A companhia aérea indicou nesta sexta-feira em comunicado que é "provável" que as consultas do TDLC atrasem a implementação da associação, o que pode acabar ocorrerendo apenas no quarto trimestre do ano em curso.
O TDLC paralisou em janeiro o processo de fusão entre Lan e Tam ao aceitar um pedido da Corporação Nacional de Consumidores e Usuários do Chile (Conadecus) para analisar os efeitos da operação e checar se está dentro das normas de livre concorrência.
As duas companhias aéreas envolvidas na operação e a Promotoria Nacional Econômica, que assinou um acordo extrajudicial com a Lan que propunha medidas de redução para algumas rotas, apresentaram um recurso para evitar o processo de análise, que foi rejeitado pelo TDLC na quinta-feira.
Perante esta situação, a Lan anunciou nesta sexta-feira que participará do processo de consulta e proporcionará ao TDLC os antecedentes necessários para concluir a análise da forma mais rápida possível, o que poderia ocorrer no segundo trimestre deste ano.
A fusão das companhias aéreas dará origem a Latam, um dos dez maiores grupos de companhias aéreas do mundo, com vendas anuais calculadas em US$ 8,5 bilhões.
Após o processo de fusão, a Latam gerará um grupo de companhias aéreas que oferecerá serviços de transporte de passageiros e de carga a mais de 115 destinos em 23 países, através de uma frota de mais de 280 aeronaves e 40 mil funcionários.

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