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Dona de único sex shop do mundo árabe diz que salvou casamento

8 mar 2011
18h34
atualizado às 18h45
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Proprietária do único sex shop do Golfo Pérsico e do mundo árabe, como se apresenta, Khadija Mohammed diz que já salvou muitos casamentos. Em entrevista ao jornal El país , a bareinita também afirmou que o "véu não freia ambições" quando questionada sobre a relação de sua loja, a Khadija Faship Shop, e o modo de vida que é obrigada a levar no Bahrein.

Khadija não se intimida com preconceitos e perseguições do mundo árabe
Khadija não se intimida com preconceitos e perseguições do mundo árabe
Foto: AFP

O país é um dos mais livres do mundo árabe, no entanto, as roupas íntimas do manequim da vitrine da loja têm gerado fortes críticas dos clérigos locais. Dentro do estabelecimento, se encontra tudo que se pode ver em uma sex shop do Ocidente: vibradores, disfarces de enfermeira e jogos em inglês e árabe para paceiros. Também são vendidos cremes com diversos sabores e calcinhas comestíveis, relata o El País .

Khadija revelou que teve muitas dificuldades com o negócio. Ela citou a própria família, o provedor de internet e algumas autoridades como motivos de conflitos. A empreendedora chegou a ser presa por 24 horas por um assunto de aduana. Os objetos são majoritariamente importados.

Apesar dessas dificuldades, o negócio prospera. Khadija estuda ofertas para abrir filiais nos Emirados Árabes Unidos, no Egito e na Jordânia. "É muito agradável sentir o êxito", comemora.

O principal motivo do crescimento da loja é por conta do turismo. Turistas de outros países próximos que não podem ter esse tipo de negócio, como a Árabia Saudita, são frequentes, segundo Khadija.

"As pessoas olham os filmes pornô e querem fazer o mesmo. Eu explico os truques de proezas sexuais e isso ajuda a obter sucesso com os produtos", resumiu.

Terra

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