A prostituição é legalizada na Nova Zelândia e os policiais são autorizados a ter outros empregos. No entanto, o chefe da polícia local afirmou que "prostituição e trabalho como policial não se misturam".
A mulher trabalhou durante um pequeno período como prostituta na cidade de Auckland antes da atividade clandestina ter sido descoberta. O nome da oficial e seu cargo não foram divulgados.
Segundo o chefe da polícia local, Jon Neilson, a mulher recorreu à prostituição devido a "dificuldades financeiras". "Esse trabalho é totalmente incompatível com o trabalho de um policial", afirmou.
Segundo uma porta-voz da associação de prostitutas da Nova Zelância, dependendo do bordel no qual a policial atuava, ela pode ter ganhado cerca de US$ 312 (cerca de R$ 680) em uma noite com muitos clientes. "Nós temos estudantes que são prostitutas, médicas, qualquer um pode ser uma prostituta", afirmou a mulher que pediu para não ser identificada.
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