Violência no Rio

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Terça, 2 de janeiro de 2007, 11h40  Atualizada às 12h29

Cabral vai pedir que exército patrulhe ruas do Rio

Ernani Alves
Direto do Rio de Janeiro
Alerj/Divulgação

Cabral na posse: "esses covardes terão uma resposta"
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O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, anunciou nesta terça-feira que vai se reunir com os comandantes da Marinha, Exército e Aeronáutica para solicitar a atuação dos militares, pelo menos, no entorno dos quartéis. "Essa presença tem que ser 'extra-muro', nas redondezas de cada unidade", disse. Além dessa medida, o governador garantiu que a Força Nacional de Segurança estará nas ruas do Rio antes do Carnaval.

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Segundo o governador, colocar o exército nas ruas possibilitaria a diminuição considerável da violência, já que o Estado possui um dos maiores contingentes de militares do País. Cabral explicou que o patrulhamento nas regiões onde há quartéis não implica em deslocamentos de tropas, e apóia a Secretaria de Segurança Pública.

A ação ostensiva não foi a única sugestão do novo governador - ele defendeu também o endurecimento do código penal. "Qual o tratamento que você dá a um sujeito que pára um ônibus, incendeia e mata inocentes? Qual o tratamento que você dá a um sujeito que passa em frente a uma cabine da PM e atira em um policial militar? Eu defendo uma legislação dura", declarou.

O governador disse, ainda, que a guarda municipal também pode colaborar com o policiamento ostensivo, e voltou a destacar que está havendo uma "união de esforços dos três poderes, sem disputa política". "Eu quero é prender bandido, pois bandido, no nosso governo, não vai amedrontar o Estado", disse. Para o governador do Rio, o governo federal precisa agir com urgência nesta questão.

Redação Terra