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Viver no Exterior
Sexta, 3 de fevereiro de 2006, 15h46 
Web facilita vida do au pair de primeira viagem
 
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Combinar informação e bom humor foi a forma encontrada pelo blog "Manuel do Au Pair Preguiçoso" (http://spaces.msn.com/
manu-ap-pregui) chamar a atenção. O site é destinado às pessoas que trabalham como au pair ou pretendem fazer parte do programa. A linguagem direta e embasada tem uma razão bastante simples: o blog é iniciativa de um grupo de au pairs brasileiras que se relacionam virtualmente.

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O "Manuel" serve como uma central de relacionamento e informações com dicas desde como procurar agências de turismo credenciadas no programa até sobre como melhorar o relacionamento com as famílias americanas.

"Utilize as perguntas simples para começar o contato, como nome, profissão, informações sobre os filhos, idades e horário da escola. Ajuda a quebrar o gelo e você não ficará tão nervoso", aconselham au pairs mais experientes como Raquel Amarins, 21 anos.

Para Raquel, uma das criadoras do Manuel do Au Pair Preguiçoso, o blog é uma brincadeira que deu certo. Nos EUA há 9 meses, a brasileira criou o blog com amigos por "estar cansada de gente que não se dava ao trabalho de pesquisar nada antes de perguntar". Ela estima que já tenha recebido quase 70 mil visitantes em seis meses no ar.

Ainda que as agências ofereçam mais garantias e segurança no contrato com a família, é possível conseguiur uma vaga de au pair por conta própria. Nesses casos, o GAP (http://www.greataupair.com) atende bem à demanda, atuando como classificados e colocando em contato famílias e jovens interessadas nas vagas. Parte do perfil é exibido apenas para assinantes do site, mas é possível ter um boa noção do que as famílias procuram observando os perfis de outras candidatas.

Algumas das informações que mais interessam aos pais são as condições de viagem da estudante: se ela já tem o visto de entrada no país e se possui carteira de habilitação e passaporte em dia. Um álbum virtual de fotos também é necessário para a família conhecer melhor a babá. Aqui vale apelar para o lado emocional e esbanjar fotos da candidata com crianças.

Orkut
O site de relacionamentos Orkut também traz diversas opções para quem quer pesquisar o assunto e conversar com gente que atua como au pair. São 51 comunidades relacionadas ao tema. A maior delas possui mais de 2,3 mil membros. Mas uma das utilidades é conversar com outras pessoas e trocar experiências sobre como obter o visto de entrada nos consulados dos EUA.

"Tive meu visto negado hoje, pela segunda vez, em menos de um mês. Dessa vez foi um homem educado, mas continuou não me dando um motivo para isso, só disse que eu não estava em 'condições de conseguir o visto'. Tentei conversar e dizer que morava com meus pais, que voltaria para o mesmo emprego quando estivesse de novo no Brasil, mas disse que também não podia conceder o visto. Acho que eu precisava de sorte, só isso", lamenta a paulista Daniela Martins, 23 anos, no fórum.

Outra comunidade é dedicada exclusivamente aos homens que participaram do programa e conta com 218 membros. "Se cuidar de crianças e ser au pair já é um ramo complicado para as meninas, para os meninos não poderia ser mais difícil", diz a apresentação da comunidade "Male Au Pair".

Há ainda comunidades de au pairs brasileiros que estão na Alemanha, Nova York, Califórnia, além de grupos de pessoas que estão se preparando para a viajem. Um, em especial chama a atenção: "Minha namorada é au pair", para aqueles que sofrem esperando a garota voltar do intercâmbio.
 

Redação Terra