O caso teve início em setembro deste ano quando Wade Gallegos alertou o supervisor da empresa em que trabalhava que os tais fantasmas estavam assombrando o bairro onde ele fazia a segurança. O guarda foi ao local com seu supervisor e apontou para onde os espíritos supostamente estavam.
Contudo, o chefe alegou que não havia nenhuma assombração e demitiu Gallegos algumas horas depois. A empresa não achou sinais de drogas ou álcool no funcionário, mas se negou a pagar os benefícios de desemprego ao guarda.
Esta semana, o tribunal do estado de Iowa decidiu que Gallegos deve ser ressarcido. De acordo com a corte, a alegação das aparições não pode ser considerada como comportamento impróprio ou má conduta.
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