A mulher afirma que a escola falhou em trocar sua cadeira, que fazia um barulho que lembrava flatulência quando alguém sentasse no móvel. Outros professores da escola receberam novas cadeiras no mesmo período.
Storer diz que a cadeira era fonte de constransgimento, especialmente em reuniões de pais e mestres. Ela alega também que foi vítima de comportamento sexista e intimidador no trabalho. Os seus colegas do sexo masculino teriam sido privilegiados na escola.
"Eu tive uma crise nervosa por causa do que estava passando. Não é justo que alguém seja tratado assim", disse a professora, que demitiu-se em setembro e afirma que nunca mais dará aulas.
Ela pede indenização pelas perdas financeiras em função da demissão e por discriminação sexual. A corte deve pronunciar-se sobre o caso em duas semanas.
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