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O scam foi a grande praga da Internet em 2004. Este tipo de fraude online usa sempre a mesma tática. Um e-mail chega à caixa de entrada do programa de correio eletrônico oferecendo promoções e vantagens, ou solicitando algum tipo de recadastramento.
As iscas para "pescar" os usuários são empresas conhecidas como bancos, editoras de jornais e revistas e lojas de comércio eletrônico. Os golpes (também chamados de phishing) são bem elaborados, mas basta um pouco de atenção para verificar uma série de incoerências.
Em geral, as mensagens são similares às originais enviadas pelas empresas e muitas delas têm links para sites que também são cópias dos verdadeiros. Mas, nos dois casos, é possível ver imagens quebradas, textos fora de formatação e erros de português - algo difícil de ocorrer com empresas que investem tanto em marketing para atrair clientes.
Normalmente, os fraudadores querem fazer o internauta preencher um formulário no site falso, enviando informações pessoais e, sobretudo, financeiras, como números de conta-corrente e cartão de crédito, e até senhas.
Outras mensagens pedem apenas que o usuário baixe um arquivo - por exemplo, um suposto questionário - que, na verdade, é um programa que envia os dados pessoais e financeiros por meio da Internet.
Várias empresas como Terra, GM, Ford foram vítimas de scams (veja box ao lado). O Serasa e até mesmo a revista Playboy foram usados como iscas por fraudadores. Para evitar qualquer problema, o usuário não deve fornecer dados pessoais por e-mail e deve, sim, deletar qualquer mensagem suspeita de sua caixa postal.
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