O amor platônico - Consta que na verdade este tipo de amor se chamava "Amor solitário e não-correspondido que causa muitas dores no coração", mas o nome foi mudado para ficar mais curto e ao mesmo tempo criar o primeiro trocadilho com Platão, que ficava pê da vida de ser confundido com essa história.
O amor verdadeiro - Dizem que existe desde a Idade Média, mas com outro nome. Então se chamava "Amor Verdadeiro, só pela Santa Inquisição¿, mas aí saiu de moda. Voltou no século 20, com a invenção da psicanálise e os dilemas existenciais.
O amor de mãe - Muitos dizem que é o único amor verdadeiro, mas seus detratores dizem que só fala isso quem é mãe.
O amor cego - Você sai com um cara que parece uma mistura de Popeye com Brutus, uma voz igual à do Maluf, as pernas feito as do Garrincha. Na hora de conversar, ele baba, grita que lugar de mulher é na cozinha e ainda finaliza com "tem que matar todos esses bandidos...". Batata. Trata-se do amor cego. E mudo, surdo, burro...
O amor moderno - Fulano ama fulana, que, porém, também ama sicrana e sicrano, além de fulano. Todos se entendem maravilhosamente bem, se relacionam e se entregam à paixão e à lascívia. Taí o amor moderno. Mas no meu tempo o nome era putaria mesmo.
O amor à camisa Era uma coisa muito em voga até a década de 80 no futebol brasileiro, mas os estudiosos garantem: está completamente extinto.



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