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Repressão matou mais de 70 enquanto Annan visitava Síria, diz oposição

30 de maio de 2012 04h40 atualizado às 05h05

Annan se reuniu com Assad em Damasco nesta terça-feira. Foto: AP

Annan se reuniu com Assad em Damasco nesta terça-feira
Foto: AP

Mais de 70 pessoas morreram ontem na Síria, no dia em que o enviado especial da ONU e da Liga Árabe, Kofi Annan, visitava o país e se reunia com o presidente sírio, Bashar al-Assad, informaram nesta quarta-feira grupos da oposição.

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Os opositores Comitês de Coordenação Local e a Comissão Geral da Revolução Síria precisaram que houve 72 mortos, entre eles mulheres e crianças, por disparos e bombardeios das forças pró-governo.

Segundo esses grupos, o maior número de vítimas foi registrado na província central de Homs, uma das principais fortificações da oposição, e em Deir Zur.

Já a Rede Síria para os Direitos Humanos conta 86 vítimas fatais em diferentes províncias. Essas informações não puderam ser verificadas de forma independente devido às restrições impostas aos jornalistas pelas autoridades sírias.

Ontem, Annan se reuniu com Assad para exigir "medidas audazes agora, e não amanhã", para aplicar seu plano de paz, cujo êxito foi condicionado pelo presidente sírio ao fim do "terrorismo".

EFE
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