governo do país o proibiu e montou um forte esquema policial, por isso a direção do grupo comunicou no Facebook que evento aconteceria no bairro de Ettadhamen. Em Kairouan, as forças de segurança dispersaram com gás lacrimogêneo dezenas de salafistas que tinham se reunido nas imediações da grande mesquita Okba Ben Nafaa, uma das maiores do Islã, informaram à Agência Efe algumas testemunhas. Em sua passagem pelo bairro de Ettadhamen, os manifestantes amedrontaram alguns moradores pelos quais passaram e feriram um deles, afirmaram à Efe testemunhas. Além disso, os salafistas agrediram alguns jornalistas e tiraram as câmeras de fotógrafos, segundo a imprensa tunisiana.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/05/19/confrontos-tunisia-ap.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: AP" title="Foto: AP"> <br>Os distúrbios ocorridos na cidade de Kairouan e em um bairro na periferia da capital tunisiana, Túnis, levaram o grupo extremista islâmico Ansar al-Sharia a adiar para o próximo domingo o congresso que estava previsto para hoje....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/05/19/confrontos-tunisia-ap.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[África]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Argélia especula sobre saúde do presidente, internado há 3 semanas]]></title>
			<pubDate>Sun, 19 May 2013 16:16:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/africa/argelia-especula-sobre-saude-do-presidente-internado-ha-3-semanas,c462ac993f2be310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/africa/argelia-especula-sobre-saude-do-presidente-internado-ha-3-semanas,c462ac993f2be310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O estado de saúde do presidente argelino Abdelaziz Buteflika, hospitalizado há cerca de três semanas na França após um acidente vascular cerebral (AVC) sem sequelas, é objeto de boatos alarmistas na Argélia. Diante da falta de informações sobre o estado de saúde do presidente de 76 anos, internado no hospital parisiense Val de Grace desde 27 de abril, a imprensa argelina se questiona a cada dia sobre o tema tabu. Neste domingo, o jornal Mon journal e sua versão em árabe Djaridati foram censurados por terem afirmado na primeira página que o estado de saúde do presidente teria se agravado, com base em "fontes médicas francesas e fontes ligadas à presidência argelina". Os dois jornais afirmavam ainda que Buteflika "retornou na quarta-feira à Argélia em estado de coma". Um dia antes, o jornal Al Watan afirmou, citando a revista francesa Le Point, que as funções vitais do presidente argelino estariam afetadas. Desde 27 de abril, Paris se recusa a comentar o estado de saúde do presidente argelino, enquanto em Argel intensifica as mensagens de que o presidente está bem. Mas a população tem dúvidas e algumas pessoas pedem por fotografias ou imagens de televisão que demonstrem que o presidente está se recuperando. Buteflika foi levado a Paris há três semanas para "exames complementares", depois que sofreu "um ataque isquêmico transitório sem sequelas", nas palavras do diretor do Centro Nacional de Medicina do Esporte (CNMS), professor Rashid Bougherbal. Em 7 de maio, a presidência argelina destacou que o estado de saúde do presidente "melhorou significativamente", mas que ele deveria permanecer "durante um período normal em repouso prescrito pelos médicos. Eleito em 1999 e reeleito em abril de 2004 e abril de 2009, Buteflika, de 76 anos, foi operado no fim de 2005 em Paris de "uma úlcera hemorrágica no estômago", segundo as autoridades argelinas. O presidente argelino anunciou um ano depois que havia ficado "muito doente", mas que se recuperara de forma "absolutamente fabulosa". Desde a internação em 2005, o estado de saúde do presidente é objeto de especulações constantes na imprensa argelina, que coloca em dúvida as versões oficiais.]]></content>
			<description><![CDATA[O estado de saúde do presidente argelino Abdelaziz Buteflika, hospitalizado há cerca de três semanas na França após um acidente vascular cerebral (AVC) sem sequelas, é objeto de boatos alarmistas na Argélia....]]></description>
			<category><![CDATA[África]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Nigéria impõe toque de recolher de 24 horas em áreas do norte]]></title>
			<pubDate>Sun, 19 May 2013 09:16:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/africa/nigeria-impoe-toque-de-recolher-de-24-horas-em-areas-do-norte,cdb1781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/africa/nigeria-impoe-toque-de-recolher-de-24-horas-em-areas-do-norte,cdb1781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O Exército da Nigéria impôs um toque de recolher de 24 horas em áreas da cidade de Maiduguri, capital do estado de Borno, no norte do país, onde as tropas nigerianas realizam uma ofensiva contra o grupo radical islâmico Boko Haram desde quinta-feira passada. O porta-voz militar da Força de Ação Conjunta (JTF) em Maiduguri, Sagir Moussa, disse que as áreas afetadas pelo toque de recolher são "as mais problemáticas", informou hoje a emissora local Channels TV. "A JTF, com o objetivo de continuar com as operações especiais após os recentes ataques de Boko Haram em algumas partes da cidade de Maiduguri, impõe um toque de recolher de 24 horas a partir de sábado 18 de maio", detalhou. Na terça-feira passada, em discurso dirigido à nação, o presidente da Nigéria, Goodluck Jonathan, declarou o estado de emergência nos estados de Borno - considerado o reduto de Boko Haram -, Yobe e Adamawa e antecipou o envio de mais tropas a essas regiões para lutar contra os radicais islâmicos. Segundo o Exército nigeriano, até o momento suas tropas retomaram o controle de 17 localidades da região.]]></content>
			<description><![CDATA[O Exército da Nigéria impôs um toque de recolher de 24 horas em áreas da cidade de Maiduguri, capital do estado de Borno, no norte do país, onde as tropas nigerianas realizam uma ofensiva contra o grupo radical islâmico Boko Haram desde quinta-feira passada....]]></description>
			<category><![CDATA[África]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Táxi do Nilo, a nova alternativa aos engarrafamentos do Cairo]]></title>
			<pubDate>Sun, 19 May 2013 09:07:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/africa/taxi-do-nilo-a-nova-alternativa-aos-engarrafamentos-do-cairo,06b1781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/africa/taxi-do-nilo-a-nova-alternativa-aos-engarrafamentos-do-cairo,06b1781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Os engarrafamentos infernais da capital do Egito estimularam a criatividade local a lançar um novo meio de transporte fluvial, que leva os clientes a seus destinos em menos de meia hora e poluindo bem menos: o táxi do Nilo. "Evito o trânsito pesado, economizo mais de 25% do meu tempo com o táxi do Nilo e chego muito rapidamente ao trabalho, sem suar. Além disso, é uma ideia muito interessante, muito melhor que usar automóveis e táxis normais", resumiu à Agência Efe o francês Renaud de Bouvais, funcionário de uma empresa de telecomunicação e que está no Egito há quatro anos. De Bouvais explicou que a primeira vez que subiu no táxi do Nilo (ou Nile Taxi, em inglês) não conseguia acreditar que houvesse algo assim no Egito, mas que, depois que descobriu, passou a usá-lo para sair com sua família e ir a restaurantes na margem do mítico rio. O projeto inovador, que foi inaugurado em meados de fevereiro, consiste por enquanto em cinco lanchas, brancas e abertas, feitas no Egito e com capacidade para no máximo 15 pessoas. Os táxis do Nilo param em mais de 18 pontos, entre elas restaurantes, clubes, hotéis e embarcações que chegam ao rio. O cliente pode chamar o serviço por telefone ou esperar por algum dos veículos que levam, em horário fixo, do bairro de Maadi, no sul do Cairo, ao centro da capital, distâncias que são percorridas em apenas 20 minutos, enquanto um automóvel normal demora quase uma hora. "O que causa engarrafamentos no Cairo são os táxis e os carros. Se mais pessoas começarem a utilizar o táxi do Nilo, conseguiremos aliviar o trânsito da capital em quase 70%", contou à Agência Efe, otimista, um dos dois criadores do serviço, Magdy Kirolos. O empresário afirmou que a partir do mês que vem os sócios importarão mais táxis da Alemanha, que serão pintados de amarelo e preto. Entre as lanchas importadas, algumas funcionarão com energia solar, embora as cinco atuais utilizem gasolina normal. "Uma das vantagens do táxi do Nilo é que não emite os gases poluentes dos automóveis, e, além disso, os que funcionam a energia solar economizarão gasolina", acrescentou. Segundo Kirolos, autoridades do governo mostraram muito interesse pelo projeto, embora ele se queixe da lentidão dos trâmites para ampliar o negócio. O empreendedor vai além: seu sonho é ter em até três anos mais de 30 táxis e lançar o ônibus do Nilo, para o qual espera receber subsídios públicos. Atualmente a passagem do táxi do Nilo custa entre 10 e 35 libras egípcias (de R$ 2,88 a R$ 10), preço não acessível a todos os egípcios. O proprietário da empresa se defende argumentando que esse é o preço aproximado que se paga por uma corrida de um táxi normal nas atestadas ruas do Cairo. Além disso, acredita que, se o projeto dos ônibus fluviais for adiante, os subsídios estatais permitirão reduzir muito as tarifas e torná-las mais acessíveis para todos os bolsos. Por ora, os ainda raros usuários não são os únicos satisfeitos com o táxi do Nilo. Os pilotos das lanchas, que no asfalto enfrentariam a batalha diária de dirigir pelas ruas do Cairo, agradecem não precisar sofrer com a fumaça e o barulho de seus aflitos companheiros. "Aproveito muito dirigindo este táxi. Se fosse motorista de um táxi normal, estaria sofrendo com o barulho, o calor e os engarrafamentos. Aqui no Nilo tudo é lindo e tranquilo", comentou à Efe Montaser Ibrahim, um satisfeito condutor do novo transporte.]]></content>
			<description><![CDATA[Os engarrafamentos infernais da capital do Egito estimularam a criatividade local a lançar um novo meio de transporte fluvial, que leva os clientes a seus destinos em menos de meia hora e poluindo bem menos: o táxi do Nilo....]]></description>
			<category><![CDATA[África]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Ataques militares contra reduto islamita matam 10 na Nigéria]]></title>
			<pubDate>Sat, 18 May 2013 19:10:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/africa/ataques-militares-contra-reduto-islamita-matam-10-na-nigeria,adaf781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/africa/ataques-militares-contra-reduto-islamita-matam-10-na-nigeria,adaf781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Pelo menos "10 supostos terroristas" morreram e outros 65 foram presos na cidade de Maiduguri, ao norte da Nigéria, conquistada pelo grupo armado islamita Boko Haram. O exército nigeriano fez uma série de ataques aéreos e terrestres contra o grupo. O exército nigeriano impôs um toque de recolher em parte de Maiduguri, capital do estado de Borno. A Nigéria iniciou uma importante ofensiva contra o Boko Haram esta semana, com o envio de milhares de soldados a Borno, Yobe e Adamawa, no nordeste do país, para reconquistar as zonas controladas pelos insurgentes. O general Chris Olukolade, porta-voz das forças armadas, anunciou neste sábado (18) a morte de "10 supostos terroristas" num bairro de Maiduguri e a prisão de outros 65 que tentavam se infiltrar na cidade. Na sexta-feira (17) o exército havia informado a morte de "várias dezenas" de insurgentes e a destruição de esconderijos terroristas, onde foram encontrados armamentos pesados como canhões antiaéreos. Em outro comunicado o exército anunciou que "para apoiar as operações especiais, frente aos recentes ataques de Boko Haram, fica decretado um toque de recolher de 24 horas em algumas zonas de Maiduguri". Assustados com os barulhos provocados pelos ataques, os habitantes de Marte, distrito sob controle do grupo Boko Haram, fugiram para a fronteira com Camarões. "Nos três últimos dias a situação tem sido desesperadora, aviões de combate e helicópteros sobrevoam a região e continuamos ouvindo muito barulho", disse Buba Yawuri, que fugiu da cidade de Kwalaram, cidade de Marte, e se refugiou na cidade fronteiriça de Gomboru Ngala. Esta é a maior ofensiva desde 2009, quando o exército entrou em Maiduguri, a capital do estado de Borno, e matou 800 pessoas. Depois da operação, o grupo armado islamista deixou de atuar por um ano.]]></content>
			<description><![CDATA[Pelo menos "10 supostos terroristas" morreram e outros 65 foram presos na cidade de Maiduguri, ao norte da Nigéria, conquistada pelo grupo armado islamita Boko Haram. O exército nigeriano fez uma série de ataques aéreos e terrestres contra o grupo. O exército nigeriano impôs um toque de recolher em parte de Maiduguri, capital do estado de Borno....]]></description>
			<category><![CDATA[África]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Oficinas de alfabetização dão esperanças a refugiados do Mali]]></title>
			<pubDate>Sat, 18 May 2013 17:08:53 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/africa/oficinas-de-alfabetizacao-dao-esperancas-a-refugiados-do-mali,45aa262e924be310VgnVCM10000098cceb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/africa/oficinas-de-alfabetizacao-dao-esperancas-a-refugiados-do-mali,45aa262e924be310VgnVCM10000098cceb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Desde o começo de 2012, dezenas de milhares de malinenses têm sido obrigados a deixar suas casas para fugir de fundamentalistas armados. A situação se agravou em janeiro deste ano, quando o país pediu ajuda à França, que iniciou uma operação para recuperar parte do território ocupada por esses grupos. Muitas dessas pessoas estão alojadas em campos de refugiados instalados em países vizinhos e administrados pela agência da ONU para refugiados, o Acnur. Nesses lugares, que às vezes abrigam tanta gente quanto uma cidade, a situação se torna ainda mais complexa. Pessoas diferentes, oriundas de diferentes lugares, às vezes com diferentes "status" (hierarquias sociais que variam de acordo com cada cultura) são obrigadas a viver juntos. Uma coexistência nem sempre fácil. É aí que entra o trabalho dos funcionários do Acnur: além de proporcionar as mínimas condições de sobrevivência, mediar a convivência. O brasileiro Hugo Reichenberger, 30 anos, trabalha no Acnur desde 2008 e recentemente esteve no campo de refugiados de Goudebou, no Burkina Faso. Lá, sua principal tarefa era divulgar as atividades mantidas pela agência ao resto do mundo. Como as oficinas de alfabetização, cujas imagens, de autoria do fotógrafo Brian Sokol e publicadas na conta do Acnur no Instagram (@unrefugees), ilustram este texto. Reichenberger contou ao Terra sobre esse projeto e falou do desafio diário de tentar tornar a vida dos refugiados menos difícil. Terra - A situação no Mali vem fazendo com que dezenas de milhares de pessoas saiam de suas casas e busquem abrigo em campos de refugiados. Qual é a realidade enfrentada pelo Acnur nesses campos? Hugo Reichenberger- Os refugiados vêm de uma região do norte do Mali onde nunca houve muita presença do Estado e de serviços sociais como educação e saúde. Portanto, estamos trabalhando com uma população que nunca teve a oportunidade de ir à escola, de receber tratamento médico ou de se beneficiar de projetos de geração de renda e de alfabetização. Além disso, é uma comunidade de refugiados extremamente hierarquizada e subdividida, pois reflete a sociedade e a cultura do norte do Mali. Terra - Quais são as implicações dessa hierarquização no dia a dia de um campo de refugiados? Hugo Reichenberger - Por exemplo, há, em nossos campos, pessoas com o status de “nobres” e outras que são consideradas “serventes” dos “nobres”. Há também grandes divisões étnicas (touaregs, árabes e songhois que nem sempre se entendem), geográficas (os refugiados de diversas regiões não necessariamente se entendem com pessoas de outra região) e divisões entre “clãs” (na mesma região pode haver pessoas da mesma etnia mas que seguem um líder diferente). Terra - E quais são as dificuldades do Acnur para lidar com essa realidade? Hugo Reichenberger - Isso dificulta o trabalho em quase todas as áreas. Na saúde, é difícil de conscientizar as mulheres a fazer consultas pré-natal, pois simplesmente nunca houve este serviço de onde vieram. A mesma coisa para a escola - temos uma taxa de escolarização muito baixa. Em relação às divisões entre os próprios refugiados, enfrentamos dificuldades desde o estabelecimento dos campos de refugiados, porque grupos se recusaram a viver ao lado de outros. Como resposta, o Acnur estabeleceu campos separados, para que haja a privacidade que eles tanto prezam. Terra - Nesse sentido, qual é o papel de iniciativas das oficinas de alfabetização, como a das fotos publicadas no Instagram da agência? Hugo Reichenberger - O curso de alfabetização foi um grande sucesso porque não oferece só a alfabetização, mas também promove a igualdade e a paz entre refugiados divididos e hierarquizados. Desde que o curso foi aberto, em janeiro, houve um rápido crescimento. Começou com 500 alunos em 14 centros e hoje conta com 1.200 alunos em 26 centros. Terra - Além da questão prática (aprender a ler e escrever), que tipo de resultado você destacaria? Hugo Reichenberger - O que mais emociona é ver a mistura de etnias e castas. Por exemplo, no curso que fotografamos, havia a jovem “servente” Wanagofad, 22 anos, estudando ao lado do “nobre” Moussa, da etnia Touareg, 55 anos, que é considerado líder de seu clã. Ao lado dos dois estava Mohamed, 22 anos, que é árabe. Ao conversar com os alunos, percebemos que todos anseiam pelo retorno da paz ao Mali, e que eles enxergam na alfabetização, um novo conhecimento que vai lhes permitir de reconstruir uma nova vida ao retornar. E também para contribuir para uma paz duradoura. (Confira os depoimentos na galeria de fotos) Por exemplo, Fadimata, 30 anos, que perdeu seu marido na guerra, vê na alfabetização a possibilidade de restabelecer o comércio de seu companheiro em sua cidade natal. Assim, daria a seu bebê, que nasceu depois da morte de seu marido, um futuro melhor. A própria “servente” Wanagofad diz que antes tinha medo de aprender a ler e escrever, pois este direito sempre lhe foi negado e sempre achou que não teria capacidade para tal. Agora ela percebe que é “igual a todos” e sente livre ao perceber isto. Mas as palavras mais marcantes vieram de uma aluna chamada Miriam, que disse: “uma pessoa que não sabe ler e escrever se torna vítima daquele que sabe. Foi o que aconteceu conosco. De agora em diante, seremos mestres de nosso próprio destino.”]]></content>
			<description><![CDATA[Desde o começo de 2012, dezenas de milhares de malinenses têm sido obrigados a deixar suas casas para fugir de fundamentalistas armados. A situação se agravou em janeiro deste ano, quando o país pediu ajuda à França, que iniciou uma operação para recuperar parte do território ocupada por esses grupos. Muitas dessas pessoas estão alojadas em campos de refugiados instalados em países vizinhos e administrados pela agência da ONU para refugiados, o Acnur....]]></description>
			<category><![CDATA[África]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Habitantes fogem do norte da Nigéria por ataques militares]]></title>
			<pubDate>Sat, 18 May 2013 15:22:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/africa/habitantes-fogem-do-norte-da-nigeria-por-ataques-militares,56ddac993f2be310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/africa/habitantes-fogem-do-norte-da-nigeria-por-ataques-militares,56ddac993f2be310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Habitantes de uma localidade do norte da Nigéria, conquistada pelo grupo armado islamita Boko Haram, fugiam em consequência dos ataques aéreos e terrestres do exército, informaram testemunhas neste sábado. Neste contexto, o governo nigeriano decretou, também neste sábado, um toque recolher em parte da cidade de Maiduguri, no estado de Borno (nordeste). "Para apoiar as operações especiais, frente aos recentes ataques do Boko Haram, se decreta um toque de recolher de 24 horas em determinadas zonas de Maiduguri", afirma um comunicado do exército, que cita 12 bairros considerados redutos do grupo armado islamita. O general Chris Olukolade, porta-voz das Forças Armadas, informou que o exército prendeu 65 "terroristas" que tentavam fugir campos atacados pelos militares. A Nigéria iniciou uma importante ofensiva contra o Boko Haram esta semana, com o envio de milhares de soldados a três estados do nordeste. O governo nigeriano decretou estado de emergência nos estados de Borno, Yobe e Adamawa. Esta é a maior ofensiva desde 2009, quando o exército entrou em Maiduguri, a capital do estado de Borno, e matou 800 pessoas. Depois da operação, o grupo armado islamista deixou de atuar por um ano.]]></content>
			<description><![CDATA[Habitantes de uma localidade do norte da Nigéria, conquistada pelo grupo armado islamita Boko Haram, fugiam em consequência dos ataques aéreos e terrestres do exército, informaram testemunhas neste sábado....]]></description>
			<category><![CDATA[África]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Egito mantém passagem à Gaza fechada pelo 2º dia consecutivo]]></title>
			<pubDate>Sat, 18 May 2013 13:19:10 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/africa/egito-mantem-passagem-a-gaza-fechada-pelo-2-dia-consecutivo,1bfd781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/africa/egito-mantem-passagem-a-gaza-fechada-pelo-2-dia-consecutivo,1bfd781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O exército e a polícia do Egito mantêm fechada neste sábado, pelo segundo dia consecutivo, a passagem de Rafah, na fronteira com a Faixa de Gaza, após o sequestro na quinta-feira de sete agentes das forças da ordem perto dessa região na Península do Sinai. Fontes do movimento islamita Hamas, que governa Gaza, disseram que o fechamento da única porta por terra que estava aberta na faixa fez com que centenas de palestinos tenham ficado sem acesso a um ou outro lado da fronteira. "Gaza não tem nada a ver com o sequestro", afirmou Yousef Rezqa, assessor do primeiro-ministro da ANP (Autoridade Nacional Palestina) Ismail Haniyeh, que se queixou que o fechamento afeta a vida da população. Em comunicado, o governo islamita disse que negociava com as autoridades egípcias a reabertura da passagem de Rafah . A agência estatal egípcia de notícias "Mena" informou que os guardas impedirão o trânsito na passagem de até que seus companheiros - quatro dos quais trabalhavam no posto de fronteira - sejam libertados. As investigações indicam que os autores do sequestro poderiam tê-lo feito para tentar conseguir em troca a libertação de familiares presos.]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/05/19/egitofaixagazaap2.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: AP" title="Foto: AP"> <br>O exército e a polícia do Egito mantêm fechada neste sábado, pelo segundo dia consecutivo, a passagem de Rafah, na fronteira com a Faixa de Gaza, após o sequestro na quinta-feira de sete agentes das forças da ordem perto dessa região na Península do Sinai....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/05/19/egitofaixagazaap2.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[África]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Após protestos e distúrbios, jovens são presos no centro do Cairo]]></title>
			<pubDate>Sat, 18 May 2013 08:46:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/africa/apos-protestos-e-disturbios-jovens-sao-presos-no-centro-do-cairo,c73d781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/africa/apos-protestos-e-disturbios-jovens-sao-presos-no-centro-do-cairo,c73d781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Vários jovens, alguns deles menores de idade, foram detidos pelas forças de segurança do país durante alguns distúrbios registrados na noite de ontem no centro do Cairo, informou neste sábado a agência de notícias Mena. Armados com pedras e coquetéis molotov, dezenas de jovens decidiram enfrentar as forças de ordem nas imediações da ponte Qasr al Nil e do hotel Semiramis, junto ao Rio Nilo, enquanto os agentes respondiam com bombas de efeito moral e gás lacrimogêneo. Os confrontos registrados começaram após um protesto realizado na Praça Tahrir, o qual foi organizado por vários grupos opositores para evidenciar sua rejeição à gestão do presidente Mohammed Morsi e ao governo. Os manifestantes defendiam que Morsi repassasse o poder ao Tribunal Constitucional como uma passagem prévia à realização das eleições presidenciais antecipadas, a redação de uma nova Carta Magna e o fim à hegemonia da Irmandade Muçulmana nas instituições do Estado. Segundo o jornal independente Al-Masri Al-Youm, um grupos de adolescentes que lançavam pedras e garrafas contra as forças de segurança desdobradas na Praça Tahrir durante os protestos foram obrigados a voltar ao local por voluntários encarregados de vigiar a manifestação. Por conta dos incidentes, as autoridades intensificaram o desdobramento de policiais e veículos com agentes antidistúrbios em torno dos edifícios governamentais no centro do Cairo.]]></content>
			<description><![CDATA[Vários jovens, alguns deles menores de idade, foram detidos pelas forças de segurança do país durante alguns distúrbios registrados na noite de ontem no centro do Cairo, informou neste sábado a agência de notícias Mena. Armados com pedras e coquetéis molotov, dezenas de jovens decidiram enfrentar as forças de ordem nas imediações da ponte Qasr al Nil e do hotel Semiramis, junto ao Rio Nilo, enquanto os agentes respondiam com bombas de efeito moral e gás lacrimogêneo....]]></description>
			<category><![CDATA[África]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Rebeldes tuaregues afirmam ter matado 19 jihadistas no norte do Mali]]></title>
			<pubDate>Sat, 18 May 2013 08:34:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/africa/rebeldes-tuaregues-afirmam-ter-matado-19-jihadistas-no-norte-do-mali,643d781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/africa/rebeldes-tuaregues-afirmam-ter-matado-19-jihadistas-no-norte-do-mali,643d781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Os rebeldes tuaregue do Movimento Nacional de Libertação de Azawed (MNLA) afirmaram neste sábado que mataram 19 membros do grupo Monoteísmo e a Jihad na África Ocidental (MUJAO) em diversos confrontos em Anefis, no norte do Mali. Através de um comunicado divulgado em seu site, o MNLA aponta que os combates ocorreram ontem e que entre os rebeldes houve três mortos e dois feridos. O comunicado explica que uma coluna composta por vários veículos 4x4 com bandeiras negras dos jihadistas foi visto nas proximidades de Anefis durante a jornada de ontem e que, previsivelmente, os ativistas de MUJAO pretendiam atacar as posições do MNLA. Desta forma, os combatentes do MNLA tomaram a iniciativa de atacar primeiro, sendo que os confrontos resultaram 22 mortes, 19 delas de jihadistas. Durante os meses de março e abril, os inúmeros confrontos entre os rebeldes tuaregues e os grupos islâmicos armados no norte do Mali deixaram vários mortos e feridos em ambos os lados.]]></content>
			<description><![CDATA[Os rebeldes tuaregue do Movimento Nacional de Libertação de Azawed (MNLA) afirmaram neste sábado que mataram 19 membros do grupo Monoteísmo e a Jihad na África Ocidental (MUJAO) em diversos confrontos em Anefis, no norte do Mali. Através de um comunicado divulgado em seu site, o MNLA aponta que os combates ocorreram ontem e que entre os rebeldes houve três mortos e dois feridos....]]></description>
			<category><![CDATA[África]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Egito: manifestantes enfrentam policiais em protesto contra Mursi]]></title>
			<pubDate>Sat, 18 May 2013 02:43:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/africa/egito-manifestantes-enfrentam-policiais-em-protesto-contra-mursi,71ec781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/africa/egito-manifestantes-enfrentam-policiais-em-protesto-contra-mursi,71ec781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Centenas de manifestantes, adolescentes em sua maioria, protagonizaram nesta sexta-feira à noite confrontos esporádicos com a polícia em um protesto para pedir a renúncia do presidente Mohamed Mursi. Os manifestantes jogaram coquetéis molotov nos policiais, que responderam com granadas de gás lacrimogêneo nas proximidades da emblemática Praça Tahrir, símbolo do levante popular que derrubou o então presidente Hosni Mubarak, em fevereiro de 2011. Segundo as autoridades egípcias, ninguém ficou ferido nos incidentes, e a circulação de veículos foi normalizada à noite. O dispositivo de segurança foi visivelmente reforçado ao redor do Ministério do Interior, localizado nas proximidades da Praça Tahrir.]]></content>
			<description><![CDATA[Centenas de manifestantes, adolescentes em sua maioria, protagonizaram nesta sexta-feira à noite confrontos esporádicos com a polícia em um protesto para pedir a renúncia do presidente Mohamed Mursi....]]></description>
			<category><![CDATA[África]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Confrontos sectários no Egito deixam 1 morto e dezenas de feridos]]></title>
			<pubDate>Sat, 18 May 2013 01:07:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/africa/confrontos-sectarios-no-egito-deixam-1-morto-e-dezenas-de-feridos,58bc781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/africa/confrontos-sectarios-no-egito-deixam-1-morto-e-dezenas-de-feridos,58bc781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Uma pessoa morreu e dezenas ficaram feridas durante confrontos entre muçulmanos e cristãos na sexta-feira à noite do lado de fora de uma igreja copta na segunda maior cidade do Egito, informou o jornal estatal Al-Ahram, no mais recente conflito no país de maioria muçulmana. Uma briga entre dois jovens, um cristão e um muçulmano, se transformou em um conflito de família, que provocou confrontos num bairro de Alexandria. Os dois lados jogaram bombas incendiárias contra o outro antes de as forças de segurança intervirem e isolarem a área em torno da igreja. A polícia prendeu oito pessoas depois de cerca de duas horas de conflito. Além da turbulência política e econômica, o Egito tem sofrido, desde que Hosni Mubarak foi deposto em fevereiro de 2011, com o aumento das tensões entre muçulmanos e cristãos, especialmente desde a eleição do presidente islâmico Mohamed Mursi, em junho. Os cristãos compõem cerca de 10 por cento dos 84 milhões de habitantes do Egito e reclamam que as autoridades falharam em protegê-los. Pelo menos cinco pessoas foram mortas e mais de 80 ficaram feridas em confrontos no mês passado entre cristãos e muçulmanos na Catedral Ortodoxa Copta, no Cairo, depois de um funeral de quatro cristãos mortos em violência sectária com os muçulmanos.]]></content>
			<description><![CDATA[Uma pessoa morreu e dezenas ficaram feridas durante confrontos entre muçulmanos e cristãos na sexta-feira à noite do lado de fora de uma igreja copta na segunda maior cidade do Egito, informou o jornal estatal Al-Ahram, no mais recente conflito no país de maioria muçulmana....]]></description>
			<category><![CDATA[África]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Brasileiro é nomeado chefe militar da ONU no Congo]]></title>
			<pubDate>Fri, 17 May 2013 19:16:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/africa/brasileiro-e-nomeado-chefe-militar-da-onu-no-congo,189a781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/africa/brasileiro-e-nomeado-chefe-militar-da-onu-no-congo,189a781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O tenente-general brasileiro Carlos Alberto dos Santos foi nomeado nesta sexta-feira comandante militar da missão de estabilização da ONU na República Democrática do Congo (RDC) pelo secretário-geral da organização, Ban Ki-moon. Com mais de 40 anos de experiência militar nacional e internacional e já tendo ocupado este mesmo posto na missão de estabilização do Haiti entre 2007 e 2009, o brasileiro vai substituir o tenente general indiano Chander Prakash Wadhwa, que finalizou seu serviço em 31 de março deste ano, e a quem Ban agradeceu por seus dois anos de serviço nesta missão. O tenente-general nasceu em 1952 e se formou em Engenharia Civil na Universidade Católica de Campinas, além de ter se graduado na Academia Militar das Agulhas Negras, em Resende (RJ). Casado e com três filhos, ele ocupava o posto de assessor especial do ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência do Brasil.]]></content>
			<description><![CDATA[O tenente-general brasileiro Carlos Alberto dos Santos foi nomeado nesta sexta-feira comandante militar da missão de estabilização da ONU na República Democrática do Congo (RDC) pelo secretário-geral da organização, Ban Ki-moon....]]></description>
			<category><![CDATA[África]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Manifestantes exigem saída de presidente egípcio no Cairo]]></title>
			<pubDate>Fri, 17 May 2013 18:43:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/africa/manifestantes-exigem-saida-de-presidente-egipcio-no-cairo,8a2aac993f2be310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/africa/manifestantes-exigem-saida-de-presidente-egipcio-no-cairo,8a2aac993f2be310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[Centenas de egípcios exigiam esta sexta-feira no Cairo a saída do presidente islamita Mohamed Mursi do poder, cerca de um ano após sua eleição. Passeatas partiram de diferentes bairros da capital em direção à Praça Tahrir, símbolo do levante que causou a queda do presidente Hosni Mubarak, em fevereiro de 2011, segundo jornalistas da AFP e imagens transmitidas ao vivo por canais de televisão. À frente de uma das passeatas, duas grandes faixas exigiam "uma eleição presidencial antecipada" e "uma Constituição unindo todos os egípcios". Membros do movimento "Tamarrod" (rebelião, em árabe), que indica ter reunido mais de dois milhões de assinaturas para exigir a saída de Mursi, apresentavam abaixo-assinados para que as pessoas assinassem, segundo um jornalista da AFP. De acordo com a imprensa oficial, a segurança foi reforçada em torno do Ministério do Interior, próximo à Praça Tahrir, diante do qual episódios de violência são registrados com frequência durante manifestações. As manifestações foram convocadas por vários partidos e forças políticas, como o Al-Dostour, do Prêmio Nobel da Paz Mohamed ElBaradei, e o movimento 6 de Abril, um dos motores da revolta do início de 2011. A Irmandade Muçulmana, movimento ao qual pertence o presidente, também era um alvo dos manifestantes. Eles exigem a realização de eleições presidenciais antecipadas, libertação dos militantes políticos presos e justiça para os "mártires da revolução". Os opositores a Mursi o acusam de governar apenas para atender aos interesses da Irmandade Muçulmana, apesar de ele assegurar que é "o presidente de todos os egípcios", e de não ter conseguido enfrentar a grave crise política e econômica que assola o Egito. O primeiro ano do primeiro presidente civil e islamita no poder do Egito foi marcado por vários confrontos entre partidários do governo e opositores.]]></content>
			<description><![CDATA[Centenas de egípcios exigiam esta sexta-feira no Cairo a saída do presidente islamita Mohamed Mursi do poder, cerca de um ano após sua eleição....]]></description>
			<category><![CDATA[África]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Exército nigeriano bombardeia posições islamitas no noroeste do país]]></title>
			<pubDate>Fri, 17 May 2013 14:58:12 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/africa/exercito-nigeriano-bombardeia-posicoes-islamitas-no-noroeste-do-pais,ab08781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/africa/exercito-nigeriano-bombardeia-posicoes-islamitas-no-noroeste-do-pais,ab08781acf2be310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O Exército nigeriano anunciou nesta sexta-feira ter realizado ataques aéreos contra redutos do grupo islâmico Boko Haram no nordeste do país, causando muitas vítimas. "Desde quarta-feira foram realizados ataques aéreos" contra "cada uma das fortalezas" do Boko Haram, disse o porta-voz das Forças Armadas, Chris Olukolade. A ofensiva causou "numerosas vítimas", acrescentou, incapaz de estabelecer um balanço preciso de mortes. O governo nigeriano decretou estado de emergência em Borno, Yobe e Adamawa para recuperá-los das mãos dos islamitas. Os habitantes destas regiões indicaram uma forte presença militar nesses estados. Esta é a maior ofensiva desde 2009, quando o Exército entrou Maiduguri, capital do estado de Borno, matando 800 pessoas. Após esta operação, a seita islamita deixou de atuar por um ano.]]></content>
			<description><![CDATA[O Exército nigeriano anunciou nesta sexta-feira ter realizado ataques aéreos contra redutos do grupo islâmico Boko Haram no nordeste do país, causando muitas vítimas....]]></description>
			<category><![CDATA[África]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Sindicato de mineiros ameaça "paralisar" a África do Sul]]></title>
			<pubDate>Fri, 17 May 2013 12:04:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/africa/sindicato-de-mineiros-ameaca-paralisar-a-africa-do-sul,367675434c8ae310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></link>
			<guid><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/africa/sindicato-de-mineiros-ameaca-paralisar-a-africa-do-sul,367675434c8ae310VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html]]></guid>
			<content><![CDATA[O líder do principal sindicato dos mineiros de platina da África do Sul exigiu nesta sexta-feira uma reunião com o presidente Jacob Zuma e ameaçou paralisar a economia do país, elevando o tom da sua retórica em uma crise trabalhista que já dura 18 meses. A moeda local (rand), que caíra na quinta-feira ao seu menor valor contra o dólar em quatro anos por causa dos temores de uma greve na empresa Anglo American Platinum, prosseguiu sua trajetória de baixa e chegou a ser negociado a 9,4334 por dólar. Joseph Mathunjwa, presidente da Associação de Mineiros e Sindicato da Construção (AMCU), disse que o partido governista CNA está ignorando a violência contra seus filiados no chamado "cinturão da platina", nos arredores de Rustenburgo, no noroeste do país. "Vamos escrever mais uma última carta ao gabinete do presidente, (dizendo) que precisamos de uma reunião para conversar sobre essas questões em Rustenburgo, sobre a morte dos nossos membros", disse ele a uma rádio de Johanesburgo. "Esta é uma demonstração do compromisso do AMCU com a paz. Dissemos que vamos paralisar a economia", afirmou. Desde 2012, o AMCU desponta como o mais poderoso sindicato do setor da platina, o que causou uma reviravolta nas relações trabalhistas do setor minerador, e gerou uma onda de greves que afetou das montadoras de automóveis de Durban às vinícolas próximas à Cidade do Cabo. A decadência das décadas de monopólio sindical da União Nacional dos Trabalhadores de Minas (NUM) também abriu espaço para o surgimento de diversos comitês de trabalhadores e ativistas anticapitalistas, que se opõem ao CNA e ao status quo econômico da África do Sul pós-apartheid. Diante de forças tão novas e díspares, o CNA, que governa o país há quase 20 anos, parece perdido. O NUM foi seu aliado durante as décadas de luta contra o apartheid, e seu declínio deverá prejudicar o CNA na eleição de 2014. "É muito difícil decifrar adequadamente o que está acontecendo", disse Cyril Ramaphosa, vice-presidente do CNA e fundador do NUM, a uma rádio. "Há rivalidade sindical, disputa por espaço, e há obviamente outros elementos entrando em cena. Ficamos ouvindo sobre um partido socialista de trabalhadores ou qualquer coisa, e isso parece estar também alimentando as chamas." No incidente mais sangrento das últimas greves, a polícia matou 34 filiados do AMCU em agosto na mina de Marikana, no pior incidente envolvendo as forças de segurança sul-africanas desde o fim do regime de segregação racial, em 1994. No fim de semana, pistoleiros não identificados mataram um organizador do AMCU em um bar de Marikana. Membros do sindicato também estão envolvidos na violência, inclusive na morte de seguranças e policiais no ano passado.]]></content>
			<description><![CDATA[O líder do principal sindicato dos mineiros de platina da África do Sul exigiu nesta sexta-feira uma reunião com o presidente Jacob Zuma e ameaçou paralisar a economia do país, elevando o tom da sua retórica em uma crise trabalhista que já dura 18 meses....]]></description>
			<category><![CDATA[África]]></category>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Advogado diz que Mandela não quer filhos administrando patrimônio]]></title>
			<pubDate>Fri, 17 May 2013 09:37:11 +0000</pubDate>
			<link><![CDATA[http://noticias.terra.com.br/mundo/africa/advogado-diz-que-mandela-nao-quer-filhos-administrando-patrimonio,10a549210b8ae310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html]]></link>
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			<content><![CDATA[O ex-presidente sul-africano Nelson Mandela, 94 anos, não quer que seus filhos interferiram na administração de seu patrimônio, afirmou um de seus advogados, no momento em que duas de suas filhas tentam recuperar o controle dos fundos de investimento do herói da luta contra o apartheid. Makaziwe e Zenani, duas filhas de Mandela, acusam os advogados George Bizos e Bally Chuene e o ministro da Habitação, Tokyo Sexwale, de imposição como administradores do Harmonieux Investment Holdings e do Magnifique Investment Holdings, dois fundos avaliados em US$ 1,7 milhão criados pelo líder histórico sul-africano. "Mandela disse claramente a Makaziwe e a Zenani que não queria que interferissem em seus negócios e que os únicos que queria que participassem eram eu, o advogado Bizos, Sexwale e outras pessoas que ele havia nomeado. Mandela queria que Makaziwe e Zenani saíssem", escreveu o advogado Bally Chuene em um documento entregue à Alta Corte de Johannesburgo, segundo o jornal The Star. Ele afirma que as duas filhas de Mandela querem assumir o controle do dinheiro do pai e vender suas obras de arte. Chuene, Bizos e Sexwale pediram ao tribunal que não aceite o pedido das filhas de Mandela, completa o jornal. Apesar do desejo do herói nacional de não ver seu nome explorado, Zenani Mandela criou uma marca de roupa com a imagem do pai e sua meia-irmã Malaziwe lançou a marca de vinho House of Mandela (Casa de Mandela, na tradução do inglês). Mandela atualmente se recupera de problemas de saúde. ]]></content>
			<description><![CDATA[<img src='http://p2.trrsf.com.br/image/get?src=http://images.terra.com/2013/03/28/south-africa-mandelabraz.jpg&o=cf&vs=301x464&hs=619x464' alt="Foto: AP" title="Foto: AP"> <br>O ex-presidente sul-africano Nelson Mandela, 94 anos, não quer que seus filhos interferiram na administração de seu patrimônio, afirmou um de seus advogados, no momento em que duas de suas filhas tentam recuperar o controle dos fundos de investimento do herói da luta contra o apartheid....]]></description>
			<thumbnail><![CDATA[http://p2.trrsf.com.br/image/fget/cf/66/66/images.terra.com/2013/03/28/south-africa-mandelabraz.jpg]]></thumbnail>
			<category><![CDATA[África]]></category>
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