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Grupo jihadista diz que ataque aéreo no Sinai egípcio foi lançado por Israel

10 ago 2013
08h37
atualizado às 09h34

Um grupo jihadista afirmou neste sábado que o ataque aéreo de sexta-feira, que matou quatro de seus membros no Sinai egípcio, foi israelense.

O grupo jihadista Ansar Beit al-Maqdis (Os Partidários de Jerusalém) indicou que quatro de seus membros pertencentes a tribos do Sinai foram mortos na sexta-feira por drones (avião teleguiado) israelenses.

O exército do Egito negou na sexta-feira qualquer tipo de ataque israelense em território egípcio.

O grupo acusou o exército do Egito de coordenar o ataque com Israel e ameaçou realizar mais ataques contra o Estado hebreu.

Foram divulgadas informações contraditórias sobre a origem do ataque.

Fontes militares disseram à AFP que o ataque foi realizado pelo exército egípcio como parte de uma campanha para reduzir o aumento da violência e da atividade jihadista no Sinai.

Testemunhas do ataque disseram que helicópteros do exército do Egito sobrevoavam o local após as explosões.

Na sexta-feira, o exército egípcio afirmou que foram ouvidas duas explosões na península do Sinai, perto da fronteira com Israel, e que investigaria suas causas.

"É absolutamente falsa a existência de um ataque israelense em território egípcio e a afirmação sobre uma coordenação entre Egito e Israel no assunto é totalmente infundada", disse o porta-voz militar, o coronel Ahmed Aly, em um comunicado divulgado na sexta-feira.

AFP Todos os direitos de reprodução e representação reservados. 
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