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Mundo
EUA são arrasados pela pior temporada de furacões
 
AP
Foto mostra área inundada pelo Katrina na cidade de Nova Orleans
Foto mostra área inundada pelo Katrina na cidade de Nova Orleans
A temporada de furacões no Oceano Atlântico, que começou em 1º de junho, chegou ao fim oficialmente no dia 30 de novembro e entrou para a história como a mais ativa desde o início dos registros, em 1851. Os EUA foi o país mais atingido, "sofrendo" como os vizinhos do Terceiro Mundo. Os meteorologistas já avisam que o ano que vem pode ser tão ruim quanto 2005.

  • As imagens da destruição
  • Veja as fotos ampliadas
  • Especial: Furacão nos EUA

    Na temporada recorde de 2005, o Katrina foi o primeiro grande furacão de categoria 5 a atingir os EUA. No final de agosto, o Katrina devastou a costa do Golfo do México, trazendo o maior prejuízo material na história do país: US$ 80 bilhões. Em 1992, o Andrew havia dado um prejuízo de US$ 26,5 bilhões. Mais de 1,2 mil pessoas morreram na passagem do furacão.

    Uma das cidades americanas mais atingidas pelo Katrina foi Nova Orleans, sul do Estado da Louisiana, que teve 80% de sua superfície inundada. A maior parte da destruição foi provocada por inundações registradas quando a fúria do Katrina rompeu os diques desta famosa cidade construída sob o nível do mar. Entre os 13 furacões formados no Atlântico este ano, o Wilma e o Rita também levaram medo e prejuízos aos EUA.

    Depois da devastação provocada pelo Katrina, uma onda de críticas apontou a incompetência das autoridades, a má organização, a lentidão no atendimento e, sobretudo, as condições deploráveis a que foram submetidas as vítimas. Houve denúncias de racismo em Nova Orleans e uma onda de saques na cidade. O presidente George W. Bush chegou a assumir sua responsabilidade na lentidão da resposta federal aos atingidos pelo Katrina.

    Vários recordes foram estabelecidos em 2005 como o maior número de tormentas tropicais formadas: 26 (recorde anterior era de 21, em 1933); o maior número de furacões: 13 (12 em 1969) e o maior número de furacões de categoria 5 (a máxima) na escala Saffir-Simpson: 3 (2 em 1960 e 1961). O ano de 2005 também teve o furacão mais intenso, o Wilma (o anterior foi o Gilbert em 1998). Neste ano, pela primeira vez, teve que ser usado o alfabeto grego para nomear quatro tempestades, pois os 21 nomes comuns disponíveis nas listas anuais já haviam se esgotado.
     

  • Redação Terra