Morte de Michael Jackson pode ter unido sua família
24 de junho de 2010 12h27 atualizado às 18h27

Joe, Katherine e o restante da família Jackson estariam se entendendo melhor após a morte do ídolo. Foto: Reuters

Joe, Katherine e o restante da família Jackson estariam se entendendo melhor após a morte do ídolo
Foto: Reuters

A morte de Michael Jackson, que nesta sexta (25) completa um ano, fez com que uma família bastante conturbada como a sua, com um pai violento e irmãos despreocupados com a saúde do "rei do pop", se transformasse em um clã, aparentemente, unido após a tragédia.

No comando, a matriarca, Katherine, de 80 anos, a quem a Corte Superior de Los Angeles outorgou, em agosto de 2009, a custódia dos três filhos de Jackson, com os quais vive em Encino (Califórnia).

Katherine e Debbie Rowe, a mãe dos dois maiores (Prince Michael, de 13 anos, e Paris Michael, de 12), acordaram sobre a custódia das crianças. A mãe de Prince Michael II, de 8 anos, não foi identificada.

Muitos pensam que os membros da família de Jackson poderiam ter feito algo mais pelo cantor, não em seus últimos dias de vida, mas ao longo de anos.

Apesar das dívidas, Michael Jackson deixou uma herança avaliada em US$ 300 milhões.

O testamento divide essa quantidade em 40% para os três filhos do cantor, 40% para a mãe de Michael e 20% para obras sociais. Não há menção às duas ex-mulheres, aos cinco irmãos, às três irmãs, ao pai, aos funcionários e amigos íntimos.

Prince Michael Malachi Jato Jackson diz ser um filho do cantor. Ele solicitou teste de DNA para provar tal afirmação, mas teve o pedido negado pelos executivos que controlam o legado do cantor. O pai do artista, Joe Jackson, jogou mais lenha na fogueira ao declarar que outro jovem, Omer Bhatti, de 25 anos, também era filho de Jackson.

EFE
EFE - Agência EFE - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização escrita da Agência EFE S/A.