A estrutura, construída na Segunda Guerra Mundial como base de baterias antiaéreas contra os bombardeiros alemães, é apenas uma plataforma deteriorada, ocupada há 40 anos por um major da reserva, Paddy Roy Bates, que ali foi morar com a família.
Ele declarou a plataforma, localizada a sete milhas a leste da costa inglesa, um pouco além do limite das águas territoriais britânicas, como sendo o Principado da Sealand.
O auto-intitulado príncipe Roy adotou uma bandeira, escolheu um hino nacional e cunhou moedas de prata e ouro. A família acompanhou uma tentativa de desalojamento feita pela Marinha britânica e também, em 1978, a ação de um grupo de empresários alemães e holandeses que tentaram ocupar a plataforma à força.
Roy, aos 85 anos, agora vive na Espanha, e seu filho Michael disse na segunda-feira à BBC que a família foi procurada por corretores imobiliários com clientes "que queriam um pouco mais do que um pedaço de terreno, queriam autonomia".
Ele sugeriu que a Sealand, que tem oito quartos em cada torre, se torne a base de um cassino online ou de um banco offshore.
Sobre as delícias de viver num misto de casa e barco, o "herdeiro", de 54 anos, destaca a vizinhança, que não verdade não há. "Os vizinhos são muito tranqüilos, e há uma boa vista para o mar".
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