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Casos de sexo com objetos inusitados foram parar na polícia ou resultaram em demissão ao longo do ano. Em março, um mestre de obras polonês foi despedido depois que o encontraram em pleno ato sexual com um aspirador, em Londres. O encarregado, que deveria fechar o local depois do fim do trabalho, foi surpreendido nu e de joelhos, na sala de jantar de empregados de um hospital infantil britânico.
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Ao ser interrogado por seus superiores, o homem afirmou que estava "aspirando suas cuecas" e que isto era uma prática habitual na Polônia. Uma testemunha disse que o guarda se surpreendeu porque o homem "gritava mais forte do que o aspirador". Sete meses depois, um caso semelhante foi registrado nos Estados Unidos.
A polícia do Estado americano de Michigan prendeu um homem surpreendido mantendo relações sexuais com um aspirador, na lavadora de automóveis em que trabalhava. O homem de 29 anos, que não teve o nome divulgado, foi enviado à prisão do condado de Saginaw depois que a polícia recebeu a denúncia de um morador próximo. O informante disse que aconteciam "atividades suspeitas" no estabelecimento.
No dia 14 de agosto, a imprensa mundial publicou o caso do chinês que prendeu o pênis no banco de uma praça pública de Hong Kong. Os serviços de socorro levaram quatro horas para conseguir resgatar Le Xing, 42 anos, que resolveu usar o buraco num banco de uma praça para se masturbar. Depois de várias tentativas, os serviços tiveram que levar o homem e o banco, de 2,5 m, para o hospital. Os médicos disseram a Le Xing que ele teve sorte de conseguir conservar seu órgão sexual depois do incidente.