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Calvert alega que pediu para que a companhia barrasse suas apostas, mas, ao invés disso, abriram-lhe uma nova conta e lhe deram mais crédito. O dono da casa de jogos, William Hill, nega qualquer irregularidade e afirma que não pode ser responsabilizado judicialmente pelas perdas de Calvert.
A empresa foi acusada no Supremo Tribunal de Justiça de manipular os jogos para ter o maior lucro possível.
Anneliese Day, representante de Calvert, diz que Hill foi negligente ao incentivar seu cliente a apostar altos valores mesmo depois de já ter perdido grandes somas no jogo. Ela afirmou ainda que algumas vezes Calvert se tornava maníaco, fazendo seguidas apostas em curtos espaços de tempo.
Ele chegou a perder cerca de 347 mil libras em uma única aposta ao jogar que os Estados Unidos venceriam a Ryder Cup, um tradicional campeonato de golfe.
Anneliese declarou que um psiquiatra é capaz de atestar que Calvert tinha se tornado um "jogador patológico", com um reconhecido transtorno mental. Para ela, o proprietário da casa de jogos tinha consciência de que o apostador jogava de forma descontrolada e destrutiva e não interferiu.
Redação Terra
O apostador britânico Graham Calvert chega à Suprema Corte de Londres para o julgamento do processo que move contra a casa de apostas William Hill
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