Fantasmas assombram palácio de presidente africano

13 de março de 2005 • 10h26 • atualizado às 10h26

O presidente de Malauí, Bingu wa Mutharika, tem dormido fora do palácio presidencial de Lilongwe, a capital do país. O motivo é que o local pode estar mal-assombrado. O presidente pediu a sacerdotes de vários cultos cristãos que rezassem para livrar o palácio dos "espíritos malignos".

O palácio, de 300 quartos, construído durante 20 anos pelo primeiro presidente de Malauí, Kamazu Banda, foi alvo de grande polêmica. Criticado pela opulência que representa num país onde 55% da população vive abaixo da linha da pobreza, o antecessor de Matharika, Bakili Muluzi, recusou-se a morar no palácio.

O palácio foi usado como sede do Parlamento, mas o atual presidente afirmou que o lugar devia voltar a ter seu "uso original".Mutharika tirou os legisladores do palácio ao chegar ao poder, em maio do ano passado, e o Parlamento começou a funcionar em escritórios alugados.

Porém, quando começou a ocupar seus novos aposentos, o presidente começou a sentir "roedores passando" pelo seu corpo e quando acendia as luzes não via nada, segundo seus assessores. Enquanto espera o resultado do exorcismo, o presidente vive em outro palácio, em Kasungu, a 100 quilometros da capital, e vai ao polêmico palácio todos os dias para trabalhar.

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