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Estado Islâmico afirma ter queimado vivo piloto jordaniano

Vítima foi sequestrada em dezembro do ano passado

3 fev 2015
15h00
atualizado às 16h22
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Maaz al-Kassasbeh teria sido queimado vivo dentro de uma cela
Maaz al-Kassasbeh teria sido queimado vivo dentro de uma cela
Foto: Twitter

O grupo Estado Islâmico (EI) publicou nesta terça-feira um vídeo de um homem sendo queimado vivo em uma cela, e afirmou tratar-se do piloto jordaniano capturado após a queda de seu caça F-16 na Síria, em 24 de dezembro.

A televisão oficial do reino indicou que o piloto jordaniano foi morto em 3 de janeiro.

A Casa Branca afirmou que as agências de inteligência dos Estados Unidos estavam trabalhando para autenticar o vídeo.

"Os Estados Unidos condenam fortemente as ações do Isil e exigimos a imediata libertação de todos aqueles mantidos reféns", disse a porta-voz da Casa Branca, Bernadette Meehan, em comunicado, usando outra sigla para identificar o grupo.

"Nos solidarizamos com o governo da Jordânia e o povo da Jordânia", disse ela.

Maaz al-Kassasbeh realizava ataques aéreos contra posições do EI como parte da coalizão internacional anti-jihadista quando foi capturado.

O governo jordaniano chegou a se oferecer para libertar uma “jihadista” iraquiana condenada à morte na Jordânia, Sayida al-Rishawi, em troca da libertação do piloto. A última vez que Kassasbeh apareceu vivo foi num vídeo do grupo extremista em que aparecia juntamente com o jornalista japonês Kenji Goto, cuja execução foi anunciada no sábado.

Com informações da AFP, Reuters e Agência Brasil.

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Fonte: Terra
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