"Algo anormal foi registrado pelos habitantes. Estamos fazendo verificações e inspeções para buscar uma explicação para o problema", garantiu uma autoridade da agência, Giovanni Agnesod. As análises dos campos eletromagnéticos não mostraram anomalias e os sistemas de alarme das casas funcionam. Entretanto, os moradores dos bairros Arco Augusto, Corso Ivrea, Roppoz e o hospital Bellavista de Aosta foram obrigados a abrir manualmente as portas das garagens e dos carros.
O fenômeno é parecido com um que aconteceu há vários meses na Sicília, sul da Itália, em Canneto, que fica entre o mar e uma linha ferroviária, onde foram registrados incêndios repentinos em aparelhos eletrodomésticos, acionando repentinamente os alarmes dos carros e descarregando de uma hora para a outra as baterias dos celulares.
Desde fevereiro de 2004, dez famílias da região, cerca de 300 pessoas, estão vivendo em hotéis devido à privações, enquanto se investiga o fenômeno. Quase um ano depois, ainda estão fora de casa e os pesquisadores não encontraram uma explicação.
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