Os atuais proprietários, a família Prangley, possuem um contrato perpétuo de permissão de uso do local desde 1940. Antes dos Prangley, a região era controlada pelo porto de Aukland. "O comprador ideal deveria ser uma entidade privada que respeite a história da propriedade ou um órgão público, como as prefeituras da região, que trabalhariam para transformar a cratera em um parque aberto à visitação", declarou John Prangley, um dos proprietários do local.
O corretor responsável pela venda, Marty Roestenburg, disse que o lago da cratera pode ser usado como um anfiteatro natural, o que poderia servir como meio de exploração financeira para a propriedade. O dia limite para oferta é 4 de abril e, de acordo com os moradores da região, o local está bem preservado e relativamente livre de exploração humana. As bases de preço não foram divulgadas.
Redação Terra