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Na Síria, menina ilustra o desespero do país: “estou viva!”

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São inúmeros e aterrorizantes os vídeos que circulam na internet com imagens do que seria um ataque com armas químicas perpetrado na Síria na madrugada de quarta-feira. Entre eles está o de uma menina que, em visível desespero, parece não acreditar que está viva. Não há sangue, não há crianças mortas enfileiradas no chão, não há salas abarrotadas de corpos. E não precisa de nada disso para que se compreenda a dimensão da tragédia que assola um país já em ruínas.

Um profissional de saúde tenta em vão consolar a criança, que chama pelo pai e repete aos gritos “estou viva, estou viva”. O homem que a auxilia explica que ela está traumatizada depois da morte dos pais, enquanto trata de convencê-la que sim, está viva.

Líderes da oposição dizem que pelo menos 1.300 pessoas morreram no ataque atribuído ao governo de Bashar al-Assad. Já as autoridades afirmam que os próprios rebeldes dispararam os foguetes com gás tóxico contra a população. De longe, imprensa, observadores internacionais e organizações humanitárias tentam, na maior parte do tempo em vão, entender o que de fato se passa na Síria. Até agora, ninguém foi capaz sequer de afirmar se realmente aconteceu um ataque com armas químicas. Muito menos se os mortos são 100 ou mais de mil.

Relatos e imagens, como as da menina Younma, que mal acredita ainda estar viva, são o que resta ao mundo ler, ouvir, assistir para tentar compreender a dimensão da tragédia na Síria.

Confira fotos do ataque químico.

Leia o material exclusivo do Terra sobre a guerra civil na Síria.

Confira fotos que contam a história do conflito.

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