Hotel nos EUA serve coquetel de US$ 10 mil

01 de dezembro de 2004 • 17h28 • atualizado às 17h28
Um diamante dá o toque especial no martini Foto: Reuters
Um diamante dá o toque especial no martini
01 de dezembro de 2004
Foto: Reuters

O famoso bar do hotel Algonquin de Nova York, ponto de encontro de escritores e artitas como Dorothy Parker e Harpo Marx nos anos 20, incorporou ao seu cardápio um coquetel que é provavelmente o mais caro do mundo, um martini de US$ 10 mil.

O segredo de semelhante preço, segundo matéria publicada no jornal nova-iorquino Daily News, nesta quarta-feira, está no "gelo". Em vez de um cubo de gelo, o "Martini on the Rock" traz um diamante bem visível para que não acabe no estômago do consumidor.

No bar de Algonquin, segundo Anthony Melchiorri, diretor-geral do hotel, "pode-se matar o tempo, conversar" e até "pedir alguém em casamento", explicou o jornal. Entretanto, o pedido não pode ser imediato. É preciso avisar com três dias de antecedência para desfrutar da bebida, que não passa de um martini com vodca Belvedere como os que podiam enlouquecer a crítica literária e escritora Dorothy Parker.

Segundo uma declaração usada pelo Daily News, Parker teria dito: "Gosto de um martini, com dois como muito. Com três, acabo debaixo da mesa. Com quatro, sob o anfitrião."

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