Policial é punida por trabalhar como prostituta na Nova Zelândia

20 de julho de 2006 • 12h52 • atualizado às 12h52

Uma policial da Nova Zelândia foi punida depois que seus chefes descobriram que ela trabalhava como prostituta à noite. Ela foi obrigada a desistir de seu emprego noturno para poder manter o cargo.

A prostituição é legalizada na Nova Zelândia e os policiais são autorizados a ter outros empregos. No entanto, o chefe da polícia local afirmou que "prostituição e trabalho como policial não se misturam".

A mulher trabalhou durante um pequeno período como prostituta na cidade de Auckland antes da atividade clandestina ter sido descoberta. O nome da oficial e seu cargo não foram divulgados.

Segundo o chefe da polícia local, Jon Neilson, a mulher recorreu à prostituição devido a "dificuldades financeiras". "Esse trabalho é totalmente incompatível com o trabalho de um policial", afirmou.

Segundo uma porta-voz da associação de prostitutas da Nova Zelância, dependendo do bordel no qual a policial atuava, ela pode ter ganhado cerca de US$ 312 (cerca de R$ 680) em uma noite com muitos clientes. "Nós temos estudantes que são prostitutas, médicas, qualquer um pode ser uma prostituta", afirmou a mulher que pediu para não ser identificada.

AP - Copyright 2007 Associated Press. Todos os direitos reservados. Este material não pode ser publicado, transmitido, reescrito ou redistribuído.
 
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