A xícara demorou dois meses para ser feita |
Eliana Gorritti
Direto de Vitória
Brasil
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A xícara, que demorou dois meses para ficar pronta, tem 2,3 m de diâmetro e 1,5 m de altura. O pires tem 3,4 m de diâmetro. Ambos são de aço inox e foram fabricados pela empresa Fimag, de Cariacica, cidade da região metropolitana de Vitória.
A xícara e o pires custaram R$ 24,8 mil. A xícara vai receber 3,5 mil l de café. Serão 300 kg de pó de café, colocados em um coador de 2 m de diâmetro, 2,5 m de altura e tem 12 camadas de tecido.
"Ficamos surpresos com a encomenda e realmente deu muito trabalho. Precisamos usar várias placas de aço inox. Mas foi um trabalho incrível e ficamos muito satisfeitos com o resultado. Agora queremos mesmo é experimentar esse famoso cafezinho", disse Jaci da Silva Vieira, o gerente comercial da empresa Fimag.
A xícara vai ficar na praça Celestina Xista Badaró, a principal do município, e vai ser apresentada aos moradores da cidade, neste sábado, onde acontece o 1º Festival Café e Cultura do município. O técnico da Secretaria da Agricultura de Brejetuba, Vanildo Pagio, disse que a bebida deve levar cerca de uma hora para ser coada. Depois será servida para quem participar do festival. "Pode até trazer garrafa térmica e levar para casa um pouco do maior café do mundo", brincou.
A expectativa é de que o evento receba cerca de 5 mil pessoas e ajude a valorizar o café de Brejetuba, colocando a cidade na rota dos cafés especiais. "Queremos que a região fique conhecida pelos cafés de qualidade no Brasil", explicou.
Rumo ao recorde
Com números tão expresivos, a prefeitura de Brejetuba fez contato com os editores do Guinness Book, o livro dos recordes, na Inglaterra.
Segundo o técnico da Secretaria da Agricultura de Brejetuba, Vanildo Pagio, a solicitação de que o "cafezinho" seja registrado no livro como o maior do mundo já foi aprovada.
"Eles disseram que ou vem um representante acompanhar o evento ou vamos mandar provas para lá", explicou. Caso seja reconhecido, o "cafezinho" de Brejetuba, vai superar o recorde de uma empresa de cafés do Panamá, que fez 2.840 l da bebida em 2007.
Redação Terra