A Jihad Islâmica reivindicou a autoria dos ataques. Três integrantes da organização terrorista morreram no local. A troca de tiros durou mais de quatro horas. As autoridades israelenses se mostraram indignadas, e disseram que fechavam as portas para qualquer negociação com os palestinos, depois deste "massacre no dia do Shabbat". O diretor do gabinete do primeiro-ministro Ariel Sharon, Dov Weissglas, disse à rádio pública que os atacantes aproveitaram a redução do dispositivo de segurança em Hebron para realizar este atentado que qualificou de vergonhoso.
Na Cisjordânia, cinco palestinos foram mortos por disparos israelenses, dos quais quatro eram militantes da Jihad Islâmica. Uma mulher também morreu ao ser atingida por uma metralhadora de um tanque, dentro de sua casa em Nablus, reocupada pelo exército israelense e submetida ao toque de recolher.

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