Darlene Jespersen, que trabalhava no Harrah's Entertainment Inc. há 20 anos, alegou discriminação sexual, já que só as mulheres foram obrigadas a trabalhar maquiadas a partir de 2000, quando foi posta na rua.
O caso foi ignorado pela corte local, mas ela recorreu a uma instância superior, o 9° Circuito de Cortes de Apelação, para ter seu caso analisado.
O grupo gay Lambda Legal Defense Fund, que está apoiando Jespersen no processo, afirmou que forçar trabalhadoras a ter regras diferentes das dos homens é ilegal, pois quebra o "Direito VII", atributo jurídico contra a discriminação por raça, cor, religião, sexo ou etnia.
O porta-voz do cassino disse que o local tem regras básicas para seus funcionários devido às expectativas dos clientes, mas que emprega uma grande variedade de pessoas com idades e tipos físicos diferentes.
Redação Terra