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Rabino sugere que espiãs da Mossad fazem sexo por Israel

4 out 2010
09h20
atualizado às 09h29

As mulheres do Mossad que mantêm relações sexuais com o inimigo para conseguir informações vitais para a segurança de Israel agem de acordo com os preceitos do judaísmo, segundo o estudo de um rabino israelense divulgado nesta segunda-feira pelo jornal Yediot Aharonot.

O estudo, entitulado "Sexo ilícito para a segurança nacional", dedicado exclusivamente ao comportamento das espiãs do Mossad, recomenda ao serviço de segurança que "utilize para essas missões mulheres licenciosas".

Caso as agentes sedutoras sejam casadas, o rabino Ari Shvat, autor da pesquisa, considera ser preferível que seus maridos se divorciem durante a missão e voltem a se casar depois.

O relatório de Shvat, especialista da Halacha, a lei judaica estrita, foi publicado na revista Tehumin do instituto Tzomet de Goush Etzion, colônia judaica na Cisjordânia ocupada. Shavat fundamenta sua opinião em vários casos mencionados pela Bíblia.

AFP Todos os direitos de reprodução e representação reservados. 
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