Sacerdotes cantaram mantras para selar a união, mas a cobra não quis sair de sua toca. Uma réplica de latão do animal ficou no lugar do noivo.
"Apesar de não falar ou entender, me comunico de forma peculiar com a cobra", disse Bimbala, 40 anos. "Quando eu coloco leite perto do formigueiro onde mora, ela sempre vem beber."
Habitantes da vila estavam felizes com o casamento e acreditam que trará sorte para os moradores. Uma grande festa foi feita no dia.
Bimbala, pertencente a menor casta, converteu-se à seita Vaishnav, que permite o casamento com um tipo de cobra indiana, que chega até cinco metros de comprimento. A mulher se mudou para um cabana construída especialmente para ela, ao lado do formigueiro.
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