| Reuters |
 Fila no primeiro dia de venda do PSP no Japão. |
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Nada mais sério que a indústria da diversão. Em 2004, os games deixaram de ser uma brincadeira para se tornar um negócio rentável. De acordo com o estudo Global Entertainment and Media Outlook - 2004 - 2008, da PriceWaterhouse Coopers, o mercado de entretenimento é o que mais cresce no mundo.
A previsão é que a indústria do videogame aumente em 20,1% ao ano pelos próximos cinco anos. O faturamento de 2004, segundo a consultoria Informamedia, deve chegar ao US$ 50 bilhões.
E o ano para o gamemaníaco não poderia ter sido melhor. Lançamentos há muito aguardados como Half-life 2, The Sims, GTA San Andreas, Doom 3, Halo 2, entre outros, chegaram às prateleiras das lojas.
Tanta expectativa não foi frustrada. As vendas provaram que a indústria de games conseguiu agradar ao seu público. Aliás, o interesse pela diversão parece estar longe do fim. O novo console Nintendo DS provoca filas no Japão. As vendas do PStwo (a versão reduzida do PlayStation 2)triplicaram na Inglaterra.
Mais ainda: os jogos chegaram com força nos celulares. Games feitos especialmente para os telefones móveis devem faturar US$ 1 bilhão em 2004. A indústria não pára de expandir seus domínios. Filmes viraram jogos (A batalha de Riddick) e games viraram filmes (Resident Evil 2).
A indústria de games se mostrou preparada para fornecer horas e horas de diversão a todos os maníacos por jogos do planeta. Mesmo lutando contra a pirataria, que provocou o vazamento na Internet de vários jogos antes do lançamento, o sucesso de vendas continua. Resta, ao jogador, aguardar ansioso por novos desafios.
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