Dono dos ovos pretende fazer uma exposição em sua sorveteria |
"Não vamos vender ou comer os ovos. Vamos aproveitar a curiosidade das pessoas para aumentar a venda de sorvetes", disse o cunhado de Reginaldo, o garçom Manoel Dervane dos Santos. Ontem, ele acomodou os ovos em uma vasilha forrada com algodão, e os levou para a Secretaria de Estado da Agricultura, no Bairro Funcionários, em BH, onde trabalha. Analisados por técnicos da secretaria, veio o veredito: o formato diferenciado é devido a uma anomalia no ovário.
"A galinha botou um ovo por dia, e, o último, foi o de formato de cabaça. Depois de alguns dias, voltou a botar os ovos normalmente", disse Manoel Dervane. Segundo ele, os ovos diferentes foram postos em agosto, mas só agora resolveram trazê-los para análise da Secretaria de Agricultura. No quintal da casa há outras cinco galinhas, mas nenhuma delas botou ovos diferentes.
"As pessoas mais velhas, que moram em Nova União, disseram que nunca viram nada igual. E todo mundo que fica sabendo, pede para ver os ovos. Para evitar que eles se quebrem, vou sugerir ao meu cunhado que coloque os ovos dentro de uma proteção de vidro", revelou o garçom.
Em fevereiro do ano passado, um outro fenômeno chamou a atenção, desta vez, dos moradores do Bairro Maria Goretti, em Belo Horizonte. Na casa de Maria Matilde de Souza, a dona Zinha, 55 anos, uma galinha botou um ovo de 180 gramas. Depois de 18 dias, a galinha morreu. Dona Zinha contou que deu, sem sucesso, todo o tipo de vitamina para tentar salvá-la.
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