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Ricky Martin: "quem vai a meus shows diz que se sente melhor"

23 de junho de 2011 17h35 atualizado às 23h18

Em entrevista, Ricky Martin reconhece que se sente livre no palco . Foto: EFE

Em entrevista, Ricky Martin reconhece que se sente "livre" no palco
Foto: EFE

Prestes a realizar a etapa espanhola de sua turnê Música + Alma + Sexo (MAS) (que vem ao Brasil em julho), a favorita e a "mais completa" de sua carreira, Ricky Martin não esconde o orgulho pelo trabalho. "Todo mundo que vai ao show me diz que se sente uma pessoa melhor", disse o porto-riquenho.

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Em entrevista concedida em Málaga, Ricky Martin reconheceu que se sente "livre" no palco. "Estou em um momento muito diferente de 15 anos atrás. Sinto-me um pouco mais relaxado, que não tenho que provar nada a ninguém e, desta forma, tudo acaba fluindo naturalmente", disse.

Contudo, essa tranquilidade não significa que o nível de exigência vai ficar comprometido - "é nos detalhes que fazemos a diferença", destacou - ou que "alegria e adrenalina" fiquem de lado. MAS começa com Será, será, "uma música dirigida aos marginalizados do mundo, um grito revolucionário", explicou o cantor. Trata-se das décadas de 1980 e 1990, época que marca a influência do "estrangeirismo" na carreira de Ricky Martin, ou seja, seu salto ao mundo. Uma fase dominada por sucessos como Livin la Vida Loca, Shiki Boom Boom e outros.

Um momento do show mais acústico, cheio de baladas, dará passagem ao momento mais "intenso", "quando apresentaremos alguns fetiches para fazer justiça ao show", falou o cantor, em referência à parte sexy do título. "Eu gosto de provocar e o espetáculo é muito alegre, muito cabaré e bastante criativo", acrescentou o cantor, que afirma que "o erótico aparece de uma maneira muito artística, com muito bom gosto e classe".

Depois disso o show encerra com um "clima de carnaval", como descreve, com um som afroantilhano. Ricky tem recebido boas críticas da mídia de Nova York, Canadá, Los Angeles e México, entre outros lugares, mas a Espanha tem um significado especial para o artista. "A Espanha foi meu trampolim para o resto do continente europeu, foi o país que me ajudou. Estarei eternamente agradecido. Pelo menos uma vez ao ano tenho que passar por aqui", completou.

EFE
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