| Reinaldo Marques/Terra |
 Pearl Jam, do vocalista Eddie Vedder, fez um dos shows mais importantes do Brasil em 2005 |
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Fazia tempo que o fã brasileiro não tinha uma agenda tão apertada. De Avril Lavigne a Pearl Jam, em 2005 o Brasil definitivamente voltou à escala das grandes turnês.
Fotos: os shows do ano!
Mais destaques:
Lenny Kravitz
Live 8
Avril Lavigne
Tim Festival 2005
Pearl Jam
O ano foi excelente no que se refere a atrações internacionais que passaram pelo Brasil. Lenny Kravitz, Avril Lavigne, Weezer, Slipknot, Strokes, Nine Inch Nails, Sonic Youth e Iggy Pop foram apenas alguns dos nomes que colocaram o Brasil na rota internacional em 2005.
Para fechar o ano, o Pearl Jam fez cinco apresentações muito bem-sucedidas, em Porto Alegre, Curitiba, São Paulo e Rio de Janeiro. A banda americana, um dos principais expoentes do grunge, veio ao Brasil pela primeira vez e como primeira atração do projeto Planeta Terra.
Música ajuda vítimas de tragédias
Ainda no começo do ano pipocaram os eventos beneficentes para arrecadar fundos para as vítimas do tsunami que varreu o sul da Ásia no final de 2004. Nomes como Rolling Stones, Paul McCartney e U2 apareceram como os bons moços do rock and roll.
A passagem do furacão Katrina pela cidade de Nova Orleans, no fim de agosto, também mobilizou os astros e estrelas da música mundial, principalmente nos EUA. Eventos benficentes como o ReAct Now: Music & Relief, promovido pela MTV e From The Big Apple to The Big Easy. Juntos, os dois shows arrecadaram mais de US$ 15 milhões, que foram doados a entidades como a Cruz Vermelha.
Foram dezenas de artistas do porte de Kanye West, Rolling Stones, Paul McCartney, Neil Young, Brian Wilson, Green Day, Usher, Alicia Keys Elvis Costello, Simon e Garfunkel e Elton John que se apresentaram nos shows. Tanta caridade acabou ajudando os próprios artistas. No fim do ano, a Billboard publicou um balanço indicando um considerável aumento nas vendas de artistas que participaram de eventos beneficentes.
20 anos de Live Aid
No ano em que celebrou-se as duas décadas do Live Aid, o escocês Bob Geldof encontrou fôlego para uma nova empreitada. Assim nasceu o Live 8. Em julho, dez cidades do mundo receberam um megafestival simultâneo que não serviu para conseguir dinheiro.
Dessa vez, a intenção de Geldof era chamar a atenção dos líderes do G-8 que se encontraram na Escócia dias depois do festival.
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