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A polícia começou a investigação em 2006, após ter recebido denúncias de algumas famílias da pequena cidade de Princenton, que acreditavam ter recebido as cinzas erradas do crematório.
As famílias descobriram o problema quando foram contatatadas por um outro crematório que afirmava ter recebido 56 urnas com cinzas do crematório Princeton-Similkameen, depois de ele ter sido fechado em 2005 por funcionar sem autorização das autoridades.
A polícia passou 19 meses investigando o caso e tentando descobrir quais cinzas foram entregues aos parentes dos mortos. A maioria das 56 urnas foram devolvidas às famílias certas, mas algumas ainda não foram identificadas.
Redação Terra